Diante de crônica da minha lavra, em que eu
criticava, no bom sentido, o desempenho do último ex-presidente do país, uma
pessoa, discordando do meu texto, escreveu a mensagem a seguir.
“E os outros, inclusive, o atual
Presidente da República, nunca cumpriram e nunca apresentaram plano, a não ser
mentindo que iria tirar os brasileiros da pobreza!”.
Em resposta, eu disse, infelizmente, quer
queira ou não, a lastimável memória do eleitor brasileiro se restringe à
nefasta ideologia política, em que, nesse caso, até o DNA familiar serve de
fundamento para a escolha de candidato, mesmo em evidente detrimento dos
interesses maiores da pátria.
Nessa mesma linha de raciocínio, apelam-se
pelo desprezível parâmetro de governante decadente, incompetente é desonesto,
que não serve para nada, como justificativa para a ausência de programa ideal
de trabalho.
Há a expectativa de que os brasileiros
reflitam sobre a importância dos valores e interesses do Brasil, de modo que se
possa eleger o próximo presidente pelos critérios de competência e experiência
gerenciais, com embargo de tudo que diz com a famigerada ideologia.
Brasília, em 5 de maio de 2026
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