O presidente brasileiro disse que o crime organizado está até no poder
Judiciário, mas não declinou os nomes de ninguém, cuja declaração movimentou os
bastidores políticos, por envolverem possíveis infiltrações de delinquentes em
setores de poder, no Brasil.
Durante comentários sobre segurança pública e criminalidade, o
presidente afirmou abertamente que o crime organizado estaria presente até
mesmo em áreas importantes do país, incluindo setores ligados ao poder.
Enquanto algumas pessoas defenderam que o presidente apenas reconheceu a
gravidade do problema predominante no Brasil, outras passaram a cobrar
transparência e questionaram quais os nomes e até os setores que estariam sendo
afetados pela criminalidade.
Como não poderia ser diferente, esse assunto aumentou ainda mais os
debates sobre corrupção, segurança pública e influência do crime organizado
dentro das estruturas brasileiras.
É da maior importância que a maior autoridade do país reconheça que o
crime organizado esteja presente e agindo também nos poderes da República, como
ela acaba de fazer espontaneamente, porque isso demonstra enorme gravidade
sobre a promiscuidade pela falta de combate à criminalidade, que atingiu nível
verdadeiramente inadmissível, a se permitirem a infiltração de delinquentes em
órgão público, onde a sua função
institucional é de combater a criminalidade.
É até compreensível que se reconheça a seriedade da situação, mas é
absolutamente inadmissível que se permita a sua continuidade, sem a devida e
necessária adoção de qualquer medida efetiva destinada à solução do gravíssimo
problema, que diz diretamente com a segurança pública que prejudica a
sociedade.
É inacreditável que o Brasil tenha chegado a esse nível de tamanha
irresponsabilidade, em que a principal autoridade reconhece a prevalência do
crime organizado inclusive em setores do poder público, mas, a despeito disso,
nada faz para combatê-lo, na forma da lei, como é do dever institucional do
Estado.
Compete aos brasileiros se conscientizarem sobre a verdadeira
importância da segurança pública, como prioridade de proteção da sociedade,
exigindo do governo enérgicas medidas de combate à criminalidade, com destaque
para as facções organizadas.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 11 de maio de 2026
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