O candidato ao cargo de presidente da
República precisa corresponder, em princípio, às exigências de muita
competência e larga experiência no gerenciamento da coisa pública, de modo a
atender aos ingentes desafios que ele terá, necessariamente, que enfrentar ao
assumir o relevante cargo de mandatário do país.
Diante disso, indagam-se quais são os
predicativos do filho do ex-presidente do país, senão o DNA do pai, pois ele
não tem experiência no gerenciamento de absolutamente nada, na vida pública?
Os brasileiros conscientes da importância
sobre a grandeza do Brasil precisam entender que o país mergulhado em
gravíssima crise institucional não merece ser presidido por quem tem como
principal atributo a confiança hereditária e nada mais.
Como se acreditar em mudanças de rumo da
nação nessas condições, em que alguém surge do nada, sem o devido preparo
gerencial, para comandar a nave que se encontra completamente à deriva?
Caso o Brasil fosse levado a sério,
certamente que a indicação do candidato presidencial da direita seria feita por
todas as forças partidárias, políticas e populares envolvidas na questão,
depois de devidamente avaliados os elementos mais importantes sobre o caso,
principalmente os interesses do Brasil e não os de única pessoa, como terminou
assim produzindo a figura desse candidato que vem sendo anunciado de goela
abaixo dos brasileiros, que não representa senão a vontade soberana de líder
político que decidiu impor o seu candidato e ponto final.
Os verdadeiros brasileiros, que realmente
amam o Brasil, precisam reagir contra essa aberração imposta pelo cacique-mor e
lutar por candidato com o mínimo de competência, experiência e preparo em
gestão pública, como forma de se mostrarem as verdadeiras integridade e
independência de amor ao Brasil e à sua grandeza.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 7 de maio de 2026
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