Diante da fotografia do casarão do Sítio
Canadá, mais uma vez eu me emocionei, à vista de tamanha formosura de imagem,
eu escrevi a mensagem a seguir.
Como não me emocionar com a visão majestosa
do meu amado casarão, que muitas lembranças afloram em mim, neste exato
momento, por eu ter nascido e florescido nos seus aconchegantes recintos, sendo
merecedor do carinho eternizado por meus queridos pais, avós e tios, em
ambiente o mais angelical possível de civilidade que vi nascer em mim,
certamente com os melhores dos sentimentos humanos e cristãos.
Nesse lugar reinava a harmonia e a paz
celestiais, como se ele fosse permanentemente iluminado e abençoado pelos
cuidados divinos, cuja presença dos anjos dominava seus recintos, por onde o
amor reinava e transbordava em tudo, na harmonia encantadora comandada pelos
deuses.
Lembro-me da serenidade dominante em tudo e
em todos os corações, em que as pessoas pareciam tocadas pelas mãos de Deus
para se harmonizarem em uníssonos objetivos comuns, mas voltados para a
construção da essência da esperança e do amor verdadeiros.
Nunca vi desavença de ninguém, pois nos seus
corações residiam a fonte da união e da compreensão, que eram capazes da
superação de qualquer dificuldade, que certamente até poderia ter existido, mas
nunca explorada como motivo de discórdia entre as pessoas.
Meu coração se enche de alegria ao sempre
ver a imagem do meu amado casarão, porque ele vive permanentemente em mim e eu
dentro dele, como sendo algo que sobrevive um para outro e vice-versa, como
verdadeira alma gêmea que têm idênticos sentimentos.
Salve o meu glorioso casarão do Sítio
Canadá.
Amém!
Brasília, em 5 de maio de 2026
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