É
impressionante como escândalo que poderia sinalizar para a necessidade de
reflexão e avaliação acerca da ética do candidato envolvido diretamente em
affair nada republicano, precisamente sob a ótica da dignidade e da moralidade
políticas, é aproveitado para mostrar a sujeira assemelhada de adversários
políticos.
À toda
evidência, nunca que as péssimas atividades devem servir de parâmetro para
justificar falha praticada por pessoa que se apoia, porque isso não tem a menor
razoabilidade.
Dando a
deplorável ideia de que, alguém que cometeu erro da mesma espécie, não tem
direito de apontar o dedo contra o candidato da direita, como se um erro
servisse para justificar outro erro da mesma natureza.
Aí reside
o gravíssimo equívoco de avaliação, quando o correto é sopesar o desrespeito do
então senador, que não teve o menor escrúpulo em buscar recurso de terceiro
para o financiamento de filme de interesse do pai dele, que é algo
absolutamente incompatível com o mandato eletivo, que tem por essência o
trabalho voltado para a satisfação de causas públicas, na atendimento do bem
comum da sociedade.
À toda
evidência, essa filmagem cinematográfica diz respeito ao interesse particular e
ainda mais nebuloso envolvendo o pai do parlamentar, que jamais ele deveria se
envolver na busca de dinheiro para o filme, posto que isso é, reputa-se,
incompatível com as atividades particulares, independentemente do que os outros
políticos fazem de ruim.
Enfim, o
verdadeiro político prima pela dignidade, na vida pública, nunca se envolvendo
em situação suspeita de desvio da finalidade precípua das atividades inerentes
ao cargo que ocupa.
Convém
que os brasileiros se conscientizem sobre a importância de se eleger o futuro
presidente do Brasil que comprove conduta ilibada e imaculabilidade, na vida
pública.
Acorda,
Brasil!
Brasília,
em 14 de maio de 2026
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