Um integrante do governo afirmou que o
ex-governador de Minas Gerais teria defendido o trabalho infantil e isso é um
"ato de covardia".
Ele disse que "Defender o trabalho
infantil é um ato de covardia. O cidadão que faz isso no Dia do Trabalhador vai
além: dá sérios sinais de ser um psicopata.".
O político mineiro indicou que, caso eleito
presidente em 2026, pode propor mudanças na legislação para ampliar as
hipóteses em que jovens podem trabalhar no Brasil.
Atualmente, a idade mínima do trabalho do
menor é de 16 anos, sendo permitida para 14 anos, nos casos dos jovens
aprendizes.
Ao comentar sobre o assunto, o político
mineiro utilizou o termo "criança" ao defender a medida, mas depois
consertou a falha, para mencionar “adolescente”.
Ele disse que, "Quando eu era
criança, era permitido tirar uma carteira de trabalho aos 14 anos.
Infelizmente, no Brasil se criou essa ideia de que jovem não pode trabalhar.
Sei que o estudo é prioritário, mas toda criança pode estar ajudando com
questões simples, que estão ao alcance dela".
Ele lembrou que, quando era criança, ajudou
o pai a contar parafusos e porcas e a embrulhar os produtos em jornal.
Ele disse que "A esquerda criou essa
noção de que trabalhar prejudica a criança. Lá fora, nos Estados Unidos,
criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos cents por jornal
entregue, no tempo que tem. Aqui, proibido, você está escravizando criança. Mas
tenho certeza de que nós vamos mudar isso aí".
Por fim, o político mineiro declarou que,
"No Brasil, isso já é permitido a partir dos 14 anos como aprendiz, mas
precisamos ampliar essas oportunidades, com proteção e sem atrapalhar a escola".
Não há a menor dúvida de que o trabalho do
menor é algo que precisa ser analisado à vista da realidade brasileira, sem
qualquer influência de ideologia, mas sim da conveniência e da necessidade de
oportunidade para os menores de idade.
Sim, essa medida é de suma importância, pois
se trata de trabalho digno e tem também por finalidade a formação de caráter e
disciplina do menor, além de evitar que os jovens ingressem em atividades
deformadora da sua personalidade.
Apelam-se por que os brasileiros apoiem
medida que precisa sim ser implantada, em benefício do menor de idade, porque
ela condiz com a realidade brasileira, que pode beneficiar a dignidade e a
personalidade de brasileirinhos.
Brasília, em 5 de abril de 2026
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