sexta-feira, 29 de maio de 2026

Mamãe Dalila!

 

 

Diante da fotografia da querida e inesquecível mamãe Dalila, com ao meus amados irmãos que viviam em Brasília, eu escrevi a mensagem a seguir, como forma de expressar o meu sentimento de momento. 

É com muita emoção que revejo a imagem especialmente da minha querida mamãe Dalila, pessoa que ocupa o primeiro lugar no meu coração e a quem eu me curvo em deferência, por ela ter sido exemplo maior e mais completo de ser humano, em termos de humanismo e cristandade, em todos os sentidos.

Ela tinha qualidades, sabedoria e poderes divinos, por ter tido a enorme capacidade de ter criado numerosa prole de nove filhos, sendo oito sanguíneos e um adotivo, em condições extremamente adversas e de muita dificuldade, que foram superadas graças às suas forças alimentadas pela extraordinária fé religiosa, que a ajudava a extrair a solução dos sempre graves problemas do dia a dia.

Com certeza, mamãe Dalila recebeu de Deus missão a mais espinhosa que a criatura teria capacidade para desempenhar e ela, mesmo se equilibrando permanentemente em linhas tênues, foi vitoriosa, por ter conseguido formar família formidável, em que todos os seus filhos tiveram a melhor formação, segundo a sua personalidade de persistência e obstinação.

Todos os seus filhos foram criados na esperança de importantes conquistas na vida, graças às magníficas lições dessa grande pessoa, que foi gigante em tudo que empreendeu, não importando os múltiplos reveses que ela precisou enfrentar, justamente para provar as suas notáveis qualidades de pessoa mais do que especial e competente.

Acredito piamente que pessoa com as qualidades de mamãe Dalila existe para provar a indiscutível existência de Deus, que somente quem tem o seu poder celestial teria condições de mandar à Terra essa criatura que foi a sua verdadeira imagem, em termos de bondade, caridade, compaixão, disposição, caráter, resolução e, principalmente, amor.

Com o meu eterno agradecimento a Deus, por eu ter vindo à Terra por meio da saudosa mamãe Dalila, sempre digna da minha veneração.

Brasília, em 12 de maio de 2026

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