Um importante congressista aparece em
público parte de abóbora na mão, fazendo severas críticas ao desempenho do
governo, ao meio de risos e piadinhas.
Talvez genialidade mesmo teria sido se o
parlamentar tivesse, ao contrário, comentado cada inverdade atribuída ao
mentiroso-mor, para que os fatos se tornassem ainda muito mais em evidência, de
modo a se ressaltarem as gritantes incoerências do político impostor.
Na forma como apresentados os fatos
mentirosos, a impressão que fica é que o congressista quis apenas aparecer, não
tendo coragem para se manifestar de maneira objetiva e contundente. Isso não é
construtivo, porque fica a ideia que o objetivo do vídeo é escancarar e
potencializar o nefasto antagonismo, tão desnecessário quanto se negar a
verdade.
À toda evidência, a imagem do político com
abóbora nas mãos não poderia ser mais patética e maléfica à representação em
si, porque fica patente o desejo de puro deboche, que não faz o menor sentido,
ante à imperiosa importância do respeito à dignidade e à elevação dos
princípios.
Imagina-se que o político apenas se diverte
ingenuamente, no vídeo, mas ele precisa urgentemente aprender a pôr freios aos
seus impulsos maquiavélicos, para o fim de amadurecer as suas ideias, de modo
que elas possam se tornar objetivas e eficazes, em termos de efetividade
política.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 4 de maio de 2026
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