Um ex-juiz da corte maior do país lamentou
que o Senado Federal não tenha aprovado o nome indicado pelo presidente do país
para o cargo de ministro dessa corte, por entender que o Brasil perde um grande
magistrado.
Se é verdade que o Brasil perde grande
ministro, com a desaprovação pelo Senado Federal de candidato à vaga da corte
maior do país, é muito mais verdade que nunca alguém importante perdeu
excelente oportunidade para ter ficado calado no seu quadradinho, porque isso
certamente teria evidenciado a prática do bom senso e da sensatez.
Quando todas as pessoas sensatas e
defensoras das causas do bem se uniram, em uníssono, com as forças da bondade e
da racionalidade, para rejeitar e afastar pessoa perversa, traiçoeira e maldosa
do convívio de onde só se espera o bem, aparece o suposto “anjo” da corte para
tentar salvar a “dignidade” travestida de demônio.
Tem o velho adágio que diz que, de onde
menos se espera, pode sim surgir inesperada surpresa, que pode ter sido
exatamente o que houve com esse cidadão, cujo conceito navegava bem acima das
nuvens, quando até então ainda não tinha cometido desvio de conduta tão
gritante, como o de se se aliar, em opinião favorável, à pessoa indígena e
indigesta, conforme ficou patente com a desaprovação dela pelo Senado Federal.
Do contrário disso, a pessoa indicada teria
sido aprovada pelo Senado Federal, evidentemente sem qualquer ressalva.
Convém que, se a opinião atribuída à pessoa
indicada for verdadeira, que o ex-magistrado repense, urgentemente, os seus
conceitos, de modo a reconquistar a sua credibilidade como homem público
íntegro.
Brasília, em 30 de abril de 2026
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