De acordo com pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta data, o senador
candidato do pai à Presidência da República lidera o índice de rejeição entre
os nomes na corrida presidencial da próxima eleição, com o percentual de 50%
dos entrevistados, que disseram que não votariam no parlamentar “de jeito
nenhum”, vem em seguido o presidente do país, que aparece com 47% de
rejeição.
O levantamento também aponta que o presidente do país possui o
eleitorado mais consolidado entre os nomes pesquisados, por volta de 37% dos
entrevistados disseram que votariam seguramente nele, enquanto o outro
candidato teria a certeza do voto de 26% dos pesquisados.
O aludido levantamento foi realizado por via telefônica, entre os dias
22 e 24 do corrente mês, tendo sido ouvidos 2.045 eleitores.
Sim a rejeição dos candidatos é bem expressiva, mostrando a grande
desaprovação dos eleitores com os candidatos que estão na dianteira da corrida
eleitoral deste ano.
Em se tratando de pesquisa especialmente realizada para se conhecer
importante fator que pode contribuir para influenciar o resultado do pleito
eleitoral, seria de total bom tom que a motivação causadora da rejeição fosse
evidenciada como tema que servisse de base para a convicção das pessoas
consultadas.
A importância dessa informação precisaria ficar muito clara por ocasião
da manifestação dos eleitores, como forma de justificar a razão do porquê não
votaria em um dos candidatos.
Não obstante, tem-se em mente, por motivação óbvia, que, no caso dos
dois candidatos, um de direita e outro de esquerda, não resta a mínima dúvida
de que a rejeição tem fundo meramente ideológico, diante do nefasto antagonismo
que alimenta basicamente a disputa eleitoral brasileira.
Isso denota enorme prejuízo aos interesses da sociedade e do Brasil,
porque acaba se decidindo importante e fundamental pleito eleitoral
exclusivamente por motivação ideológica, em detrimento das causas maiores da
nação.
Nesse caso, se poderia escolher o melhor candidato para presidir o
Brasil, tendo em conta especialmente a sua competência, o seu preparo e a sua
qualificação, além de permitida a necessária avaliação sobre a sua conduta
inerente aos essenciais requisitos referentes à dignidade, honestidade, ética e
moralidade, que são exigidos quando do ingresso na administração pública, mesmo
por meio da escolha pela via eleitoral.
Enfim, apelam-se por que os eleitores se conscientizem sobre a
importância de se eleger o melhor candidato que possa comprovar melhores
condições de trabalhar para o desenvolvimento do Brasil, tendo por base os seus
atributos de competência gerencial e ainda que possa comprovar os importantes
requisitos de conduta ilibada e imaculabilidade, na vida pública.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 25 de maio de 2026
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