Diante de crônicas da minha lavra, em que
homenageie o querido amigo Eugênio, por ocasião do seu octogésimo aniversário,
ele me agradeceu com a mensagem a seguir.
“Meu querido amigo Adalmir. Preciosas são as
suas palavras. Sei que não às mereço, mas as recebo em consideração a sua
bondade. Me sinto muito feliz e honrado em tê-lo como amigo. Agradeço demais a
sua presença e a da Aldenir ao evento. Muito obrigado. Grande abraço e que Deus
abençoe a vida de vocês.”.
Em resposta à amável mensagem, eu disse ah,
meu caro Eugênio, gostaria tanto de ter o dom de realmente dizer a grandeza de
pessoa que você representa como meu amigo.
As minhas mensagens representam certamente o
senso comum de todos seus familiares e amigos, que saberiam dizer mais ou menos
o que eu escrevi, mostrando apenas um pouco da grandeza que existe em você, que
realmente é pessoa feliz e vive para fazer a felicidade das pessoas que lhe são
caras.
Fico muito feliz em escrever as mensagens
sobre um pouco de você, para que momentos maravilhosos fiquem registrados,
mesmo que em pinceladas, mas o suficiente para você sentir a amizade sincera
das pessoas que lhe estimam de coração.
Enfim, sinto saudade da linda festa de seus
oitenta anos, que realmente esteve à altura do homenageado, que demonstrou
enorme alegria do convívio por momentos agradabilíssimos, principalmente pela
reciprocidade do reencontro dos familiares e amigos.
Eu e Aldenir sentimos honrados por ter
participado da sua finda festa.
Muito obrigado e longa vida para você,
amigo!
Brasília, em 3 de maio de 2026
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