Há notícias dando conta de que um juiz da
corte maior do país teria sido alertado, por duas vezes, sobre a existência de
pane nos aviões que ele já estava embarcado confortavelmente no assento, dando
a entender sobre a possibilidade de sabotagem para assassiná-lo, o que,
logicamente, o afastaria da relatoria de importantes processos naquela
corte.
Como se todo espectro estratégico fosse
novidade, na República tupiniquim, em caso semelhante ao atual, porque não
precisa ser inteligente para se compreender as artimanhas do sistema dominante,
que sabe perfeitamente o atalho para o trabalho que pode vir a prejudicar os
seus interesses políticos.
À toda evidência, esse juíz que vem sendo
visado possivelmente pelo sistema, já pela segunda vez, precisa se
conscientizar de que a terceira vez pode ser a última, na hipótese que as vezes
anteriores serviram apenas como ensaios propositais, mas a próxima investida
pode ser fatal, a depender da imprudência do juíz, que não consegue ficar sem
viajar, porque isso poderá ser o seu fim, embora pareça que se trata de algo
que não toca à sua sensibilidade, em termos de cuidados pessoais.
Aconselham-se que o juíz sortudo viaje
somente entre a sua casa e o seu serviço, sob pena de haver algo absolutamente
desagradável, à vista do quadro mais do que desenhado, que não pode ser
ignorado, em se tratando da índole das pessoas contrárias envolvidas.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 29 de abril de 2026
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