As previsões políticas não passam de miragem
por parte de sonhadores que acreditam em milagres, que inexistem na política, à
vista da observância dos fatos históricos.
Muitos vaticínios otimistas sobre os
fracassos do governo nunca vicejaram e o resultado é a triste realidade
brasileira, em que predomina a eterna decadência político-administrativa, à
vista da situação periclitante imperante no Brasil.
A continuidade da atual gestão corresponde à
mediocridade que é própria da predominância das gravíssimas crises
institucionais, que se consolidam em benefício da incompetência generaliza,
tanto do governo como dos políticos da oposição, que se beneficiam exatamente
de seus despreparos, de modo que a aceitação do status quo se torna
situação de preferência mútua
Do contrário disso, haveria mobilização
destinada ao combate à degeneração político-administrativa, que impera por
imposição da deformada classe política, infelizmente.
Convém que os brasileiros se conscientizem
de que a moralização do Brasil depende essencialmente da renovação da
representação política, que precisa, sobretudo, valorizar, como prioridade, os
interesses maiores do Brasil.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 2 de maio de 2026
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