O Brasil em plena decadência gerencial e
administrativa, extremamente carente de competência e eficiência, tem a
disputa, ainda bem que em fase bastante antecedente das eleições, de dois
candidatos que certamente pouco ou nada tem a oferecer para mudar a situação
caótica do país, à vista das mazelas predominantes que são o reflexo da
incompetência gerencial dos negócios do país.
Isso mostra a mediocridade do povo, que tem
a competência constitucional de eleger seus representantes políticos, mas não
tem a menor preocupação com a qualidade de seus candidatos, quanto à
qualificação e ao preparo para conduzir os interesses nacionais.
Em se tratando de país mergulhado em notória
crise político-administrativa, melhor seria a escolha de candidato ao Palácio
do Planalto que estivesse à altura do enfrentamento dessa situação de
instabilidade, na esperança de se promover a normalidade da nação e, enfim, as
políticas indispensáveis ao crescimento do país, que são algo muito difícil por
parte desses candidatos, diante do que já se sabe sobre os seus predicativos
políticos.
Como ainda está distante da eleição
presidencial, resta a esperança dos brasileiros de que surja o candidato que
realmente tenha condições de trabalhar em prol da moralização e da modernização
do país, como forma essencial à promoção do saneamento administrativo e do seu
desenvolvimento socioeconômico.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 6 de maio de 2026
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