Em mensagem postada na internet, aparece um
casal de lavradores muito disposto e pedindo que as pessoas lhe enviassem “bom
dia”.
Eu disse que enviava o meu bom dia para
informar que eu também já convivi com os trabalhos pesados e enfadonhos da roça
e sei perfeitamente a importância de se passar por herói ou heroína, por algo
que é indispensável à vida: o trabalho do sertanejo, no seu roçado, cuidando
das coisas saudáveis do campo.
Sei das dificuldades e da persistência
existentes na roça, onde tudo depende do maior esforço possível das pessoas e a
recompensa vem muito minguado e com muito sacrifício.
Infelizmente, mesmo reconhecendo o impiedoso
trabalho da roça, é forma de vida honesta que garante a sobrevivência de muitas
famílias, que ainda se dedicam ao trabalho pesado do campo, seguindo a tradição
familiar, na forma permitida por Deus.
Como é lindo o trabalho na roça, onde as
pessoas terminam se acostumando com a rotina interminável e repetitiva, tendo
como recompensa a certeza da repetição dos mesmos esforços, no dia seguinte.
Sim, não existe alternativa para as
condições do agricultor, que não seja o enfrentamento dos eitos determinados
para o dia após dia, comparáveis ao verdadeiro e insuportável canto dos grilos,
os companheiros inseparáveis.
A imagem da senhora representa a autêntica
trabalhadora da roça, que se dispõe ao enfrentamento, com coragem e disposição,
das dificuldades que se apresentam diuturnamente e é exatamente isso que
valoriza o homem do campo.
O meu carinho e a minha admiração à mulher e
ao homem da roça, por tudo que vocês representam de bom do ser humano.
Muito bom dia!
Brasília, em 4 de maio de 2026
Nenhum comentário:
Postar um comentário