O ex-governador de Minas Gerais, que é
pré-candidato à Presidência da República, afirmou a pretensão de endurecer as
regras de programas de transferência de renda e condicionar a manutenção de
benefícios sociais à aceitação de empregos formais pelos beneficiários.
Ele disse que os "Programas sociais
são importantíssimos. Nós vamos manter para quem precisa. Mas sabemos que tem
muita fraude que eu vou combater e também não vou pagar auxílio do governo para
os marmanjões. Estamos criando no Brasil uma geração de imprestáveis. Eu vou em
cidades do interior do Brasil inteiro e vejo a mesma coisa: vagas com carteira
assinada e marmanjão em casa, na internet, nas redes sociais, no Netflix, que
prefere receber o auxílio governamental".
Os auxílios financeiros do governo fazem
parte da mediocridade predominante de quem imagina que essa é a única forma de
governar, sem a menor iniciativa sobre a criação de programas capazes de
incentivar e fomentar o desenvolvimento, por meio da geração de emprego e da
qualificação da mão de obra.
Enquanto se permitir a mediocridade na
gestão pública, que somente visa à manutenção no poder, com a exploração
precisamente dos recursos para o suposto beneficiamento da classe empobrecida,
por meio de substanciais empregos de recursos públicos praticamente jogados nas
valas da incompetência administrativa, em razão de nunca resolver os bolsões de
miséria do povo.
Na verdade, a tendência é aumentarem as
desigualdades sociais, com o incremento da falta de mão obra e comodismo das
pessoas assistidas.
Com a identificação das principais
degenerações sociais, à vista da deformidade crônica causada pelo próprio
governo, o próximo presidente do país tem especial dever de cuidar da
implantação de programa de governo que possa desenvolver o incentivo à produtividade
e ao progresso regionalizado, por meio de incentivo à industrialização e ao
emprego.
Isso tem por objetivo à valorização da
dignidade humana, em que os programas de ajuda financeira do governo passem a
ser apenas instrumento de apoio às famílias verdadeiramente carentes e não como
indecente moeda de troca eleitoreira.
Trata-se da premência da implantação de
programa de qualidade de vida que os brasileiros precisam apoiar, como forma de
valorização do ser humano e de desprezo à vergonhosa mediocridade
administrativa predominante no Brasil, por políticos inescrupulosos e
aproveitadores, que estão interessados exclusivamente nas benesses do poder,
com o voto recebido em recompensa dos programas oficiais assistencialistas.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 5 de maio de 2026
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