sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Adeus, Jô Soares!

 

O Brasil se despede do eterno gordo Jô Soares, apresentador, humorista, ator, diretor e escritor, que foi considerado ícone genial em tudo que ele se propôs a realizar como idealizador de grandes projetos de cunho artístico-social-cultural.

Em todas as suas inúmeras atividades artístico-culturais, Jô Soares teve o humor como marca registrada, que o acompanhou por onde ele se apresentou, em todos os palcos da vida, no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura, em que tudo merecia os aplausos de seus admiradores, que foram, na  verdade, todos nós os brasileiros.

A verdade é que Jô Soares se destacou por ter sido um dos principais comediantes da história do Brasil, tendo participado de importantes atrações que marcaram época na televisão, como “A Família Trapo” (1966), “Planeta dos Homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981), além de ter escrito livros e atuado, pasmem, em 22 filmes, tudo com o reconhecimento do sucesso.

Na realidade, o Jô Soares foi grande mestre, em especial na arte de representação dramática, onde ele teve a capacidade de disseminar importantes lições a toda classe artística, que o tinha como ídolo e especial mentor de importantes ideias sobre a arte de representar trabalhos artísticos.

Todos os brasileiros se despedem de Jô Soares com muito pesar, mas extremamente agradecidos pela imensurável contribuição dele ao mundo artístico e cultural, que foi modelo de luminosidade e genialidade para a sua geração, exatamente porque as suas obras sempre foram dignas do respeito, da admiração e dos aplausos dos apreciadores do trabalho artístico de qualidade.

Queira Deus que o gênio do Jô Soares tenha continuidade no plano celestial, para que a sua voluntariosa intelectualidade se expanda tão brilhantemente como ela transcorreu no plano terrestre, tendo a oportunidade de também fazer a felicidade da sua nova plateia de admiradores.

Que a luz divina ilumine a sua vida celestial, grande Jô Soares!

Brasília, em 4 de agosto de 2022

Crime eleitoral?

 

Em  vídeo que circula nas redes sociais, aparece o operador de pesquisa eleitoral computando somente as respostas favoráveis a determinado candidato e, obviamente, recusando o registro de respostas que seriam do interesse de outro candidato.

À toda evidência, trata-se de prática abjeta, que demonstra o ridículo do resultado manipulado das consultas sobre preferência eleitoral, diante da absoluta falta de seriedade e honestidade, normalmente tendo por finalidade o atendimento de conveniência da cafajestice banalizada na disputa eleitoral, com a marca registrada do submundo político.

Essa maneira explícita de sem-vergonhice pode até servir para o alinhamento de ideia desonesta e inescrupulosa, mas fica muito claro que isso se trata de crime contra a dignidade e a honra dos brasileiros, porque a sua divulgação só demonstra inverdades e prática recriminável de resultado de pesquisa que não condiz com a verdade, tendo por objetivo desviar o rumo da seriedade eleitoral.   

À vista dessa pouca-vergonha, mais do que escancarada, fica a indagação: por que não fazer pesquisa séria, nos mesmos locais, evidentemente por parte da seriedade defendida pelos progressistas, para mostrar a realidade dos fatos, com vista a desmascarar essa imunda farsa?

O pior de tudo isso é aceitá-la, apenas criticando a ocorrência dessa sujeira, sem empregar o devido antídoto, como forma de mostrar aos brasileiros o jogo sujo e o podre da política brasileira, que tenta, a todo custo, burlar os princípios da honestidade até mesmo em pesquisas, tendo por finalidade o mascaramento de resultados falsos, cuja finalidade maldosa já não é possível ser mantida sob sigilo, porque os fatos denunciam a falta de caráter das pessoas envolvidas, à luz do que consta do vídeo.

É preciso ter capacidade para lidar com as situações criminosos, como denunciado por meio desse vídeo, e tirar proveito dos pontos vulneráveis, além da necessidade da adoção de medidas judiciais e penais pertinentes, porque, do contrário, a imundície termina se beneficiando com seus maledicentes artifícios políticos, evidentemente, a depender da ingenuidade dos brasileiros.

Convém que os progressistas façam a coisa certa e diga aos eleitores que é exatamente esse o seu propósito de informar a verdade e procurar fazer sempre o melhor para informar os brasileiros de bem.  

Se isso que o vídeo mostra reflete a situação verdadeira de real manipulação de resultados falsos de pesquisas, convém que essa esculhambação seja denunciada às autoridades policiais e judiciais, com vistas às devidas investigações destinadas à identificação dos envolvidos, para as atribuições de responsabilidades, os quais precisam responder pelos gravíssimos crimes contra os princípios democrático e republicano.

Além das atribuições de penalidades aos infratores da lei, com aplicação das punições cabíveis ao caso, a grande importância das apurações será o efeito pedagógico disciplinar das medidas, tendo em conta a necessidade de se evitar a reincidência dos mesmos fatos irregulares, porque isso só demonstra a cretinice quanto à manipulação de resultados de pesquisas.

À toda evidência, o propósito da sustentação de resultados forjados, que mostram situação absolutamente irreal, tem por finalidade a tentativa da confirmação dos resultados das urnas, que não seriam surpreendentes, no caso da coincidência deles com as pesquisas fajutas, por que inventadas criminosamente.

Urge que os brasileiros de verdade denunciem, com veemência, as tentativas de apresentação de pesquisas eleitorais deformadas da realidade, diante da perversidade originária da deliberada manipulação de resultados das consultas realizadas, conforme mostra o vídeo em apreço.  

Brasília, em 5 de agosto de 2022

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Desprezo ao civismo?

 

A Independência do Brasil está a um mês da sua data de celebração dos 200 anos, o que seria motivo para grandiosos festejos como marco do maior evento cívico da pátria, a merecer cuidadosa organização para as comemorações à altura da sua importância.

Não obstante, o espírito de civilidade, desta vez, foi transmutado para o espaço sideral, por ter sido preferida a realização de atos de mobilização de protestos, dando rumos estranhos à principal data cívica da pátria.

Quem não se lembra, na infância, dos preparativos para os festejos do Dia da Independência, quando havia os desfiles das escolas estudantis, para o enaltecimento do dia 7 de Setembro, que era motivo de orgulho dos brasileiros?

Desta feita, os brasileiros foram e estão sendo convocados para irem às ruas, não para festejarem a independência da pátria, mas sim para apoiar posição política, em demonstração de ideologia defendida pelo presidente da República, que tem sido incansavelmente mentor de  impropérios negacionistas com viés de claro desvirtuamento de importante data da pátria, da maior representatividade cívica, com essa absurda convocação de seus seguidores para, pasmem, manifestações antidemocráticas e contra o sistema eleitoral que poderiam acontecer em qualquer data, menos no Sete de Setembro.

Na verdade, o que se sabe de festejo apropriado à Independência do Brasil é a reinauguração do Museu do Ipiranga, em São Paulo, sem outro evento marcante e expressivo para a lembrança de 200 anos do Grito do Ipiranga, fato este que marca muito mais como descaso por parte das autoridades da República, que valorizam atos políticos, em detrimento das grandezas cívica e patriótica.

O bicentenário da Independência do Brasil, diante da sua importância histórica, é assunto marcante a merecer cuidados especiais, desde muito tempo, para quem já houve o máximo de entusiasmo nas suas comemorações, como fazem normalmente as nações evoluídas, como os EUA, na data de 4 de julho, e a França, no dia 14 de julho, como forma de valorização dos princípios cívico e patriótico de uma nação.

O que se sabe é que as festividades em comemoração da Independência do Brasil remontam desde os anos imediatamente posteriores ao de Setembro de 1822, a merecerem os cuidados dignos da sua expressão cívica para o povo.

Como acontece em todas as nações, a comemoração da independência do país tem relação direta com a construção e a manutenção do simbolismo de orgulho de um povo, que tem por objetivo a formação de integração e identidade nacionais.

Com o mentalidade deformadora do pensamento patriótico, conforme a confirmação com a mobilização para a participação de atos de protestos, a sensação que fica é que a identidade nacional se fragmenta e pode perder sentido o simbolismo do verdadeiro civismo pelo reconhecimento do sublime ato da Independência do Brasil.

O pior de tudo isso é que esse deplorável desvirtuamento histórico conta justamente com o incentivo por parte de quem deveria defender a continuidade dos tradicionais festejos do Dia da Independência, por ser a data maior do Brasil, fato que é bastante preocupante, por se permitir que às crianças sejam negadas importantes formas de incentivo à prática dos princípios de civilidade e amor ao Brasil, porque isso se aprende desde cedo, com o culto dos brasileiros ao que realmente significa a Independência do Brasil.

Enfim, o Sete de Setembro simboliza o início da liberdade e da autonomia do Brasil, que ganhou firmeza com o importante brado de D. Pedro I, às margens do Ipiranga, por meio do qual ganhou destaque como marco histórico de dominação e controle de uma nação, que se firmou com o grito de independência.

A importância da celebração do Sete de Setembro tem relevância pela possibilidade da reflexão sobre o sentido histórico de país livre, que tem autonomia para decidir sobre os interesses do próprio povo.

A história mostra que muitos fatos aconteceram no Brasil e nunca houve se relegar a segundo plano o festejo do Dia da Independência do país, na forma como ele bem merece, porque a sua lembrança leva à valorização da autonomia de um povo e de uma nação, com capacidade para a construção de identidade de gente alegre, forte, unida, lutadora e responsável, tendo por objetivo maior o seu progresso.

A ideia que se tem sobre a comemoração da independência do Brasil é que isso pode contribuir para o fortalecimento da democracia, por meio do ensinamento do indispensável civismo às crianças e aos jovens, como forma de valorização do amor à pátria.

À toda evidência, é preciso que seja criada a consciência de civismo e patriotismo de um povo, por meio do culto de bons e salutares ensinamentos da própria história, como forma de reforço da cultura própria de suas raízes, a exemplo da independência do Brasil.

Os verdadeiros brasileiros não podem permitir que a história brasileira seja naufragada por ideias absurdas de políticos sem noção, que não se importam com a grandeza do passado glorioso do simbolismo cívico e patriótico, a exemplo da independência, que precisa ser comemorada à altura da sua sublime importância para o Brasil, tendo em vista que ela faz parte da cultura cívica do seu povo.

É muito triste que outros interesses possam desvirtuar o verdadeiro sentimento de patriotismo, em nome de causas meramente políticas, que poderiam se realizar em qualquer outra data, menos naquela que é mais importante para o civismo de um povo, fato este que só demonstra a pequenez da mentalidade política de seu idealizador de tamanha monstruosidade, que não tem o menor escrúpulo de desvalorizar as raízes cívicas de um povo, a sua história e os sentimentos patrióticos dos brasileiros, por transformar a data tão importante em palanque político, que tem grande possibilidade de transformá-lo em ameaça à democracia.

Urge que os brasileiros de verdade, no âmbito da sua responsabilidade cívica e patriótica, repudiem, com veemência, a transformação das comemorações do Sete de Setembro em ato político destinado a protestos visivelmente antidemocráticos, fato este que mostra a infinita insensibilidade com relação aos princípios de civismo e amor ao Brasil.

Brasília, em 4 de agosto de 2022

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Quer agradar a Deus?

 

O líder da Igreja Universal do Reino de Deus sugeriu, em mensagem transmita em vídeo, nas redes sociais, que os fiéis doem os próprios bens e propriedades para a instituição religiosa, antes de morrerem. 

De acordo com o mencionado pastor, essa é maneira de agradar a Deus, que assim se expressou: "Você meu amigo, minha amiga, senhor, senhora, pessoas que tenham bens, propriedades, que tenham riquezas, preste atenção, se você quer fazer algo que agrade a Deus, que vá beneficiar outras pessoas, antes de você morrer, antes de você passar para a eternidade, deixe o que você tem para a igreja".

O bispo afirmou que “Envolver, ou melhor, estimular ou avançar o trabalho de evangelização com essa missão de levar o Evangelho para outras criaturas. Tudo que supostamente é meu, não é meu, não tenho nada. Já está preparado para dar continuidade nesse trabalho de evangelização... Deus se agrada dessa oferta".

O religioso concluiu seu apelo aos fiéis, dizendo que “se prepara para doar todos os seus bens antes de morrer. Tudo que supostamente é meu, não é meu, não tenho nada. Já está preparado para dar continuidade nesse trabalho de evangelização... Deus se agrada dessa oferta".

Como não poderia ser diferente, o apelo do religioso repercutiu muito mal nas redes sociais, tento sido detonado por internautas, dizendo que ele é autêntico oportunista.

Não há a menor dúvida de que esse líder religioso se constituiu como verdadeiro aproveitador da ingenuidade dos fiéis, que acreditam nas vãs promessas disseminadas por ele, que são movidas pela energia do dinheiro arrecadado, pasmem, em nome de Deus e tem o nome de blasfêmia, como autêntico insulto à santidade do ser supremo.

Não à toa que a Igreja Universal acumula fortuna explorando a boa vontade dos fiéis da sua crença, cujo líder fundador dessa instituição religiosa se tornado um dos homens mais ricos do Brasil, sob a troca de enganação  e de trapaças, em nome da crença em Deus, ou seja, em nome em vão do Todo-Poderoso.

Na verdade, a hipócrita audácia de investida do religioso, visando ao patrimônio dos fiéis, no sentido do convencimento da generosa doação dele à igreja, antes da morte, apenas se confirma a degradação da prática do desvio de atividades religiosas de verdade, em que a principal ideologia da Igreja Universal é exatamente a investida no dinheiro das pessoas que acreditam em falsa evangelização, porque esta não tem absolutamente nada com o envolvimento com dinheiro, que tem sido o cerne do trabalho dessa instituição, à vista do seu avantajado enriquecimento, em termos de suntuosos templos.

À toda evidência, a principal função das igrejas é exatamente a evangelização, a disseminação da palavra dos bons princípios religiosos e dos salutares costumes, como forma da sustentação das teorias bíblicas, como práticas saudáveis de conscientização sobre a palavra de Deus, sem essa do amor ao dinheiro, sem causa a justificá-lo.

Agora, é evidente que nada impede que os fiéis se dignem a doar seus bens para quem eles quiserem, inclusive para as igrejas, mas não é nada comum o religioso vir a público fazer apelo para pedir a doação de seus bens à igreja, porque isso mostra claro desvio da missão religiosa, com claro viés interesseiro e oportunista, estranho à finalidade religiosa propriamente dita.  

Não se pode negar que as igrejas precisam de dinheiro para se manterem em atividade, sob a forma de dízimos ou outras atividades normais e lícitas de arrecadação, mas o comportamento do religioso mostra ser escandaloso e ridículo, diante da hipócrita insinuação de que isso seria forma para agradar a Deus, uma vez que, à toda evidência, isso não condiz, em absoluto, com as práticas religiosas normais de adoração ao Criador.

Ao contrário, essa monstruosa construção interpretativa de se agradar a Deus fere os princípios religiosos, precisamente porque essa atitude escancara a sanha pecaminosa por escandaloso amor ao dinheiro, como tem sido a marca dessa igreja, conforme mostra o histórico das suas atividades.

Enfim, compete aos fiéis não se seduzirem por apelo indigno e vergonhoso que não condiz com os princípios religiosos, mas sim com o incontrolável sentimento de ambição por dinheiro fácil, com o uso indevido do nome de Deus.

É preciso que os fiéis se conscientizem de que os verdadeiros agrados a Deus são o sentimento de amor ao próximo e a prática das virtuosas ações aceitáveis no convívio da sociedade, devendo ser repudiada a hipocrisia da ideologia disseminada por religioso, com o emprego em vão do nome do Todo-Poderoso.

Brasília, em 3 de agosto de 2022

O império da verdade?

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, um entusiasta bolsonarista insinua que o presidente da República poderá tomar medidas severas contra ministro do Supremo Tribunal Federal, uma vez que, recentemente, as relações entre ambos se agravaram bastantes, em razão de notícia de que a corte poderá decretar a prisão de um deputado que foi indultado por ele.

Diante dessa informação, eu disse que estranhava a existência de mentes férteis e desocupadas, porque, se o presidente do país tivesse coragem para alguma coisa, ele já teria feito algo nesse sentido, há muito tempo.

Uma distinta amiga, lendo minha conclusão, disse o seguinte: “Adalmir, isso aconteceria caso o STF derrubasse o Decreto do indulto. Que eu saiba, isso não aconteceu. Eu não apostaria que o Presidente não tem coragem para alguma medida extrema. Só o tempo dirá.”.      

          Em resposta, eu disse que os fatos são pródigos em mostrar que o presidente do país só tem conversa fiada.

Se ele estivesse querendo resolver essa gravíssima questão envolvendo o Supremo, ele já teria colocado ponto final nela e jamais ter ficado esticando a corda, esperando pelo movimento de 7 de setembro, do mesmo modo como aconteceu no ano passado e depois ele deu para traz e se desculpou perante o ministro, pedindo perdão a ele e depois repetiu todas as bobagens de antes, além de endereçar carta a nação, que nem foram cumpridos os seus termos.

Acho que ele é fraco sim, com base nos exemplos e nas conversas moles dele, que até agora não resultaram em nada, senão para agravar ainda as relações entre poderes da República.

Agora, o que ele fará daqui para frente poderá ter muito a ver com o desenrolar do processo eleitoral, porque ele precisa avaliar bastante os reflexos de decisão golpista, se for essa que ele vier a adotar, que eu achei que ele é doído, mas tem juízo, e não vai correr o risco de perder a reeleição por causa de decisão maluca, qualquer que ela seja, porque o impacto nas estruturas da República será apenas abissal, em especial, pelo fato da  proximidade da eleição presidencial.

Não restaria tempo algum para se tentar arrumar os cacos, em caso de decisão desastrosa e golpista, para se buscar os rumos da verdadeira democracia, que teria sido mandada para o espaço sideral por ele.

Diante das circunstâncias, tudo vai ficar nas ameaças de sempre, com o Supremo dando as cartas e o presidente do país permanecendo acuado, sem coragem para agir, como é do seu feitio, embora os seguidores fanáticos dele ainda acreditam que ele é o salvador da pátria, sem nunca ter demonstrado senão atitude firme para criticar e agredir com palavras, porque, para isso, ele já demonstrou que é o rei do  Planalto.

Torço para que as minhas palavras estejam completamente equivocadas, diante da crise que foi criada exclusivamente pelo presidente da República, porque ele permitiu que o Supremo criasse asas e se tornasse verdadeiro dragão em cima dele, que foi permitido, a partir do momento de ele ter aproveitado as ingerências da corte sobre o Executivo, para simplesmente se fazer de vítima e de injustiçado, ao invés de rebater, todas as vezes, por meio de recursos à altura das interferências ao governo, mostrando os abusos de autoridade, não permitindo qualquer tipo de medida fora da Constituição.

Como essa história é longa e não tem fim, paro por aqui.      

A mencionada amiga me retrucou, afirmando o seguinte: “Querido Adalmir, você torce para que suas palavras estejam equivocadas… eu, com todo respeito, tenho certeza de que estão.  Bolsonaro está fazendo de tudo para não comprar briga com ninguém, ele só quer poder governar, como tem feito muito bem até agora. Só o fato de ter um Ministério só com pessoas técnicas e competentes, para mim já basta. Ele nem precisa falar bonito, pode até criticar e agredir verbalmente, como faz por vez ou outra, porque, convenhamos, ninguém é de ferro. Só levar pauladas e mentiras a seu respeito e ficar calado, aí sim que deveríamos ficar preocupados. O importante são as obras que estão fazendo, estradas, pontes, levar água para o nordeste, fazer crescer nossa economia, ter bom relacionamento com os países poderosos… Daí vem o Lula (e a Tebet) e diz que nenhum país está querendo recebê-lo… me poupe… e tem gente que acredita. Mente descaradamente, na maior cara de pau.”.     

Em seguida, respondi à mensagem acima, dizendo que o estadista dela é diferente do meu, posto que o meu estadista jamais precisa discutir com ninguém, apenas com o propósito de se manter em evidência na mídia.

Ele até pode ser agredido, mas a resposta não é em público, mas sim pela via institucional.

Somente nas piores republiquetas o estadista fica em cercado comentando os fatos da República, como forma de animar a plateia entusiástica.

Eu disse que a amiga estava certíssima com as convicções dela e eu jamais ousaria afirmar que ela estava equivocada, porque a verdade dela a leva a pensar exatamente como ela escreveu e ninguém pode tirar isso do íntimo dela.

O mesmo eu digo do que penso, que é a minha verdade e não é justo que ninguém ouse afirmar que eu estou equivocado, porque isso demonstra falta de respeito ao pensamento às pessoas, em afronta à salutar liberdade de expressão.

As pessoas têm todo direito de achar que o presidente do país é o melhor governo do mundo.

Tudo bem, porque isso é o direito delas de pensarem assim e da sua maneira que bem lhe convier.

Agora, o mesmo direito tem outras pessoas para entenderem diferentemente, não que isso queira dizer que aquelas pessoas estejam equivocadas, porque ninguém tem direito de concluir sobre o pensamento de outrem.

Por fim, eu disse que a minha primeira conclusão teve como cerne possível adoção de medida golpista, sem entrar no mérito de outras questões de governo, porque isso são outros quinhentos, principalmente porque ninguém se elege para não realizar o mínimo possível, como, aliás, vem fazendo o atual governo, que tem sido incapaz de promover reformas estruturais e conjunturais do Estado, ficando apenas em pequenas atividades, sem os ansiados impactos desenvolvimentistas.

Não satisfeita com as minhas explanações, o distinta amiga me disse o seguinte: “Adalmir, só ousei em afirmar que você estava equivocado simplesmente porque você disse ‘torço para que minhas palavras estejam completamente equivocadas…’. Jamais tive a intenção de faltar com o respeito ao seu pensamento. Não faz parte da minha índole. Desculpe se o ofendi. Boa noite.”.        

Imediatamente, a respondi, dizendo que torcia, o que isso significa futuro, mas ela disse que tinha certeza de que eu estava equivocado, o que é bem diferente do meu pensamento.

Sim, é verdade que eu a conheço muito bem e sei que a índole dela é realmente de muito respeito às pessoas, mas neste caso eu jamais iria dizer que tinha certeza de que alguém esteja equivocado.

As minhas ilações, até aqui, são com base em fatos já acontecidos no governo.

Se eu disse que torço para meu equívoco, é no sentido de que o presidente convoque o povo, tenha o apoio e faço o que ele achar que é certo e não mais se acovarde como ele fez no ano passado, frustrando o povo que foi enganado, indo em massa para as ruas e ele terminou fazendo aquele papelão de beijar as mãos do ministro desafeto dele, tendo assinado carta mentirosa, dizendo um monte de inverdades, porque o conteúdo dela nunca foi cumprido.

Meu equívoco é quanto ao porvir, porque eu disse, com base em fatos concretos, que o presidente já demonstrou que não tem coragem e dei o exemplo do que houve no setembro passado, porque os fatos estão se repetindo, agora, iguaizinhos, em tudo, como naquele caso.

Enfim, amiga, me desculpe se eu apenas procurei defender a minha verdade, como é do seu direito também de defender a sua verdade e asseguro que me equivoque, ao dizer que o presidente  não tem coragem, porque se ele tivesse mesmo, jamais ele iria esperar por mais um mês, ainda em 7 de setembro, para reunir multidão, para fazer o que é preciso ser sob urgência, quando o circo pega fogo há muito tempo?

Com o meu respeito, amiga.

Na mesma linha da amiga mencionada acima, outra preferencial amiga também houve por bem discordar da minha interpretação sobre a atitude do presidente do  país, ao afirmar que “Não concordo com a sua opinião. Acho que o Presidente tem coragem de sobra, e só espera o momento certo para não significar ‘Golpe.’. Por muito menos já utilizaram o termo ‘gópi’. É o povo em massa nas ruas, e depois aguardar. Confiemos!”.

Em resposta, eu disse que ela tinha total direito de entender como bem quisesse, inclusive de dizer que o presidente tem coragem.

É pena que as pessoas se esqueceram do 7 de setembro do ano passado, quando o presidente do país pediu que o povo fosse às ruas, porque ele faria o que o povo quisesse e o povo disse, muito claro e em bom som, que ele fechasse o Supremo Tribunal Federal.

Pois bem, ele participou dos eventos em Brasília e São Paulo e jurou que não mais cumpriria decisão de um ministro da corte e o mundo inteiro teve conhecimento dessa fantasiosa história.

No dia seguinte, ele pediu arrego ao ministro, ligou para ele, três vezes, disse que tinha se equivocado e jurou, por carta à nação, a agir com correção, dali para a frente, mas logo quebrou o compromisso e voltou aos erros de sempre, por meio de críticas e agressões.

Ou seja, ele disse que faria o que o povo quisesse, só que fez exatamente o contrário, mostrando os verdadeiros atributos de homem corajoso, ao contrário, como pensam seus fiéis seguidores.

O pior de tudo isso é que ele, até hoje, não se dignou a esclarecer as razões pelas quais ele ter frustrado às expectativas do povo, que acreditava no golpe do fechamento do Supremo, porque isso fazia parte do plano: “de fazer o que o povo quisesse”.

Esse é só um exemplo de homem "corajoso", que voltou atrás, naquele 7 de setembro, porque foi ameaçado de impeachment pelo Centrão.

Agora, os mesmos fatos vêm à baila e a pessoa que vai decidir é a mesma,  a depender, evidentemente, da sua bravura de herói nacional.

Espero que eu me equivoque, nas minhas conclusões, que estão alicerçadas em fatos do passado, conforme a descrição feita acima.

Em síntese, os fatos mostram, com muita propriedade, visível desrespeito à opinião das pessoas que têm pensamento contrário a determinada ideologia, cujos seguidores não aceitam opinião divergente, mesmo que os fatos acenem precisamente para a consistência das afirmações.

É preciso que as pessoas respeitem mutuamente as ideias, em especial, no que diz respeito às atividades políticas, porque estas se destinam à serventia do interesse público, com embargo de preferências partidárias, à vista do direito universal da liberdade de expressão, que é assegurado constitucionalmente aos brasileiros, que precisam exercê-lo na sua plenitude, como forma de aperfeiçoamento dos princípios democráticos.    

Brasília, em 3 de agosto de 2022

terça-feira, 2 de agosto de 2022

Em defesa das liberdades

 

O texto transcrito logo abaixo é da lavra de autor desconhecido, que circula nas redes sociais, no qual é abordado importante tema e faz oportuna análise sobre fatos históricos referentes, em especial, à implantação do regime comunista na União Soviética, que terminaram sendo roteirizados no extraordinário filme Dr. Jivago, que mostra, com muita propriedade a real tragédia de um povo, que foi totalmente desestruturado com a mudança da monarquia para o regime totalitário.

A mensagem é bastante interessante, porque invoca magistral  narrativa sobre fatos históricos de suma importância para servirem de exemplo na atualidade, no sentido de que brasileiros possam refletir sobre os perigos que podem se aproximar do povo, com a volta da esquerda ao poder, à vista do que realmente representa o governo sob o nefasto regime socialista/comunista.

Como não é novidade para ninguém, o aludido regime tem como princípio o controle total e de tudo pelo Estado, onde as pessoas não têm domínio de absolutamente nada, nem mesmo do seu lar, que é invadido por pessoas estranhas, conforme narrativa do filme, e passam a conviver no mesmo teto, como se fossem integrantes da mesma família, porque, para os comunistas, inexistem, em definitivo, a individualidade e as liberdades democráticas e isso é terrivelmente para os brasileiros, que já estão acostumados às mais amplas liberdades, em todos os sentidos.      

Na verdade, o importante alerta da mensagem, enaltecendo fato histórico sobre o regime comunista soviético, vem muito a propósito, na atualidade, em razão de o candidato da esquerda à Presidência da República já ter anunciou que pretende implantar o regime comunista chinês no Brasil, porque ele o considera forte e tem poder decisório sobre a população e todos são obrigados a obedecerem.

Não custa relembrar o que afirmou o líder da esquerda brasileira, em vídeo que tem sido veiculado nas redes sociais, precisamente nestes termos: “É a China um partido que tem poder, que tem um Estado forte, que toma decisões que as pessoas cumprem, coisa que não temos aqui no Brasil. Por exemplo, a China, ela somente conseguiu combater o coronavírus com a rapidez que ela combateu porque tem um partido forte, porque tem um Estado forte, porque tem pulso, tem voz de comando. Nós não temos isso aqui no Brasil. Eu pensava muito grande na minha relação com a China. Eu achava que a gente deveria ter construído uma parceria estratégica. A China é um exemplo para o mundo. Mas tenho muita fé e muita esperança de que nós vamos fazer isso a partir de 2023.”.

Ademais, como agravante, convém ser ressaltado que esse mesmo político é cofundador do Foro de São Paulo, que tem como principal pensamento da criação da enorme nação Latino-Americana composta por todos os países da região.

Na verdade, o Foro de São Paulo é conhecida como organização criminosa, que congrega socialistas, terroristas, narcotraficantes e guerrilheiros, todos da pior índole política que estão conquistando os governos de países Sul-Americanos, por meio de concatenados  movimentos políticos, que, no Brasil, isso vem sendo orquestrado pelo principal partido da esquerda, que pretende voltar ao poder, em que pese todas as desgraças já protagonizados por seus governos contra os interesses do Brasil e dos brasileiros.

É preciso ficar muito claro que o principal objetivo do Foro de São Paulo ainda é a eliminação do capitalismo e a implantação, no Brasil, do deplorável regime socialista, conforme consta de declaração admitida por aquele partido.

À toda evidência, isso é motivo sim de muitíssima preocupação para os brasileiros de verdade, que gozam dos prazeres e das benesses, em abundância, das liberdades individuais e democráticas, ao contrário dos malefícios propiciados pelo maléfico regime socialista/comunista, conforme mostram os fatos históricos e da atualidade.

 Eis o excelente texto, em forma de importante mensagem para a urgente reflexão dos brasileiros: “Oi queridos amigos, sugiro a vocês que vejam ou revejam o filme Dr. Jivago. Como quem assistiu se lembra, o filme retrata a época da tomada do poder pelos comunistas na Rússia. Focaliza a história de uma família de classe média alta, que mora em Moscou em uma boa casa de dois andares, bem decorada, onde vivem o dono da residência, sua filha com seu neto pequeno e o genro um escritor e poeta muito conhecido. Como aconteceu em Cuba, e atualmente está acontecendo na Venezuela e logo, logo, acontecerá na Argentina, Chile e todos os países onde a esquerda está governando, um dia sem mais nem menos, pessoas completamente estranhas, começam a chegar na casa, mostrando papéis que dão direito a  se instalarem, ocupando cada família dois ou três cômodos da mesma. O grupo era orientado por um membro do partido comunista que dá as ordens e acomoda os novos moradores na casa. Para a surpresa de todos, o membro do partido que invade a casa para acomodar os invasores é meio irmão do genro do dono da casa. Aí o filme mostra que quando os esquerdistas passam a governar um país, o significado  de família deixa de existir. Os filhos, genros, sobrinhos e qualquer um que aceite as normas do partido, deixam de considerar a família como uma instituição sagrada onde os membros se amam e se protegem  uns aos outros. Daí em diante, o filme mostra, que começa o sofrimento da família que tem que dividir tudo o que tem de alimento, roupas de cama, etc. pois é inverno com muita neve. A família termina abandonando a casa e fugindo para uma propriedade rural onde o enredo do filme continua. Outro exemplo que vemos no filme é constatar que ninguém pode mais se manifestar na Rua, pois são presos e torturados. Manifestações nas ruas só acontecem enquanto se tem democracia. A única solução em qualquer país, é não permitir que a esquerda ganhe as eleições porque se isto acontecer,  estarão irremediavelmente perdidos pois as leis da esquerda são todas iguais. As aplicações bancárias são sequestradas como um empréstimo  para o país (como já tivemos aqui no tempo de Collor), desaparece o direito de propriedade, tudo será dividido e a melhor parte ficará para os dirigentes do Partido e assim quem trabalhou honestamente, terá que entregar tudo o  que economizou e guardou para a velhice, para pessoas que nunca trabalharam e nem querem trabalhar, só visam tomar  o que não lhes pertence. Aqui no nosso Brasil, estamos tendo a última oportunidade de conservar a democracia, pois se por infelicidade ou fraude na contagem dos votos, perdermos esta eleição e o PT voltar ao poder, ficaremos  na mesma situação de nossos vizinhos da América do Sul que tentam fugir do inferno que é um regime totalitário, sem Deus, sem liberdade , sem família e sem dinheiro para as necessidades básicas como comida, remédio, moradia, etc. Está  em nossas mãos o nosso futuro! Vamos votar e convencer os nossos filhos e netos que do voto deles, depende a segurança de herdarem o que conseguimos ganhar com o  nosso trabalho honesto e principalmente a liberdade de serem livres e donos do seu pensamento.”.

Como visto, a mensagem em apreço não poderia ter sido mais didática, esclarecedora e translúcida quanto à narrativa sobre o que realmente significa o trágico regime socialista/comunista, com a sua pungente força da malignidade e da crueldade contra os princípios humanos, em todos os governos onde, na prática, ele vem sendo executado, quando o articulista o disseca em minúcia graves fatos históricos, de muita crueldade humana, de tal modo que não resta qualquer dúvida quanto à premente necessidade da eliminação dessa absurda ideia da volta da esquerda ao poder, no Brasil.

Diante dos fatos, é preciso que os brasileiros reflitam e reajam, em forma de conscientização por independência e soberania de vida digna, sem depender dos revés de governantes, no sentido de que convém afastar, em definitivo, qualquer possibilidade da volta ao poder da esquerda, porque a sua filosofia é bastante clara, em absoluta dissonância com os ideais da certeza das liberdades individuais e democráticas, à vista das mentalidades socialistas povoadas nas cabeças das lideranças esquerdistas brasileiras.  

Ante o exposto, apelam-se aos brasileiros de verdade, que amam o Brasil e as liberdades individuais e democráticas, que se conscientizem de que não pode existir tragédia maior do que a volta da esquerda ao poder, tendo em vista que a essência da ideologia socialista/comunista tem como princípio somente o indiscutível retrocesso da humanidade, em especial com a perda dos direitos individuais e democráticos, a exemplo do que acontece nos países governados sob a égide desse abominável regime.

Brasília, em 2 agosto de 2022     

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Em defesa do Brasil!

Em crônica onde estranhei a postura de pessoas ditas brasileiras e religiosas em declarado apoio ao principal candidato de oposição brasileira, por ele ter posição exatamente contrária, em especial, aos princípios cristãos e de nacionalidade, ante às suas práticas prejudiciais às condutas da ética e da moralidade, houve contestação por parte delas, com afirmações de que eu seria bolsonarista e estaria alienado da realidade brasileira.

Então, em resposta eu disse que deixava muito claro que não defendo o atual governo, conforme comprovam meus textos, que procuro analisar os fatos da vida sob a ótica da imparcialidade e da justiça, segundo visão pessoal, não existindo nenhum artigo que apoio e defendo o governo, em especial por sentimento ideológico, como muitas pessoas o utilizam para apoiar e defender político em plena decadência moral, conforme o seu tenebroso passado de homem público.

Agora, como brasileiro, que amo o Brasil, fico estarrecido como existem pessoas que querem a volta da esquerda ao poder, pelo tanto de desgraça que o governo que a representa já protagonizou contra os interesses dos brasileiros, inclusive com a remessa, de maneira jamais justificada, de bilhões de reais para o exterior, quando as mesmas importantes obras construídas nos países comandados por governos ditatoriais e trogloditas socialistas/comunistas poderiam ter sido realizadas no Brasil, para o usufruto dos brasileiros, fato este que bem demonstra o altíssimo grau de irresponsabilidade na gestão pública.

As referidas pessoas falaram sobre a existência de miséria e diferença entre classes sociais, mas isso não se resolve com assistencialismo que somente objetiva a formação e o aumento de bolsões de pobreza, para que o povo fique eterno escravo de liderança populista e caudilhista que somente tem projeto pessoal para a conquista do poder e se manter nele.

A propósito, é importante frisar que a pobreza e as diferenças entre as classes sociais somente se resolvem por meio de investimentos em programas específicos, que levem à expansão do progresso, com a construção de obras de impacto e o decisivo incentivo destinado à industrialização do país, de tal forma que seja possível a criação de empregos, em especial nas regiões mais carentes, de modo que os programas assistencialistas sejam extremamente minimizados ou até mesmo extintos, porque isso que existe hoje é marca da indecência de governos que apenas os potencializam para se beneficiarem com os currais eleitorais, em forma de compensação pelos investimentos em assistencialismo tendencioso e infrutífero, em termos de progresso social.

A verdade é que, quem defende o governo socialista, não tem a mínima ideia do que seja o verdadeiro desenvolvimento de um povo, que precisa ser dignificado com o emprego e a possibilidade de trabalhar, ter seu salário às custas do seu suor e ainda poder se aposentar, por tempo de serviço, enquanto as migalhas dos programas assistencialistas são políticas apenas paliativas, que não resolvem absolutamente nada, mas têm a ilusória vantagem de que o governo se preocupa com o povo pobre, quando isso é forma socialista de populismo medíocre e retrógrado, com intenção apenas no voto de quem se beneficia desse sistema arapuca, como forma de recompensa, conforme mostram os fatos, em que a região nordestino serve de péssimo exemplo, à vista dos últimos resultados das eleições favoráveis a partido da esquerda.

Reafirmo que a desgraça da ideologia só consegue enxergar o que interessa e seja conveniente para quem a defende, ante a dificuldade de ver a realidade dos fatos, mesmo que eles sejam cristalinos, como nesse caso do socialismo, que só tem desgraça no seu conteúdo, à vista de os seus resultados alcançados nos países onde ele predomina, onde o povo vive na miséria absoluta, no subdesenvolvimento e na mais tenebrosa escravidão, com a total privação dos direitos humanos, em especial sem direito às liberdades individuais e democráticas.

Aliás, convém que se relembre, a propósito, a firme intenção já anunciada pelo principal candidato da esquerda brasileira, que, em discurso, se manifestou em apoio às demoníacas doutrinas do regime comunista chinês, exatamente nestes termos: “É a China um partido que tem poder, que tem um Estado forte, que toma decisões que as pessoas cumprem, coisa que não temos aqui no Brasil. Por exemplo, a China, ela somente conseguiu combater o coronavírus com a rapidez que ela combateu porque tem um partido forte, porque tem um Estado forte, porque tem pulso, tem voz de comando. Nós não temos isso aqui no Brasil. Eu pensava muito grande na minha relação com a China. Eu achava que a gente deveria ter construído uma parceria estratégica. A China é um exemplo para o mundo. Mas tenho muita fé e muita esperança de que nós vamos fazer isso a partir de 2023.”.

Então é muito preocupante para os verdadeiros brasileiros, que amam o Brasil, com plenas liberdades à disposição e os usufrutos de todas as benesses, quanto aos princípios democráticos e à liberdade de expressão, que são direitos sagrados assegurados ao ser humano, que tendem a acabar com a implantação de "um Estado forte, que toma decisões que as pessoas cumprem, coisa que não temos aqui no Brasil.".

Ou seja, nas palavras do líder da oposição brasileira, o Brasil ingressará no regime comunista chinês já no início do seu governo, em 2023, caso ele venha a se eleger, e isso poderá ser possível se os bestas dos antibrasileiros não atentarem para os perigosos precipícios que se aproximam de nós, já com a vitória de quem está pensando somente nos seus planos políticos e não no bem comum da sociedade.

Essa ideia egoísta diz muito com pensamento sobre a implantação do regime comunista, que não funciona em benefício do povo, em país nenhum, conforme mostram os governos que o adotam, quando todos seus povos convivem em completo estado de miserabilidade e subdesenvolvimento, salvo a própria China e a Rússia, que adotam também o regime capitalista, como forma de sobrevivência econômica, mas o povo é obrigado ao confinamento da escravidão e das restrições socialistas/comunistas, sem os direitos humanos e sem as liberdades individuais e democráticas.

Infelizmente, a possibilidade da escolha de candidato sem a menor condição moral faz parte da democracia, que é, ao mesmo tempo, desqualificada e ultrajada por ser, em seu nome, permitido o ingresso de criminoso como lídimo representante do povo, que desconhece a importância das liberdades democráticas, ficando patente a incoerência dela como o sustentáculo da livre escolha popular, mas com a possibilidade de amparar o direito de pessoa indigna puder se eleger, por ter sido condenada por prática de atos delituosos contra a administração pública.

O mais grave de tudo isso é que, mesmo nessas preocupantes condições de degradação política e moral, ainda há quem ache que homem público improbo passa praticar gestão com recursos públicos e isso caracteriza cristalino contrassenso, em termos de moralidade, transparência, imaculabilidade e regularidade, uma vez essa ambiguidade se torna cruelmente antagônica diante da pureza da própria democracia.

É preciso que o povo se conscientize sobre a necessidade de defender o melhor para o Brasil, de modo a se permitir que ele somente possa ser presidido por quem tiver condições de provar as suas condições de imaculabilidade na vida pública, porque, do contrário, quem vai passar vergonha é o próprio povo, que se permite conscientemente eleger político em plena decadência moral, por não ter condições de provar a sua inocência perante os tribunais brasileiros.

Isso é bastante vergonhoso e deprimente para o povo, quando a evolução do homem tem por base exatamente os avanços dos conhecimentos da ciência e da tecnologia, em que a degeneração da moralidade prova justamente a regressão dele, que é o caso das pessoas que apoiam políticos com a índole de depravação aderente às práticas cediças à corrupção, na gestão pública.

A verdade é que o futuro do Brasil e dos brasileiros já se vislumbra como o mais incerto e desastroso possível, quando o próprio povo faz questão de não entender o verdadeiro sentido da desonestidade, da incompetência e da destruição dos princípios democráticos, ante a possibilidade de o Brasil se tornar comunista, à vista da vontade de homem público que não tem nenhum sentimento humanitário, ao afirmar que é amante do regime comunista chinês, que despreza os direitos humanos e as liberdades democráticas.

Convém que os brasileiros não permitam que a futura eleição presidencial se transforme em tragédia nacional, com a vitória de político que é símbolo e modelo da pior espécie de homem público, exatamente por ele já ter provado as suas péssimas qualidades de autêntico desonesto na vida pública, à vista do seu envolvimento nos escândalos do mensalão e do petrolão, e ainda mais ter antecipado a sua terrível índole de adorador e defensor do regime comunista chinês, conjunto esse que aconselha muitas atenção e cautela, no sentido apenas de eliminá-lo, em definitivo, da vida pública, ante os malefícios que ele pode propiciar aos brasileiros. 

Enfim, deixo claro que eu só defendo o bem do Brasil, porque o meu partido é o Brasil, e me considero no direito de condenar quem defende o pior para o Brasil, com a volta da desgraça da esquerda ao poder, tendo por base a tragédia que foi o seu governo, em forma de desvio de recursos públicos, fisiologismo, aparelhamento da máquina pública, exportação de dinheiro para obras no exterior e tantas outras mazelas prejudiciais aos interesses dos brasileiros e do Brasil, sem haver nenhum legado importante, em forma de benefício para a população.

Convém ser citado que nem capacidade o governo socialista teve para concluir a transposição das águas do rio São Francisco, uma importante obra para o povo nordestino, que terminou sendo inaugurada pelo atual presidente, que muitos nordestinos de boa vontade atribuem a ele essa importante obra, respondendo, de certa forma, à pergunta de esquerdopatas, querendo saber o que o atual presidente teria feito de bom para o povo e nada melhor para esse povo do que se mostrar a conclusão das referidas obras.

É preciso que fique muito claro que não defendo a continuidade do atual governo, mas tenho direito, à luz dos princípios democráticos, de dizer porque sou contra o Brasil ser governo por pessoa em plena decadência moral, à vista do seu passado com o envolvimento em casos de Justiça, por ele não ter conseguido limpar o próprio nome.

A verdade é que, em país nenhum do mundo, nem mesmo nas piores republiquetas, teria povo com tamanha mentalidade restrita, de falta de hombridade, em aceitar ser governado por pessoa sem as qualificações próprias de estadista, que, no mínimo, tem condições de provar a sua reputação pregressa perante a vida pública, em termos de conduta ilibada e idoneidade moral, que tem o condão de desmoralizar e envergonhar o próprio povo, que se digna a eleger político que não preenche os requisitos indispensáveis para o exercício de cargo público, sob o prisma dos princípios republicanos da legalidade, da moralidade, da dignidade, entre outros que confirmem a satisfatoriedade exigidas pelos brasileiros honrados e dignos, que amam verdadeiramente o Brasil.

Ante o exposto, apelam-se à consciência cívica e patriótica dos verdadeiros brasileiros, que amam o Brasil, para que revejam seus posicionamentos quanto ao apoio a candidatos da esquerda, porque esta eleição poderá, a depender do resultado, ser a última no Brasil, uma vez que, no regime socialista/comunista, se realmente implantado no país, conforme enfaticamente prometido pelo líder da oposição, somente é permitido votar em candidatos indicados pelo sistema ditatorial, que só permite um único partido, composto pelos candidatos escolhidos por conveniência do nefasto regime socialista.

A verdade é que, no regime democrático de direito, o povo tem obrigação de zelar pela integridade do país, defendendo os melhores princípios que possam garantir vida plena, sempre com a possibilidade do usufruto das melhores oportunidades de liberdades em todos os sentidos, em consonância com as conquistas alcançadas pela humanidade, que têm por propósito assegurar somente o bem-estar social, em ambiente harmonioso de paz e progresso.   

Brasília, em 1º de agosto de 2022