segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Estado laico?

Conforme texto que circula nas redes sociais, um cidadão esquerdista que fugiu do Brasil declarou o seguinte: “Sim, estou voltando! Nossa primeira pauta, será mudar o conceito de laicidade no nosso país. Chega de dar poder a pastores, padres e diversos crentes para usar a bíblia para ofender e criminalizar práticas naturais como uso de maconha, e relações homoafetivas. Só há um jeito, banir a bíblia de todo o território nacional.”.

Será se o cristão que elegeu o presidente desse cidadão concorda com o pensamento “revolucionário” dele, em especial, contra aos princípios da religiosidade, com a eliminação dos ensinamentos bíblicos, que são os fundamentos da integridade da família e, enfim, da sociedade brasileira?

A verdade é que, de nada adiantará discordar dessa "magnífica" ideia, agora, porque ela faz parte da intrínseca filosofia da esquerda, como a descriminalização das chamadas "práticas naturais", em especial, quanto à banalização do uso da maconha, que é o processo inicial da degeneração do ser humano, que logo ingressa e progrida no submundo infernal das drogas pesadas e se entrega à própria eliminação da vida.

Em seguida vem a defesa da expansão da homoafetividade, da ideologia de gênero, da intolerância às práticas religiosas, com perseguição aos pastores, padres e cristãos, além da agressão e da destruição dos símbolos sagrados, entre outras degenerações aos salutares princípios da civilidade e da cidadania, que não se harmoniza com o pensamento da esquerda, porque ela vive no seu próprio mundo antenado com as coisas demoníacas, a partir da eliminação da bíblia e dos profissionais que cuidam da disseminação do Evangelho, que tem relação com a coisas de Deus, que tratam algo construtivo em nome do bem e do amor.

Ou seja, a volta da esquerda ao poder traz pessoas com pensamentos que cuidam das coisas ruins e destrutivas da sociedade, como reafirmação de cristalino retrocesso da humanidade, justamente por ser contrário aos princípios da religiosidade, que tem como fundamento apenas a disseminação da prática de bons costumes, em nome do amor.

Essa forma de pensamento visivelmente deprimente certamente tem o apoio dos defensores da ideologia socialista, que comungam igualmente com a ideia da necessidade da destruição da sociedade sadia, uma vez que eles se julgam vítimas desta, por defender os bons costumes, que é algo contrário ao pensamento ideológico cultuado por eles, conforme fica muito claro na mensagem em apreço.

 A verdade é que o caminho não tem mais volta, porque a esquerda já se acha a dona da razão e da verdade, com a autoridade e poder para ditar as novas regras contrárias aos bons costumes e à prática do verdadeiro amor no seio da sociedade, exatamente porque esta é que vive no mundo ideal diferente do imaginado pelo socialismo, que é a base do fundamentalismo contrário aos princípios cristãos, com predominância no Brasil, que pode passar a ser regrada por absurda minoria de doentes mentais que pensam com o umbigo, ao acharem que o nirvana se concentra no mundo das drogas.

Infelizmente, esse é o caminho dos brasileiros, porque a esquerda não tem absolutamente nada para oferecer de bom às pessoas de bem, a exemplo das ideias mais absurdas e demoníacas indicadas na mensagem em comento, que se harmonizam exatamente com a mentalidade medíocre de suas “luminares” lideranças.

O mais inacreditável de tudo isso é que o peso da intelectualidade convergiu em torno do candidato eleito, mesmo sabendo da inexistência de metas de governo, em benefício da sociedade sadia, porquanto as ideias vão aparecer como essa de atacar as bases religiosas e cristãs, com o objetivo da implantação do estado laico, ou seja, sem a religião e os ensinos da bíblia, mas com todas as desgraças possíveis, como aquelas mencionadas na mensagem.

Isso é só o começo, na certeza de que vem por aí bastante chumbo grosso e bombardeios capazes de se promover a desestruturação dos princípios e dos fundamentos da família, da desorganização do estado e da desordem da sociedade, tudo em contrariedade com o que é bom e salutar que existe consolidado, na atualidade, que, infelizmente, não serve mais, como bem comum, pelo menos, para 60 milhões de brasileiros, que preferiram pagar para sentirem na pele o gosto salgado e amargo dos dias que virão, certamente carregados com o recheio de muito ódio e enorme vingança, como visto na mensagem em comento.

De nada adiantaram, para mais da metade dos eleitores, as provas materiais vindas dos países de regime socialista, mais precisamente da Venezuela, cujos povos vivem abaixo das condições de submundo, em que as famílias vivem na mais inferior pobreza, de esmolas e ajudas do Estado, comendo sob racionamento, passando as piores privações e fome, em todos os sentidos, em especial, no que se à carência de alimentos e gêneros de primeira necessidade, além da perda dos direitos humanos e das garantias individuais e democráticas.

O certo é que, com a volta da esquerda ao poder, as perspectivas são as piores possíveis para os brasileiros, inclusive para os eleitores dele, uma vez que o candidato eleito não aspira nada de esperança para os brasileiros, diante da sua demonstração de incompetência administrativa, à vista dos vergonhosos e degradantes esquemas criminosos de corrupção, enfeixados nos escândalos do mensalão e do petrolão, que marcaram o seu governo como o mais corrupto de todos os tempos da República.

Assim, diante da mensagem em apreço, os brasileiros têm muito a se preocupar com o porvir, uma vez que a pequena amostra de maldade causa arrepio e abalo nas estruturas da sociedade, em forma de ameaça à família brasileira, pelo prenúncio de medidas bombásticas, como forma de degradação dos princípios e das condutas de civilidade e cidadania.

         Brasília, em 14 de novembro de 2022 

domingo, 13 de novembro de 2022

Declínio à desonra?

 

Diante de mensagem em que se analisa fatos relacionados com o candidato eleito à Presidência da República, uma atenta e distinta conterrânea houve por bem manifestar a sua opinião sobre o momento político, tendo afirmado o texto a seguir.

O mundo gira e nos surpreende! Deus é quem escreve a nossa história.... Ele sabe o que é melhor pra todos nós!!! Talvez, Bolsonaro se perdeu por ele mesmo com o seu jeito tosco de falar e cada um tem seu gosto de escolher o seu candidato pra votar que é o direito de todos brasileiros. Escolheram Lula por ele tbm ser Nordestino e o povo do nordeste gosta muito dele, mais do que Bolsonaro. Vida que segue só nos restam rezar que tudo dê certo que Deus abençoe nosso Brasil e todos nós.”.

Com o maior respeito que tenho por senhora, eu digo que a minha opinião, que seja respeitada ou não, é no sentido de que, no caso da política brasileira, houve tremendo e imperdoável cochilo do deus da democracia, por permitir que pessoa sem a menor qualificação para presidir o Brasil possa ser aclamada vitoriosa, mesmo sabendo que o seu adversário também tenha as suas deficiências.

Pois bem, onde se viu, na história da humanidade, um homem público que foi e ainda é modelo de desonestidade contra a nação, em razão dos vergonhosos e indignos esquemas criminosos de corrupção que aconteceram no governo dele, mesmo que ele nem tenha se beneficiado com as propinas que realmente recebeu, conforme ficaram comprovadas por meio das investigações policiais e dos julgamentos judiciais, isso já seria mais do que suficiente para as pessoas do Brasil, não apenas do Nordeste, terem vergonha na cara e jamais aceitar sequer que pessoa dessa estirpe pudesse praticar atividades políticas, quanto mais vir a exercer cargo público da relevância de presidente da República.

Isso é forma e prova inconteste e inaceitável da falta de dignidade dos eleitores, que menosprezaram o real significado da pureza dos princípios da moralidade, da honestidade e da dignidade, na administração do país da grandeza do Brasil.

É preciso que fique muito claro que esse é o sentimento que me permite avaliar segundo o que entendo sobre o real valor que se deve atribuir àqueles princípios republicanos e democráticos que existem exatamente para serem respeitados pelas pessoas igualmente dignas e honradas, que não podem se curvar a meros sentimentos de gostar de pessoa que não tem mínimas qualificações morais para representar a honradez de um povo, à vista de seus precedentes de desonra, descrédito, na vida pública.

À toda evidência, faltam a esse político os predicativos da conduta ilibada e da idoneidade, exatamente por ele ainda responder a vários processos penais, na Justiça, por suspeita da prática de crime de improbidade administrativa e isso é forma clássica impeditiva, terminantemente, de relacionamento com toda e qualquer atividade pública, em especial no que se refere ao exercício de cargo público eletivo, enquanto não se provar a sua inculpabilidade sobre os casos pendentes na Justiça, porque é exatamente assim como procedem os verdadeiros homens públicos, mundo agora.

É evidente que essa forma de procedimento decorre da força da exigência da honradez do povo que se valoriza e não se declina ao mesmo enlameamento fétido onde se encontra o político indigno de apoiamento, à vista dos danos causados no governo dele ao patrimônio dos brasileiros e do Brasil.

O pior de tudo isso, por conta desses danos patrimoniais, o político não teve a humildade de prestar contas à Justiça e à sociedade sobre os notórios atos danosos, mas apenas tem tido a insensatez de se passar por vítima, ao se julgar a criatura mais honesta da face da Terra.

Enfim, clamam-se ao deus da política que consiga mudar os rumos da história brasileira, para que o povo não seja tão castigado por conta de governo socialista que começa sem as mínimas esperanças, à vista dos desastrosos legados com base no predomínio da desonestidade sustentada pelos esquemas criminosos da corrupção, conforme provam os fatos da história.

Brasília, em 13 de novembro de 2022

sábado, 12 de novembro de 2022

Indignem-se, brasileiros!

  

Em vídeo que circula nas redes sociais, o candidato eleito à Presidência da República, ladeado por um famoso religioso, que é um dos principais líderes comunistas brasileiros, que concordava com cada palavra pronunciada, disse precisamente o seguinte: “O ser humano precisa saber que ele tem limitações. A gente defina o que cada um de nós precisa. Como escrever uma teoria que o ser humano precisa para sobreviver. Ele precisa de um carro. Tá bom, ele vai ter um carro. Precisa de uma casa na praia, ele vai ter uma casa na praia. Precisa, sabe, de uma casa no campo, ele vai ter uma casa no campo. Ele precisa de três pares de sapatos, sabe. Chega uma hora que ele não precisa mais. Então, ele não pode mais acumular dinheiro. Como o cara vai guardar 130 bilhões de dólares para ele? Pra fazer o quê, quando ele morrer? Deixar para um monte de parasitas que são muitos herdeiros, que nunca trabalharam, que vão ficar com o resto do dinheiro?”.

Nesse mesmo vídeo, consta o comentário de quem o postou, nestes termos: “Quem aí, durante a eleição, debateu com um petista ou com pessoa que simpatizava com Lula, que elas falavam não, ele não tem nada a ver com o socialismo. Ele não segue essa linha. Ele é um democrata, mas parece que a coisa não é mesmo assim, até porque as últimas declarações do Lula apontam para o socialismo, quando ele ofende o mercado, afronta o mercado, diz que esse mercado está muito sensível. Agora, fala sobre a questão das propriedades privadas. O pior de tudo isso é que ele não fez estelionato eleitoral. Nem plano de governo ele apresentou. Então, não dá para dizer nada, porque ele prometeu exatamente tudo isso. Poucas pessoas se prestaram a enxergar.”.

Se esse político tivesse o mínimo de seriedade, de dignidade política, essa questão, que é de suma importância para o povo, teria sido debatida precisamente no momento da campanha eleitoral, para mostrar o seu sentimento deprimente de socialismo que somente pensa no Estado, em detrimento da sociedade.

Trata-se de pensamento da maior traição aos eleitores dele, porque os demais brasileiros sabiam exatamente a sua medíocre índole socialista de somente querer ferrar com o que eles chamam de elite, como se ele e a família dele não estive inserida nessa classe de afortunadas de riquezas, muitas das quais vindas de origens nem sempre tão lícitas e transparentes.

Essa forma de tratamento político mostra o exato perfil tanto dele como do seu eleitorado, quando este ainda se digna a apoiá-lo às cegas, no breu, imaginando na sua índole democrática, mas, no fundo, ele se mostra como autêntico socialista, que só pensa na organização funcional do Estado e na desestruturação do capitalismo, que é a base da produção e do emprego do país sério, civilizado e evoluído, em termos políticos e democráticos, enquanto o regime defendido por ele somente trata de esculhambar com os alicerces do desenvolvimento socioeconômico de uma nação, à vista dos exemplos vindos das nações de governos socialistas.        

Quando o povo vota no escuro, por puro impulso entusiástico e ideológico, sem a menor preocupação com o conhecimento prévio das metas e dos projetos a serem implementados no governo, caso o candidato seja eleito, é bastante natural que possa ocorrer alguma surpresa extremamente desagradável como essa, de cunho absolutamente socialista, em que o político entende, por achar normal, que é preciso acabar com o sagrado direito de herança dos seus teréns, seu patrimônio para os seus herdeiros, transferindo-os para o Estado, com nítida acepção da desgraçada ideologia socialista.

Na maravilhosa concepção desse político, todo patrimônio deixado pelo de cujus passa automaticamente para o Estado, justamente para satisfazer os ideários e os fins socialistas, sob o entendimento de que o Estado tem a sublime obrigação de prover a sociedade pobre, quando ela poderia ser assistida por meio da criação de empregos, como forma de dignificação do homem, que é obrigado a trabalhar para o sustento de si e da sua família.

Acredita-se que as pessoas que votaram nesse candidato, que só tem ideias estapafúrdias e monstruosas como essa, também devem achar normal que o seu patrimônio seja entregue ao Estado, depois da sua morte, uma vez que se trata de genial forma de socialização, em benefício dos pobres, cujas pessoas que pensam assim não passam de medíocres demagogos.

Pensando assim, elas deveriam ter a dignidade e a hombridade de entregar seus bens aos pobres, ainda em vida, como forma de socialização, que é algo que nem o candidato eleito teve ainda a humildade ideia de assim proceder, mas tem a cara de pau de achar de querer pôr a mão grande, por meio do Estado, no patrimônio legitimamente construído ao longo da vida, que deve se destinar sim, por direito, aos herdeiros legalmente constituídos, porque assim é o que vem se procedendo nos países civilizados e de regime democrático.

À toda evidência, não foi por falta de alerta, que a volta da esquerda ao poder somente teria condições de oferecer medidas malignas para a sociedade, exatamente porque a ideologia socialista somente vislumbra perversidade para a sociedade para quem possui reserva patrimonial, fruto do seu esforço e do seu trabalho ao longo da vida.

Com certeza, muitas medidas desse quilate hão de aparecer, ao longo do governo, como forma de mostrar a reafirmação própria da incompetência na administração pública própria do desgraçado regime socialista.

Há a tristeza diante de notícia de extrema preocupação, porque ela poderá criar sérios transtornos à normalidade sobre os direitos de propriedade, de herança, entre outras implicações de ordem social, de forma que os fiéis seguidores do político não vão ter coragem para protestar nem repudiar por ideia tão sacana e abjeta como essa, que somente se coaduna com a mentalidade de verdadeiro traidor e usurpador da dignidade humana, diante da falta de transparência sobre seus propósitos e projetos de governo, quando ele deveria expor todas as suas metas e ideias a serem implementadas no governo, antes da votação, quando depois tudo já está consumado.

A revolta maior e de extrema indignação, perante ideia absurda e abusiva como essa, por que agressiva aos princípios democráticos e de civilidade, é que, na normalidade e na tranquilidade do governo atual, nada de ideias malucas como essa jamais aconteceria, porque isso é forma desproposital de truculência aos direitos humanos e às liberdades individuais, quanto ao usufruto dos seus bens, valores e propriedades em geral, diante da legislação vigente na atualidade.

Sim é muito preocupante que o candidato, que foi incapaz de apresentar programa de governo, venha agora, aos poucos, anunciando o que pretende executar na sua gestão e, o mais grave, são medidas extremamente impactantes e prejudiciais aos direitos dos cidadãos, mesmo na compreensão de que ele recebeu carta branca pela maioria dos ingênuos votantes, mas as medidas nefastas são extensivas aos brasileiros em geral, que, em parte, discorda da volta dele ao governo.

Enfim, é de extrema gravidade se liquidar o consagrado direito de herança, por meio de simples canetada, sem nada que sirva de parâmetro ou justificativa plausível, em termos de estudos sobre a sua juridicidade, capaz de fundamentar medida que somente se ajusta à ideologia e à vontade ditatorial, por simples achismo que há necessidade de limitações dos direitos do ser humano, em injustificado benefício do Estado, sob a ótica apenas que ele precisa controlar inclusive o patrimônio do povo.

Caso essa ideia estapafúrdia, por que extremamente agressiva aos direitos da sociedade venha a vingar, somente tem um culpado, que é o povo, que preferiu sair do conforta sob o respaldo dos princípios democráticos para se aventurar em sucessivos perigos e afronta à normalidade costumeira da civilidade, para se entregar às desgraças causas do socialismo, com as suas bitolas apropriadas aos controles abusivos e desumanos, com o viés do totalitarismo, passíveis de infernais reflexos nos direitos humanos e nas liberdades individuais e democráticas.  

Brasília, em 12 de novembro de 2022

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

Selo de qualidade?

 

Em  mensagem que circula nas redes sociais, consta o texto que diz o seguinte: “A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou nesta sexta-feira (11) que o mercado não precisa se preocupar com Lula porque ‘sabe como ele trabalha com as finanças públicas.’”.

Na mesma mensagem, ainda consta que “É justamente  por isso que estão preocupados.”.

Na realidade, o selo de “qualidade” atribuído ao político foi atestado pela Justiça brasileira, que chancelou duas condenações à prisão dele, pela prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, que ainda mereceram o beneplácito de 60 milhões de brasileiros,  com o sufrágio nas urnas, segundo a Justiça eleitoral, em confirmação à “credibilidade” dele para governar o Brasil.

Isso só credencia à ilação segundo a qual o povo tem o governo que merece, porque quem vota em político em plena decadência moral, à vista dos fatos devidamente comprovados por decisões judiciais, vai ter que assumir toda sorte de desconfiança e especulações.

Na verdade, essa triste realidade somente se modifica se ele tiver interesse em prestar contras sobre seus atos, na gestão pública, provando, por meio de elementos juridicamente válidos, a sua inculpabilidade com relação aos fatos objeto de várias denúncias, de natureza penal, que estão aguardando julgamento na Justiça.

Enquanto o político não se dignar a se tornar ficha limpa, a desconfiança sobre ele há de permanecer por parte dos brasileiros honrados e dignos, que entendem que o Brasil somente merece ser presidido por quem tiver condições de preencher os fundamentais requisitos de conduta ilibada e idoneidade, na vida pública, que, infelizmente, não é o caso dele.

Brasília, em 11 de novembro de 2022

Normalidade democrática?

 

Fala-se em silêncio das Forças Armadas, neste momento crucial da nacionalidade, em que o povo se encontra nas ruas, implorando por intervenção, diante das suspeitas de fraudes nos resultados das urnas, evidentemente na esperança de que elas sejam capazes de agir em nome da normalidade democrática e em defesa dos interesses do povo.

O sentimento dos brasileiros é muito forte, uma vez que a população acredita que somente as Forças Armadas têm condições de intervir para recolocar o Brasil nos trilhos da normalidade, de onde ele nunca deveria ter saído

Na verdade, isso somente aconteceu pela vontade do próprio povo, que, conforme o resultado das urnas, considerou normal a volta da esquerda e da desonestidade ao poder, sem se preocupar com as perversidades e maldades que ela tem capacidade para protagonizar, à vista da sua arraigada filosofia, em que a máquina pública, a exemplo do que já aconteceu no passado, pode funcionar normalmente sob esquemas criminosos de corrupção, destinados ao desvio, em altíssima escala, de recursos públicos para o custeio de finalidades escusas, completamente ilegítimas, destinadas basicamente à manutenção no poder.

Esse silêncio e essa imobilidade, porém, não significam passividade nem conivência com a quadrilha no poder, que age segundo a sua ideologia, em detrimento dos interesses nacionais.

Na verdade, as reais intenções das lideranças da esquerda são a institucionalização de ditadura no Brasil, e disso não há a menor dúvida, à semelhança aos retrógrados modelos próprios do socialismo/comunismo, nos moldes do regime adotado por Cuba, Coréia do Norte ou Venezuela, tendo a possibilidade da perenidade no poder, com plena dominação das classes política e social.

O resultado das eleições mostra que a esquerda volta ao poder com muita sede no pote, já pensando em muitas medidas próprias de quem manda no Brasil, fazendo o que bem entende com o dinheiro dos contribuintes, podendo, para tanto, comprar a mídia, promover o aparelhamento do serviço público, com a nomeação de políticos e sindicalistas, promover todas as formas de desatinos em matéria de política externa, inclusive mandando dinheiro dos brasileiros para a execução de importantes obras em países comandados por ditadores desumanos e sanguinários, inclusive com associação ao crime e ao narcotráfico, em harmonia com a filosofia do nefasto Foro de São Paulo, onde se reúne o baixo clero da política e da bandidagem, com especial participação de importantes organizações criminosas.

Certamente que todos os esforços estão voltados para o desfecho de medidas revolucionárias, evidentemente se as Forças Armadas concordarem que a democracia seja transformada em regime de exceção, fato este que levaria à censura os meios de comunicação, a ocupação militarizada do país, a estatização dos jornais, tevês e rádios, além da prisão e matança de adversários e o confisco dos patrimônios e propriedades privados, bem à maneira própria do desgraçado e recriminável regime  socialismo/comunismo.

Especialistas entendem que a implantação do socialismo no Brasil não seja possível porque é sabido que dificilmente essa forma trágica de gestão pública não teria o respaldo das Forças Armadas, que se oporiam ferrenhamente às tentativas maquiavélicas nesse sentido.

Talvez não seja tão fácil assim, mas essa hipótese é incógnita que precisa ser urgentemente desvendada, em razão do verdadeiro sentimento que permeia no seio das Forças Armadas, a depender muito da conveniência predominante no generalato, em que o golpe seria facilitado sob estratégias que levariam em consideração a distribuição de privilégios à alta cúpula deles, por meio, por exemplo, da concessão de altos cargo da administração, em que eles pudessem se sentir com as suas autoridades reconhecidas e privilegiadas dentro do regime de exceção, mediante a composição de entendimento com as lideranças do movimento.

Acordo com tal envergadura já ocorreu na Venezuela, em que o ditador só obteve sucesso quando conseguiu a “simpatia” dos oficiais generais, que foram colocados na direção e nos postos chaves mais elevados da nação, a começar da vice-presidência da República revolucionária.

Não se pode descartar que, no Brasil, pode acontecer a mesma situação, porque ninguém é fiel à tradição, quando houver à frente a força e a influência dos privilégios e das regalias do poder, que têm a magia da dominação das pobres mentes humanas, evidentemente que isso é mera hipótese.

A atual situação do Brasil é bastante delicada, exatamente em razão da instabilidade político-administrativa, que se potencializou com a derrota, nas urnas, do presidente do país, que foi incapaz de sintonizá-la, precisamente sob os seus contornos, não tendo a exata consciência sobre a real dificuldade da sua reeleição, porque ele nunca se preocupou em mudar o rumo do seu comportamento sempre refratário à realidade política, ao entender que agradar somente o seu grupo de apoiadores se ganharia facilmente a eleição.

Enfim, é possível se afirmar, à vista dos fatos da atualidade, que o quadro político-administrativo do Brasil nunca esteve tão incerto e perigoso, quando se aproxima a volta da esquerda ao poder, que certamente virá com muita sede ao pode para a implementação das suas ideais absolutamente revolucionárias consideradas “democráticas”, com possível retorno da desonestidade na gestão pública, em harmonia com o bem-sucedido projeto envolvendo os poderosos esquemas criminosos de corrupção predominantes no primeiro governo.

Espera-se, embora muito remotamente, que os direitos humanos e as liberdades individuais e democráticas sejam preservados, em respeito às tradições seculares do Brasil, de país que tem sido modelar para o mundo na defesa do resguardo da integridade nacional e do cumprimento dos princípios humanitários e de civilidade.   

Brasília, em 11 de novembro de 2022

Estranha reverência

 

O candidato eleito à Presidência da República fez visita ao Supremo Tribunal Federal, nesta semana, sendo recepcionado pelos ministros daquela corte com sentimento festivo.

A felicidade estampada no semblante dos ministros da corte suprema da Justiça brasileira condiz com o tamanho da alegria da recepção de político que responde a vários processos na Justiça, por suspeita da prática de crimes de improbidade administrativa, que inclusive já foi até condenado à prisão, pela constatação dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Em que pese a prática de irregularidade e a falta de contestação plausível, na forma jurídica, sobre os atos danosos ao patrimônio público, ele foi liberado da pena por essa mesma corte de juízes felizes com a presença do afilhado protegido, liberado para disputar a eleição presidencial.

É evidente que, sobre esse fato extremamente inusitado, de ex-presidiário visitar a corte suprema da Justiça, não cabe nenhuma crítica quanto a esse contato visivelmente amistoso, apenas se ponderar que, em país com o mínimo de seriedade e respeito aos princípios jurídicos e de civilidade, à vista da grandeza do respeito ao Poder Judiciário, isso seria absolutamente impossível, o que vale dizer que o encontro jamais aconteceria em clima de intensa congratulação, em clara demonstração de regozijo, como de fato aconteceu.

Isso é prova inconteste de que o sistema judiciário brasileiro não resiste ao sentimento de imparcialidade e integralidade, em termos de autonomia e independência, quando seus ministros se curvam em reverência a político que é símbolo de desonestidade no seu governo e que ainda tem obrigação de prestar contas sobre seus atos à Justiça e à sociedade, uma vez que o chamado verdadeiro homem público tem o dever de estampar na testa o sinete da Justiça de nada consta, qual seja, o certificado de ficha limpa, muito diferentemente do que acontece com relação ao candidato eleito.

Sem dúvida alguma, o próprio Poder Judiciário brasileiro se cuida de evidenciar a sua inconsistência, em termos da dignidade que se exige dele, diante de gestos de magnanimidade perante político indigno de sequer entrar e ser recepcionado na suprema corte do país, com sublime cortesia somente deferida aos homens honrados e imaculados, na vida pública, o que não é caso dele, que responde a vários processos penais na Justiça e precisa provar a sua inculpabilidade quanto às denúncias inerentes à prática de atos de corrupção com dinheiros públicos.

Enfim, salve o povo brasileiro, que tem o livre-arbítrio para  escolher livremente os seus governantes, não importando os seus atributos divergentes ao regramento da normalidade democrática, no sentido de que se impõe para todos os homens públicos a rigorosa exigência sobre a observância aos princípios da moralidade, da honestidade, da dignidade, entre outros, na prática de atividades políticas e no exercício de cargos públicos.

Infelizmente, o encontro dos ministros do Supremo Tribunal Federal com o candidato eleito tem o condão de mostrar o quanto de puído e desgastado, por querência própria, se encontra a excelsa corte brasileira, perante a opinião pública, ao se expor em reverência ao representante da indignidade e da desonestidade na vida pública, à vista dos fatos revelados ao mundo, à saciedade.  

Brasília, em 11 de novembro de 2022

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Repúdio à agressão infantil

 

Postagem que circula nas redes sociais mostra a imagem de duas crianças do sexo feminino sendo obrigadas, por duas professoras, a se beijarem, sob a informação de se tratar de escola de Cabedelo, Paraíba, que teria promovido doutrinação LGBT com alunos aparentemente entre quatro e cinco anos, se muito, à vista da aparência do tamanho delas.

A imagem é cristalina à luz solar, mostrando crianças inocentes e indefesas se beijando, como se isso fosse o simples exercício do amor entre criaturas normais, ante os sagrados princípios estruturados no seio das famílias tradicionais brasileiras.

Sim, isso pode até ser considerado normal na compreensão de quem realmente despreza a grandeza dos valores e dos princípios de civilidade, em completa desarmonia com a normal evolução da humanidade.

Esse sentimento de notória insensatez de ofensividade aos princípios cristão e familiar tem o respaldo da ideologia da esquerda, que se harmoniza e aceita com essa forma de comportamento desestruturante da decência e do respeito ao que há de mais sagrado na cultura de um povo, que elegeu o purismo dos princípios que preservam a integridade da dignidade humana, na forma do respeito aos sentimentos individuais.

Essa forma de comportamento acena, com muita clareza, para gigantesco passo para a generalização da deformidade dos princípios da sociedade moderna, evoluída e inteligente, que não se conforma com a vulgarização da promiscuidade representada pela iniciação da sexualidade entre crianças inocentes, que não fazem a mínima ideia das verdadeiras sensibilidades precoces dos prazeres sexuais, fato que constitui agressão infantil, com caracterização de crime.

Não há a menor dúvida de que esse caminho defendido pela esquerda se trata de experiência extremamente desastrosa, em forma de verdadeira tragédia social, além de evidenciar indiscutível regressão do homem, diante do que já existe consolidado como família ideal de respeito aos princípios humanitário e de civilidade, com a garantia da estabilidade e do fortalecimento entre os seus integrantes, sob a égide de condutas institucionalizadas com base no respeito aos princípios da dignidade e da moralidade, no geral, com o respaldo nos ensinamentos bíblicos, cujo evangelho contribui para a garantia da firmeza na estrutura apenas no amor familiar de respeito entre as pessoas.

Enfim, a degradante e a preocupante figura dessas duas criancinhas mais do que inocentes, que serviram de ensaio para a pior decomposição dos salutares princípios inerentes ao ser humano, somente pode ser fruto e inspiração nas artes com origem nas coisas do demônio, que tem realmente a capacidade infernal para o engendramento das terríveis ideias contra as sadias estruturas humanas, a exemplo do que é visto na deplorável mensagem esquerdista, que a todos enoja.

Compete ao homem de boa vontade e amor no coração não permitir que tamanho infortúnio se infiltre, em definitivo, no seio da sagrada família brasileira, que não merece passar por transformação tão radical e abusiva aos bons costumes, como essa tragédia consentida por mentes doentias e insanas, que tramam a desagregação da família tradicional brasileira.

É precisa se apelar, com veemência, para a lucidez das pessoas evoluídas e normais, no sentido de reavaliar a sua importante conduta diante dessa regressão social, na forma da ideologia de gênero, ao se colocarem contra essas ideias nojentas de tentativa de degeneração da família, que tem fundamental importância na estrutura da sociedade, cuja esculhambação no seu seio somente agrada a núcleo de idiotas com mentes demoníacas e destituídas de amor aos princípios familiares.

Urge que as pessoas de boa índole se posicionem em favor da preservação e do respeito à sacralidade da família brasileira, que tem sido exemplo para o mundo de harmonia, tolerância e amor aos princípios de dignidade e preservação dos costumes já consolidados, porque seus valores se engrandecem exatamente na forma da atual estrutura familiar, sob respeito aos padrões que são mantidos ao longo dos tempos.

Brasília, em 10 de novembro de 2022