sábado, 1 de março de 2025

Em busca da paz

 

O presidente dos Estados Unidos da América se reuniu com o presidente da Ucrânia, na Casa Branca, com a finalidade de discutir acordo de paz para a guerra entre este país e a Rússia, além da exploração de minerais, no solo  ucraniano. 

O presidente ucraniano criticou, segundo ele, a falta de apoio dos Estados Unidos e que o seu presidente tem abordagem mais leve com o presidente da Rússia, acusações estas que foram diretamente sentidos pelo “todo-poderoso” norte-americano.

Diante disso, o presidente dos Estados Unidos levantou a voz e disparou a sua metralhadora contra o ucraniano, dizendo o seguinte: "Você está apostando com a vida de milhões de pessoas. Você está apostando com a Terceira Guerra Mundial e o que você está fazendo é muito desrespeitoso com este país, um país que te apoiou muito mais do que muitos disseram que deveria".

Após muita tensão e repercussão do bate-boca entre os dois presidentes, funcionários da Casa Branca revelaram que o presidente ucraniano foi expulso pela equipe do presidente norte-americano. 

Segundo uma jornalista da CNN, dos Estados Unidos, um funcionário da Casa Branca afirmou que o presidente americano consultou o vice-presidente e a equipe do governo e decidiu que o presidente ucraniano "não estava em condições de negociar e que o ucraniano deveria deixar a reunião.”.

Pouco importa se os Estados Unidos tenham a palavra preponderante nas negociações e desejem conduzir sozinho os termos que levem à paz em definitivo, porque jamais houve qualquer iniciativa no sentido de terminar com essa injustificável guerra cruel e desumana.

Com essa finalidade, é preciso se encontrar condições para o afastamento do presidente ucraniano da mesa de negociações, porque esse ator de político tem feito tudo para exterminar a população ucraniana, uma que o seu país não tem nem nunca teve condições de enfrentar o Exército russo, sequer em termos de igualdade, quanto mais de superioridade.

Isso vale dizer que a tendência natural é a sua fragorosa derrota, com o registro impiedoso de vítimas letais, sem que haja qualquer justificativa para se permitir esse absurdo de se prolongar a guerra que somente extermina seres humanos inocentes e indefesos.

Isso que foi dito pelo presidente norte-americano, de que o insano presidente ucraniano defende a Terceira Guerra Mundial, tem total pertinência, porque não se ver um único gesto dele em busca da paz, quando todas as suas ações têm sido para angariar mais apoio à tragédia, à continuidade do extermínio de pessoas inocentes e indefesas, inclusive contando com a astronômica ajuda dos Estados Unidos, que têm sido só bonzinho até agora.

É preciso, sim, que tenha alguém interessado no acordo de paz, com a maior urgência, especialmente na pessoa do presidente dos Estados Unidos, que já mostrou pensamento nesse sentido, tendo coragem para mostrar que o louco presidente ucraniano não tem condições nem equilíbrio psicológico e racional para negociar os termos necessários à paz.

Acredita-se que, de uma forma ou de outra, o presidente norte-americano possa resolver terminar essa desumana guerra, quer com participação direta nas negociações pertinentes ou no completo corte de todas as formas de ajuda à Ucrânia, que ficaria a pé, sem condições de dar um passo e ela seria obrigada a se render, sob pena de ser completamente varrida do mapa.

O certo é que, ao que se pode vislumbrar, o momento atual pode ser de definição, à vista das circunstâncias em que o presidente dos Estados Unidos se mostra interessado em contribuir para pôr termo à guerra que somente traz infortúnio e desgraça, sem a menor perspectiva de benefício para a população da Ucrânia.

Enfim, apelam-se por que as lideranças mundiais se conscientizem de que este é realmente o momento ideal para as negociações que levem à paz entre a Rússia e a Ucrânia, a depender da boa vontade, da tolerância e principalmente do emprego dos princípios humanitários e de racionalidade.

 Brasília, em 1º de março de 2025

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Medicamentos

 

Na atualidade, há crescentes reclamações sobre inúmeros casos de graves sequelas por conta de efeitos colaterais deixados pelas vacinas contra a Covid-19, principalmente com danos de natureza cardiovasculares, em que as pessoas morrem de repente.

Diante disso, é preciso ressaltar que é dever do funcionário cuidadoso da Anvisa desconfiar de qualquer medicamento e exigir que o laboratório responsável por sua produção apresente completa comprovação sobre as suas eficácia e segurança, mesmo que isso possa retardar o seu uso.

É possível que haja interpretação em forma de protestos quanto a possível indevida protelação para o uso do medicamento, mas essa medida cautelatória pode sim contribuir para salvar muitas e importantes vidas.

É próprio da indústria farmacêutica, por força da índole capitalista, elaborar seus produtos para a venda no mercado, sempre marcado com a ganância do lucro, mas essa correria tem sido prejudicial aos interesses dos consumidores, diante de possíveis efeitos colaterais graves que poderiam ter sido evitados, caso houvesse mais estudos sobre o produto, finalizando com a certeza da maior segurança possível, em especial no que diz respeito à sua eficácia e aos dados causados pelos efeitos colaterais.

A partir dos anos da década de 50, do último século, houve o começo do desenvolvimento dos testes nos medicamentos criados, quando os remédios passaram a ser testados, quanto à sua eficácia e aos seus efeitos colaterais, tanto em estudos científicos em laboratório, mas também e, principalmente, em animais, cuja experiência foi estendida mais tarde isso se evoluiu para os seres humanos.

Essa nova fase compreendia a importante prática ética e científica da  exigência não somente da eficácia do medicamento, mas ainda quanto à sua segurança, em que pesem tais medidas contribuir para o encarecimento do produto.

O certo é que, agora, não se admite mais o uso de medicamento que não tenha sido devidamente testado também em humanos, evidentemente como garantia da sua eficácia pelo usuário final.

O marco dessa mudança ocorreu após a tragédia da Talidomida, fabricada e comercializada na década de 1950, por laboratório alemão, que tinha por finalidade atenuar as náuseas das mulheres grávidas, mas essa droga tinha na sua composição o poder teratogênica, que provocava malformações nos fetos.

Esse desastre humanitário é universalmente conhecido, em razão da sua enorme repercussão, notadamente porque o medicamento tinha o poder de causar a terrível anomalia característica da chamada focomelia, termo que designa os membros da foca.

Trata-se de atrofia dos membros, normalmente com incidência direta nas mãos e nos pés, ou seja, o uso da Talidomida fazia com que a criança nascesse, quase que invariavelmente, sem braços e sem pernas ou com esses membros atrofiados.

Existe estimativa aproximada de que, pelo menos, dez mil crianças nasceram com tais malformações devido à Talidomida tomada pelas mães, sem contar números desconhecidos de bebês que morreram ainda no útero materno.

Essa droga chegou a ser usada normalmente em muitos países, inclusive no Brasil, tendo causado inúmeras vítimas.

As estatísticas mostraram que 42 países foram afetados por essa tragédia humanitária.

O fato curioso e da maior importância foi registrado nos Estados Unidos da América, em que, surpreendentemente, as mães daquele país nunca tomaram a Talidomida.

Pois bem, a verdade é que as americanas foram milagrosamente poupadas dessa tragédia, porque a Talidomida não foi autorizada naquele país, à vista do cuidado adotado por uma farmacologista, que, examinar o dossiê para aprovação do remédio, simplesmente achou “enxuto demais e não ficou convencida com os dados de segurança apesentados pelo laboratório.”.

Diante disso, o órgão de controle de medicamentos pediu mais informações acerca da Talidomida, cuja resposta à medida cautelar atrasou bastante.

Acontece que, nesse ínterim, houve o estouro do escândalo mundial envolvendo o malogrado remédio, que foi imediatamente  proscrito e rejeitado em todos os países, menos nos Estados Unidos, porque ele sequer havia sido autorizado.

Ou seja, a Talidomida foi providencialmente abortada naquele país, diante da confirmação da focomelia, tendo sido imediatamente retirado do mercado mundial, certamente em garantia da vida humana.

O fato é que o cuidado dessa diligente funcionária salvou muitas vidas da deformação corporal e até mesmo da morte, nos Estado Unidos, a quem foi atribuído o merecido título de verdadeira heroína do seu país, tendo sido considerada “a mulher que salvou bebês americanos”, com direito a condecoração de medalha concedida pelo presidente norte-americano.

É evidente que a aceitação dos remédios envolve a possibilidade dos maus causados por seu uso, mas muitas vidas podem ser salvas da morte ou de graves sequelas, se houvesse rigoroso cuidado quanto à certeza sobre até quantos serão os riscos sobre a segurança da sua eficácia, no sentido mais amplo acerca de seus efeitos, em termos do mal que aflige o paciente e com a chance que ele tem de melhorar com aquele remédio, sem ser prejudicado.

Alguns efeitos podem ser previstos e, embora indesejados, tolerados, mas há medicamentos que podem produzir efeitos secundários de tal monta que seu uso acaba se tornando inviável.

Esse fato poderia ter acontecido com as vacinas da Covid-19, que não se tem certeza quanto aos seus reais benefícios, porém muitos têm sido os efeitos maléficos deixados por elas, conforme mostra a incidência de muitos casos do cotidiano, nesse sentido.

Conviria que a dose  medicamentosa fosse a mais certa possível  do remédio para se prescrever para a alguém, de modo a resolver seu problema de saúde, sem que ele produza demasiados efeitos negativos, porque é assim que deveria ser.

Enfim, o grande desafio é se encontrar alguém, na atualidade, que tenha o devido cuidado de verificar, para o fim de somente autorizar o uso de medicamentos pela população depois de comprovada a sua verdadeira eficácia, em conjunto com a segurança de que os efeitos colaterais são incapazes de causar terríveis sequelas, algo que pode ter deixado de ser observado nessa triste história das vacinas da Covid-19, infelizmente.

Brasília, em 28 de fevereiro de 2025

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

Incompetência gerencial

 

A última  pesquisa Genial/Quaest mostra que o presidente tem desaprovação de 50% ou mais dos eleitores consultados em oito estados que correspondem a 62% do eleitorado do país, como Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

A aludida coleta foi realizada nos dias 19 a 23 do mês em curso, tendo mostrado que o estado que menos o aprova é Goiás, com 70% das pessoas pesquisada e somente 28% o aprovam.

O estado de Pernambuco foi o que melhor avaliou o presidente, com 50% dos entrevistados, que disseram que não aprova o governo, enquanto 49% disseram que o aprovava.

O estado da Bahia tem 51% de desaprovação e 47% aprovação do governo.

O estado de Minas Gerais mostrou desaprovação do governo em 63% e aprovação de 35%.

O Rio de Janeiro tem desaprovação semelhante à de Minas Gerais, com 64% de desaprovação e 35% de aprovação.

No Rio Grande do Sul, a margem de desaprovação é bem expressiva, com 66% de desaprovação do presidente e 33% de aprovação.

No estado do Paraná mostra 68% de desaprovação e 30% de aprovação do governo.

Por fim, o estado de São Paulo apresentou desempenho negativo do governo de 69% e positivo de 29%.

Parte superior do formulário

Parte inferior do formulário

Os números da pesquisa em apreço mandam importantes recados, principalmente para o presidente do país, no sentido de que o seu desempenho é muito mais do que sofrível, tendo chegado ao fundo do poço, em termos de gestão pública com o mínimo de eficiência, eficácia e responsabilidades públicas, evidentemente na visão dos eleitores consultados.

O levantamento feito em 8 importantes estados brasileiros, que reúnem 62% do eleitorado, mostra queda expressiva na avaliação do governo até mesmo onde  ele teria vencido, no último pleito eleitoral.

A aprovação do presidente caiu 19 pontos na Bahia, 16 em Pernambuco e 16 em Minas Gerais, os três estados vencidos por ele.

Os especialistas em política avaliaram que o desmanche na avaliação do presidente do país se deve a fatores principalmente econômicos e à visível falta de políticas públicas capazes de direcionar o país para o rumo do desenvolvimento socioeconômico, fatores estes que sinalizam para muita insegurança para a população, que termina perdendo a credibilidade em quem não consegue acertar senão em desacertos.  

A verdade é que o país perdeu o rumo da normalidade e o governo não consegue colocá-lo nos trilhos do progresso e os eleitores entendem que o Brasil está sendo conduzido na direção errada, indicando que é preciso mudanças urgentes de medidas corretivas.

A verdade é que a presente pesquisa reflete o total desgoverno do Brasil, diante do desempenho desastroso em todos os setores, por não conseguirem desempenho satisfatório em absolutamente nada, fato este que é diretamente sentido pela população.

Trata-se de governo que não tem a humildade para reconhecer seus erros, tendo a capacidade de apenas atribuí-los a fatores estranhos à sua gestão, preferindo se eximir da sua visível incompetência para a mudança das políticas que estão erradas e contrárias aos anseios da sociedade, que esperava o cumprimento de tantas maravilhosas promessas de governo produtivo e eficiente, em benefício do povo.

Na verdade, a uniformidade das opiniões colhidas nos principais estados de maior população eleitoral e, de resto, de todo o país, é a prova cabal do verdadeiro declínio administrativo, quanto à evidenciação da incompetência, da ineficiência e da irresponsabilidade, com implicação direta em prejuízos ao Brasil e aos brasileiros, diante do afastamento da qualidade dos serviços públicos de incumbência do Estado e do aumento do subdesenvolvimento socioeconômico.

Em país com o povo com o mínimo de seriedade e evoluído, em termos políticos e democráticos, em situação como a que atravessa o Brasil, em evidente crise de governabilidade, com a predominância da incompetência crônica, conforme mostram os fatos pesquisados, no que se refere ao quesito desempenho gerencial, haveria parâmetro legal e constitucional para o afastamento do cargo do principal causador das mazelas, como forma de salvaguardar o país de desastres ainda mais prejudiciais ao patrimônio dos brasileiros.

A propósito, à vista dos fatos degradantes e prejudiciais ao Brasil, por conta da gestão gerencial extremamente deficiente e irresponsável, é aconselhável a aprovação de norma jurídica com regra clara que, depois de dois anos de mandato, o político que perder a confiança da maioria da população ou dos eleitores, avaliada por meio de pesquisas oficiais, será obrigado a se submeter às urnas, novamente, para avaliação quanto à continuidade ou não no cargo.

Essa forma de procedimento condiz com a evolução natural da humanidade e também com a salvaguarda dos interesses nacionais,  por se permitir, com o uso dos mesmos instrumentos da delegação de poder, o afastamento necessário e prudencial do mandato de pessoas que demonstraram incapacidade administrativa, política ou outra forma incompatível com a dignidade da vida pública proveitosa, como tal, na forma para a qual elas foram eleitas.

Com certeza, o Brasil está a distância do pensamento evoluído da política, em forma do seu aproveitamento natural, em forma de beneficiamento dos interesse e dos valores do Brasil, como forma de proteção e responsabilidade das causas públicas, razão maior e principal do instituto da política.

Ante o exposto, principalmente à vista da predominância da desastrosa administração do Brasil, apelam-se por que seja aprovada legislação com regras que obriguem o recall do político que se tornar suspeito de incompetência e incapaz de desempenhar o cargo para o qual foi eleito ou que pratique crime incompatível com o decoro e a dignidade da administração pública, como forma de se evitar maiores prejuízo aos interesses do Brasil ou aos princípios da ética e da moralidade públicas.

Brasília, em 27 de fevereiro de 2025

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Deputados

De acordo com notícia publicada na internet, um estado do Nordeste poderá perder dois deputados federais, além de verbas orçamentárias, em razão da redução da sua bancada.

Com o maior respeito às suas excelências, mas não é justo que o estado venha perder dois deputados federais, em razão dos trabalhos desempenhado por eles.

O ideal mesmo é que todos os estados da federação percam, ao menos, 50% da sua bancada.

Ou seja, para o bem do Brasil e dos contribuintes, convém que se permita a reestruturação do total de 513 deputados federais para, no máximo, 250 deputados.

Com certeza absoluta, essa nova bancada teria muito mais interesse em produzir ainda mais leis em benefício dos brasileiros, aumentando substancialmente a qualidade da representação política e reduzindo drasticamente os desperdícios dos recursos públicos, com a significativa diminuição do dinheiro jogado pelos ralos da inutilidade com a contratação de milhares de servidores que nem têm lugar para ficar nas dependências do Congresso Nacional.

É evidente que medida nesse sentido jamais será objeto de estudos diante do forte fisiologismo preponderante entre a maioria dos componentes do Congresso, que está muito preocupado com a defesa das emendas parlamentares e outras importantes regalias, como se eles fossem eleitos exclusivamente para se beneficiarem das verbas orçamentárias, cargos em estatais etc., na forma dessas emendas e de outras tantas regalias e prerrogativas, porquanto a defesa da população, alvo principal da sua delegação, fica em planos secundários.

Têm parlamentares que cumprem e renovam seus mandatos sem apresentar sequer um projeto em benefício da sociedade e muito menos conseguem aprovar projetos da sua autoria, mas o seu empenho na assiduidade do recebimento das emendas parlamentares isso é sagrado, como se eles nem recebessem os vencimentos e os agregados que têm direito por lei.

Enfim, enquanto os contribuintes estiverem dispostos a custear essa inadmissível farra com o dinheiro público, ninguém vai acreditar que o estado vá perder sequer um deputado, quanto mais dois, porque isso é fora de propósito, nas circunstâncias.

É inacreditável como ainda se publicam notícia escandalosa como essa de um estado da federação correr o risco da perda logo de dois deputados, porque nem o brasileiro mais crédulo vai achar que isso é possível.

Os brasileiros torcem por que não aumentem a quantidade dos deputados já existentes, porque sempre há de aparecer proposta nesse sentido, com justificativa plausível para que se aumente o número de vagas, diante da oportunidade de se mexer no assunto.

A propósito, convém ressaltar que o Congresso Nacional é o segundo poder Legislativo do mundo, em termos de gastos públicos e certamente deverá ser o pior, na qualidade dos trabalhos de seus projetos em benefício dos brasileiros, sendo mais do que é notório que eles não recebem os cuidados necessários que merecem, por direito constitucional.

Diante do exposto, os brasileiros precisam se conscientizar sobre a premência da reforma das estruturas das Casas do Congresso Nacional, com vistas à urgente diminuição das atuais quantidades de parlamentares para a metade das vagas existentes, como forma de aperfeiçoamento e racionalização dos trabalhos legislativos, a par da necessária redução gastos públicos, tendo em vista os princípios da eficiência e da economicidade.  

            Brasília, em 26 de fevereiro de 2025 

Pela saúde do papa

 

No momento, o estado de saúde do papa tem sido alvo de muita atenção principalmente por parte do mundo católico, diante da falta de informações precisas sobre o que realmente vem se passando com ele.

O Vaticano esclarece que o quadro de saúde do papa ganha pequenas evoluções, expressão essa que vem se repetindo nos boletins médicos, mostrando, por sua vez, a gravidade da situação que é visível por força da informação de que o "prognóstico permanece reservado".

Especialistas em saúde afirmam que o termo "prognóstico reservado" é comum no meio médico, indicando que não é possível prever as chances de recuperação do paciente, porquanto, em termos de contextualização médica: “um prognóstico é o resultado provável de uma doença ou lesão. Ele determina a probabilidade do paciente de se recuperar e prevê como a condição deve se desenvolver ao longo do tempo.”.

Um médico infectologista explicou que o uso da expressão “prognóstico reservado” significa que o paciente não está bem, tendo esclarecido que “esse prognóstico é utilizado para pacientes em estado grave, sendo impossível dizer por quanto tempo ainda podem ficar internados e, até, se realmente poderão reverter o quadro.”.

Segundo os boletins divulgados pelo Vaticano, o pontífice segue internado em estado crítico, apesar de terem sido registradas mais crises respiratórias.

A Santa Sé esclarece que o pontífice retomou parcialmente os trabalhos “na segunda-feira, ele já havia tido reuniões e conversado por telefone com o pároco de Gaza, uma rotina que ele vinha mantendo desde o início da guerra entre Israel e o Hamas.”.

Um dos boletins divulgados, ontem, diz que "Não houve episódios respiratórios agudos, e os parâmetros hemodinâmicos (de sangue) continuam estáveis. À noite, ele fez uma tomografia de controle programada para o monitoramento radiológico da pneumonia bilateral".

O Vaticano havia também afirmado que a condição do pontífice havia mostrado "ligeira melhora", acrescentando que a "insuficiência renal leve", que foi relatada no fim de semana, não era motivo de preocupação.

O Vaticano informou que a pneumonia dupla é infecção grave que pode inflamar e cicatrizar ambos os pulmões, dificultando a respiração, tendo descrito a infecção do papa como "complexa", explicando que foi causada por dois ou mais micro-organismos.

Pois bem, tem-se, acima, a síntese sobre as dificuldades de saúde pelas quais vem atravessando o santo papa, lutando contra grave insuficiência pulmonar que precisa reagir para a superação da doença.

Assim, apelam-se para que os fiéis, principalmente cristãos devotem as suas orações em intenção do fortalecimento pulmonar e orgânico do papa, para que ele possa recuperar a sua plena saúde.

Amém!  

Brasília, em 26 de fevereiro de 2025

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

Charles Chaplin

 

 O célebre Charles Chaplin, mundialmente conhecido por seus filmes de comédia pastelão e cinema mudo, todos de grande sucesso, se destacou e foi respeitado como ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino, roteirista e músico de qualidade.

Em razão da sua inigualável contribuição ao desenvolvimento da sétima arte, Chaplin é o mais homenageado cineasta de todos os tempos, à vista da qualidade do seu trabalho nos cenários da vida.

Na literatura, Chaplin escreveu importantes frases que deixaram a marca da sua sensibilidade humanista, conforme algumas que se destacaram e são transcritas a seguir.

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”.

“A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amamos, sem tirá-las do meu coração.”.

“Não se afaste de seus sonhos, pois, se ele se forem, você continuará vivendo, mas terá deixado de existir.”.

“Não devemos ter medo dos confrontos. Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas.”.

“Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho à juventude e segurança à velhice.”.

“E continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloco em nível bem mais alto do que o de qualquer político.”.

“A humanidade não se divide em heróis e tiranos. As suas paixões, boas e más, foram-lhes dadas pela sociedade, não pela natureza.”.

“O verdadeiro significado das coisas é encontrado ao se dizer as mesmas coisas com outas palavras.”.

“Não se mede o valor do homem por suas roupas ou pelos bens que possui. O verdadeiro valor do homem é o seu caráter, as suas ideias e a nobreza dos seus ideais.”.

Essas frases mostram a riqueza da sabedoria de Charles Chaplin, que prestou importante contribuição à evolução da humanidade, com a sua genialidade, em desempenho de múltiplos espetáculos nos diversos palcos da vida, tendo sido protagonista de maravilhosas lições de sabedoria.

As genialidades artísticas e intelectuais de Chaplin marcaram época e continuam servindo de inspiração para as gerações, diante do seu extraordinário dom criativo, principalmente nas artes cinematográficas, tão importantes para evolução da humanidade.

Salve o genial Charles Chaplin!    

Brasília, em 25 de fevereiro de 2025

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Aumento de vagas?

 

O presidente da Câmara dos Deputados quer construir acordo com a maior corte do país, pasmem, para alterar o número de deputados federais de 513 para 527.

Essa ideia extremamente absurda objetiva que as bancadas representativas dos Estados se ajustem às estimativas populacionais do Censo de 2022, de modo que nenhum estado venha a perder vagas, no caso do pretendido aumento da quantidade geral das vagas.

Aquela corte determinou que a Câmara defina a proporcionalidade de representação estadual, de modo que o número de deputados dos estados corresponda à população apontada pelo Censo de 2022.

As mudanças populacionais apontadas pelo Censo de 2022 indicam que alguns Estados estão sub-representados, enquanto outros têm deputados a mais.

As bancadas como as de Rio de Janeiro, Bahia, Paraíba e Piauí seriam as que mais perderiam vagas com o ajuste, enquanto a bancada do Pará ganharia quatro novas cadeiras.

O presidente da Câmara disse que "Perder essa representatividade é perder orçamento, tira vozes importantes e o critério também não é justo. Quem cresceu tem o direito. Penso que a solução seria um acordo, combinado com o Supremo, para que se aumente a quantidade de deputados federais e ninguém perca".

O parlamentar também sinalizou preocupação com os impactos da mudança na avaliação da opinião pública, já que o aumento de deputados significaria o aumento dos custos da Câmara para o contribuinte.

O presidente da Câmara concluiu que "Temos que fazer o dever de casa para que isso não represente aumento do custo da Casa".

A Câmara precisa aprovar os novos critérios para a efetivação das mudanças, sob pena de o órgão eleitoral se encarregar de promover os ajustes necessários, para serem aplicados na eleição de 2026.

De acordo com levantamentos oficiais, 14 Estados teriam mudança nas bancadas para que elas refletissem as estimativas populacionais do Censo de 2022.

O presidente da Câmara precisa agir com a pureza da sinceridade, sem estampar qualquer eufemismo nem demagogia, quando se referir ao aumento da quantidade de parlamentares, falando em “fazer o dever de casa”, sem “aumento de custo da casa”, porque isso ele sabe que é humanamente impossível, uma vez que a criação das vagas de 14 deputados federais implica substancial aumento de despesas com o equipamento de novos gabinetes, a contratação de centenas de assessores e alocação de milhões de reais na conta dos bestas dos contribuintes.

À toda evidência, o Brasil se encontra em momento de gravíssima crise, de toda ordem, sobretudo econômica, em que os dispêndios públicos são os mais preocupantes, diante da visível resistência à redução de despesas públicas, conquanto seja mais conveniente para os agentes governantes o aumento de tributos para suportarem os gritantes desperdícios do que se pensar em economizar em redução de despesas.

Não há a menor dúvida de que o aumento de 14 vagas de deputados federais há de implicar significativo aumento orçamentário, tão somente para se resolver o equacionamento populacional, carecendo de justificativa plausível para que isso realmente se efetive senão em mais ônus para os já sacrificados contribuintes brasileiros, sem nenhum benefício para o interesse da sociedade.

Nas circunstâncias, seria muito mais razoável que essa equalização se processasse com a efetiva equitativa redução do número de deputados federais, por exemplo, com a fixação de, no máximo, 250 deputados, que seriam distribuídos entre os estados, na conformidade da sua população, em atendimento ao Censo de 2022, na certeza que se manteria a mesma qualidade dos trabalhos legislativo, à vista do que vem sendo produzido em benefício da sociedade.

No presente caso, o presidente da Câmara diz que tem consciência de que é o contribuinte que também custeia e mantém o funcionamento do poder Legislativo, então, por que não se consultar o povo para que ele se manifeste quanto ao que pensa sobre a redução da quantidade de deputados, sem se preocupar com perda de verbas orçamentárias, por meio das emendas parlamentares, mas sim apenas com os interesses dos brasileiros, por meio da redução de tributos?

Enfim, apelam-se por que o presidente da Câmara dos Deputados pense no interesse dos brasileiros e promova as medidas necessárias à redução da quantidade de deputados, ao invés de propor, como pretende e até já anunciou, o inadmissão e injustificável, nas circunstâncias, aumento das cadeiras, tão somente para satisfazer o Censo de 2022.

Brasília, em 24 de fevereiro de 2025