quinta-feira, 16 de outubro de 2025

A existência de Deus!

 

Em lindas imagens do universo, da natureza, compreendendo os mares, os animais, inclusive os homens, as árvores  e todas as belas e importantes obras criadas e concretizadas por Deus, conforme elas são mostradas ricamente em vídeo, evidentemente para sublinhar a real grandeza dos poderes do arquiteto do universo.

A ciência não tem como provar a grandeza da existência de Deus, nem espiritual e muito menos material, senão de mostrar algumas magnitudes da sua gigantesca obra representada pela infinita natureza, em diversas áreas do universo, que materializam a pujança das suas geniais criações reproduzidas no maravilhoso mundo da sapiência do Criador Deus, que somente mostram inegáveis e infinitas belezas mil.

Isso que o vídeo mostra é algo bastante sintético sobre a infinita genialidade que somente existe pelo poder supremo, que certamente tudo teria imaginado pensando no bem comum da sua principal criatura, que é o homem.

Ao homem foi dado o magnífico poder do livre-arbítrio, para, certamente, também seguir a genialidade da criação das melhores obras em benefício dele próprio, exatamente em harmonia com a grandeza inventiva do Criador do universo.

É preciso apenas que o homem seja eternamente inteligente para compreender a sabedoria infinita de Deus, que somente nos proporcionou irretocáveis maravilhas, para o nosso usufruto, mas, infelizmente, há aqueles que se atrevem a contrariar as magnânimas obras divinas, com ideias malignas, em práticas absolutamente destrutivas da criação divina do bem e do amor.

Sim, acredita-se que a disseminação do presente vídeo, com expressivas imagens que dão o testemunho cabal e definitivo como prova da existência de Deus, faz importante alerta para que o homem se desperte em premência de se dedicar à preservação das maravilhas que foram colocadas à sua disposição, para que elas somente tenham os melhores benefício e usufruto do homem.

Salve a existência de Deus!

Brasília, em 16 de outubro de 2025

terça-feira, 14 de outubro de 2025

O amor divino

 

Em mensagem religiosa publicada nas redes sociais, consta escrito que a pessoa não precisa se preocupar, "porque Deus abre as portas", certamente para facilitar a obtenção dos seus objetivos pessoais.  

Na verdade, o homem precisa ser muito ingênuo para acreditar na promessa de que “não se preocupe porque Deus abre as portas”.

Nunca se viu, em tempo algum, o Ser supremo abrir portas, mas é possível, sim, que Ele opere milagres, milagres estes que se processam como consequência da bondade, da caridade e das boas-venturanças praticadas, porque essas atitudes realmente têm influência direta na obtenção do milagre, que se efetiva pela generosidade divina de compreender que só assim existem méritos na sua concessão.

Ou seja, não há a menor possibilidade material para Deus vir abrir portas, no sentido prático da ação em si, mas a realização de milagres isso é viável, em razão da ação direta dos beneficiados, que fizeram e fazem por merecê-lo, por terem agido segundo os preceitos de amor ínsitos no Evangelho de Jesus Cristo, em forma das sagradas ações de amor a si e ao próximo, segundo os ensinamentos cristãos inspirados na valorização do ser humano.

Sim, é absolutamente impossível se impedir a ação de Deus, mas ela somente se compatibiliza com a magnitude do amor predominante no coração de quem dela se beneficia, que precisa se esforçar para o reconhecimento da graça celestial e é exatamente dessa forma que se deflui da vontade sobre a avaliação suprema de Deus, que certamente valoriza os seus milagres na equiparação do verdadeiro mérito dos beneficiários, na constância da prática do bem e do amor ao próximo.

Em síntese, parece possível se concluir que as portas celestiais serão abertas para a operação dos milagres de Deus, precisamente para as pessoas que estiverem em condições cristãs do recebimento das graças do amor divino.

Brasília, em 14 de outubro de 2025

O candidato

 

Um parlamentar disse que pediu ao último ex-presidente do país, que se encontra inelegível, que declare, até o fim deste ano, o nome do candidato à Presidência da República, na próximo eleição, tendo recebido dele a seguinte resposta: "Ele me garantiu que ia fazer a sua escolha no momento correto.", ou seja, persiste a indefinição de nomes. 

O congressista disse que não quis dizer se o ex-presidente já deu sinais de quem poderia apoiar, mas ele afirmou que ele tem ouvido muita gente e realmente se manifestará em momento correto.

Na avaliação do parlamentar, o presidente do país se posiciona, nas pesquisas, como favorito à disputa presidencial porque é o que já sinalizou que deverá ser candidato à reeleição, mas ele acredita que essa situação poderá mudar com a presença de outro candidato.

Sobre a potencial candidatura do governador de São Paulo, o parlamentar disse que ele não deve "bater continência" para o ex-presidente, à vista da sua tranquila lealdade, que assegura a continuidade da mútua confiança entre ambos.

Ele disse que o candidato da direita precisa ter espírito agregador, para conseguir unir as forças partidárias e de correligionários, devendo aproveitar como de suma importância as desastrosas lições do passado.

Enfim, trata-se de definição que não faz o menor sentido, em se manter a procrastinação de decisão importante, não somente no seio partidário, mas sim para o país, quando o principal pretendente ao cargo presidencial se encontra praticamente alijado definitivamente da vida pública, por questões circunstanciais, caso em que o bom senso e a sensatez aconselham a premência do anúncio do nome que tem as melhores condições à próxima corrida presidencial.

Acredita-se que se trata de estratégia política em se manter o controle de quem poderá substituir o líder-mor na disputa presidencial, mas isso apenas conspira contra os interesses políticos em jogo, diante da incerteza que só prejudica as normais conversas e as tratativas próprias da política, especialmente no que se referem às estratégias que precisam ser arquitetadas com a precisa antecipação às eleições.

Sim, a lição que vem sendo dada pelo ex-presidente do país, em não desistir da própria candidatura e indicar o nome da sua confiança ou mesmo de nem indicar ninguém, que seria o mais conveniente, é bastante prejudicial aos objetivos políticos dos conservadores, que realmente precisam de urgente mobilização proativa rumo à disputa presidencial.

Apelam-se por que a consciência e a inteligência políticas se manifestem o mais rapidamente possível, em benefício da clarividência que condiz com o necessário anúncio do nome de quem esteja realmente preparado para presidir o Brasil, em nome da ala conservadora.

Brasília, em 12 de outubro de 2025

O grande Dedé!

 

Ao me deparar com fotografia que foi publicada no Facebook, eu fiquei muito emocionado e não parava de me arrepiar, ao ver a imagem de pessoa que me parecei familiar, pois eu me lembrei de alguém de Uiraúna.

Essa pessoa morava em Sobradinho, aqui em Brasília, que se encaixa perfeitamente com a cara dele.

Eu ia na casa dele, de vez em quando, visitá-lo, pois o conheci desde Uiraúna e, salvo engano, ele era motorista de caminhão.

O nome dele vagueia na minha lembrança, mas não consigo identificá-lo.

Por favor, alguém me socorra dizendo o nome dele, com o meu perdão, visto que se passaram mais de cinquenta anos, desde aqueles saudosos tempos, por volta de a partir de 1966.

Gostaria muito de saber o nome dele, por óbvio.

Em resposta ao meu apelo, a filha dele, a Cecília, disse que se tratava do pai dela, que se chamava Dedé de Cecília, que foi grande homem.

Diante disso, eu disse sim, Cecília, o Dedé era grande não somente em tamanho como de coração, porque ele se mostrava muito amável com as pessoas, em especial com a presença daquelas conhecidas dele e tanto isso é verdade que eu fui algumas vezes à casa dele, para visitá-lo e conversar sobre a nossa terra natal.

Como se vê, o amigo Dedé fez parte da minha vida, em Brasília.

Que a áurea divina contemple a vida espiritual dele.

Amém!

De seu turno, a Cecília, me respondeu, para agradecer que o eu falei, segundo ela, “muito bem do meu pai que Deus abençoe o senhor sempre.”.

Finalmente, eu disse que foi muito bom para mim a relembrança de pessoa querida, com quem eu mantive contato de boa amizade.

Que sempre reine a paz celestial, na vida espiritual de Dedé.

Amém!

Brasília, em 13 de outubro de 2025

O bem viver

 

Em mensagem publicada na internet, foi escrito que “A vida é uma só. A gente está aqui para arriscar, errar e testar.”.

Com absoluta sinceridade, acredito somente que o viver tem sentido múltiplo e só faz sentido de for para a experiência primacial da felicidade que se encontra sempre voltada para a prática do bem e do amor.

Se riscos, erros e testes acontecem eles devem ser atribuídos apenas às circunstanciais, porque eles fazerem parte da própria vida, o que vale se afirmar que não é verdade que estamos aqui apenas para a realização de algo nada desejável.

Certamente que ninguém vive bem sob riscos, erros e testes, porque tudo isso é incompatível com o viver em plena e condigna satisfatoriedade, à luz da felicidade.

Imagina-se que os riscos, erros e testes possam fazer sentido na vida de alguém que nunca experimentou o força da felicidade, dos acertos e da paz no seu interior, sob a imunização das incertezas ínsitas os riscos e dos erros, principalmente?

Sim, é muito provável que há pessoa que prefere viver sob permanentes riscos, erros e testes, mas isso se trata de exceção no seio da humanidade, que prefere exatamente viver sintonizado e ambientado na pureza da certeza e da verdade, porque são sentimentos humanos que podem assegurar o viver feliz, imaginando que os riscos, os erros e os testes sejam o antídoto do bem viver que melhor satisfaz ao verdadeiro sentido do ser humano.

Enfim, a faculdade do livre-arbítrio permite que as pessoas vivam bem e feliz também em estado compreendido de anormalidade natural do bom viver, que se imagina para acha que a vida compreende a experiência de riscos, erros e testes, mas isso se trata, segundo o senso comum, de anormalidades de personalidade.

Salve o viver feliz!

Brasília, em 13 de outubro de 2025

sábado, 11 de outubro de 2025

O carinho do professor Santos!

 

Diante da publicaççao do meu 83º livro, o amigo Jorge dos Santos escreveu linda mensagem, dizendo o seguinte: “Explendido Adalmir. Eu não sabia que tenho um amigo com inúmeros livros publicados. A praça com o nome do padre, o menino D.Pedro O e a sua casa na cidadezinha relebra um clima de nostalgia. Parabéns amigão.”.

Em resposta à amável mensagem, eu disse ao professor Jorge dos Santos que, sim, são tantos livros que apenas os escrevo com as minhas mãos, conquanto o conteúdo literário deles certamente vem de Deus, que me abastece de ideias e me ajuda a desenvolver os textos, que os considero razoáveis, em nível acessíveis à compreensão popular, porque os escrevo em linguajar simples, com clareza e objetividade, mesmo porque eu não estaria em nível da literatura clássica.

Fico feliz que o querido irmão Santos se surpreenda com a quantidade de meus livros, porque acredito que são poucos os escribas como eu que têm a capacidade, a tenacidade e a dedicação para escrever com tanto gosto, quando eu produzo um livro, em média, em cada dois meses, cujo conteúdo são sempre 288 páginas, versando sobre assuntos diversos, compreendo esporte, família, política, história, religião, economia, administração, entre outros de interesse da sociedade e, evidentemente, da minha preferência.

Espero sempre merecer o seu estímulo, caro Santos, para eu continuar a escrever as minhas crônicas, com muito amor.

Muito obrigado.

Brasília, em 10 de outubro de 2025

A melhor idade?

 

Recebi de amigo a mensagem abaixo, que parece história hilária, embora envolva a figura do idoso, a quem faço muita questão de render o maior respeito, diante da necessidade da compressão pelos desgastes naturais por conta do longo caminho percorrido por essa criatura merecedora da maior admiração.

Não sei quem inventou essa bagaça de ‘melhor idade’. Melhor é uma pinoia! Acho o papel e perco a caneta. Quando acho a caneta, já não sei onde coloquei o papel... Quando consigo unir os dois, cadê os óculos? E quando acho os três, já não me lembro mais o que eu ia escrever...”.           

A mensagem condiz exatamente com o verdadeiro sentido empregado para o que foi convencionado muito bondosamente de a “melhor idade”, cuja história contada acima somente acontece em situações especiais, evidenciando idade própria para que tudo, de forma concatenada e até engraçada, possa acontecer normalmente com a graça da velhice, na qual se permite sim os lapsos de memória.

Daí ser possível se construir histórias tão hilárias, que nunca ou quase nunca, exatamente assim, vão ser possíveis em outra fase da vida.

Caso contrário, não fosse a “melhor idade”, certamente que jamais existiriam ricas histórias semelhantes a essa, que realmente acontecem naturalmente e fazem parte da beleza de quem tem o merecimento de protagonizar histórias que enriquecem o cenário humorístico de tão maravilhosa fase da vida.

Que o maravilhoso Deus cuide de permitir o povoamento terrestre de muitos e tantos protagonistas de histórias engraçadas como essa do esquecimento momentâneo, que somente é possível que aconteça devido à existência da “melhor idade”.

Brasília, em 7 de outubro de 2025