quarta-feira, 26 de outubro de 2022

Desapropriação para fins sociais!

          Um jornal do Rio Grande do Norte noticiou que “O governo (daquela estado) vai criar cadastro de imóveis públicos e privados que não estejam sendo utilizados ou subutilizados. A informação consta do decreto que criou o Comitê Estadual de Resolução de Conflitos Fundiários Urbanos. De acordo com o Gabinete Civil, os dados sobre os imóveis urbanos ‘permitirá estudar uma destinação em caso de conflitos.’”.  

A notícia se refere, basicamente, à viabilidade da desapropriação de propriedades particulares que não estejam sendo ocupadas, produzindo ou exercendo qualquer atividade econômica, porque a esquerda entende que elas devem ter função social, em benefício da população carente.

Na legislação vigente, todo brasileiro tem direito a investir seu capital em propriedades, imóveis, veículos e no mercado financeiro, evidentemente ficando responsável pelo pagamento dos tributos e encargos decorrentes da sua liberdade de investir.

Isso sempre fez parte dos brasileiros e foi  assegurado o direito líquido, pacífico e tranquilo de propriedade, tendo o seu usufruto assegurado na forma da legislação e da Constituição, sem nenhuma preocupação com o domínio do Estado.

Esse direito sagrado começa a ser ameaçado a partir da retrógrada e medíocre mentalidade socialista, que não tem competência para a iniciativa de medidas inteligentes e construtivas, senão para tentar promover a socialização com as propriedades e os valores de quem se sacrificou para a construção lícita do seu patrimônio.

Importa frisar que iniciativa semelhante também já foi cogitada pelo candidato da esquerda ao governo de São Paulo, que prometeu agir nesse sentido com relação aos imóveis e bens que não estejam cumprindo a função social, que é a pomposa denominação dessa estapafúrdia usurpação do direito de propriedade.

Os brasileiros precisam se conscientizar de que a medida cogitada pela governadora do Rio Grande do Norte pode significar tão somente uma sementinha para que a iniciativa nasça de forma acanhada, abrangendo apenas imóveis das cidades, mas o seu alcance poderá se expandir rapidamente para as propriedades rurais, os investimentos em mercado financeiro e onde mais houver bens e valores, porque a filosofia medonha, horrorosa e funesta do socialismo objetiva a igualdade social, tirando de quem tem para dar para quem não tem.

Como até agora, o candidato da esquerda não apresentou seu programa de governo, os trouxas dos brasileiros podem perfeitamente estar votando nesse absurdo da socialização, que nada mais é do que se votar no escuro, permitindo, caso ele seja eleito, que sejam adotadas todas as medidas contrárias aos interesses dos brasileiros, inclusive essa de se desapropriar bens, propriedade, patrimônio e valores, em nome do social.

Os brasileiros não podem ser tão ingênuos de dar carta branca para possibilitar que o principal comunista brasileiro fique à vontade para ditar e impor as suas truculências sobre o que ele bem entender, inclusive sobre o patrimônio dos brasileiros.

Esse alerta é da maior importância, por permitir que os verdadeiros brasileiros se conscientizem de que a volta da esquerda ao poder poderá significar a maior tragédia da história do Brasil, porque poderá haver a implantação de todas as monstruosas medidas prejudiciais aos brasileiros, inclusive a socialização, exatamente tendo o respaldo deles, se não tiverem os necessários cuidado e cautela para evitá-la.

Acordem dessa terrível e inadmissível letargia, pobres e ingênuos brasileiros, não permitindo facilmente abusos sobre a sua preciosa liberdade nem ações contra o domínio da sua consciência e do seu patrimônio, dizendo não, em definitivo, ao inescrupuloso aproveitador da dignidade e da honra do povo, que precisa decidir pelo bem do Brasil e dos brasileiros.


          Brasília, em 26 de outubro de 2022

Quem quebrou o Brasil?

 

Em minucioso discurso pronunciado em dezembro de 2016, que viralizou nas redes sociais, o candidato da esquerda à Presidência da República disse que o PT quebrou o Brasil, mostrando também que os estados e municípios não tinham condições de pagar as suas dívidas, conforme o texto do discurso extraído de vídeo que foi gravado sem ele saber, nos termos a seguir.

“(...) Nós estamos vivendo um momento em que a União, ela não tem nenhuma capacidade de arrecadação. Se ela não tem capacidade de arrecadação, ela não tem capacidade de investimentos. Então, para ela aumentar a arrecadação, teria que ter um grupo de gente com coragem para propor o aumento de impostos. Correto? Não tem, não tem. Ou a gente teria coragem, sabe, para acabar com as exonerações que a Dilma fez em 2011 a 2010, que foi uma exoneração que significou quinhentos bilhões a menos de entrada de dinheiro no cofre do Estado. Então, o Estado está falido: a União. Os Estados estão todos quebrados. Rio de Janeiro tem um déficit de 20 bilhões, São Paulo tem um déficit de 16 bilhões, Minas Gerais tem um déficit de 14 bilhões e o restante vai daí para a frente. Eles não conseguem pagar o 13º salário, não vão conseguir pagar salários e só tem uma solução: cortar benefícios de quem? Do povo mais pobre. Então, a União não investe, o estado não investe e as prefeituras estão todas quebradas. Então, a desgraça que nós estamos é essa. Além dos processos contra mim, ou seja, você tem a economia quebrada, você tem tudo não funcionando. A roda gigante está parada. Como é que a gente retoma isso?”.

A verdade é que o resume sobre o péssimo legado deixado pelo partido das trevas aos brasileiros não poderia ser tão bem descrito, com bastante propriedade, pelo todo-poderoso da agremiação, por meio de exemplos práticos e consistentes, mostrando a incapacidade arrecadadora da União, dos Estados e municípios, todos assoberbados de enormes déficits e dívidas, sem condições para honrarem as suas despesas até mesmo com pessoal.

O político não poderia ter sido mais objetivo possível nas suas acertadas palavras, quando reconheceu que seus governos conseguiram quebrar a economia brasileira, com o comprometimento da liquidez dos municípios, estados e da União, em precedente jamais acontecido na história republicana, conforme lúcido e preciso pronunciamento dele a correligionários.

É evidente que o político nem sabia que estava sendo gravado, mas essa forma de transparência precisava ser reconhecida, exatamente para mostrar a verdadeira falta de competência de quem conseguiu levar à falência a potência continental chamada Brasil, que não merecia ter sido presidido por políticos de extrema incompetência gerencial, à vista dos desastrosos resultados alcançados na gestão em geral, com destaque para a economia, conforme o reconhecimento por parte da principal autoridade do partido.

Somente por trás das câmaras esse político consegue reconhecer a realidade dos fatos, mas, perante o povo, para ele, a economia brasileira nunca esteve tão robusta nos governo do partido dele, embora a presidente da República afastada do cargo, por extrema incompetência administrativa e mais precisamente pela prática do crime de responsabilidade, que foi mais especificamente a gastança desenfreada e incontrolável, quando bancos oficiais foram obrigados ao pagamento de despesas próprias da União, quando isso era proibido por lei, porém, não havia alternativa, ante à falta de recursos orçamentários, conforme mostram os fatos.

Além desses gravíssimos sintomas clássicos de empobrecimento da economia, com a dívida pública nas nuvens, a indústria falindo de forma progressiva, a arrecadação pública deficitária e em colapso, o risco Brasil em nível insuportável, o desemprego batendo recorde atrás de recorde, ainda predominava na gestão desse partido os poderosos esquemas criminosos reconhecidos pelos notórios desvios de recursos públicos, consistentes nos escândalos do mensalão e do petrolão, tendo o envolvimento do principal político do partido, que até foi condenado à prisão, pela prática dos crimes de improbidade administrativa.

Enfim, o caos gerencial contribuiu para a estrangulação das aspirações e possibilidades de desenvolvimento do país, uma vez que todos os fatores econômicos estavam em frangalhos, em nível de o paciente Brasil estar, à época, sobrevivendo na UTI, sob a ajuda de aparelhos, sem que houvesse qualquer indício de medidas contra a fracassada gestão de quem se tornou a pior presidente da história brasileira, em termos de gestão dos recursos públicos, à vista dos fatos históricos.

          E isso tudo é verdade, tanto que o principal mentor dessa tragédia nacional reconheceu perante correligionários, conforme mostra o vídeo em apreço, com a confissão de que o Brasil estava literalmente quebrado, cujas medidas visando à recuperação da falência da economia nacional acenava, pasmem, para o garroteamento da renda dos mais pobres, segundo palavras ditas pelo hoje candidato à Presidência da República.

Mesmo diante de tantos fracassos na gestão pública, em especial, na condução da economia, o político não tem o menor escrúpulo de querer voltar ao governo, quando ele se encontra em evidente estado de decadência tanto moral como administrativa, por envelhecimento de ideias e estruturas capazes de oferecer qualquer novas iniciativas ao desenvolvimento do país, em termos de ideias e de planos de gestão pública, que sequer foram apresentados aos brasileiros.

Causa enorme perplexidade que muitos brasileiros ainda conseguem apoiar político reconhecidamente incapaz, sobrelevando, com isso, forma mais extremada possível de desamor à pátria e às causa da nacionalidade, ante tantas inconveniências incompatíveis com os salutares princípios políticos, administrativos, republicanos e democráticos.

Enfim, o conteúdo do vídeo mostra para os brasileiros a verdadeira índole do político, que não tem o menor escrúpulo ao esconder da opinião pública, na atualidade, a realidade sobre os fatos acontecidos nos governos do seu partido, quando a economia foi ao limite mais rasteiro possível de admissibilidade, porque isso é forma de clara omissão da transparência que torna obrigatória na gestão moderna dos recursos públicos.

Brasília, em 26 de outubro de 2022

Civilize-se

 

Vem circulando, nas redes sociais, postagem que mostra importante parlamentar em traje feminino, ostentando faixa com a inscrição: “Miss CPI da Covid”.

À toda evidência, a aludida figuração é bastante bisonha, por mostrar mensagem que tenta denegrir a imagem do político, com as vestimentas e os trajes próprios de mulher, em forma mais vil de deboche e de despersonificação, com a finalidade de mostrar desprezo ao ser humano.

Não há a menor dúvida de que se trata de forma de desamor, com a visível intenção de provocá-lo, pelo fato de ele ter participado ativamente da CPI da Covid, no Senado Federal, tendo se posicionado sempre contrariamente aos interesses do governo.

Fica muito claro, com essa atitude desnecessária, que o homem se distancia da postura do necessário respeito ao próximo, que se impõe como hábito de relacionamento recíproco entre as pessoas civilizadas e evoluídas.

Enfim, há eterna dúvida sobre o motivo pelo qual o homem é levado à prática de artifícios destinados ao menosprezo do seu semelhante, somente pelo simples fato de não concordar com as atitudes pessoais praticadas por ele, na vida pública?

Na verdade, o que se percebe é que essa forma de futilidade não contribui para modificar o comportamento nem o desempenho dele, como parlamentar, que teria agido, no palco da vida, segundo o seu pensamento ideológico, que é forma permitida segundo a faculdade do estado democrático de direito, em que todo cidadão é livre para interpretar, pensar e agir da maneira e do modo como bem quiser, segundo o seu alvedrio, que é próprio de todos os seres humanos.

No caso vertente, pensando em termos de represália, se for essa a verdadeira intenção, que parece forma impensada e infrutífera, em termos democráticos, porque seria justo e adequado se propugnar pela eliminação do parlamentar da vida pública, por meio do voto, e também de todos os políticos que ajam em dissonância com os padrões de civilidade e patriotismo, porque é exatamente assim que deve praticar a consciência das pessoas sensatas e justas, por ser esta a forma civilizada que evidencia respeito à dignidade do ser humano.

Acredito que a tentativa de querer denegrir a imagem das pessoas, que parece ser o caso em comento, em nada contribui para a elevação do ser humano, quando isso só mostra que ele precisa se aprimorar, em forma de respeito recíproco, segundo os princípios de valorização do próprio homem.

Apelam-se por que o homem se conscientize sobre a conveniência de se inventar maneiras sadias de construtivo aperfeiçoamento das relações sociais, de modo a evidenciarem ideias civilizadas e virtuosas de compreensão e tolerância, sem necessidade da exposição de vingança e desamor ao próximo.

Brasília, em 26 de outubro de 2022

Antidemocracia?

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, o candidato da esquerda à Presidência da República defendeu algumas ideias junto ao seu público reunido em auditório, conforme os seguintes excertos, in verbis: “(...) O PT precisa convencer as pessoas a negação da política. Fascismo, nazismo, qualquer outra coisa, menos democracia. Por isso que é importante as pessoas participarem do PT. Convencerem as pessoas a mudarem. Para as pessoas destruírem tudo que o Estado faz. (...) É que menos interessa é o país. O Estado nacional deixa de existir (...).”.

O vídeo (que foi postado e logo deletado por mim, por força de censura externa) não deixa a menor dúvida de que o político aconselha as pessoas a mudarem para o partido dele, para serem enquadradas e convencidas à negação da política e da democracia, sob a égide do fascismo, do nazismo e de tudo que seja capaz de destruição do Estado, que é algo surreal e absurdo, e termos de atividades políticas.

O aludido vídeo é a prova viva e indiscutível da existência de político que tem dupla personalidade, que consegue se passar como verdadeiro político anfíbio, por questão de conveniência, quando ele se apresenta, nos bastidores, para o seu público interno, não tendo o menor pudor para negar, com veemência, os princípios democráticos, inclusive tendo o maior descaramento de propugnar pela destruição do Estado, em nome dos interesses do partido dele, que é elevado ao ápice do Olimpo político.

De outra feita, o mesmo homem público não se surpreende em defender, em público, os princípios da democracia, quando aqui ele se transforma em verdadeiro baluarte da enganação e da falsidade, por se posicionar, atrás das câmaras, a favor da destruição e contra a democracia, a depender da conveniência pessoal, conforme mostra o discurso constante do vídeo.

O aludido vídeo desvenda, com muita clareza, a mentalidade desequilibrada de político bizarro, que tem como histórico de vida pública trajetória bem à cara desse vídeo, que mostra o perfil de político estigmatizado por populismo e caudilhismo com sedimentação em arranjos, mentiras e enganações diante da ingenuidade de seus seguidores, quando ele tenta se passar por pessoas normal, mas, por trás, conforme é mostrado no vídeo, ele é pessoa totalmente diferente do que se apresenta para a população.

Na verdade, a sua identidade é aquela mostrada nesse vídeo, de insensibilidade à realidade democrática, a ponto de negá-la, como forma ajustada à conquista do poder, por meio da ascensão política, não importando os fins para o atingimento dos meios, conforme tudo confessado por ele, no vídeo.

É bastante preocupante que político com essa índole tão desprezível seja candidato logo à presidência do Brasil, que merece ser presidido por quem tem o mínimo de caráter e consciência sobre os reais valores democráticos, diferentemente desse político, que prega, de forma peremptória, a destruição tanto da democracia como do Estado, conforme tudo muito bem descrito no vídeo.

Acredita-se que o Brasil nunca esteve em situação tão deplorável em relação aos pretendentes donos do trono da República, quando nenhum dos dois candidatos não conseguem preencher os requisitos fundamentais exigidos na cartilha do estadista ideal.

O destaque maior fica por conta do candidato da esquerda, que, além de negar os princípios democráticos, ainda tem largo histórico de envolvimento com seríssimos casos de corrupção, na vida pública, que são incompatíveis com o exercício de funções públicas, à vista da exigência de conduta ilibada e idoneidade, condições estas que passam ao longe dele, diante da sua implicação com a Justiça, em que pese muitos brasileiros também comunguem com o mesmo absurdo sentimento dele, quanto à normal desonestidade na administração pública.

A verdade é que a volta da esquerda ao poder seria verdadeira tragédia para o Brasil, uma vez que os fatos mostram que o seu candidato é o símbolo da negação da democracia e ainda tem dupla face, conforme a precisa interpretação do vídeo em apreço.

Implora-se por que os brasileiros, que amam o Brasil, reavaliem o seu voto, para o fim de não permitirem a volta da esquerda ao poder, à vista dos transtornos que ela causará ao país e aos brasileiros, em razão da falta da transparência, da verdade e da honestidade de seus atos, conforme a evidência dos fatos político-administrativos.   

Brasília, em 26 de outubro de 2022

terça-feira, 25 de outubro de 2022

À reflexão

 

Circula nas redes sociais vídeo mencionando falcatruas envolvendo dinheiro público nos governos da esquerda, que não foram nada explicado pelos políticos envolvidos, em que quase todos sequer foram julgados, em razão da morosidade e da possível falta de interesse da Justiça brasileira.

Essa demora permite que os criminosos de colarinho branco continuem praticando atividades públicas, representando o povo, em que pese eles não passarem de verdadeiros bandidos, por terem se beneficiados irregularmente de recursos dos contribuintes.

Não obstante, é possível se imaginar que todos os fatos ressaltados pelos políticos que aparecem no vídeo sejam verdadeiros, só que, na realidade, eles foram confirmados pelas investigações levadas a efeito pela competente Operação Lava-Jato e alguns até julgados pela Justiça, tanto que os magistrados não tiveram a menor dúvida para considerar culpados os envolvidos, diante dos atos denunciados, mais especificamente o principal político mencionado no vídeo, que foi condenado à prisão, pela constatação dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Diante dessa situação fática, seria de se esperar que a consciência crítica e cívica dos brasileiros, quanto ao sentimento de amor à grandeza moral ao Brasil e à própria dignidade falasse apenas à altura da normalidade patriótica, para abominar a índole maligna do político e, de consequência, negar-lhe o voto, diante da sua incapacidade de provar inocência sobre os atos denunciados à Justiça.

À luz do bom senso e da racionalidade, é inacreditável que político em plena decadência de moralidade ainda consiga merecer a confiança do povo, quando ele nunca se preocupou em limpar o nome dele perante a Justiça e a sociedade, porque isso seria mais do que razoável, na compreensão de que atos de corrupção são incompatíveis com as atividades político-eleitorais.

Isso, pelo menos, nos países cujo povo tem consciência sobre o real valor dos salutares princípios da moralidade e da dignidade, na administração pública, evidentemente para o fim de não se permitir que aproveitadores, sem o merecimento algum, em termos de qualidades pessoais e políticas, salvo por motivação muito mais por deficiência do candidato adversário.

Fato esse que, por si só, não justifica a promiscuidade no ato do voto em político que foi condenado à prisão, dado ao fato de que o político é ex-presidiário e ainda responde a vários processos na Justiça, questões estas, em termos de consciência cívica e patriótica, o desqualificam tanto para a prática de atividades político-eleitorais como, principalmente, para o exercício de cargo público eletivo.

Isso é apenas a prática normal das atividades políticas, em harmonia com a natural exigência, para tanto, de que trata a pureza da democracia, quanto ao atendimento dos requisitos referentes à conduta ilibada e à idoneidade, na vida pública, no estrito sentido da necessidade da apresentação do histórico político, por meio da ficha limpa, que é procedimento normal em todos os países com o mínimo de seriedade político-democrática.

Além desses aspectos extremamente contrários aos princípios republicano e democrático, ainda há as questões de ordem ideológica, que são fundamentais para o futuro dos brasileiros, ante à vulgaridade e à banalização como são compreendidos e tratados princípios e valores de natureza humanitária.

          Enfim, sob o prisma da normalidade político-administrativa, o balanço entre o político e o povo resulta naturalmente que aquele jamais poderia, sob os aspectos da moralidade e do civismo, disputar qualquer cargo público eletivo, somente o fazendo sob aceitação de inexplicável falta de critério quanto à avaliação realista e justa, em termos da verdadeira compreensão sobre os princípios republicano e democrático, que não deveriam compactuar com quem precisa prestar contas à Justiça e à sociedade, ante gravíssimas suspeitas da prática de atos irregulares.

Apelam-se por que os brasileiros avaliem, com muito cuidado, sem paixão ideológica, o melhor para o Brasil e o povo, não permitindo que a esquerda volte ao poder, uma vez que o seu candidato não tem nenhum compromisso com os princípios republicano e democrático, conforme mostram os fatos constantes do currículo dele.

À toda evidência, o mencionado candidato não reúne os necessários conceitos de homem público, por ter se envolvido em promíscuos e poderosos esquemas criminosos de corrupção, no seu governo, na forma dos escândalos do mensalão e do pretrolão, inclusive tendo sido julgado e condenado à prisão pela prática do gravíssimo crime de improbidade administrativa.

A nítida impressão que se tem sobre a disputa eleitoral é a de que as pessoas estão batalhando entre si para eleger o seu candidato, não importando as suas verdadeiras qualidades e os seus históricos, quando o ideal seria a escolha de alguém que melhor represente os interesses, os valores e a grandeza do Brasil, que certamente não poderá ser quem foi condenado por improbidade administrativa, mais especificamente por recebimento de propinas, e ainda se encontrar nas garras da Justiça, com a obrigação de explicar e prestar contas sobre gravíssimas denúncias sobre atos irregulares acontecidos no seu governo.

Na verdade, esses fatos deploráveis dizem muito mais com a consciência de um povo, que demonstra natural e despreocupada aderência à banalização de atos de desonestidade na administração pública, que é forma claríssima de desamor e desprezo aos valores patrióticos do Brasil, quando predomina indiscutível apoio a político em plena decadência moral, à vista da sua implicação processual junto à Justiça.

Diante disso, a sensatez e o bom sendo aconselham que os verdadeiros brasileiros aproveitem o melhor da presente eleição presidencial, para eleger o menos ruim dos candidatos perante a representatividade político-administrativa, eis que o Brasil não merece ser governado por quem tem implicação com a Justiça, respondendo a processos penais, por conta de suspeitas de improbidade administrativa.

Brasília, em 25 de outubro de 2022

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Em defesa da família

 

Uma mensagem postada nas redes sociais mostra a imagem de sanitário com umas oito crianças fazendo uso de vasos comuns, só que estavam ali meninos e meninas tirando a roupa, em ambiente bastante descontraído e promíscuo, à luz dos princípios inerentes aos costumes da família brasileira.

A imagem dessas crianças mostra a pior vulgarização possível do ser humano e, de resto, da destruição dos princípios da família tradicional, que tem por formação o respeito à intimidade entre as pessoas civilizadas, no sentido da preservação da dignidade sedimentada ao longo da história.

É evidente que a mensagem não identifica exatamente quem estaria patrocinando a deformação de princípios humanos, mas é bastante fácil de se intuir que essa depravação moral tem como defensores os cultores da esquerda brasileira, em cuja filosofia socialista se acomoda com a banalização na forma da vulgarização dos costumes, ao se permitir a promiscuidade entre meninos e meninas, sob a licenciosidade de puderem usar sanitários comuns, em ambiente misturado, exatamente porque a mentalidade deles tem demonstrado regressão ao nível da idade da pedra lascada.

Prova dessa assertiva condiz com a implantação, no Brasil, da ideologia de gênero, que permite precisamente a inversão da evolução da humanidade, que viria em negação às importantes conquistas e aos avanços em benefício da sociedade.

O que se percebe é que essa fraqueza de princípios tem muito a ver com quem defende os princípios do regime socialista, porque são pessoas que comungam com a filosofia contrária aos bons costumes no seio da família tradicional.

Essa mesma linha de ideologia se harmoniza com a liberação do uso de drogas, a prática do aborto, a implantação da ideologia de gênero, a invasão de propriedades particulares, a liberdade de presos, a banalização da impunidade, a desonestidade na gestão pública, a intolerância religiosa, a destruição de imagens sagradas, que são símbolos de veneração religiosa, entre outras formas de desrespeito aos princípios humanos, conforme mostra a história sobre as condutas morais sadias.

É evidente que a exibição da mensagem em apreço, por seu real significado pedagógico, serve como importante instrumento de reflexão e meditação sobre as maldades que existem nas mentalidades dos simpatizantes dessa absurda ideia retrógrada, que não terem o menor pudor em desrespeitar os sagrados princípios da família tradicional, em demonstração de que, para eles, a depravação faz parte de seus conceitos como sendo algo absolutamente normal entre eles.

Na verdade, a vulgarização sobre o desrespeito aos sagrados princípios estruturais da família evidencia, de forma agressiva, uma das desgraças contra os avanços da humanidade, cuja deprimente ideia somente deve ser defendida por mentes vazias e promíscua.

Diante do exposto, espera-se que as pessoas de boa vontade se conscientizem sobre a imperiosa necessidade do apoio a quem realmente defenda a família e seja diametralmente contrário à infeliz ideia da implantação da ideologia de gênero, no Brasil, porque ela não condiz com os sagrados princípios cultuados pela família brasileira.

          Brasília, em 24 de outubro de 2022

Pecado mortal?

 

Mensagem que circula nas redes sociais trás o seguinte texto: “Minha fé é em Cristo. Meu voto é em Lula presidente.”.

Custa se acreditar que alguém que professa a fé em Jesus Cristo, que é o verdadeiro símbolo do amor, da unificação da família e da construção dos bons princípios humanitários, exatamente porque o cristianismo é a sede e a fonte dos bons fluidos em benefício do homem, que simboliza a verdade e da vida e, sobre isso, todo mundo concorda porque é a unanimidade do pensamento de quem realmente ama as coisas vindas de Deus, porque isso é a normalidade dos objetivos ansiados e perseguidos pela vida cristã.

Denota perplexidade confessar fé em Jesus Cristo e votar  em quem tem como ideologia o socialismo, que é a antítese do cristianismo, ou seja, são coisas que não se combinam, à vista do sentido surrealista, em que a mesma pessoa se declara cristã e votante em candidato da esquerda, que tem por invocação natural o antagonismo das ideologias, porquanto o socialismo não se concilia em nada com o cristianismo, havendo, parte daquele intolerância religiosa.

Há passagens bíblicas que mencionam que a ninguém é permitido servir a dois senhores, como nesse caso, em que a mesma pessoa diz que tem fé em Jesus Cristo, que é o mesmo que se dizer que é cristão, e, ao mesmo tempo, confessar que vota em anticristo, porque o candidato da esquerda é devoto do socialismo, conforme ele tem se posicionado em consonância com a filosofia de que trata o regime socialista, no qual se assentam práticas contrárias aos princípios cristãos.

São exemplos disso as práticas em favor do aborto, da criminalidade, da impunidade, da liberação das drogas, da ideologia de gênero, da intolerância religiosa, da destruição de imagens sagradas, da invasão de propriedades privadas, entre outras práticas abusivas e contrárias aos princípios cristãos e humanitários, em que se apascentam o sentimento de pacificação e harmonia em torno da elevação e da grandeza do homem.

É difícil se acreditar que, em pleno século XXI, quando o homem normal conseguiu evoluir a patamar com capacidade de discernimento sobre as coisas boas e os malefícios, ainda tenham pessoas em defesa de ideias tão antagônicas da realidade.

É inacreditável que a mesma pessoa seja capaz de aceitar como normal a crença, ao mesmo tempo, em Jesus Cristo, fonte de vida e amor, e no demônio, que é a inspiração das coisas desagradáveis e maléficas ao homem, conforme algumas práticas descritas acima, que fazem parte do ideário do socialismo, no sentido de se conformarem com condutas contrárias aos princípios humanitários, que são praticadas justamente por seguidores do candidato da esquerda, que tem se posicionado normalmente em consonância com elas, quando, na pior das hipóteses, elas nem são recriminadas como sendo práticas inaceitavelmente, como padrões de civilidade.

Enfim, indubitavelmente, há irreconciliável incoerência, quando alguém diz que é cristão e vota em anticristão, porque a ideologia socialista é originariamente contrária às coisas de Deus.

A confirmação dessa assertiva é que, nos países que adotam o nefasto regime socialista, o cristianismo não tem vida fácil, quando ele ainda funciona de forma precária, uma vez que os religiosos e os cristãos são normalmente perseguidos, presos e expulsos do país, como no caso do último exemplo ocorrido na Nicarágua, cujo presidente ditador é amigo e protegido do candidato da esquerda brasileira, esse mesmo que tem o apoio de pessoas que se dizem cristãs, porque cristãos de verdade nunca votam em anticristão.

Apelam-se por que os verdadeiros cristãos façam exame de consciência perante Jesus Cristo e evitem votar em candidato da ideologia socialista, como forma de não incorrerem em pecado mortal.

Brasília, em  24 de outubro de 2022