quarta-feira, 24 de julho de 2024

Eleições americanas

 

A desistência à reeleição do presidente norte-americano pode contribuir para mudar os destinos do país do tio Sam e quiçá do mundo, uma vez que havia enorme incerteza quanto às condições de saúde dele, se imaginando, por isso, que o candidato republicano de oposição a ele já se aproximava da Casa Branca, muito comodamente.

A aludida decisão abre a possibilidade para a inclusão de novo candidato democrata com reais condições de debate de ideias que o atual presidente já tinha deixado à margem, quando isso ficou demonstrado no debate realizado com o seu opositor, onde ele se mostrou completamente alheio à realidade, em termos de conectividade dos assuntos políticos da atualidade.

Os analistas políticos não tinham dúvidas de que a eleição do republicano para a Presidência dos Estados Unidos já era favas contadas, na disputa com o atual presidente daquele país, no mês de novembro vindouro.

Não obstante, é sempre difícil se prever os resultados das urnas, principalmente naquele país, quando a escolha é feita por meio do Colégio Eleitoral, cujo processo é bastante curioso e complexo, em que o candidato vencedor de determinado estado ganha os votos de todos os delegados, mesmo que o candidato derrotado vença na votação popular.

Ou seja, pouco importa a vontade soberana do povo, porque prevalece a vontade do Colégio Eleitoral, precisando de muita democracia para se entender tanta complicação, em termos eleitorais.

Essa incrível distorção eleitoral só acontece nos Estados Unidos, que nem existe Justiça Eleitoral por lá, onde os estados, cada qual, organizam as eleições, segundo os seus costumes, tradições e legislação.

Sabe-se que, a princípio, o Colégio Eleitoral daquele país foi criado com a finalidade precípua de defender as suas instituições e garantir que tão somente as pessoas honradas e qualificadas pudessem concorrer à Presidência do país, mas isso, a rigor, não vem sendo observado, quando a qualidade dos presidentes norte-americanos não vem sendo garantida, à luz da intenção originária.

É o caso do atual candidato republicano, que é fenômeno na mídia e milionário, que nunca mostrou o extrato da sua declaração de Imposto de Renda, já tendo sido punido por esse comportamento, mas continua a desrespeitar decisões judiciais, tendo ainda a pachorra de frequentar tribunais fazendo ironia com os juízes.

Quando ele saiu da Casa Branca, levou documentos secretos para a sua casa, na Flórida, e nada aconteceu de penalidade aplicada a ele. 

Em que pese seus arroubos contra os princípios do bom senso e da sensibilidade, ele é o mais importante líder da extrema-direita mundial, sempre aplaudido por seus atos, mesmo que contrariem à racionalidade.

Convém que seja notada a importante característica da política dos Estados Unidos, como país que não existe partido com cunho comunista, cujo regime foi duramente perseguido durante a Guerra Fria, cujo partido foi colocado na ilegalidade no ano de 1954.

Naquele país sequer há o socialismo democrático, ao estilo europeu, mas existe o Partido Democrata, que tem tendência de centro, enquanto o Partido Republicano vem se posicionando como de direita conservadora.

A vice-presidente dos Estados Unidos poderá herdar o espólio do presidente, inclusive a estrutura de campanha e as doações financeiras, que são essenciais na caminhada eleitoral norte-americana, cabendo a ela mostrar competência para enfrentar o candidato republicano.

Antes da renúncia à reeleição, um candidato era considerado completamente inapto, por razões de saúde, enquanto o outro é considerado culpado por crimes diversos, cujo quadro indicaria, por meio de pesquisas de preferência de votos, que muitos eleitores estavam decidindo não votar em nenhum dos dois.

Agora pode surgir a simpatia por novo candidato, a depender do carisma dele, principalmente se ele agregar qualidades que justifiquem equilíbrio emocional, competência e principalmente sensibilidade para presidir o país que ainda é considerado o centro das atenções mundiais, em termos políticos e econômicos.

No Brasil, cria-se enorme expectativa sobre a possível vitória do candidato republicano, que já era quase certa se o candidato natural não tivesse desistido do próximo pleito eleitoral, caso em que já era enorme a antecipada excitação dos direitistas nacionais, na tentativa de saírem às ruas com seus bordões ufanistas contra a nefasta esquerda.

Enfim, ressurge a esperança de que apareça candidato democrata revestido de bastante equilíbrio e sensibilidade para as importantes responsabilidades não somente norte-americanas, mas também mundiais, uma vez que o globo ainda é controlado por essa potência, que merece ser comandada por político com capacidade de compreender a complexidade e a engenhosidade do mundo moderno.

A verdade é que toda essa extraordinária responsabilidade é colocada sob dependência  da competência do candidato democrata, tendo em vista que, se ele fracassar, o insensato e arrogante candidato republicano terá amplas e escancaradas avenidas para a destruição não apenas dos Estados Unidos da América, mas também do resto do mundo. 

Brasília, em 24 de julho de 2024

terça-feira, 23 de julho de 2024

Esperança de vida!

            Em vídeo que circula nas redes sociais, uma pessoa anuncia que a cúpula do governo venezuelano estaria à procura de asilo seguro, evidentemente sob as garantias da preservação não somente e principalmente das vidas, mas também das riquezas acumuladas durante os longos anos de ferrenha e traumática ditadura, quando as riquezas da nação foram desviadas para paraísos fiscais, na esperança do usufruto depois da monstruosidade deixar a Venezuela e o seu povo mergulhados no inferno da miséria e do infortúnio.

De certa forma, não se tem nenhuma garantia de que essa maravilhosa notícia seja plausível, com fundo de verdade, mas há algo importante que pode estar se desenrolando de agradável naquele país, ante a informação segundo a qual a intenção sobre a preferência de votos, para a eleição presidencial que se realizará no próximo domingo, indica que o candidato da oposição lidera o pleito pertinente com aproximadamente 59% dos eleitores, enquanto o ditador candidato à reeleição teria apenas 24% dos votos, vislumbrando a existência de algo preocupante para a imunda quadrilha organizada que domina o poder na Venezuela.

A princípio, parece que os eleitores venezuelanos se conscientizaram sobre a premência da necessidade de pôr essa corja de bandidos, inclusive as Forças Armadas, para o devido e merecido lugar que ela faz jus, qual seja, a prisão ou até mesmo o paredão ou ainda o castigo da forme, que foi o horroroso tratamento dispensado por ela aos indefesos venezuelanos, que, se tiverem juízo e vergonha na cara, podem julgar com o voto toda maldade disseminada contra o povo.  

Em resposta à indagação feita na mensagem constante do vídeo, sobre o que as pessoas acham quanto ao aparente desespero dos brutamontes ditadores que ainda estão no poder, naquele país, eu digo que essa excelente notícia seria verdadeiro presente celestial, em que um país e o povo estariam à porta da salvação da pior desgraça já imposta à Venezuela, que fora visivelmente castigada com o dilúvio da terrível maldade, em todas as suas piores e violentas formas, tendo a capacidade de destruição e infortúnio da sociedade daquela nação, que se encontra extremamente debilitada e desestruturada.

Convém que os deuses da verdade e da bondade contribuam para que notícia maravilhosamente alvissareira como essa se torne verdadeira, porque isso teria a força de uma bomba de toneladas de bondade em benefício para a nação e o povo maltratados pela selvageria da tirania insana, que vem abusando da violência contra o povo indefeso e escravizado, há bastante tempo, que agora pode resolver essa trágica situação, caso as urnas venezuelanas não sejam fraudadas pelo sistema ditatorial predominante naquele país.

A propósito, o ditador-mor, que é candidato à reeleição já prometeu “banho de sangue”, caso ele seja derrotado, nas urnas, dando a entender, de antemão, que ele não aceita o resultado da vontade dos eleitores caso houvesse remotamente lisura no processo eleitoral, que é bastante duvidoso, ante a falta de honestidade do sistema tirânico predominante na Venezuela.

Enfim, não custa nada a fervorosa torcida para que o pleito eleitoral pertinente transcorra em ambiente de normalidade, vale dizer, em respeito aos ditames da regularidade, e que a notícia relatada no vídeo venha a se concretizar, o mais rapidamente possível, com a saída do governo ditatorial e também da Venezuela desses monstros abomináveis, para o bem não somente da população daquele país, mas também da humanidade, que merecem o aconchego da tranquilidade e da paz.

Com absoluta certeza, os venezuelanos podem contar com o desejo e o apoio dos brasileiros honrados para que o bem e a paz voltem a imperar na Venezuela, cujo povo bem merece viver em clima de sossego e de bastantes segurança e paz.

Brasília, em 23 de julho de 2024

segunda-feira, 22 de julho de 2024

A renúncia

 

Diante de fortes pressões por parte do Partido Democrata, exigindo a saída dele, o presidente dos Estados dos Estados Unidos da América anunciou que não será mais candidato à reeleição.

A intensa pressão interna dos democratas começou logo após o desastroso desempenho do presidente no debate realizado contra o candidato republicano, quando ele demonstrou desequilíbrio de raciocínio, que dificilmente conseguia concatenar uma frase completa,  com coerência.

Ele reconheceu a precariedade do seu estado de saúde, ao afirmar: "Acredito que é o melhor para o meu partido e para o meu país que eu desista e me concentre apenas em completar meus deveres como presidente pelo restante do meu mandato".

As lideranças do Partido Democrata, no Congresso, elogiaram a decisão do presidente, afirmando, uma das quais, que ele "mais uma vez colocou seu país, seu partido, e nosso futuro em primeiro lugar" e outra: "Joe, hoje mostra que você é um verdadeiro patriota e um grande americano", enquanto outras a endossaram.

Uma deputada democrata disse que "Deus abençoou a América com a grandiosidade e a bondade de Joe Biden".

Assessores do candidato republicano aproveitaram o ensejo para alfinetar o presidente norte-americano, dizendo que "Joe Biden não pode sair de uma campanha para presidente porque ele é mentalmente incompetente demais e ainda permanecer na Casa Branca. A pergunta então para Kamala Harris é simples: sabendo que Joe Biden se retirou da campanha por causa de sua condição em rápida deterioração, Harris acredita que o povo da América está seguro com Joe Biden na Casa Branca por mais seis meses?"

O anúncio em apreço vem em momento extremamente difícil para o presidente, em que as pesquisas de intenção de voto o colocavam bem atrás do candidato republicano, em estados-chave para as pretensões dele, tornando bem remotas as chances de vitória do democrata.

O certo mesmo é que existiam inúmeros questionamentos sobre a viabilidade eleitoral e a capacidade de o presidente exercer novo mandato, em razão da sua idade avançada e das dificuldades de ele se expressar coerentemente, ocorreram praticamente ao longo do seu mandato, diante de cenas de tropeços, especialmente quedas no chão durante cerimônias públicas, que evidenciavam normal questionamento sobre a integridade física dele.

Nas últimas semanas, tornaram se frequentes as situações em que o presidente parecia desorientado ou com dificuldade de falar, levando à conclusão de que era recomendável o urgente afastamento dele do párea presidencial.

Não resta a menor dúvida de que a decisão do presidente norte-americano apenas ressoa como a mais acertada, no momento em que todas as evidências são no sentido de que as suas condições físicas e mentais se encontram desgastadas em relação à normalidade compatível com a relevância do principal cargo mundial, que exige perfeição de todas as atividades funcionais do ser humano, algo visivelmente inexistente nele.

É lamentável que o presidente não tenha reconhecido, de moto-próprio, a sua precariedade estrutural para o enfrentamento dos importantes encargos presidenciais, quando foi preciso que houvesse praticamente ferrenha campanha interna do Partido Democrata para que ele resolvesse se afastar da reeleição, diante da visível impossibilidade da sua continuidade como candidato do partido, que colocaria em risco não somente os destinos da agremiação, mas também dos Estados Unidos.

Ou seja, não fossem as pressões dos partidários, ele teria continuado na disputa eleitoral, mesmo sabendo que não teria condições necessárias para o enfrentamento inerentes aos trancos da campanha, além de tudo indicar que ele já demonstrava precariedades para governar tão enorme país, que exige saúde mais do que robusta.

A desistência em tela mostra a importância de o povo precisar agir para mostrar aos políticos incompetentes, irresponsáveis e insensatos que é preciso se avaliar, sempre e sobretudo, a relevância dos valores e da grandeza da nação, que tem prevalência sobre os interesses político-partidários.

É evidente que a decisão inteligente e seguramente necessária como a adotada pelo presidente norte-americano somente aconteceu em país evoluído e de princípios aprimorados como os Estados Unidos, que estão a ano-luz das republiquetas, em que o povo se submete passivamente ao comando desastrosos de políticos decadentes, em termos de moralidade, competência, sensibilidade, eficiência e responsabilidade, em claro prejuízo às finalidades públicas de satisfação do bem comum.

Na verdade, a renúncia do presidente norte-americano à reeleição serve de importante exemplo e até de alerta para os demais países, no sentido de que é preciso se prestigiar, de forma prioritária, os interesses nacionais e do povo, em detrimento das causas pessoais e partidárias, como assim fez o presidente norte-americano.

Urge que os brasileiros se conscientizem sobre a importância da avaliação sobre a necessidade de o Brasil ser comandado por pessoa capaz, que seja revestida das qualidades inerentes aos princípios da conduta ilibada e da idoneidade, exigidos na administração pública, porque isso demonstra respeito ao patriotismo e ao amor à integridade das causas maiores da nação.  

Brasília, em 22 de julho de 2024

domingo, 21 de julho de 2024

Indignidade

 

Um senador brasileiro da esquerda se manifestou em defesa do americano que tentou assassinar o candidato à Presidência dos Estados Unidos da América, inclusive dizendo que ele foi morto injustamente, posto que ele teria o direito de defesa.

Ao se solidarizar com doente mental atirador, o criminoso que foi abatido, depois de tentar assassinar o ex-presidente norte-americano, o político esquerdista brasileiro se qualifica como espécie odiosamente subumana, mostrando o quão ele é desprezível, indigno e repudiável, por defender bárbaro criminoso, sem o menor escrúpulo, além de demonstrar sentimento de clara  irracionalidade.

Convém notar que ele foi eleito para representar pessoas honradas, a quem merece correspondência em termos de dignidade e humanismo.

Trata-se de representante político completamente desprovido de sentimentos humanos, que não tem o menor pudor de desonrar, indignificar e manchar a imagem do Parlamento brasileiro, por ter nos seus quadros senador destituído da razão e da racionalidade.

À toda evidência, trata-se da mais degradante representação que o Congresso Nacional possa manter por delegação do voto popular, diante de manifestação da pior vileza e desprezo ao sentimento ao ser humano.

À vista da visível insensibilidade humana e de tamanha monstruosidade assumida por representante político, urge que os brasileiros se valorizem e se honrem por meio do seu voto, principal instrumento da democracia, evitando escolher para seu delegado no Parlamento gente desprezível e visivelmente insensível e desumana, que não tem o mínimo de escrúpulo em defender a insanidade de criminoso, uma vez que essa atitude demonstra índole incompatível com as atividades políticas, que exigem sensatez, sensibilidade, sentimento humanitário e principalmente respeito à dignidade humana.

Os eleitores desse parlamentar, em especial, têm a obrigação de repudiar a infeliz manifestação dele, exigindo que ele respeite as pessoas que votaram nele, tendo em conta que é absolutamente inadmissível e indigno o apoio dele a criminoso.

Brasília, em 21 de julho de 2024

sábado, 20 de julho de 2024

Feliz Dia do Amigo!

 

O meu carinho àqueles que me consideram meu amigo e minhas desculpas àqueles que, por qualquer circunstância, eu não consegui manter como amigos.

Isso, infelizmente, faz parte da vida, exatamente porque ninguém é perfeito, sem cometer deslize, porque este é próprio do ser humano.

O importante é que nós nos conhecemos e fomos amigos, enquanto a amizade fazia sentido para ambos.

Sim, fazer amigos é algo da maior importância para o ser humano, porque isso é essencial ao relacionamento social e mostra o sentimento mútuo e espontâneo das pessoas normais e inteligentes.

Agora, convenhamos, quando as amizades são deixadas no caminho, por motivos banais, muitos dos quais até mesmo por questões ideológicas, ver-se que se tratava de amizade muito mais por conveniência, uma vez que a verdadeira amizade é sempre incondicional e jamais termina por opinião ou por conta de sentimento filosófico, à vista do imperioso respeito à liberdade de expressão, que é própria das pessoas inteligentes e desenvolvidas, que entendem a grandeza intrínseca da amizade.

Prefiro respeitar as amizades verdadeiras, porque elas não se desmerecem por sentimentos ideológicos, posto que esses assuntos não se confundem, para o bem e a soberania da própria amizade.

Aos amigos que me prezam eu renovo o meu amor à sincera amizade.

Feliz Dia do Amigo!

Brasília, em 20 de julho de 2024

O perfil presidencial

 

O governador de Minas Gerais disse que o governador de São Paulo é o nome mais forte da direita para a Presidência da República, nas eleições de 2026, considerando a situação atual de inelegibilidade do último ex-presidente do país.

Aquele político disse que "Hoje, com certeza é o Tarcísio, pela relevância do estado de São Paulo. Algumas pesquisas já apontam o Tarcísio", ao responder em conversa com jornalistas.

Não obstante, o governador apontou inicialmente o principal líder da oposição como sendo o político com maior viabilidade para voltar a ocupar aquele cargo.

Em outra ocasião, o governador de Minas Gerais defendeu o ex-presidente do país, no episódio das joias presenteadas por autoridades estrangeiras, tendo dito que a Justiça brasileira precisa tratar todos de maneira isonômica.

Além do último ex-presidente, do governador de São Paulo, do próprio nome, ele também citou os nomes dos governadores de Goiás e do Paraná como opções para candidatura da direita, na próxima eleição presidencial.

Questionado por jornalistas sobre se gostaria de ser o candidato do bolsonarismo, nas próximas eleições, o governador mineiro disse que "se for para chegar lá de pés e mãos amarradas, eu prefiro que outro vá".

No início deste mês, o governador mineiro disse que poderia ser candidato a presidente do país caso o seu nome apareça como o mais viável entre aqueles que compõem seu grupo político.

Ele disse que "Nós, governadores de centro-direita, temos conversado muito, nos aproximado, e no que depender de mim apoiarei o nome que o grupo vier a analisar como o mais viável. Se for o meu, serei candidato".

Em outra ocasião, o governador mineiro não descartou disputar o pleito como candidato a vice-presidente, tendo negado a possibilidade de concorrer a cargo no Parlamento, quando afirmou que não tem perfil para o cargo.

À toda evidência, o nome aventado do governador de São Paulo já devia ter sido indicado à Presidência da República no último pleito, à vista não somente da sua sobeja capacidade administrativa, a par de ser pessoa extremamente dotada de princípios de civilidade, educação, diplomacia, decência e cidadania, inerentes à liturgia do cargo de estadista moderno, em absoluta sintonia a dignidade com a relevância do principal cargo da República.

Não há a menor dúvida de que a ausência dos citados princípios teria sido a principal causa da flagrante derrocada do candidato à reeleição, que decidiu, de maneira insana, desequilibrada e injustificada, travar disputa política por coisa alguma com membros de outro poder da República, em acirrada e brutal luta com crítica infundadas e violentas agressões próprias de pessoas incivilizadas e ignorantes, que levaram à desgraça do Brasil.

Como consequência da gestão desastrada, bastante comprometida com o desvio da finalidade inerente à realização exclusivamente do bem comum, sem necessidade da criação de atritos entre poderes, como aconteceu de fato e isso é notório, surgiu o famigerado sistema, que decidiu afastar do poder pessoa que se tornou visivelmente insuportável ao convívio com integrantes da corte maior do país, que tudo fizeram para eleger o candidato escolhido, criado à feição dos seus propósitos, que tudo foi feito segundo os planejamentos deles, que tinham competência para subjugar a situação de então e dominá-la, conforme mostra a história.

A verdade é que, caso o governador de São Paulo tivesse sido candidato à Presidência do país, no último pleito, jamais havia disputa de absolutamente nada, ante a sua índole de harmonia, de diálogo e diplomacia, que certamente nunca procuraria agredir nem discutir com ninguém, na certeza ainda de que as questões político-administrativas teria sido resolvidas por meio do caminho recomendado, a exemplo das urnas eletrônicas, que ele teria tido a iniciativa de enviar projeto de lei ao poder pertinente, para saná-las, sem precisar se indispor com autoridades de outro poder.

Como visto, qualquer outro candidato, com o mínimo de bom senso, sensibilidade e racionalidade, teria evitado o caos que o Brasil se encontra na atualidade, posto que jamais teria existido o sistema que colocou no poder pessoa desqualificada e incompetente, como também não teriam os abusos de autoridade e arbitrariedades em decisões inconstitucionais.

Ou seja, o Brasil seria totalmente diferente do que é hoje, visto que a gestão teria sido em perfeita normalidade, sem estupidez nem ignorância, a ponto de desestabilizar as estruturas funcionais.

Os brasileiros precisam, com urgência, se conscientizar sobre a necessidade de se avaliar, de forma ponderada, as qualidades do seu representante político, sob os atributos essenciais da competência, da sensibilidade, da sensatez, do respeito à dignidade humana, além da priorização dos valores e dos interesses nacionais, principalmente na compreensão de que seus atos podem resultar em verdadeiro desastre para o Brasil, como no caso da disputa inglória acontecida entre o último presidente do país e membros de outro poder da República, por disputa do nada.

Não fosse tamanha e desastrada insensatez, certamente que o Brasil não estaria mergulhado no verdadeiro mar de incompetência e de atos arbitrários e dissonantes com os princípios democráticos e republicanos, sendo essa a deplorável realidade, que ninguém tem a dignidade para assumir a culpa e a responsabilidade pelos monumentais prejuízos causados aos interesses do país, sendo todos os atos insanos foram aceitos normalmente pelos igualmente desajustados brasileiros, que se calaram diante dos gigantescos e monstruosos erros praticados contra os valores e a grandeza do Brasil.

Há que se notar que, em país com o mínimo de seriedade e evolução, em termos políticos e democráticos, os fatos supramencionados são passíveis de censura e protesto por parte da sociedade, na forma de se exigir, com a devida veemência, que o dirigente se comporte nos exatos limites da dignidade prevista na cartilha do estadista de verdade, sob a obrigação de respeitar, sobretudo, os supremos valores referentes à relevância do principal cargo da nação, que precisa servir de modelo de eficiência, competência e responsabilidade perante a população.  

A esperança dos brasileiros é a de que os políticos influentes percam o despudor pelo aproveitamento das benesses do poder e se voltem exclusivamente às ricas finalidades  da política, no sentido de valorização de si mesmo com o trabalho em defesa do interesse público.

Nessas condições, os representantes políticos precisam ser escolhidos por seus atributos de competência, sensibilidade política, racionalidade e fundamentalmente princípios republicanos.

Enfim, parece absolutamente correta a avaliação do governador de Minas Gerais, no sentido de considerar o governador de São Paulo como lídimo candidato à Presidência da República, no próximo pleito, independentemente de qualquer condição ou elemento preponderante, de vez que ele reúne, como nenhum outro político da atualidade, todos os requisitos essenciais inerentes ao mais importante cargo do país, de quem se deve exigir competência, perspicácia, inteligência, ponderação, eficiência, diplomacia, eficiência e responsabilidade, entre outros requisitos indispensáveis ao bom desempenho dessa importante função.

Brasília, em 20 de julho de 2024

sexta-feira, 19 de julho de 2024

Eleição limpa?

              Os ventos eleitorais que estão vindo da Venezuela anunciam que a campanha eleitoral desenvolvida por lá saiu completamente dos trilhos da normalidade, à vista de ameaças de violência, por parte do ditador do país, que disse, em comício, que a sua eventual derrota, na eleição presidencial, marcada para o próximo dia 28, “poderia desencadear uma guerra civil no país.”. 

O tirano venezuelano afirmou que "O destino da Venezuela, no século 21, depende da nossa vitória em 28 de julho. Se não querem que a Venezuela caia em um banho de sangue, em uma guerra civil fratricida, produto dos fascistas, vamos garantir o maior êxito, a maior vitória da história eleitoral do nosso povo".

O líder do regime socialista venezuelano, que aparece em desvantagem nas pesquisas de opinião de voto, aparentemente sem a menor justificativa, enquanto busca o terceiro mandato de seis anos, vem subindo o tom de seus discursos ameaçadores, nos últimos dias, a exemplo do que já havia feito referência a uma guerra.

O ditador foi bastante franco, ao afirmar, em comício, que "Em 28 de julho se decide entre guerra ou paz, guarimba (tipo de protesto com barricadas usado pela oposição) ou tranquilidade, projeto de pátria ou colônia, democracia ou fascismo. Estão preparados? Estão preparadas? Eu estou preparado. Tenho amor pela Venezuela, tenho experiência, não tenho medo nem do demônio. Deus vem comigo".

Como se vê, com muita clareza, o clima da campanha eleitoral esquentou de vez, especialmente por parte do governo, que parece temer perder o pleito, à vista das intenções de voto demonstradas por meio de pesquisas, no sentido de que o principal adversário do ditador leva alguma vantagem na pesquisa de intenção de voto e isso tem conseguido tirar o sono do candidato brutamonte.

A verdade é que as vitórias dele, nos pleitos anteriores, também davam ligeira vantagem para candidatos da oposição, mas, também de costume, o candidato do governo sempre é consagrado vencedor e isso faz parte do jogo político naquele país, em que o sistema tem o poder de decidir para o lado que ameaça explodir o país, caso perda a eleição.

Certamente que, desta feita, o esquema já foi preparado, em que o ditador inventa banho de sangue e até guerra civil, como forma de “convencer” a regularidade das urnas, evidentemente como fruto do temor do povo pelo resultado normal da consagração do ditador, como sendo pela “vontade” soberana do povo, por meio do voto.

Ou seja, é preciso que seja invertida a tendência da vontade do povo, sob o forte argumento de que a guerra não seria interessante para a Venezuela, como se isso fosse o principal argumento para justificar a mudança nas urnas, que, sabidamente, decidem soberanamente com base no poder de quem controla o resultado eleitoral, que também tem o poder de proclamar o candidato vitorioso.

Na verdade, naquele país e onde prevalecer o nefasto regime socialista/comunista, o povo se presta como mera massa de manobra, para servir exclusivamente para dar suporte legal aos resultados manipulados pelo próprio governo, que proclama, no caso sob exame, o candidato ditador eleito, pasmem, pela “lidima e soberana vontade do povo”.

Enfim, compreende-se que, enquanto o poder estiver nas mãos do governo da tirania, jamais a democracia terá condições de eleger, de forma juridicamente limpa, as eleições em quaisquer países do mundo, infelizmente, porque é assim que funciona o regime da irracionalidade democrática.   

            Brasília, em 19 de julho de 2024