A mídia anuncia que o senador investigado sobre seu envolvimento no
escândalo do Branco Master renunciou à liderança do governo junto ao Senado
Federal.
Que vergonha para os brasileiros em terem como representante político
pessoa com característica de indignidade, desonestidade e desmoralização
encarnadas por seus atos de indiscutível indecência, por conta da suspeita do
seu envolvimento em escândalo de corrupção, fruto do recebimento de propinas,
que tem como consequência tão somente o afastamento do cargo de líder do
governo junto ao Senado Federal.
A gravidade da nódoa criminal é da maior expressão que deveria
repercutir também e imediatamente na perda do mandado senatorial, porque o seu
titular não é mais digno do merecimento da mínima confiança de representar
sequer a própria pessoa, por ter se tornado indigno na vida pública.
A verdade é que o efeito maléfico da sua desonra reflete quanto mais
ainda perante a honra do eleitor e do povo que acreditaram na sua inexistente honestidade,
que pode nunca ter existido, porque a desonestidade faz parte da vida do
político insignificante, que despreza os salutares princípios exigidos na vida
pública, no que se refere à dignidade, à honestidade e à moralidade.
Trata-se da mais lamentável lição de desprezo aos princípios da honra e
da decência de significância tal que o político não tem mais a mínima condição
moral de ocupar qualquer cargo público eletivo, em nome do povo, porque este
foi direta e completamente afrontado com o desvio de conduta institucional do
senador, conforme mostram os fatos.
Convém que os baianos tenham dignidade para exigir a imediata devolução
do cargo de senador ocupado ilegitimamente por pessoa visivelmente desonesta e
indigna.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 25 de junho de 2026
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