A verdade é muito cristalina quando se fica ou se adere ao amor, em
preferência à leveza da alma, a purificação da vida e a certeza da
tranquilidade do espírito, diante do desprendimento das amarras restritivas das
liberdades inerentes às maravilhas do bem viver, que não condiz em nada com o
monstruoso sentimento do ódio, que não é somente insuportável ônus, mas o
fechamento de todas as possibilidades da abertura das comportas do bem viver,
na companhia do amor.
Quando se abre mão espontaneamente do ódio, é natural o surgimento e o
resplandecer da verdadeira vida, para dar lugar ao amor, que é sinônimo de
reviver e do reflorescer das melhores perspectivas sobre o aproveitamento do
viver verdadeiramente.
Não à toa que o triunfo dos grandes homens somente prosperou com o
emprego da magia do amor, como fonte inspiradora para todos os seus importantes
projetos.
Ao contrário disso, as pessoas fracassadas se sustentam no ódio como
arma de perseguição e desvio do bem.
Enfim, quem decide pelo amor, caminha na paz do espírito e na companhia do melhor sentimento ensejador da realização do bem de si e no do seu próximo, segundo o desejo de grandeza que faz sentido o bom viver em harmonia com a paz espiritual.
Brasília, em 9 de junho de 2026
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