terça-feira, 30 de junho de 2026

O amor

 

A verdade é muito cristalina quando se fica ou se adere ao amor, em preferência à leveza da alma, a purificação da vida e a certeza da tranquilidade do espírito, diante do desprendimento das amarras restritivas das liberdades inerentes às maravilhas do bem viver, que não condiz em nada com o monstruoso sentimento do ódio, que não é somente insuportável ônus, mas o fechamento de todas as possibilidades da abertura das comportas do bem viver, na companhia do amor.

Quando se abre mão espontaneamente do ódio, é natural o surgimento e o resplandecer da verdadeira vida, para dar lugar ao amor, que é sinônimo de reviver e do reflorescer das melhores perspectivas sobre o aproveitamento do viver verdadeiramente.

Não à toa que o triunfo dos grandes homens somente prosperou com o emprego da magia do amor, como fonte inspiradora para todos os seus importantes projetos.

Ao contrário disso, as pessoas fracassadas se sustentam no ódio como arma de perseguição e desvio do bem.

Enfim, quem decide pelo amor, caminha na paz do espírito e na companhia do melhor sentimento ensejador da realização do bem de si e no do seu próximo, segundo o desejo de grandeza que faz sentido o bom viver em harmonia com a paz espiritual. 

Brasília, em 9 de junho de 2026

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