Em importante reportagem, alguém faz maravilhoso histórico sobre o
surgimento de várias igrejas, a partir da Igreja Católica, mostrando a sua
evolução a partir das divergências havidas por parte de grandes filosóficos
católicos, que normalmente se sentiam insatisfeitos com a teoria
fundamentalista da igreja de Jesus Cristo.
É bastante curioso que essa miscelânea de interpretações dos homens
sobre a espiritualidade religiosa, tudo no mais altíssimo requinte de
inteligência espiritual, se volta para a tentativa da definição e identificação
do exato sentido da existência de Deus, que, de tão misterioso que tem sido a
sua existência, se mostra passível de estudos e pesquisas sobre o seu
verdadeiro sentido espiritual.
É evidente que a sucessiva instituição de igrejas, inclusive as da linha
evangélica, a partir daquela fundamentada na vontade mentalizada por Jesus
Cristo, representada pela Igreja Católica, nada mais é do que o esforço e a
tentativa dos religiosos de altíssima intelectualidade de se encontrar a
pacificação sobre quem é realmente Deus, obviamente dando clara ideia de que o
seu mistério sempre foi desconhecido, além de ser infinito.
A verdade é que, quanto mais se tentem decifrar os mistérios de Deus, maiores são as profundezas sobre a sua verdadeira existência e os seus mistérios, suscitando, com isso, ainda a criação de muitas outras igrejas e certamente nunca ninguém terá o privilégio e a primazia de descobri-Lo, por completo, diante da gigantesca especificidade da sua supremacia religiosa e espiritual, que nunca poderá ser totalmente interpretada pelos homens, que hão de se esforçar ao máximo, mas tudo resultará em vão, diante do poderoso e infinito mistério da existência divina.
Brasília, em 6 de junho de 2026
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