A diferença entre princípios de civilidade/evolução e
humanitária/iluminismo de consciência e ignorância/regressão social/trevas de
pensamento chama-se ideologia política.
De um lado tem-se a ideia de que o bem da sociedade somente se
materializa por meio do emprego dos salutares princípios, com a defesa da
integridade dos valores e da grandeza inerentes ao ser humano, com a
implantação de medidas de fortalecimento da família, da pátria e dos
ensinamentos que possam consolidar as esteiras da dignidade humana.
Enquanto a ideologia da degeneração condiz naturalmente, sem nenhum
escrúpulo, com a intransigência da defesa de princípios inerentes à degradação
da dignidade humana, como o aberto, a ideologia de gênero, a cumplicidade com a
criminalidade, a banalização da violência, a agressão à religiosidade e aos
símbolos sagrados, entre tantas malignidades próprias e evidenciadas na prática
por seus seguidores, conforme mostram os fatos da história política brasileira.
Esse diferencial, por mais horroroso que possa parecer, é realidade
insofismável, mas, mesmo dessa forma, há legião de mentes insensatas que
entende que isso ainda é o melhor para as suas consciências políticas, no
sentido de quanto pior a situação social e política, melhor para a sociedade.
À toda evidência, é essa a realidade da situação política brasileira, em
que as ideologias cuidaram de separar o joio do trigo, tendo como prevalência o
pior sentimento filosófico imaginado para a nação chamada Brasil, que,
infelizmente, atravessa o seu ciclo de influência maligna e perversa para os
verdadeiros brasileiros, que são obrigados a conviver com a indecência, a falta
de escrúpulos, a incompetência e a regressão de todos os princípios de
benignidade facultados à humanidade evoluída.
De nada adianta se estrebuchar contra a realidade brasileira, conquanto
reste apenas o caminho da recuperação, se isso ainda seja possível, da
dignidade perdido por muitos brasileiros que optaram conscientemente para a
ideologia da perdição e da regressão social.
Apelam-se por que os brasileiros reflitam, com urgência, sobre a
importância da sua dignidade e da grandeza do Brasil, no sentido somente
votarem em políticos que pensem efetivamente na imediata moralização dos
princípios da competência, da dignidade, da moralidade e principalmente do
desenvolvimento socioeconômico.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 2 de junho de 2026
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