Depois do jogo entre as seleções brasileira e japonesa de futebol, o técnico
do Japão disse que “É realmente muito frustrante termos que encerrar nossa
participação na competição aqui. Mas os jogadores deram tudo de si nesta
partida e, até chegarmos a este momento, valorizaram o processo todos os dias e
trabalharam com enorme dedicação. A comissão técnica e toda a equipe de apoio
também foram extremamente dedicadas durante toda essa caminhada. Fizemos tudo o
que estava ao nosso alcance”.
Não existe nada de frustrante coisa alguma, porque o que os jogadores
japoneses fizeram, de tudo que estava ao seu alcance, foram inferiores ao que
fizeram os jogadores e a comissão técnica do Brasil, que mereceram os louros da
vitória.
Possivelmente teria sido realmente frustrante, mas, sim, para a seleção
brasileira, se tivesse perdido, por ter sido reconhecida que melhor jogou o
tempo todo, se não tivesse vencido a partida em que o Japão optou pelo
acovardamento do antijogo de se recolher em ferrolho, na retaguarda, que é
direito de assim proceder, à vista da possível tática de jogo.
Na verdade, isso mostra que seria muito mais frustrante a prática do
antijogo e ainda assim ter o merecimento de ganhar de quem pôs o melhor do
futebol em campo, conforme assim foi reconhecido pelos especialistas do futebol.
É frustrante a falta de sinceridade do técnico japonês, que optou pelo antijogo
da retranca, em autêntica humilhação à raça e à fibra dos famosos samurais, com
a prática do acovardamento do futebol de vazia, para tentar garantir o placar, mas
ainda vem com essa conversa mole de terem feito o melhor possível do futebol?
Na realidade, faltou coragem para esse profissional assumir a verdade e
reconhecer que ganhou a melhor seleção, que sempre esteve em campo empenhada em
mostrar o melhor do futebol arte, tendo conseguido impor, no jogo bem praticado,
a força do futebol arte brasileiro, que impôs competência exigida e necessária
para a superação do antijogo praticado por quem não teve a dignidade de aceitar
a derrota com a cabeça erguida, negando a grandeza própria dos nipônicos.
Salve a bravura dos heróis jogadores brasileiros, que mostraram a
grandeza e a nobreza do tradicional futebol verde e amarelo.
Brasília, em 30 de junho de 2026
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