terça-feira, 30 de junho de 2026

Culpa conjunta

 Uma parlamentar norte-americana aponta o dedo para a maior corte do Brasil e diz que ali tem autoridade que pratica abuso em prejuízo dos interesses da sociedade.

Ao que tudo indica, a parlamentar norte-americana foi mal-informada sobre a real situação do que se passa no país das “maravilhas” tropicais.

Não é totalmente verdade a existência de único totalitário onde ela diz que há um com essa índole malévola.

Ali, no local dito por ela, se decide em forma de colegiado, fato esse que implica à ilação automática de que todos os integrantes desse órgão são igualmente solidários nas decisões adotadas por um deles, por consequência do dever institucionalizado, em que as sentenças têm o sinete de todos que compõem o poderoso organismo.

É evidente que isso não diminui em nada a autoria nem a autoridade dos atos liderados por seu principal mentor, mas a eficácia deles é afiançada e assegurada por todos aqueles que formam a maioria no respaldo das ações adotadas por aquele.

Talvez a finalidade da exposição ruidosa feita pela congressista americana tenha sido a de veemência condenação por abusos de autoridade, como se se deduzir normalmente.

Nesse caso, que isso seja feito com a devida justiça, contemplando igualmente, por inteira justiça, todos aqueles que têm participação indireta, porém efetiva, nas questionadas decisões prejudiciais aos interesses da sociedade.

Enfim, embora seja incompleta e não totalmente correta, a crítica em apreço, ela tem a importância de denunciar ao mundo que tem muita coisa errada no reino tupiniquim e que compete a nós brasileiros envidar urgentes esforços para neutralizá-la e implantar medidas com as correções necessárias ao rumo da civilização.

Acorda, Brasil!

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            Brasília, em 6 de junho de 2026

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