Uma parlamentar norte-americana aponta o dedo para a maior corte do Brasil e diz que ali tem autoridade que pratica abuso em prejuízo dos interesses da sociedade.
Ao que tudo indica, a parlamentar norte-americana foi mal-informada
sobre a real situação do que se passa no país das “maravilhas” tropicais.
Não é totalmente verdade a existência de único totalitário onde ela diz
que há um com essa índole malévola.
Ali, no local dito por ela, se decide em forma de colegiado, fato esse
que implica à ilação automática de que todos os integrantes desse órgão são
igualmente solidários nas decisões adotadas por um deles, por consequência do
dever institucionalizado, em que as sentenças têm o sinete de todos que compõem
o poderoso organismo.
É evidente que isso não diminui em nada a autoria nem a autoridade dos
atos liderados por seu principal mentor, mas a eficácia deles é afiançada e
assegurada por todos aqueles que formam a maioria no respaldo das ações
adotadas por aquele.
Talvez a finalidade da exposição ruidosa feita pela congressista
americana tenha sido a de veemência condenação por abusos de autoridade, como
se se deduzir normalmente.
Nesse caso, que isso seja feito com a devida justiça, contemplando
igualmente, por inteira justiça, todos aqueles que têm participação indireta,
porém efetiva, nas questionadas decisões prejudiciais aos interesses da
sociedade.
Enfim, embora seja incompleta e não totalmente correta, a crítica em
apreço, ela tem a importância de denunciar ao mundo que tem muita coisa errada
no reino tupiniquim e que compete a nós brasileiros envidar urgentes esforços
para neutralizá-la e implantar medidas com as correções necessárias ao rumo da
civilização.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 6 de junho de 2026
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