terça-feira, 30 de junho de 2026

Contra as cotas

 Uma pessoa mostra indignação diante do questionamento sobre o emprego de cotas na residência médica de importante hospital de São Paulo, que que, ao contrário, estaria privilegiando a qualidade na especialização de seus profissionais.

Esse critério que tem por base situação de raça, sexo, origem etc., estalecido por norma jurídica, extrapolou todos os parâmetros de razoabilidade e sensatez, exatamente porque inexiste liame de compatibilidade com a realidade.

Trata-se de verdadeira aberração inventada pela imaginação mais medíocre abortada pelas trevas, para a imposição de medidas absolutistas e extravagantes, para satisfazer minoria de incompetentes que são declaradamente incapazes de galgar qualquer posição por meios próprios, em clara demonstração de incompetência, despreparo e ignorância.

Isso só demonstra o grau da mentalidade vazia daqueles insensatos que contribuíram afirmativamente para tamanha degradação dos princípios do mérito e da eficiência.

Não se venham alegar qualquer forma de discriminação por situação de oposição à anarquia aos bons e salutares princípios da melhor qualificação do ser humano, pois o instituto questionado tem o condão de estabelecer padrão de mediocridade e deformidade àqueles que fazem parte desse arcabouço de depravação da moralidade e da seriedade dos conceitos da dignidade humana.

Infelizmente, essa triste realidade foi imposta grotescamente pelo próprio homem, que não se envergonha da sua medíocre contribuição à própria insignificância.

Resta aos brasileiros do bem protestarem, com veemência, contra verdadeira regressão à dignidade humana, cada vez que há apelo ao emprego das recrimináveis cotas raciais.

            Brasília, em 10 de junho de 2026

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