Uma pessoa mostra indignação diante do questionamento sobre o emprego de cotas na residência médica de importante hospital de São Paulo, que que, ao contrário, estaria privilegiando a qualidade na especialização de seus profissionais.
Esse critério que tem por base situação de raça, sexo, origem etc.,
estalecido por norma jurídica, extrapolou todos os parâmetros de razoabilidade
e sensatez, exatamente porque inexiste liame de compatibilidade com a
realidade.
Trata-se de verdadeira aberração inventada pela imaginação mais medíocre
abortada pelas trevas, para a imposição de medidas absolutistas e
extravagantes, para satisfazer minoria de incompetentes que são declaradamente
incapazes de galgar qualquer posição por meios próprios, em clara demonstração
de incompetência, despreparo e ignorância.
Isso só demonstra o grau da mentalidade vazia daqueles insensatos que
contribuíram afirmativamente para tamanha degradação dos princípios do mérito e
da eficiência.
Não se venham alegar qualquer forma de discriminação por situação de
oposição à anarquia aos bons e salutares princípios da melhor qualificação do
ser humano, pois o instituto questionado tem o condão de estabelecer padrão de
mediocridade e deformidade àqueles que fazem parte desse arcabouço de
depravação da moralidade e da seriedade dos conceitos da dignidade humana.
Infelizmente, essa triste realidade foi imposta grotescamente pelo
próprio homem, que não se envergonha da sua medíocre contribuição à própria
insignificância.
Resta aos brasileiros do bem protestarem, com veemência, contra
verdadeira regressão à dignidade humana, cada vez que há apelo ao emprego das
recrimináveis cotas raciais.
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