sábado, 6 de outubro de 2018

Verdadeiro desvio de conduta


Simpatizantes da esquerda divulgaram mensagem nas redes sociais, com teor emblemático, que parece mais algo com o misto de questionamentos, afirmações equivocadas e outras colocações completamente destoantes da seriedade, dando clara e segura impressão de mero desdém sobre a realidade de fatos que jamais deveria ter existido, diante do eles representam de indignidade para os brasileiros.
O referido texto tem a seguinte composição, in verbis:Se a corrupção começou com o PT: Por que o Brasil antes do PT sempre foi do terceiro mundo? Por que a maioria os meus pais e irmãos mais velhos nunca tiveram acesso ao ensino superior? Por que esse mar de favelas Brasil afora? Por que deixaram o Nordeste sem água e morrer de fome tantas pessoas e animais? Se a direita que é ‘Tão Honesta” manda no Brasil há mais de 500 anos, nunca roubou nada, por que nos privou de tantas coisas boas? Se não havia corrupção, então o que fizeram com o dinheiro ‘Que não foi roubado’?”.
Pelo que se percebe, as mazelas brasileiras, não importando quando nem onde elas aconteceram, teriam o condão de justificar os desacertos protagonizados por quem tinha o dever moral e legal para evita-los, como dá a entender a mensagem acima, muito bem defendida por distintas pessoas que merecem respeito, evidentemente que não seja por isso.
Porém, é muito triste que ainda haja pessoas que se conformam com a infeliz mentalidade de que erros praticados por outrem possam perfeitamente servir de justificativas para brutais deslizes de quem teria sido bem visto por parte dos brasileiros, dando a péssima impressão de que rouba, faz alguma coisa em beneficio social.
Felizmente que esse deplorável sentimento de banalização da corrupção com recursos públicos faz parte da índole de apenas parcela de brasileiros, que têm tido enorme dificuldade para compreender o real significado do que seja a decadência dos princípios de moralidade e dignidade na gestão pública e isso é tão verdadeiro que jamais eles teriam a indecência de ficar desdenhando do emprenho da outra parte dos brasileiros que clamam por moralidade na administração pública e punição exemplar aos aproveitadores dos recursos públicos. 
Espera-se que os brasileiros tenham dignidade e vergonha na cara para repudiar as mazelas, as precariedades e os desacertos cometidos por todos os políticos, independentemente de suas ideologias, sejam de direita, esquerda, cento ou qualquer posição filosófica, porque ninguém tem direito de praticar irregularidades contra a administração pública e simplesmente pensar que pode contar com o apoio do povo, somente porque imagina que teria feito algo em benefício dele.
A verdade é que, enquanto houver um brasileiro com essa mentalidade de querer justificar erros graves, apontando outras falhas ainda piores como abonadoras de lastimáveis exemplos, os desgraçados dos políticos aproveitadores se acham no direito de se beneficiar impunemente das coisas do povo.
Os brasileiros, que pagam extorsivos tributos, ficam bastante decepcionados quando vêm que, por mero sentimento ideológico, em detrimento do interesse do Brasil, ainda tem gente que prefere banalizar e até minimizar situações da maior gravidade como essa famigerada e estrondosa corrupção que devastou o patrimônio da Petrobras.
À toda evidência, trata-se de fatos palpáveis, verdadeiros, porque, do contrário, o famoso ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil dos governos petistas não teria aceitado devolver àquela empresa, conforme a sua delação premiada agora divulgada, mais de 37 milhões de reais, equivalentes ao recebimento por ele de propina, ou seja, são atos lesivos aos cofres de empresa estatal que só merecem, como alternativa, veementes repúdio e protesto por parte dos brasileiros.
Tudo isso, de tão degradante na administração pública e na civilização moderna, deve ser condenado, censurado e recriminado, como forma de servir de exemplo para que fatos tristes e maléficos semelhantes a eles possam ser evitados, em benefício do interesse público e também para que outras pessoas insensíveis não tenham ideias tão decepcionantes a ponto de mostrar prazer e ser louvadas por tentativa de justificar desgraça contra os princípios da dignidade, da honradez, da moralidade etc., muito bem representados pela famigerada corrupção dos mensalão e petrolão, que causou tantos infortúnios aos brasileiros.
É notório que ninguém é dono da razão, da verdade nem da moralidade, mas nas nações sérias e civilizadas, os cidadãos têm a exata consciência de que atos irregulares, como os de corrupção, contra a administração pública jamais merecem condescendência como vem acontecendo normalmente no Brasil, por parte de algumas pessoas absolutamente despudorada, onde elas demonstram enorme insensibilidade diante dos princípios éticos e morais.
Para tanto, elas são capazes de inventar ridículas desculpas, como essas apresentadas no texto acima, em clara demonstração de proteção aos seus protagonistas, como se eles fossem vítimas e dignos de respeito e endeusamento próprios de verdadeiros heróis e não de autênticos criminosos, em evidência de cristalina inversão de valores ínsitos do ser humano, que precisa se conscientizar de que um país somente tem condições de crescer e se desenvolver quando os cidadãos tiverem a formação cívica e patriótica de intransigente condenação aos atos contrários aos salutares princípios republicano e democrático.
É preciso que haja o devido reconhecimento de que não é vergonha alguma que as pessoas se dignem a defender seus sentimentos ideológicos, porque isso é requisito essencial ao fortalecimento dos princípios democráticos, mas também não se pode olvidar que tal vocação não tem nada a ver com a defesa de atos e procedimentos irregulares praticados na vida pública, que foram ou são devidamente investigados e confirmados por quem de direito, uma vez que eles representam desvio de conduta no exercício de atividades públicas, passíveis de responsabilização e condenação aos envolvidos, não importando a relevância de suas autoridades políticas e muito menos possíveis atos de benemerência em benefício social, porque, nesses casos, é preciso ser levada em conta, em especial e sempre, a finalidade e o interesse públicos, em detrimento das causas políticas, de natureza pessoal ou partidária. Acorda, Brasil!
Brasília, em 6 de outubro de 2018

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Insensatez política?


No contexto político nacional, o ex-presidente da República tucano já declarou apoio ao presidenciável de seu partido, o PSDB, à Presidência da República.
Não obstante, as pesquisas de intenção de voto apontam que são remotíssimas as chances de o tucano ir ao segundo turno.
Diante desse fato, o presidenciável petista ensaia pedir o apoio do ex-presidente tucano, no caso de eventual segundo turno com a presença do PT, obviamente sem a participação do candidato tucano.
Segundo importante colunista do jornal O Globo, o presidenciável petista e o ex-presidente tucano são pessoas que mantêm relações de amizade próximas, tendo citado que, no fim do ano passado, o ex-prefeito de São Paulo teria jantado na companhia do ex-presidente tucano, a sós, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, e que, depois disso, o tucano-mor é só elogios ao presidenciável petista.
Se isso vier realmente a se concretizar, não será nenhuma novidade em se afirmar, com absoluta certeza, que a política brasileira continuará não merecendo um pingo de credibilidade, quando homem público da estirpe do ex-presidente da República tucano se dignar a apoiar candidato de partido que ele vem, há anos ou décadas, repudiando a sua maneira nada republicana de administração da coisa pública.
O pior de tudo isso seria exatamente um homem público que se mantém respeitado justamente em razão da sua reputação de integridade moral, sendo ainda considerado exemplo para alguns políticos, diante da sua postura crítica contra deslizes morais atribuídos ao PT, de repente, deixar que tudo isso seja ignorado e jogado para o espaço sideral, em forma de inexplicável recaída moral sem precedentes na história política brasileira.
Não há a menor dúvida de que todo brasileiro, no âmbito dos princípios democráticos, tenha direito de apoiar quem bem entender e achar conveniente, mas não deixa de ser estranho que o tucano-mor, pelo seu caráter de retidão e credibilidade construído ao longo de sua carreira política respeitável, passe a ser leviano traidor desse passado glorioso, que jamais será recuperado diante da opinião pública.
Além dos inconvenientes políticos que o apoio ao presidenciável petista poderá resultar, essa história terá enorme abalo político, tendo em conta que o PT sempre o considerou como sendo um dos principais políticos golpistas, justamente porque foi o PSDB que primeiro empunhou a bandeira do impeachment da presidente petista.
O mais grave dessa história sem pé nem cabeça é que, de repente e sem nenhum um fato novo que pudesse justificar tal reviravolta no mundo político, o tucanão caísse nos braços dos petistas, como se nada de gravíssimo tivesse acontecido entre eles, nos últimos tempos, senão em vergonhoso entendimento em nome de interesses e conveniências pessoais, partidárias ou políticas, em evidente demonstração de falta de personalidade e caráter de ambas as partes, que se unem em praça pública, sem a menor cerimônia, em beijos e abraços para selar apoio sabidamente de extrema imoralidade e pecaminosidade, evidentemente aos olhos da incrédula e estarrecida opinião pública.
Os homens honrados e de bem não suportam mais tanta canalhice e imundície por trás da politicagem brasileira, em que ninguém se robustece mais com a desmoralização dos princípios ético e moral, permitindo que se banalizem práticas ofensivas aos conceitos de legalidade, moralização e dignidade, entre outras indecências que depõem contra a seriedade das práticas da política brasileira, quando todos os meios e fins espúrios são empregados para o atingimento de seus objetivos políticos, em evidente detrimento das verdadeiras causas do país e do interesse público. Acorda, Brasil!
Brasília, em 5 de outubro de 2018

Necessidade de reflexão sobre candidatos


De acordo com as últimas pesquisas de intenção de voto, tem sido evidenciado o expressivo aumento da rejeição ao candidato ao Palácio do Planalto pelo PT, já atingindo os impressionantes 40% dos brasileiros que se manifestaram nesses levantamentos, afirmando que não votariam nele de jeito nenhum, cujo percentual já se aproxima daquele representado pelo candidato ultradireitista, que chegou a 45%, também indicado em pesquisa.
Não há dúvida de que os referidos dados expressam a aversão que parcela dos eleitores tem contra o PT, que indiscutivelmente constituiu partido símbolo nacional da corrupção sistêmica e endêmica, conforme tem sido atestado pela força-tarefa da Operação Lava-Jato, cuja podridão se alastrou e contaminou a administração do país.
A materialização dessa crescente ojeriza, como visto, aproxima-se da repulsa que outra parte dos brasileiros sente quanto aos sentimentos atribuídos, verdadeiros ou não, ao candidato de direita, de machista, homofóbico e outros predicativos contrários aos direitos humanos. 
O crescimento da rejeição ao candidato petista, conforme mostram as últimas pesquisas, certamente que tem a ver com a notória arrancada na intenção de votos ao candidato da direita, que atingiu os 39% dos votos válidos, segundo a avaliação do Datafolha, fato que significa que, embora sendo muito difícil, haja possibilidade da vitória dele já no primeiro turno, bastando que eleitores de outros candidatos de centro pendam para o lado dele.
O veemente discurso do candidato da direita parece que está conseguindo ser captado por eleitores com simpatia voltada para a ideologia mais liberal, passando a interpretar que ele é o único candidato com capacidade de derrotar o petismo, em que pesem os números mostrarem que não será tão fácil assim. 
A última simulação da intenção de voto para o segundo turno, da lavra do Datafolha, indica que os candidatos do PSL e do PT estão simplesmente empatados dentro da margem de erro com, respectivamente, 44% e 43% das preferências dos eleitores.
Mesmo no centro da batalha natural das pesadas ofensas de toda ordem, que são trocadas na campanha eleitoral, é possível se concluir que o candidato ultradireitista dá preferência à vitória no primeiro turno do petista, para competir com ele no segundo turno, por entender que isso pode facilitar a sua vida no embate final ao Palácio do Planalto e a recíproca parece ser verdadeira, porque os resultados das pesquisas sinalizam exatamente nesse sentido.
Já estando na reta final da corrida presidencial, parece não haver resquício de dúvidas de que esse será realmente o desfecho de batalha que nunca esteve clara em termos do desejo do eleitorado, que já definiu que não muda mais o seu voto, ou seja, diminuindo de forma significativa as chances dos demais candidatos, que certamente têm propostas bem melhores para o Brasil e a população.
Vai ser preciso decidir exatamente quanto à preferência entre dois candidatos que despontam na corrida eleitoral não por suas qualidades e capacidades administrativas, sabendo que um jamais gerenciou absolutamente nada na vida pública, enquanto o outro teve péssima gestão na maior cidade do país, principalmente por ter deixado de cumprir as principais promessas prometidas feitas aos eleitores paulistanos, que, no final da gestão dele, apresentaram-lhe o cartão vermelho, com a preferência de tucano novato na vida pública, em cristalina demonstração de que o petista não teria passado no difícil teste de administrador público.
Ou seja, os brasileiros vão ser obrigados a decidir por um dos dois extremistas, de um lado a força da direita e do outro a experiência desastrosa da esquerda, diante da certeza absoluta de que não haverá mais mudança do voto capaz de alterar o status quo.
É preciso que se diga que um ou outro candidato que se eleger certamente não será bom negócio para os brasileiros, exatamente diante das incertezas e certezas referidas acima, mas se impõe intensa reflexão nesse momento crucial para a vida dos brasileiros, de vez que o direitista ainda é verdadeira incógnita, diante da sua falta de estrutura e de experiência administrativa, que apenas coleciona muitas promessas improváveis de implementação, a depender de muita boa vontade do Congresso Nacional, que por certo será igual ou até pior ao da legislatura anterior.
À vista das pesquisas, grande parte da classe política em atividade pode retornar ainda mais triunfante, por ter merecido o aval e o respaldo do povo, como a se justificar que, mesmo que seu trabalho legislativo tenha sido péssimo e prejudicial ao interesse público, pela pouca ou nenhuma produção em benefício da população, isso tem pouca importância, porque o povo quis a sua volta para onde jamais deveria retornar, para representá-lo e isso é exatamente a prova como funciona a democracia retrógrada tupiniquim, apenas ao sabor da mediocridade explícita na vontade dos brasileiros, que demonstram plena satisfação em tudo que não presta, mesmo nessa situação caótica, em que a degeneração dos princípios políticos merece os inadmissíveis aplausos dos eleitores.
Por seu turno, o retorno ao poder da ala da esquerda seria nada mais, nada menos, do que a reafirmação dos extremos gosto e prazer à desmoralização dos princípios republicano e democrático, quando não é novidade para ninguém que o governo seria orientado diretamente da cadeia, sob as ordens e a vontade política revanchista e frustrada de presidiário que foi legalmente impedido de concorrer à Presidência da República, justamente ante o reconhecimento por parte da Justiça de que ele teria se comportado de maneira contrária aos salutares princípios da legalidade, moralidade, probidade, honestidade, entre outros que precisam ser observados no exercício de cargos públicos eletivos.
Naturalmente que a vitória da esquerda seria também a virada de uma página lúgubre e terrível que os brasileiros honrados e dignos jamais poderiam querer esquecer tão rápido e de forma irresponsável e leviana, porque nada pode ter marcado tanto a dignidade e a memória dos brasileiros do que as roubalheiras perpetradas, com o maior sentimento de banalidade, contra o patrimônio do povo, tendo por finalidade a simplicidade da absoluta dominação das classes política e social e da conquista do poder, bem assim da perenidade nele.
          Impende salientar que, com relação ao candidato direitista, tudo que se possa afirmar sobre ele pode ter algum fundo de verdade e fantasia, porque muitos fatos são citados no calor da disputa eleitoral, mas o mesmo não se pode dizer do candidato da esquerda, porque todos os fatos vergonhosos e indignos foram atestados por meio de denúncias, delações premiadas, investigações, comprovações sobre a autoria da materialidade, julgamentos de condenações à prisão e outros tantos elementos ricos em confirmação sobre o rastro de maldade protagonizada pelo partido que, a despeito de tudo mais que conspira contra os princípios republicano e democrático, ainda pretende retornar ao poder, embora não tendo a mínima sensibilidade para assumir as suas culpa e responsabilidade por todos os danos causados não somente ao patrimônio dos brasileiros, mas, em especial, ao que é mais sagrado nas atividades políticas: o respeito inafastável e intransigente aos princípios e ao ordenamento jurídico, quanto à defesa da res publica.  
          Urge que os brasileiros tenham a necessária conscientização para refletir quanto à eleição entre candidatos extremistas, tendo de um lado político com ideologia em absoluto estado de incógnita sobre o que poderá acontecer no seu governo, e do outro a certeza sobre a necessidade de orientação que melhor sinalize para se impedir que a esquerda volte ao poder, com todos seus desastrosos acervos de absoluta dominação, populismo, espúrio fisiologismo do “toma lá dá cá”, desmoralização dos princípios republicano e democrático, a exemplo do mensalão e petrolão, resistência às reformas do Estado, aparelhamento dos órgãos e das entidades públicos, entre outras plataformas de ideologia esquerdista. Acorda, Brasil!
Brasília, em 5 de outubro de 2018

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

A valorização do sentimento humano

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Falta de pudor


Em conformidade com a delação premiada do célebre ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil dos governos petistas, que acaba de divulgada pela imprensa, "Houve desonestidade em toda a estrutura do PT".
É engraçado que, se a desonestidade foi a marca do PT, como esse partido ainda tem o desplante de insistir nas práticas de atividades políticas, no usufruto dos plenos direitos?
Em princípio, atos de indignidade como os referidos nessa expressão são absolutamente incompatíveis com o exercício de entidade representativa de classe política, pelo menos nesse sentido é a legislação que disciplina o funcionamento de partidos políticos, que precisam cumprir e observar com o devido rigor os ditames de retilineidade quanto aos princípios fundamentais de honestidade, de vez que, o contrário disso, deveria haver a suspensão ou o afastamento dele enquanto não fossem justificados e aclarados os fatos alegados de desonestidade.
É preciso se tem na devida conta de que a pesada acusação foi feito por nada mais, nada menos, do que o famoso ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil dos governos petistas, que até o momento em que caiu em desgraça moral, principalmente com a sua prisão, ele era tratado com todo respeito, como o intelectual de maior credibilidade e com competência no seio do PT, porquanto sempre foi o homem encarregado de planejar e executar as mais importantes e espinhosas missões do partido, inclusive ele era quem cuidada do relacionamento entre o PT e a Odebrecht, com relação ao abastecimento, por meio de propina, dos cofres da agremiação.
Esse fato bem demonstra o quanto ele tem autoridade para fazer essa tão convicta afirmação, de que "Houve desonestidade em toda a estrutura do PT", apenas em reafirmação do que já revelaram as delações premiadas de ex-executivos de empreiteiras, em especial da citada construtora, que já revelaram o elevado grau de promiscuidade dessa agremiação, que certamente cresceu, conquistou o poder e se tornou dona de notória influência política graças ao uso indevido do dinheiro sujo desviado de empresas estatais, com enfoque especial para a Petrobras, que por pouco não foi ao debacle, do tanto que foi sugada na sua composição financeira.
Agora o que causa estrondosos indignação e estarrecimento mesmo é ter a certeza, a cristalina evidencia da existência dos fatos irregulares denunciados, conforme já robustamente destrinchados por meio de investigações feitas pela força-tarefa da Operação Lava-Jato, de que o partido conquistou o poder e usufruiu a máxima influência dele decorrente, tudo de forma indiscutivelmente irregular, ilegítimo, indevida e abusivo, mas ele simplesmente continua impávido, intocavelmente impune e, o pior, funcionando normalmente, mesmo em total afronta aos princípios republicano e democrático, como se nada tivesse acontecido, em cristalina demonstração da extrema decadência do sistema político brasileiro.
Com absoluta certeza, se essa forma de extrema desmoralização política tivesse acontecido em um país com a mínima sensibilidade política ou mesmo com pouca seriedade e civilidade, as suas portas já teriam sido lacradas e as suas atividades políticas suspensas até os devidos esclarecimentos sobre os fatos tidos por desonestos.
Há de se notar também, porque isso é da maior relevância política, em termos de evolução social, a forma despudorada e o altíssimo grau de irresponsabilidade das pessoas que ainda demonstram insensibilidades cívica e política em hipotecar seu apoio a agremiação com o conceito em estado deplorável de falta de credibilidade, justamente por não ter tido o devido cuidado de atuar em estrita observância aos salutares princípios da ética, da moralidade, da dignidade, do decoro, entre outros que são imprescindíveis ao bom exercício das atividades políticas. Acorda, Brasil!
Brasília, em 3 de outubro de 2018

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Escandalização do poder


De acordo com a última pesquisa Ibope, o candidato ao Palácio do Planalto do PT sentiu na pele sensível crescimento de 11 pontos percentuais na sua rejeição, em poucos cinco dias, já tendo atingido o índice de 38%, enquanto os demais candidatos à Presidência da República mantiveram índices de rejeição estáveis, inclusive o líder das intenções de voto.
Nessa pesquisa, o presidenciável do PSL aumentou a sua liderança na preferência do eleitorado, tendo atingido 31%, que é, por sua vez, o candidato mais rejeitado pelo universo pesquisado, com 44%, tendo se mantido no patamar da pesquisa anterior.
A diretora-executiva do Ibope Inteligência disse à GloboNews que o crescimento da rejeição do presidenciável petista pode estar ligado à rejeição ao próprio PT e é reflexo da exposição do petista na campanha e dos ataques que ele vem sofrendo por parte dos adversários.
É bem possível que não exista, no mundo, partido perfeito, sem qualquer mácula, porque a perfeição é apenas atribuída à magistral obra divina, onde é impossível se encontrar qualquer defeito ou imperfeição.
Agora, os fatos mostram que jamais, na história brasileira, um partido foi tão perverso e inescrupuloso perante o patrimônio público, conforme mostram as investigações pertinentes aos escândalos do mensalão e do petrolão, em que cofres de empresas estatais, em especial, da Petrobras, foram dilapidados por ação ou omissão de dirigentes e agentes ligados ao governo comandado pelo partido do aludido cidadão, que também não está imune à censura, porque responde a acusação que estão sob investigação quanto à suspeita da prática de irregularidades, na gestão da Prefeitura de São Paulo.
Não obstante, o que se discute é a legitimidade da indicação de candidato como representante do partido que é acusado da prática de gravíssimas irregularidades contra os interesses nacionais, consistentes na consumação de crimes contra a administração do país, que ainda estão sendo investigados, a exemplo da delação premiada do então principal articulador e mentor das mais importantes estratégias políticas da agremiação e que garante que tem como comprovar os fatos elencados e isso pode ser verdade, senão as informações por ele prestadas não teriam sido homologadas pela Justiça, tão somente com base em denúncia vazia, sabendo-se que a validade da delação, para que ela possa se transformar em premiação ao informante, carece da comprovação de tudo que for alegado, sob pena de não haver a almejada redução de pena, que é exatamente o objetivo de quem se dispõe a dá as importantes informações que são fundamentais para a elasticidade das investigações pertinentes.
A ilação que se pretende deduzir desses fatos é que em país nenhum, com o mínimo de seriedade e civilidade, o partido que foi capaz de protagonizar tamanhos estrago e prejuízo ao patrimônio público, por meios de métodos espúrios que tinham por uma das finalidades o desvio de dinheiro para o financiamento absolutamente irregular de campanhas eleitorais milionárias, em indiscutível infringência à legislação aplicável à espécie, jamais teria condições legais e morais para ainda permanecer em atividade pública, enquanto não provasse a sua inculpabilidade quanto aos gravíssimos fatos denunciados, levantados e investigados.
É evidente, por óbvio, que, como corolário, há a notória impossibilidade jurídica, pelo fato de o partido se encontrar sub judice, de sua participação em pleitos eleitorais, evidentemente abrangendo o normal impedimento ao seu candidato.
Isso vale dizer que o seu representante, na qualidade de candidato ao principal cargo da República, não pode ficar imune aos devidos questionamento e censura, diante da natural rejeição da sociedade que se sente prejudicada, ofendida e desrespeitada pela conduta de desonestidade protagonizada por integrantes de partido que recebeu da população os lídimos poderes da República, para tão somente praticar o bem comum e a defesa do interesse público.
Ocorre que essa importante missão foi transfigurada não somente em mecanismos contrários aos princípios da probidade, do decoro, da ética, da moralidade, da dignidade, entre outros sentimentos que não condizem com as salutares práticas políticas, mas também em aproveitamento indevido do dinheiro público, conforme mostram as investigações levadas a eleito pelas instituições competentes.
Diante desses lamentáveis acontecimentos, é natural que, no momento político de proximidade das eleições, os brasileiros honrados, que anseiam, de forma intransigente, pela moralização do Brasil, demonstrem seus sentimentos cívico e patriótico, por meio da rejeição a candidato de partido que não teve o menor pudor em escandalizar os princípios republicano e democrático, com a prática de atos e fatos contrários à moralidade e à dignidade no exercício do poder emanado do povo. Acorda, Brasil!
Brasília, em 2 de outubro de 2018

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Apelo à reflexão e ao bom senso


Embora a Venezuela não tenha sido alvo de discussão mais acalorada na campanha eleitoral, o eleitor brasileiro precisa sim se preocupar com o reflexo da gestão do ditador socialista na administração do futuro presidente brasileiro, principalmente se a ideologia dele convergir com a mesma implantada naquele país, de forma deletéria, como mostram as notícias.
O presidenciável pelo PSL, que lidera a preferência de votos, afirmou que a volta do PT ao Palácio do Planalto poderá contribuir para a "venezuelização" do Brasil, enquanto o candidato do PSDB disse exatamente o mesmo em relação ao petista e ao próprio candidato do PSL.
A sinalização de ambos os candidatos acima citados é bastante clara, ao afirmarem que, se o petista vencer o pleito presidencial, o Brasil correrá sério risco de mergulhar no cenário trágico idêntico ao da Venezuela, sob os efeitos da hiperinflação, do desemprego, da escassez de alimentos e medicamentos, da insegurança e das crises institucional e humanitária.
Enquanto isso, o candidato petista declarou, em 13 de agosto último, que a Venezuela já não é uma democracia, porque "Quando você está em conflito aberto, como está lá, não pode caracterizar como uma democracia. A sociedade não está conseguindo, por meios institucionais, chegar a um denominador comum", embora essa opinião está distante de ser consensual em seu partido.
A despeito da progressiva e alarmante degradação das instituições democráticas e da economia na Venezuela, parcela importante do PT tem reiterado seu apoio ao regime ditatorial implantado naquele país.
Ainda no ano passado, a Folha de S.Paulo passou a designar o regime socialista da Venezuela como ditadura, tendo publicado o seguinte texto: "A rápida deterioração da democracia na Venezuela, com a supressão dos poderes do Legislativo, o aparelhamento do Judiciário, a prisão de opositores, o cerceamento à imprensa e a repressão a protestos que já contabiliza mais de cem mortos se consolida agora com uma Assembleia Constituinte cuja eleição teve as regras subvertidas para favorecer o chavismo".
Não obstante, a presidente do PT é a principal liderança que defende publicamente a postura de apoio ao ditador venezuelano, tendo se manifestado, em julho de 2017, em nome do PT, em solidariedade ao ditador, no 23º Encontro do Foro de São Paulo, que congrega partidos de esquerda da América Latina e do Caribe.
Ela declarou que "Temos a expectativa de que a Assembleia Constituinte possa contribuir para uma consolidação cada vez maior da Revolução Bolivariana e que as divergências políticas se resolvam de forma pacífica".
Em outra ocasião, a petista disse: "Em nome do PT expressamos nosso forte apoio e celebramos o constante compromisso do governo de submeter as divergências ao voto popular, como mostrou o recente processo de uma Constituinte, permitindo que o povo decida seu próprio futuro".
A nova Carta Magna da Venezuela ainda não saiu do papel, mas a Constituinte, controlada pelo ditador, anulou a Assembleia Nacional opositora, instalou comissão que levou ao indiciamento de seus principais rivais e cassou as duas maiores siglas adversárias, ou seja, a citada assembleia já adotou várias medidas próprias de exceção constitucional.
Em retribuição à solidariedade petista, membros da Constituinte criticaram duas vezes a prisão do ex-presidente da República petista.
Por ocasião da eleição que garantiu mais um mandato para o ditador venezuelano, uma liderança do PT defendeu a lisura e a transparência do processo político na Venezuela.
No mês seguinte, a Organização dos Estados Americanos (OEA) considerou que “O pleito que reelegeu Maduro foi ilegítimo e não ofereceu garantias para um processo democrático livre, justo e transparente.”.
Embora ter passado a adotar tom mais distanciado da realidade venezuelana, o principal líder petista havia declarado, em vídeo, que o ditador venezuelano se "destacou brilhantemente na construção de uma América Latina mais democrática e solidária".
Na semana passada, líderes de Argentina, Canadá, Chile, Colômbia enviaram ao Tribunal Penal Internacional (TPI) pedido de investigação por crimes de lesa-humanidade praticados pelo regime socialista da Venezuela, sob as acusações de "detenções arbitrárias, assassinatos, execuções extrajudiciais, torturas, abusos sexuais, violações e atentados contra o devido processo legal". Com informações da Folhapress.
Não há a menor dúvida de que, se os brasileiros decidirem pelo retorno do PT ao poder, certamente que isso servirá como forte respaldo para a sigla entender que é excelente oportunidade para a transformação do Brasil em autêntica Venezuela, nas mesmas ou piores condições de desumanidade implantadas naquele país, dando a entender que cada povo tem o governo que bem merece, embora sob os desalentadores riscos de transfiguração de uma democracia em desgraçado totalitarismo.
À toda evidência, a demonstração de apoia e solidariedade do PT ao ditador venezuelano só confirma o elevadíssimo grau de irresponsabilidade e desprezo quanto aos verdadeiros sentimentos de amor aos mais sagrados princípios republicano e democrático, por reconhecer publicamente a validade e legitimidade de ditadura podre, sanguinária, cruel e desumana, onde há indiscutíveis maus-tratos aos seres humanos e total menosprezo aos direitos humanos e aos princípios democráticos, mostrando ainda a extrema insensibilidade para com o sofrimento e a desgraça do seu semelhante.
A forma como líderes petistas se solidarizam com o governo ditatorial da Venezuela, dando a entender que ali é berço da democracia, embora a opinião pública mundial e a imprensa reconheçam o pleno estado de arbitrariedade e desrespeito aos princípios republicano e democrático, fica bem evidente que possível governo petista também poderá se sentir muito à vontade para fazer o que sempre foi o seu sonho de consumo, qual seja, a socialização do capitalismo tupiniquim, nos moldes da falida e destroçada Venezuela.
Esses insensatos esquerdistas poderiam aproveitar esse lamentável cenário de desolação para, ao contrário, conclamar o respeito à dignidade dos venezuelanos, como forma de demonstração de amor ao seu semelhante, que jamais deveria ser humilhado em nome da perversa ideologia socialista, que tem o terrível poder de bestializar o homem político, não importando onde ele esteja, porque a sua mentalidade atrofiada e doentia é incapaz de perceber que as atividades políticas objetivam tão somente a satisfação do bem comum, ou seja, o benefício do homem.
Urge que os brasileiros que têm amor à família, principalmente para quem têm filhos e netos, precisam se conscientizar sobre a eventual "venezuelização" do Brasil, considerando o verdadeiro inferno que a Venezuela foi transformada para a população sob o regime socialista, cujo princípio é o mesmo defendido pelos partidos de esquerda brasileiros, como o Psol, PT, PCdoB, PSB e muitos outros que têm em seus estatutos a indicação de defesa do socialismo ou da socialização do capital, cujo fundamento é a igualdade social, em que as pessoas das camadas pobres terão o mesmo tratamento de miséria e sofrimento, tal qual como vem acontecendo na Venezuela, onde a população convive com desabastecimento quase absoluto, com a falta de alimentos, remédios e demais gêneros de primeira necessidade.
Diante dessas agruras, a população foge em massa do país para nações fronteiriças, justamente para não morrer de fome ou para sofrer menos distante da terra natal.
Conforme mostra a reportagem, o sentimento dos petistas é de apoio àquele governo ditatorial e não poderia ser diferente, porque a sua ideologia estatutária defende exatamente idêntico pensamento político empregado com mão de ferro pelo ditador venezuelano, que tem como filosofia o totalitarismo, com a absoluta predominância do completo controle pelo Estado de todas as atividades da nação, desde a produção e à distribuição de tudo, a partir dos alimentos até o mais simples palito de fósforo.
A exorbitância do controle dos agentes do Estado levou o país à falência e ao caos, principalmente porque o sistema socialista tem, como regra primária e essencial, o sufocamento e o estrangulamento do sistema capitalista, em que nada funciona sem o controle ditatorial e isso é simplesmente suficiente para anestesiar e paralisar os agentes e componentes econômicos, fatos que contribuíram para conduzir à estagnação da produção, à escassez de alimentos e demais produtos essenciais à vida.
O excessivo controle também contribuiu para facilitar, de forma natural, a recessão da economia, a inflação excessiva ou hiperinflação (há previsão, feita pelo FMI, para a inflação de 2018 de 1.000.000%, na Venezuela), o desemprego, a queda substancial da arrecadação, o afugentamento do capital estrangeiro, a péssima ou inexistência da prestação dos serviços públicos à população, o aumento incontrolável da violência, a falta de investimentos público e privado, entre outras gravíssimas mazelas que foram capazes de levar o país à ruína e à destruição, como efetivamente já aconteceu naquela nação, que se encontra totalmente sem rumo, no caminho do abismo profundo.
O mais grave de tudo isso é que o principal partido socialista brasileiro não tem o menor escrúpulo de manifestar apoio e solidariedade às medidas cruéis, insensatas e desumanas que estão sendo adotadas pelo governo ditatorial da Venezuela, em clara demonstração de que seriam absolutamente normais que medidas semelhantes possam sim ser implantadas no Brasil, com o inacreditável e espantoso consentimento dos ingênuos e desinformados brasileiros, porque sabem que o principal objetivo do PT é transformar a República democrática brasileira em uma ”republiqueta socialista brasileira”, nos mesmos moldes do que foi feito na Venezuela.
Convém que os brasileiros que ainda apoiam a ideologia socialista avaliem as consequências tresloucadas do sistema capitalista, com todas as queixas possíveis, menos do usufruto livre e espontâneo das liberdades individuais, em que o cidadão é dono e proprietário exclusivo da consciência pessoal e cívica, com a preservação dos direitos humanos de se expressar à vontade, na melhor forma de pensamento, próprios da evolução do Homo sapiens, em consonância com as saudáveis liberdades democráticas, em que cada cidadão tem o direito de ascensão na vida, em todos os sentidos de profissionalismo e investimentos, para se submeter, de forma espontânea, aos cáusticos tratamentos desumanos das privações próprias do regime socialista/comunista, em que o principal e mortal mandamento que precisa ser seguido é o de total obediência ao controle estatal.
É sabido que controle do Estado consiste nas perdas dos direitos humanos e das liberdades democráticas, em que o cidadão deixa de ter personalidade individual e passa a ser um autômato guiado pela cartilha do regime socialismo/comunismo, que se apodera de todos seus bens pessoais e materiais, em que o cidadão não tem direito absolutamente a mais nada, porque o império do Estado passa a comandar a sua vida, exatamente o que acontece em todos os países seguidores dessa ideologia, a exemplo de Cuba, Correia do Norte (o Fantástico de ontem mostrou alguns detalhes do que seja a crueldade do regime comunista desse país, dando a entender que o povo apenas tem direito um pouco melhor do que os animais irracionais, de tão trágico que é o tratamento dado aos norte-coreanos pelo seu ferrenho e desumano ditador), Venezuela e muito poucas outras nações socialistas.
Os brasileiros não podem se descuidar, ainda enquanto é possível, quando é dono do seu livre arbítrio e pode comandar normalmente a sua vontade, de suas importantes responsabilidades pessoais e cívicas, não permitindo que esse famigerado regime socialista/comunista possa ser implantado no Brasil, porque ele começa, como começou também na Venezuela com a fanatização e a idolatria ao maluco mentor do chavismo naquele país, que foi transformado em verdadeiro pai dos pobres, para depois ser reconhecido como legítimo desgraçado que criou a República Bolivariana, símbolo de desgraça e destruição de seu povo, conforme mostram os fatos, em que seu povo é submetido às agruras do inferno da fome, da miséria e do sofrimento, sendo obrigado a fugir do país para não morrer por causa dos maus-tratos de todos os matizes de desumanidade.
 Em termos de idolatrização do pai dos pobres, aqui no Brasil não tem sido diferente da Venezuela, conquanto o criador desse alarmante movimento populista se encontra preso, mas mesmo assim comanda da prisão, de forma maquiavélica, os destinos dos brasileiros, na tentativa de eleger o seu candidato que não teve competência administrativa sequer para comandar a cidade de São Paulo, em clara demonstração de que o povo não aprendeu que a potencialização da distribuição de renda às populações mais carentes tinha por finalidade justamente a sua transformação em fanatização e recompensa por votos, que podem servir para a transformação do Brasil em vergonhosa e temida Venezuela, com seu regime socialista extremamente desumano e contrário à evolução da civilidade e da humanidade. 
Apela-se, com veemência e o devido respeito, aos brasileiros que ainda não tiveram interesse em pensar com um pouco de atenção não somente sobre o seu futuro, mas em especial o futuro de seus filhos, netos e demais familiares e amigos, que reflitam sobre as consequências acerca da sua votação em candidato à Presidência da República de partido que tenha ideologia em defesa da socialização do capital, diante do seríssimo risco de que o Brasil possa ser, com o seu voto, transformado em uma Venezuela, com todas perversidades e maldades intrínsecas do regime socialista, liderado por ditador extremamente insensato e desumano, que foi capaz de submeter seu povo às plenas infelicidade e desesperança, conforme um pouco dos estragos relatados anteriormente. Acorda, Brasil!
Brasília, em 1º de outubro de 2018