quarta-feira, 7 de setembro de 2022

Viva a independência do Brasil!

 

O Brasil celebra, hoje, 200 anos de sua independência de Portugal e todos os brasileiros precisam comemorar com muito amor cívico esta data histórica, porque trata-se de marco do início de país livre da dominação colonial, que só servia para sustentar a opulência de além-mar.

O Brasil é um país continental, de povo fraterno e com solo rico e fértil, que precisa da exaltação das suas virtudes como país pacífico, livre, soberano e economicamente sólido.

O Brasil tem o maior parque industrial da América Latina e a maior produção agropecuária, que propiciam o comércio com todo o mundo, como país pujante em iniciativas empreendedoras em todos os segmentos do conhecimento humano, que ainda conta com importante infraestrutura básica para o suporte sustentável do desenvolvimento econômico e social.

Em todo território nacional, falam-se o mesmo idioma e vivem-se em harmonia e paz em grandiosa nação mãe gentil e, o mais importante, sob os salutares princípios da democracia e do respeito aos sentimentos de cidadania e civismo.

Pois bem, convém mencionar aqui um pouca da história real, quando, em janeiro de 1822, as Cortes portuguesas queriam que Dom Pedro I retornasse a Portugal, mas o príncipe herdeiro decidiu, certamente com a influência da sua esposa, dona Leopoldina, e de José Bonifácio, responder por meio do famoso "fico!".

Esse importante episódio ficou conhecido pelo texto criado pelo Senado de então e foi atribuído ao príncipe regente, que teria dito aos brasileiros: "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto: diga ao povo que fico".

Meses depois disso, em início de setembro de 1822, D. Pedro I retornava a São Paulo, vindo de Santos, quando, às 16h do dia sete, ele recebeu documentos e mensagens pelo correio da Corte, enviados por José Bonifácio, em que continha também carta solicitando seu imediato retorno ao Rio de Janeiro, com as seguintes palavras: "Senhor, o dado está lançado, e de Portugal não temos a esperar senão escravidão e horrores".

De acordo com o relato do padre Belchior, que integrava a comitiva imperial, D. Pedro I, tomado de enorme fúria, reuniu sua guarda, para jurar, com espada em punho, a importante decisão ali proferida, às margens do rio Ipiranga, pela independência do Brasil, por meio das célebres e históricas palavras: "Pelo meu sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro fazer a liberdade do Brasil: Independência ou Morte?".

Diante dessa verdade histórica, acontecida há 200 anos, é preciso sim se celebrar também o momento de superação das diferenças sociais e econômicas entre os brasileiros, com o pensamento voltado especialmente para o futuro do povo, que ainda anseia por independência em muitos aspectos que dependem de importantes iniciativas governamentais.

Sim foram passados 200 anos de independência, o momento sinaliza agora para o horizonte da pátria Brasil, no sentido se perscrutar sobre o seu futuro, que ainda é bastante incerto quanto às projeções vislumbradas para o seu povo, porque nada acontece sem a vontade política dos governantes.

É importante a insistência nas disputas políticas que dividem a todos como povo ou convém se buscar o caminho do consenso capaz de se contornarem as infrutíferas divergências ideológicas, tendo como objetivo comum o estabelecimento de bases sólidas para se alcançar o tão sonhado desenvolvimento para o povo?

É absolutamente inimaginável que, em pleno século XXI, expressiva parcela de brasileiros ainda conviva com a miséria da fome e do desprezo, conquanto outra parte de pessoas seja submetida à falta de outras assistências sociais básicas.

Enquanto isso acontece, a indústria nacional perde participação na geração de riqueza e a produção extrativa mineral e agropecuária é exportada para gerar valor agregado no além-fronteiras, enquanto o Brasil ainda é obrigado à importação de muitos bens industrializados, gerando altíssimos custos.

A educação e a saúde, com o alto grau de concentração de renda, são sofisticadas para os mais ricos e extremamente precárias para os menos favorecidos economicamente e isso contribui para alargamento das diferenças sociais.

É verdade que há muitas e importantes realizações no Brasil que são motivo de orgulho para os brasileiros, mas também leva à obrigação  da necessidade do compromisso com a capacidade de reconhecimento sobre os problemas nacionais, com vistas ao urgente redesenhar do futuro, sob a compreensão quanto à implementação de profundas mudanças de natureza política, tecnológica e administrativa, de forma que seja possível a priorização das necessidades da população.

Este importante momento de júbilo e festa cívico-histórica precisa urgentemente se transformar em verdadeiro marco de união e fortalecimento dos brasileiros que desejam o Brasil não apenas independente, mas também grandioso e autônomo econômica e socialmente, com muito mais justiça para todos os brasileiros.

          Viva a independência de todos os brasileiros!

          Brasília, em 7 de setembro de 2022

terça-feira, 6 de setembro de 2022

Conversa entre amigos!

 

Em conversa entre duas pessoas, uma perguntou à outra o que ela achava que os pedófilos, estupradores, traficantes, usuário de drogas, ladrões, inclusive de celulares, invasores de propriedades particulares, os queimadores e rasgadores de bandeiras nacionais, os destruidores de imagens sagradas, os baderneiros da ordem pública, enfim, os integrantes da criminalidade em geral vão votar, no principal candidato presidencial da direita ou no da esquerda?

A resposta foi imediata e direta: no candidato da esquerda.

Vê-se aí que se trata, basicamente, de escolha bastante fácil e direta, dando a entender que a preferência é natural entre candidatos que têm aderência à identificação com as ideias voltadas para o bem, de um lado, e de quem tem posição e afinidade com as coisas do mal, de outro, conforme a disposição daquelas classes de pessoas, que mostram tendência normal de condutas fora da curva, em simpatia com o candidato da esquerda, certamente ante à sua índole na linha da vulgarização dos princípios de valorização da família, da religiosidade e da moralidade.

É impressionante como ainda há gente do bem que não se envergonham de se associar a esses recrimináveis grupos que representam a decadência moral da sociedade, que se identificam com quem não prima pela qualidade dos princípios humanitários, à vista do seu envolvimento em casos nebulosos de irregularidades na gestão pública, a exemplo dos escabrosos escândalos conhecidos pelos deploráveis mensalão e petrolão, que são símbolos de clara decadência da dignidade na vida pública.

Causa perplexidade que pessoas de bem não vejam qualquer anormalidade que político envolvido com casos de polícia e de Justiça, sem demonstrar a menor preocupação em limpar seu nome perante a sociedade, sabendo que a condição normal do homem público é ter e manter a ficha limpa, como forma da garantia de puder olhar cara a cara para os eleitores e vice-versa, uma vez que a implicação com processos penais não condiz com o exercício de cargo público eletivo.

A verdade é que essa forma indigna e deprimente de aceitação de político em plena decadência moral, ainda assim praticando atividades políticas, não tem cabimento nem nas piores republiquetas, uma vez que a única condição para tanto é que ele tenha condições de comprovar a sua imaculabilidade na vida pública, o que vale dizer que qualquer suspeita sobre prática de irregularidade já é motivo de incompatibilidade com o salutar exercício de cargo público.

À toda evidência, o homem de bem que se dispõe a defender e apoiar político nessas condições de visível deformação moral tornar-se verdadeiro cúmplice com a vulgarização com a decadência da administração pública, contribuindo decisivamente para a degeneração dos princípios e dos valores inerentes à grandeza do Brasil, fato este que evidência o nível da personalidade desses defensores impudentes.

Ante o exposto, vistos os fatos por esse ângulo mais aviltante das atividades políticas, pode-se intuir que o homem ainda precisa evoluir bastante para, enfim, satisfazer os verdadeiros anseios de desejável civilidade inerente ao desenvolvimento da humanidade.         

          Brasília, em 4 de setembro de 2022

Mera promessa?

 

Circula nas redes sociais mensagem na qual o principal candidato da esquerda à Presidência da República declara o seguinte: “Se tem um governo que será  implacável no combate à corrupção, desde o primeiro dia, será o meu governo”.

O brasileiro precisa ser bastante ingênuo para acreditar em afirmação desse político, logo sobre moralidade na administração pública, tendo em vista os péssimos exemplos do seu legado como gestor público, que tem o rastro nada mais, nada menos, dos piores escândalos da história política brasileira, na forma dos projetos criminosos do mensalão e do petrolão, implantados e executados no governo dele, que, ao contrário do que se poderia imaginar, essa chaga não causa a ele a menor vergonha, em que pese ela ter acontecido em prejuízo dos brasileiros.

À vista da promessa em apreço, tem-se a impressão de que nada de desastroso teria existido contra o interesse do Brasil, tanto é que ele não teve a menor preocupação em se responsabilizar por absolutamente nada e ainda tem o disparate de se julgar inocente, mesmo com processos penais na Justiça, contendo denúncias gravíssimas contra ele, sob suspeita da prática de atos irregulares, com o envolvimento de desvio de recursos públicos.

Acredita-se que somente teria alguma credibilidade a afirmação, feita por esse político, sobre a implacabilidade no combate à corrupção se ele tivesse tido a dignidade de esclarecer e justificar, com a maior minudência possível, em forma de prestação de contas à sociedade, todos os casos relacionados com os aludidos esquemas criminosos, de modo que não restassem quaisquer dúvidas quanto à lisura dele com relação às acusações que são pesadíssimas, em termos de moralidade pública.

Conforme mostram os fatos, ao contrário, aqueles tristes episódios não passam de indiferenças sob os cuidados que deveriam ser priorizados muito antes de ele pensar em voltar a praticar atividades políticas, porque os fatos deploráveis e monstruosos acontecidos no governo dele exigem que ele preste contas à sociedade e à Justiça sobre a imperiosidade da limpeza das acusações preponderantes que persistem contra a gestão dele e são capazes de inviabilizar o exercício de cargo público, em se tratando de seriedade na gestão pública.

Ou seja, o político não tem a mínima credibilidade para prometer absolutamente nada, na atualidade, sobre o seu gigantismo de combate à corrupção, quando ele nada fez para prevenir e evitar a roubalheira consistente nos criminosos esquemas do mensalão e do petrolão, que tantos prejuízos causaram ao patrimônio dos brasileiros e se tornaram símbolo de degradação da moralidade na administração pública brasileira.

Além de não demonstrar qualquer preocupação em assumir a responsabilidade por esses esquemas criminosos, que envergonharam a nação e o mundo, dando a impressão de que eles jamais tivessem acontecidos no governo dele, fato que invalida qualquer intenção de ele vir a ser modelo de moralidade, na forma de liderança de combate à corrupção, à vista dos indiscutíveis péssimos exemplos de indignidade na gestão pública.

Diante dos fatos históricos, efetivamente acontecidos, não faz o menor sentido se dar crédito à político que já mostrou completa indiferença com relação a fatos relacionados com graves corrupções no seu governo, ante à demonstração de total apatia perante eles.

Os brasileiros precisam se conscientizar de que a observância aos princípios da moralidade, da probidade, da honestidade é algo seríssimo, que não pode vir ao sabor de meras promessas de campanha eleitoral, quanto fatos concretos comprovam total desrespeito com relação a casos pretéritos, dando a entender que os brasileiros se satisfazem com promessas vãs, apenas no calor do momento eleitoral, sem qualquer compromisso com a sua efetividade, à luz da índole de insensibilidade intrínseca dele, logo quanto aos fatos semelhantes objeto de compromisso de campanha.

Os brasileiros, que amam o Brasil, precisam se conscientizar de que o país somente merece ser presidido por quem comprovar condições de conduta ilibada e idoneidade, na vida pública, em harmonia com os saudáveis princípios republicano e democrático.  

          Brasília, em 5 de setembro de 2022

Abuso de autoridade?

 

Um ministro do Supremo Tribunal Federal suspendeu o piso salarial nacional da enfermagem e determinou a suspensão da lei que estabeleceu remuneração mínima para enfermeiros e auxiliares e técnicos em enfermagem "até que seja esclarecido" o impacto financeiro da medida para estados e municípios e para os hospitais.

A norma fixou o salário mínimo de R$ 4.750,00 para os enfermeiros, enquanto os técnicos em enfermagem têm direito ao recebimento de 70% desse valor e os auxiliares de enfermagem e parteiros, o equivalente a 50%.

O ministro deu 60 dias para que os entes da federação, entidades do setor e os ministérios do Trabalho e da Saúde se manifestem sobre a capacidade para que o piso seja cumprido.

Na decisão, ficou estabelecido que "A medida cautelar se manterá vigente até que a questão seja reapreciada à luz dos esclarecimentos prestados".

A aludida decisão atende a ação formulada pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços, tendo o ministro esclarecido que as entidades apresentaram "alegações plausíveis de possíveis demissões em massa, com a nova lei. Embora ainda não haja dados oficiais sobre as demissões no setor, tendo em vista que a lei sequer completou seu primeiro mês de vigência, as entidades representativas do setor são unânimes em afirmar que a dispensa de funcionários será necessária para o equacionamento dos custos".

Ainda de acordo com o magistrado, "a previsão parece guardar coerência com o impacto estimado pela Câmara dos Deputados para o setor privado hospitalar, que é de R$ 10,5 bilhões, considerando as entidades com e sem fins lucrativo".

Além disso, o ministro também mencionou “possível prejuízo à manutenção da oferta de leitos e demais serviços hospitalares, inclusive no SUS (Sistema Único de Saúde).".

Em nota, a Confederação Nacional dos Municípios comemorou a decisão em comento, tendo alegado que o piso de enfermagem custa o valor de R$ 9,4 bilhões para os cofres municipais, sem que o governo ou o Congresso Nacional tenham apresentado a fonte para o custeio da medida.

Aquela confederação destaca que “A medida é fundamental para corrigir a situação atual, tendo em vista que, passados 31 dias desde a promulgação da medida que implementou o piso, o Congresso Nacional não resolveu, até o momento, qual será a fonte de custeio para o mesmo, apesar de (os parlamentares terem) se comprometerem com isso no momento da votação".

O presidente da Câmara dos Deputados disse que discorda da decisão em causa, tendo afirmado que "Respeito as decisões judiciais, mas não concordo com o mérito em relação ao piso salarial dos enfermeiros. São profissionais que têm direito ao piso e podem contar comigo para continuarmos na luta pela manutenção do que foi decidido em Plenário".

A decisão de suspender os efeitos da lei extremamente importante para os competentes profissionais da enfermagem demonstra muita falta de sensibilidade humana e desprezo para com uma classe de trabalhadores que merece o maior carinho e especial respeito, ante o seu relevante empenho e dedicação em prol da vida das pessoas.

Essa monstruosa decisão só evidencia o tamanho da regressão do pensamento de julgador sem o mínimo de sentimento humanitário, quando, com apenas uma canetada, ele consegue derrubar um plano de melhoria salarial que necessário e foi aprovado senão para a melhoria da qualidade das condições salariais desses verdadeiros anjos da guarda das pessoas, que são os abnegados enfermeiros.

Eles são relevantes na saúde que nem existiriam hospitais sem a presença deles, que são importantes coadjuvantes no tratamento dos doentes ali internados ou que utilizam os serviços deles, porque eles doam a sua vida pelos enfermos e doentes em geral.

Se esse julgador tivesse o mínimo de sensibilidade humana, ele poderia usar a sua autoridade suprema e celestial para reconhecer que a lei contém alguma imperfeição, porque nada é perfeito, tudo isso no âmbito da incumbência atribuída ao STF de fiscalizar a constitucionalidade das normas jurídicas, mas o sentimento de justiça poderia sim ser exercido por ele sem necessidade dessa explícita atrocidade e desumanidade de aborto da lei.

Ao contrário disso, o ministro poderia muito bem, no âmbito dos princípios do bom sendo e da racionalidade, que são próprios dos seres humanos, questionar aos poderes Executivo e Legislativo, quanto às possíveis inconsistências pontuais, porque é exatamente assim que se procede quando se percebe que pode haver distorção na legislação, porque, repita-se, nada é perfeito, mas sem necessidade alguma de suspender coisa alguma, muito menos a lei.

Ainda assim, se tudo não puder ser contornado, por meio direto da diligência pertinente, não tem o menor cabimento que um ministro decida sozinho derrubar a vigência de importante lei, porque isso adentra na seara do abuso da autoridade, no discricionário entendimento de que ele pode tudo, quando seria de bom alvitre, à luz da inteligência humana, que, no limite do decidir, o caso fosse imediatamente levado ao plenário do Supremo, depois das justificativas, ainda com a lei em vigência, sem necessidade de causar trauma algum, em especial por parte dos enfermeiros, que foram penalizados, de forma injusta.

Como justificar que legislação elaborada sob os critérios da técnica legislativa, pelo Executivo, e examinada minuciosamente e com o rigor próprio do Legislativo, mas apenas um julgador se achar no direito de anular tudo, em total desrespeito ao trabalho daqueles poderes, com a especialização inerentes às suas competências constitucionais, para simplesmente decretar a inutilidade da norma legal, sem medir, por certo, as desastrosas consequências para esses importantes profissionais, que, ao contrário, somente merecem incentivos e apoios da sociedade?

Os brasileiros precisam repudiar, com veemência, essa absurda decisão monocrática, porque ela fere de morte os comezinhos direitos justos e legítimos dos enfermeiros.

               Brasília, em 5 de setembro de 2022

Resultado de pesquisa

 

Um resultado de pesquisa eleitoral aponta a preferência por determinado candidato à Presidência da República, em que há avaliação no sentido de qual tal candidato pode se eleger facilmente, tendo por base apenas pouco mais de duas mil pessoas consultadas.

Quem imagina assim pode quebrar a cara, depois do resultado final das urnas, à vista do universo dos votantes, para mais de cem milhões de votos.

O fato é que os fanáticos estão se vangloriando com as colheitas da preferência de votos de um punhado de cerca, no máximo, três mil pessoas, em que menos da metade declara seu apoio ao candidato da oposição.

É evidente que essa manifestação é de suma importância para se avaliar a tendência dos eleitores, exatamente porque isso faz parte do jogo político.

Agora, é preciso se levar em consideração que essa quantidade extremamente insignificante de votos não elege absolutamente nada, mas é exatamente com base nessas pesquisas suspeitas e visivelmente irrealistas que cientistas políticos disseminam a ideia triunfante de que determinado candidato vença seus opositores.

Convém não somente que os idólatras, mas todas as pessoas atentarem para a realidade dos fatos, no sentido de que estão habilitados ao voto ou às urnas a expressiva quantidade superior a 150 milhões de eleitores e o mais importante é que esse  universo vai eleger o futuro presidente do país.

É conveniente se esperar a abertura das urnas para se ter certeza do vencedor e espero que ele seja o melhor para o Brasil, evidentemente que não seja nenhum das malas sem alça que já demonstraram a sua verdadeira índole de especialista no aproveitamento do minguado dinheiro dos brasileiros, exatamente porque a paciência já foi exaurida por meio de tanta roubalheira, que até tem sido pouco para muitos antibrasileiros insensíveis à trágica realidade da má gestão do país.

Espera-se que os verdadeiros brasileiros, que amam o Brasil, se conscientizem de que o país não merece ser governado por quem não tenha a ficha limpa e que jamais se encontre implicado com a Justiça, porque isso é forma de incompatibilidade com o exercício de cargo público eletivo.

          Brasília, em 6 de setembro de 2022

Imerecidos elogios?

 

Em mensagem publicada nas redes sociais, um famoso jornalista tece os maiores elogios ao principal líder da oposição brasileira, o colocando no Olimpo dos deuses da política, conforme o longo e escorreito texto a seguir.

"Eu não queria dizer isso. Pode ferir sensibilidades, desmanchar castelos de areia, coisa e tal. Mas, que se dane. O fato, nu e cru, é que Lula vai sendo canonizado, imortalizado e santificado no altar máximo da glorificação histórica. Nem Che Guevara, nem Fidel Castro, nem Nelson Mandela chegaram perto dessa dimensão. E essa consagração é insuspeita: não há maior prêmio nem maior insígnia do que ser perseguido e caçado com este nível de violência pelo aparelhamento judicial e financeiro em uníssono, com o auxílio de toda a imprensa e dos serviços de "inteligência" nacionais e estrangeiros. É o maior reconhecimento de uma vida que teve um sentido maior, léguas de distância do que a maioria de nós poderia sonhar. Nem todos os títulos honoris causa do mundo juntos equivalem a essa deferência: ser perseguido por gente do sistema, por representantes máximos do capital, da normatização social e da covardia intelectual, gente que pertence ao lado fascista da história. Não há Prêmio Nobel que possa simbolizar a atuação democrática de Lula no mundo, nem todos os prêmios que Lula de fato ganhou ou recusou (a lista é imensa, uma das maiores do mundo). Porque a honraria mesmo que se desenha é esta em curso: ser o alvo máximo do ódio de classe e o alvo máximo do pânico democrático que tem fobia a voto. Habitar 24 horas por dia a mente desértica dos inimigos da democracia e povoar quase a totalidade do noticiário político de um país durante 40 anos, dando significado a toda e qualquer movimentação social na direção de mais direitos e mais soberania, acreditem, não é pouco. Talvez, não haja prêmio maior no mundo porque Lula é, ele mesmo, o prêmio. É ele que todos querem, para o bem ou para o mal. É o líder-fetiche, a rocha que ninguém quebra, o troféu, a origem, a voz inaugural, rouca, que carrega as marcas da história no timbre e na gramática. Há de se agradecer essa grande homenagem histórica que o Brasil vem fazendo com extremo esmero a este cidadão do mundo. Ele poderia ter sido esquecido, como FHC. Mas, não. Caminha para a eternidade, para o Olimpo, não dos mártires, mas dos homens que lutaram e fizeram valer uma vida em toda a sua dimensão espiritual e humana.".

         É impressionante, simplesmente, uma pessoa com o extremo domínio do saber e da intelectualidade, ser capaz de vislumbrar somente infinidade de qualidades e atributos  nobilíssimos sobre determinado político que, ao contrário, se tornou autêntico símbolo da desonestidade, diante da descoberta de criminosos esquemas da corrupção no governo dele, que não impediu o jornalista de colocá-lo no Olimpo dos deuses da política, como se ele fosse o suprassumo dos imortais, inigualável em todos os sentidos imagináveis, como se os não tivessem valor algum os sentimentos inatos da moralidade, da probidade e da imaculabilidade na administração pública?

          Agora, causa gigantesca perplexidade a completa ignorância sobre os deploráveis e famigerados escândalos do mensalão e do petrolão, em que ele esteve e continua a estar envolvido até a alma, exatamente porque os fatos aconteceram no governo dele, onde foi identificado o epicentro avassalador da ladroagem deslavada de recursos públicos, com destaque especial para os cofres da Petrobras, cuja estatal quase foi à falência, por ter passado de uma empresa bem administrada e das mais poderosas do mundo, em termos econômicos, para, pasmem, a mais endividada da face da Terra.

          É espantoso que a mentalidade humana tenha tamanha capacidade para a obscuridade e a fantástica omissão da verdade, em especial quando os degradantes fatos irregulares tiveram o condão de ferir mortalmente todos os princípios inerentes à dignidade, à honra, à moralidade, à pureza do ser humano, que perde todos os conceitos como pessoa digna de respeito pela sociedade, além das demais condutas capazes da denotação de todas as qualidades e os conceitos como aqueles sublinhados pelo articulista.

          À toda evidência, o jornalista se expressou fazendo referências elogiosas muito acima do mérito do homenageado, para quem até poderia fazer realmente jus a todas àquelas qualidades não fosse o completo desprezo dele pelos sagrados princípios da administração pública, à toda evidência, à luz dos fatos irregulares investigados por órgãos públicos competentes, cujo resultado resume na condenação dele à prisão, pela prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e isso conspira contra tantas qualidades, como se elas tivessem o condão de suplantar a vergonha de tantos crimes na gestão pública.

          A verdade é que um texto que é tecnicamente destinado a enaltecer algo que poderia merecer credibilidade perde a sua real importância exatamente porque ele não traduz a verdade histórica sobre os acontecimentos escandalosos protagonizados precisamente no governo daquele que realmente seria merecedor, até com mérito, mas tudo se reduz a pó, a nada, diante dos  horrorosos escândalos, que realmente aconteceram, conforme os fatos investigados e julgados pela Justiça, causando monstruosos prejuízos ao patrimônio dos brasileiros, os quais, infelizmente não foram assumidos pelos principais envolvidos, que eram governantes na época dos episódios irregulares.

          É simplesmente inacreditável que ainda tenham brasileiros igualmente que desprezam os princípios da moralidade e da dignidade na administração pública e também apoiam políticos que são denunciados pela prática de corrupção, a despeito das investigações que resultaram na condenação à prisão dele, no bloqueio de seus  bens e em outras medidas judiciais cautelares, inerentes à gestão fraudulenta e maculada, e de não haver esboço do mínimo interesse em limpar seu nome sujo perante a Justiça, por meio dos devidos e necessários esclarecimentos e justificativas sobre os fatos inquinados de delituosos.

          Certamente que a forma da gestão pública praticada por esses políticos somente merece o apoio dos brasileiros que acham normal a ocorrência de corrupção e da desonestidade com o envolvimento de recursos públicos, que deve ser o caso do famoso articulista e das pessoas que o aplaudem, em clara demonstração de insensibilidade à completa destruição dos princípios republicanos, que são indispensáveis na administração pública.

          Brasília, em 6 de setembro de 2022

Promiscuidade na família?

 

Uma mensagem que circula nas redes sociais mostra a imagem de sanitário ocupado por umas oito crianças fazendo uso de vasos comuns, só que estavam ali meninos e meninas tirando a roupa, em ambiente bastante descontraído e alegre, como se isso fosse normal no convívio social.

A imagem dessas crianças mostra a pior vulgarização possível do ser humano e, de resto, da destruição dos princípios da família tradicional, que tem por formação o respeito à intimidade entre as pessoas civilizadas.

É evidente que a mensagem não identifica exatamente quem estaria patrocinando a deformação de consagrados princípios humanos, mas é bastante fácil de se intuir que essa depravação moral tem como defensores os cultores da esquerda brasileira, em cuja filosofia se acomoda a banalização na forma pretendida da implantação generalizada da esculhambação, em se permitir a promiscuidade entre meninos e meninas e também entre adultos, sob a licenciosidade de puderem usar sanitários comuns, exatamente porque a mentalidade deles tem demonstrado regressão ao nível da idade da pedra lascada, mostrando precisamente o inverso da evolução da humanidade, que aproveita as conquistas e os avanços para o aprimoramento como ser humano.

O que se percebe é que essa fraqueza de princípios tem muito a ver com quem defende os princípios do regime socialista, porque são pessoas que comungam com a filosofia contrária aos bons costumes, a exemplo da família tradicional, além da defesa da ideologia que acha normal o uso de drogas, a prática do aborto, a ideologia de gênero, a invasão de propriedades particulares, a liberdade de presos, a banalização da impunidade, a desonestidade na gestão pública, a destruição de imagens, que são símbolos de veneração religiosa, entre muitas outras formas de desrespeito a princípios humanos, conforme mostra a história sobre a sua ideologia de condutas aversas à evolução humana e às condutas sadias.

É evidente que a exibição da mensagem em apreço serve como importante instrumento de reflexão para as pessoas normais puderem meditar sobre as maldades que existem na mentalidade dos simpatizantes da esquerda brasileira, que não têm o menor pudor em desrespeitar os sagrados princípios da família tradicional, em demonstração de que, para eles, a depravação faz parte de seus conceitos como sendo algo absolutamente normal entre as pessoas.

Na verdade, a vulgarização da falta de respeito aos princípios da família é apenas evidencia de uma das desgraças defendidas pelos esquerdistas, em clara contramão da evolução da humanidade, conforme mostram os fatos da vida.

Diante disso, espera-se que as pessoas de boa vontade se conscientizem sobre a imperiosa necessidade da eliminação da vida pública de todos os candidatos da esquerda, porque eles comungam com essa deplorável maneira de promíscua, com a disseminação de ideia de banalização dos sagrados princípios da família.

          Brasília, em 6 de setembro de 2022