domingo, 11 de setembro de 2022

Conclusão mentirosa?

 

O novo levantamento Datafolha, contratado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, “apontou que o candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possui 45% das intenções de voto no primeiro turno contra o atual presidente do País, Jair Bolsonaro (PL), que conta com 34%.”.

Na comparação com a última pesquisa, realizada em 1° de setembro, a aludida liderança se manteve estável, enquanto o presidente do país subiu dois pontos percentuais, indo de 32% para 34%.

Na pesquisa de intenção de voto espontânea (quando não são apresentados os nomes dos candidatos), o líder da pesquisa ficou com 39% e o presidente do país ficou com 31%.

A pesquisa em apreço foi realizada entre 2.676 pessoas, em 191 municípios, nos dias 8 e 9 do fluente mês, mas não foram informadas as localidades do país onde ela se realizou.

É inacreditável a forma peremptória como é feita a análise sobre a pesquisa de preferência de votos, em que são consultadas tão somente 2.676 pessoas, bem menos de três mil ouvintes, sem ainda se ter a certeza de que elas são realmente eleitoras, para se chegar à conclusão de se apontar que “o candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possui 45% das intenções de voto no primeiro turno contra o atual presidente do País, Jair Bolsonaro (PL), que conta com 34%.”, dando a entender, com absoluta convicção, de que 2.676 pessoas são capazes e suficientes para decidirem exatamente como projetado, com apenas a amostra ultrainsignificante.

Ao que se pode intuir é que o candidato que está em primeiro lugar teria, pasmem, no primeiro turno, 45% dos votos e o segundo chegaria a 34%, tudo isso tendo por base 2.276 pessoas, sem a certeza de que, repita-se, elas são realmente eleitoras e o mais grave disso é que essa minguada amostra se aplica com a segurança como se ela fosse o universo de mais de 156 milhões de eleitores habilitados ao voto.

É preciso deixar muito claro que não existe a menor suspeita sobre o resultado da pesquisa, mas os seus autores não têm autoridade alguma para a afirmação de que pouco mais de 2.600 pessoas seriam capazes de assegurar 45% dos votos totais das eleições, no primeiro turno das eleições, porque isso somente convence miolos desconectados com a realidade, no sentido de que tão pequena amostra teria o condão de induzir à conclusão tão segura como de se dizer que, no primeiro turno das eleições, alguém vai ter 45% dos votos válidos, uma vez que há regiões preponderantes de preferências, com possíveis predomínio de terminado candidato, que a pesquisa nem as tenha sido alcançada, enquanto em outras localidades a predominância já é do outro candidato.

À toda evidência, não se enxerga base científica alguma para respaldar pesquisa com capacidade nesse sentido, que possa determinar o resultado, agora, como se o primeiro turno já tivesse sido definido com a tendência de percentual infinitamente pequeno, em relação ao universo de votos distribuídos em todo Brasil, nos mais de 5.600 municípios e 156 milhões de eleitores, enquanto a consulta foi feita, pasmem, em apenas 191 municípios, com 2.676 pessoas, que é algo surreal, à luz do bom senso e da racionalidade, conquanto isso é apenas forma escandalosa de forçação de interpretação sobre algo indiscutivelmente inexistente.

A realidade mostra que se pode afirmar que, fora de dúvida, a pesquisa realizada entre 2.676 pessoas mostra que, no momento, 1.204 ouvintes, o equivalente a 45%, disseram votar em determinado candidato e outras 910 pessoas, correspondente a 34%, confirmaram que votariam em outro candidato, sem que isso possa garantir absolutamente nada com relação à definição do primeiro turno, porque qualquer ilação diferente disso não passa de ridicularização da verdade, do bom sendo e da melhor compreensão da honestidade.

Os brasileiros precisam repudiar, com veemência, informações fajutas e irresponsáveis como essa pesquisa, tanto de tendenciosa que se encerra nela, porque o seu objetivo é muito claro de distorcer a verdade dos fatos, uma vez que ela é completamente incapaz de garantir que tem preferência do universo dos votos, quando a consulta de somente 2.676 eleitores não tem validade alguma, diante de mais 156 milhões de votos, pelo menos em termos de habilitação, que precisariam ser todos consultados, para se garantir a pretensão aventada no parágrafo vestibular.

Convém que os eleitores não se deixem ser seduzidos por resultados de pesquisas mentirosas e tendenciosas, visivelmente conduzidas para distorcer a realidade dos fatos, a exemplo da conclusão em comento, porque, sob o prisma da verdade, ela não reflete coisíssima alguma, em relação ao primeiro turno das eleições, na forma descrita acima.   

            Brasília, em 10 de setembro de 2022

Repúdio à intolerância?

 

Possivelmente em razão do calor da campanha eleitoral, as pessoas estão buscando alimentar o sentimento mais aguçado de amor aos seus candidatos ou até mesmo à sua ideologia política, em expressa e manifestação de sentimentos desarrazoados inerentes à sensibilidade humana, quando acham bonito e normal comparar o seu semelhante a animal irracional.

Nesse caso, elas chegam a perder completamente o sendo de respeito ao seu próximo, a exemplo de caso acontecido com pessoa que participava da minha amizade na internet, que teve a insensibilidade de compartilhar vídeo com mensagem extremamente agressiva ao ser humano, ao chamá-lo de gado, que é vil apelo de manifestação de desapreço ao nosso semelhante, caso em que o sentimento isonômico exige o máximo de tolerância e respeito.

Nessa mensagem continha clara menção agressiva, ao se vangloriar sobre a menção a “gado”, naturalmente se referindo aos seguidores do presidente do país, em clara disposição de denegrir a imagem das pessoas, somente porque elas têm preferência política por alguém, nas mesmas condições, em sentido contrário, de direito de quem censura e critica essa forma de escolha, posto que se trata de forma de comparação bastante pejorativa e agressiva a animal bovino, com forte insinuação de evidência de inegável sentimento de superioridade por parte de quem critica, com relação aos seus adversários políticos.   

Imaginei ali que a mensagem que a pessoa compartilhara, na forma do texto com muita clareza, queria atingir os seguidores do presidente do país como sendo "gado" e isso só demonstra menosprezo ao ser humano, porque ninguém gostaria de ser comparado a vaca, boi, bezerro ou touro, que é tudo a mesma coisa que gado.

Foi quando eu resolvi encerrar a amizade com essa pessoa, que é forma sim da continuidade do respeito à ideologia defendida por ela, no âmbito dos direitos humanos da liberdade de pensamento e ideário, porque sei que isso precisa ser recíproco é verdadeiro, diante dos direitos assegurados constitucionalmente, no sentido de que o respeito à dignidade das pessoas é dever igualmente assegurado para todos nós, como forma de amor ao próximo

Isso vale dizer que essa pessoa tem todo direito de se manifestar como bem quiser e eu, do mesmo modo, também tenho o direito de me relacionar com quem eu entender que essa relação, nas redes sociais, é saudável e confortável para mim, em respeito aos comezinhos princípios humanos como assim defendo, além do que isso pode mostrar, de forma efetiva, para as pessoas que o livre-arbítrio é sim direito sagrado do ser humano, mas o respeito entre as pessoas faz parte desse importante conceito de civilidade.  

Exatamente porque sei, muito conscientemente, que ninguém gosta de ser comparado a animal irracional, como se isso fosse absolutamente normal para quem se imagina que está acima do bem e do mal, e isso não faz bem para a continuidade da amizade, em rede social, de quem prima pelo respeito à dignidade da sua individualidade e do seu semelhante, razão por que eu decidi informar-lhe que não tinha mais interesse em manter amizade com ela, na internet, e assim a dei por encerrada, a partir daquele momento.

É muito  estranho, porque isso não passa de paradoxo, em que muitas pessoas, por motivo meramente ideológico, queiram se imaginar ser o suprassumo em algo que é efêmero e que apenas faz a defesa de causa que inclui, sem justificativa, a agressão ao seu semelhante, na presunção de que só o pensamento delas é o melhor e o mais perfeito de todos.

 Como é desanimador que as pessoas, sem o menor pudor, possam comparar o seu semelhante como animal bovino, que é forma direta de indelicadeza e desrespeito ao sentimento individual, quando todos têm o mesmo direito de nutrir, em reciprocidade ideológica, por seu candidato, na forma sagrado do direito assegurado pela Constituição, à vista das mesmas condições de direitos e obrigações que tem cada pessoa, de ter livre preferência e escolha de agir como cidadão, sem necessidade alguma de menosprezo, como a que se refere a mensagem em foco.

Ante o exposto, penso deixar a saudável lição de que é direito dos cidadãos a normal disseminação de seus pensamentos e ideias, cuidando, para tanto, de respeitar, em igualdade de condições, os melhores sentimentos de valorização do ser humano, sob a consciência da preservação do sagrado princípio de civilidade, que é essencial ao fortalecimento dos relacionamentos social e de cidadania, que abrangem também repúdio à vocação de ódio e vingança contra o ser humano.         

Brasília, em 11 de setembro de 2022

sexta-feira, 9 de setembro de 2022

Desonestidade?

 

Discutia-se a ética na política, em especial nos governos da esquerda, em que a promiscuidade reinava solta, permitindo o desvio de recursos públicos para a satisfação de projetos pessoais, em especial, na manutenção do poder, a exemplo dos deploráveis escândalos do mensalão e do petrolão.

A novidade é que não houve ainda justificativas nem esclarecidos de qualquer natureza para o desvio dos recursos dos brasileiros, em especial, dos cofres da Petrobras, que causaram enormes prejuízos ao patrimônio dos brasileiros, sob o comando de aproveitadores inescrupulosos responsáveis pela gestão pública.

As medidas adotadas por agentes públicos, como nesse caso, de alto poder degenerativo da gestão pública, podem ser de muito exagero na forma de desvio de natureza funcional, que é fato cabível de atos nesse sentido, de natureza sancionária, na forma da lei, mas nenhuma medida corretiva foi implementada por parte daqueles governos, cujos titulares preferiram se autointitularem de honestos e inocentes, dando a entender que nada de ruim e maléfico aconteceu nas suas gestões.

Agora, o mais importante que precisa ser notado é que nada disso tem interferência direta nos graves atos irregulares, na ladroagem, ou seja, ninguém foi punido diretamente pela administração, que também não determinou qualquer ato corretivo das falcatruas.

Essa é a verdade nua e crua, perpetrada direta nos cofres públicos, em especial, da empresa petrolífera brasileira, que ficou no maior prejuízo e tudo ficou sem punição, na via administrativa.

Os idólatras e ingênuos preferem fechar os olhos para os fatos verdadeiros e da maior gravidade, porque esta é realmente o verdadeiro cerne do problema que salta aos olhos, para apontar erros que não interferem em nada, absolutamente, na causa principal, como se a desonestidade fosse algo perfeitamente aceitável na administração pública, à luz da ideologia socialista.

Pobre mentalidade dessas pessoas que preferem  se satisfazer com a inversão de valores, contribuindo para a degeneração da verdade, em prejuízo do patrimônio dos brasileiros, que são roubados e nada acontece em forma de condenação dos envolvidos com a má gestão dos recursos públicos.

          Brasília, em 8 de setembro de 2022

Cadê a coerência?

 

O principal candidato da esquerda brasileira à Presidência da República criticou o que ele considerou de uso político-eleitoral as comemorações do 7 de Setembro pelo presidente da República, tendo cobrado do candidato à reeleição explicações sobre a compra de imóveis pela família dele.

Ao declarar que, em 2006 e 2010, quando era presidente do país e foram anos de eleições presidenciais, ele não usou o feriado da Independência para fazer política ou campanha, tendo dito que o presidente brasileiro deveria explicar como pretende resolver os problemas da população em vez de atacá-lo.

O candidato da esquerda disse que, "Ao invés de discutir os problemas do Brasil, tentar falar para o povo brasileiro como ele vai resolver o problema da educação, da saúde, do desemprego, do arrocho do salário mínimo, ele tenta falar de campanha política e tenta me atacar".

Como não poderia ser diferente, o candidato da esquerda, por liderar as pesquisas de intenção de voto,  foi o principal alvo dos ataques do presidente do país, por ocasião dos atos em comemoração ao Sete de Setembro.

No duro discurso que o presidente do país pronunciou no Rio de Janeiro, foi dito que tipo de gente como o candidato da esquerda tem de ser "extirpado da vida pública" e ainda o chamou de "quadrilheiro. Não é apenas não voltar à cena do crime, esse tipo de gente tem que ser extirpado da vida pública".

O candidato da esquerda, enfurecido, contra-atacou, ao dizer que o presidente do país precisa explicar "como é que a família juntou 26 milhões em dinheiro vivo para comprar 51 imóveis, é isso que ele tem que explicar".

O candidato da esquerda se referia à reportagem do portal UOL, segundo a qual, desde a década de 1990, o presidente do país, a mãe, os irmãos, os filhos e as ex-mulheres dele negociaram 107 imóveis, dos quais 51 foram pagos total ou parcialmente com dinheiro vivo, embora o mandatário tenha negado relação com as compras feitas por seus parentes e mais recentemente afirmou que a informação de uso de dinheiro vivo está incorreta.

Por último, o candidato da esquerda disse que "o Brasil precisa de melhor sorte. O Brasil precisa de um governo que cuide do povo... de uma pessoa que cuide do povo como se fosse um dos seus.".

Não somente na disputa eleitoral para o cargo presidencial, mas também em todas as atividades relacionadas com atividades públicas deve prevalecer o saudável princípio da transparência, onde, de acordo com o dito popular, o “pau que bate no Chico também precisa bater no Francisco”, pois é essa a regra natural.

Ou seja, se o candidato da esquerda exige que o seu principal opositor se digne a esclarecer a compra de imóveis, inclusive pela família dele, convém que ele também, primeiro, se disponha a se comprometer com a transparência das atividades da família dele, em especial quanto às suspeitas de enriquecimento ilícito, tanto por parte dele como da ex-esposa e dos filhos dele.

Nesse sentido é o que se chama de isonomia de tratamento entre os candidatos, em que nenhum questionamento pode ficar sem explicação ou esclarecimento, que, aliás, se trata de procedimento nobre normalmente observado entre os candidatos presidenciais em disputa nos países civilizados e evoluídos, em termos políticos e democráticos, para que os eleitores possam avaliar o quanto das lisuras pessoais deles.

Agora, não fica nada bem para o candidato da esquerda só a exigência da transparência por parte apenas do seu principal opositor, como que se somente ele estivesse em situação nebulosa, devendo explicações para a sociedade, enquanto o próprio acusador tem vasta ficha policial de causar inveja aos piores criminosos não só do Brasil como do mundo, à vista dos processos penais protocolados na Justiça, que ainda pendem de julgamento, por versarem sobre graves denúncias sobre recebimento de propinas por parte dele.

Com relação a esses casos judiciais, em dois processos até já houve julgamento das respectivas ações, que resultaram na condenação dele à prisão, pela constatação da prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, que significam, respectivamente, indevido recebimento de dinheiro, em forma de propina, e falta de informação aos órgãos competentes sobre a existência de patrimônio, ou seja, omissão de importante acréscimo patrimonial.

A bem da verdade, a despeito dessas sentenças condenatórias, elas foram anuladas pela Justiça, sem exame de mérito, o que vale dizer que os atos delituosos de que se tratam permanecem intactos, por ter entendido que a jurisdição de Curitiba era incompetente para julgá-lo.

Não obstante, os respectivos processos foram enviados para a Justiça de Brasília, onde seria procedido novo julgamento, que não haverá mais, por que diante da prescrição das ações penais.

Isso não significa, de maneira alguma, a absolvição do acusado pela prática dos crimes por ele praticados, que permanecem sob a forma de mácula da improbidade administrativa, pela constatação, conforme investigações, do recebimento de propina por parte do principal envolvido nas falcatruas, de forma que isso implica na incompatibilidade com o exercício de cargo público eletivo.

Enfim, é preciso que os fatos questionáveis, na vida pública, sejam devidamente tratados sob os princípios não só da coerência, mas também da transparência, em estrita atenção ao exato respeito democrático, como forma de valorização do voto, em que o eleitor precisa avaliar especialmente a índole de cada candidato, quanto à observância aos salutares princípios republicanos da ética, da moralidade, da honestidade e de todos os demais que são essenciais na administração pública.    

          Brasília, em 9 de setembro de 2022

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

Adeus, rainha Elizabeth!

 

O Reino Unido chora e lamenta a morte da rainha Elizabeth II, que se despede do mundo depois de ter sido a monarca mais longeva da Inglaterra, tendo se destacada pela importância do respeito como a rainha que imprimiu seriedade, equilíbrio e solidez nas políticas próprias da sua competência institucional.

A rainha Elizabeth II foi verdadeira fortaleza que serviu de inspiração para a Grã-Bretanha ser o reino moderno e progressista que é hoje, tendo contribuído, com a sua firmeza de reinado para o crescimento daquele país, que é considerado grande potência mundial, em termos políticos, econômicos e sociais.

Não fosse a solidez de seu reinado, o declínio do apoio à monarquia já teria chegado ao limite insustentável, uma vez que os súditos britânicos pensam, na modernidade, na substituição do reinado por cargo eletivo, como forma a possibilitar a alternância de poder, seguindo os demais países.

 É nesse ambiente de incerteza que o futuro rei Charles III assume a monarquia britânica, totalmente consciente de que não será fácil alcançar a admiração e o respeito conquistados pela rainha Elizabeth, embora ele tenha sido preparado para esta espinhosa missão, por longas sete décadas.

Agora, com 73 anos, o reinado de Charles III tem mais a aparência de verdadeira transição, se forem levadas em conta as sete décadas que preencheram o currículo da quase eterna rainha-mãe, de muitas conquistas gloriosas para o seu reinado, que certamente ficará marcado para a história mundial.

O novo rei inglês herda a monarquia mais bem-sucedida da história moderna e a chefia da Comunidade Britânica, mas dificilmente ele se livrará da sombra da mãe e do traquejo político que a caracterizava, ante a sua afinidade com seus súditos, que a amavam e a veneravam.

Caberá ao novo rei Charles III, como missão prioritária, trabalhar com inspiração no carisma da sua mãe, deter o sentimento antimonarquista, que vem sendo alimentado, há algum tempo, por parte expressiva de seus súditos.

Sem dúvida, trata-se de grande perda de importante personalidade britânica e mundial, na certeza que a rainha Elizabeth II deixa importante legado para a humanidade, de competência e respeito ao instituto da monarquia.

Deus, salve o novo monarca do Reino Unido, o Charles III, e conceda-lhe vida longa.

Brasília, em 8 de setembro de 2022

A escuridão da mentalidade

 

Circula nas redes sociais mensagem que diz muito com o momento atual brasileiro, em que a esquerda vem questionando o amor dos conservadores à bandeira e aos símbolos nacionais, que nada mais tem sido de pura brasilidade, como fazem normalmente os povos dos países civilizados e evoluídos, que demonstram respeito e amor aos valores da pátria amada.

A aludida mensagem tem o seguinte teor, rico em ensinamento e propício à reflexão das pessoas sensatas e inteligentes: “É o que se sente quando numa entrevista a repórter esquerdista Amanda Klein  pergunta ao ex-ministro petista do Lula, Aldo Rebelo (inteligentíssimo): Ministro o que o senhor acha dessa apropriação da bandeira nacional por parte de Bolsonaro? Ele então, respondeu: Amanda  ele não se apropriou da bandeira nacional. Ele a achou JOGADA NO CHÃO pela esquerda, que a abandonou por uma vermelha, e a resgatou.”.

Eis nessa brilhante resposta a exata expressão do sentimento de desamor própria da ideologia da maldade, do antagonismo e da desunião entre os povos do mesmo país, cujo lema intrínseco é a tentativa da malsinada desagregação enfeixada no “nós contra eles”, em que se estabelece espúria divisão apenas tendo por base a odiosa ideologia socialista, que prega erroneamente a igualdade social, embora seus métodos sejam visivelmente contrários à pretendida uniformidade de direitos entre as pessoas, quando o principal ideário é a defesa apenas da parte simpatizante do nefasto socialismo.

Na verdade, a atitude sensata dos conservadores, de acolher no seu peito a bandeira nacional é apenas demonstração do amor que todo povo precisa ter para com a sua pátria, que merece todo respeito acima de quaisquer ideologia e sentimentos devotados à filosofia ou ao partido político, na precisa forma como fazem os idólatras da esquerda brasileira, não se incomodam da prática de atos dissonantes com os bons costumes, como nesse caso específico de amor à bandeira vermelha, com total desprezo ao estandarte nacional.

Os esquerdistas tupiniquins não se envergonham, aliás muito pelo contrário, eles se vangloriam de rasgarem, queimarem e pisoteares, em teatros e praças públicas, o sagrado manto verde-amarelo, a bandeira brasileira, que legalmente simboliza a pureza do povo brasileiro.

Essa deplorável atitude só demonstra o tamanho do desamor à pátria e o nível da mentalidade retrógrada de quem não se entristece de defender a repudiável bandeira vermelha, que é símbolo do nefasto regime socialista/comunista, cujos governos ditatoriais representam o que de pior existe para o povo, sob a égide da igualdade social, que tem sedimentado, na prática, conforme se deflui dos governos trogloditas de crueldade, insensibilidade e desumanidade, a privacidade dos direitos humanos e das liberdades individuais e democráticas, à vista do que realmente vem acontecendo em todos os países praticantes desse indesejável e repudiável regimente totalitário.

Nem se poderia alegar o resgate da grandeza simbólica da bandeira nacional, porque ela nunca foi desprezada pelos verdadeiros brasileiros, mas sim apenas houve a demonstração inequívoca do verdadeiro amor à pátria, por intermédio da bandeira, que jamais merece outro tratamento senão de muito carinho e acolhimento, em todos os momentos nacionais.

A clara atrocidade que tem vindo da parte da esquerda, ao pisotear, rasgar e queimar o pavilhão dos brasileiros é apenas a reafirmação da sua índole de amor à causa da ideologia de desrespeito à pureza dos sentimentos, costumes e princípios capazes de valorização do ser humano, em evidente reacender da ideia de que é preciso prevalecer o radicalismo e o vandalismo, como imperativo do totalitarismo e da escravidão aos sentimentos apregoados por sua filosofia política, que é considerada por ela como a salvação da humanidade, embora isso apenas evidencia total afronta aos sagrados princípios democráticos, de liberdade ao pensamento e à expressão.

Enfim, a mentalidade dos verdadeiros brasileiros precisa ser urgentemente despertada para os reais perigos da volta da esquerda ao poder, à vista dessa pequena amostra de atrocidade que ela é capaz, quando nem respeita o principal símbolo da pátria, sem temor de substituí-lo por outro que representa o mundo da escuridão e do retrocesso aos princípios humanitários.

               Brasília, em 8 de setembro de 2022

O poder do bem!

 Vem circulando, nas redes sociais, mensagem atribuída ao líder ativista norte-americano dos direitos humanos, Martin Luther King Jr., na qual ele diz que “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.” .

Esse importante pensamento se encaixa perfeitamente no atual momento político brasileiro, onde as pessoas do mal, que defendem as maléficas e degradantes ideias do socialismo tentam convencer que político que encarna as malignidades dessa ideologia, com todas as suas precariedades e deficiências prejudiciais aos direitos humanos e às liberdades individuais e democráticas, pode voltar a presidir o Brasil, em que pese o seu criminoso legado enfeixado nos escândalos do mensalão e do petrolão, que tanto menosprezaram os princípios republicanos da moralidade e da dignidade, na gestão pública.

Diante desse horroroso quadro político, compete às pessoas do bem reagirem e não permitirem que a desgraça a venha a prevalecer sobre os brasileiros honrados e dignos, porque isso vem em inevitável prejuízo aos interesses da sociedade, diante do gigantesco risco da guinada com viés socialista, conforme já adiantou o líder da esquerda brasileira que pretende sim implantar, no Brasil, o regime comunista chinês, na forma claríssima do texto a seguir.

É a China um partido que tem poder, que tem um Estado forte, que toma decisões que as pessoas cumprem, coisa que não temos aqui no Brasil. Por exemplo, a China, ela somente conseguiu combater o coronavírus com a rapidez que ela combateu porque tem um partido forte, porque tem um Estado forte, porque tem pulso, tem voz de comando. Nós não temos isso aqui no Brasil. Eu pensava muito grande na minha relação com a China. Eu achava que a gente deveria ter construído uma parceria estratégica. A China é um exemplo para o mundo. Mas tenho muita fé e muita esperança de que nós vamos fazer isso a partir de 2023.”.

Naturalmente que a promessa da implantação do comunismo chinês, no Brasil, deve calhar como medida extremamente reconfortante para as pessoas que alimentam essa horrorosa e cancerosa ideologia, porque isso satisfaz à mente vazia de conteúdo e de ideias das pessoas manifestamente aderentes ao mal e às desgraças para o povo, porque elas não fazem a mínima ideia como de tristeza, maldade, crueldade e desumanidade que se possam imaginar de horroroso representa o regime comunista, em especial com a privação das liberdades individuais e dos direitos humanos, em que tudo é controlado pelo Estado forte, que comanda partido forte, tudo amoldado ao pensamento troglodita dos ditadores desumanos e sanguinários.

Nunca o silêncio dos bons pode ser tão sentido, em forma trágica, se realmente isso vier a acontecer, no Brasil, diante da prevalência dos instintos malignos representados pela volta da esquerda ao poder, inclusive já com o anúncio do principal líder da esquerda, candidato à Presidência da República, que, se eleito, pretende implantar o regime  comunista no país, que é algo espantoso, porque nada poderia ser pior para os brasileiros, acostumados com as amplas liberdades, individuais e democráticas, onde predominam os ares da plena vida humana.

É preciso se invocar a importância do voto, especialmente em momento em que o Brasil corre seríssimo risco de ser comandado por grupo político averso aos princípios verdadeiramente democráticos, na acepção da palavra e do rigor filosófico, porque compete a nós, os brasileiros de verdade e honrados refutarmos quaisquer tentativas de golpe à soberania das instituições democráticas e das liberdades individuais de cidadania.

Para tanto, é imprescindível o maciço comparecimento às urnas, na próxima eleição presidencial, para se votar contra a volta da esquerda ao poder, porque ela não tem projeto político-administrativo de sustentação eficiente e competente para os brasileiros, visto que se tivesse já teria implantado algo diferente, nos dezesseis anos de governo, que foram marcados por resultados pífios, inglórios e prejudiciais aos interesses da população.

O Brasil pede socorro, neste momento em que as esquerdas da América Latina vêm galgando poderes e mostrando o que pode oferecer ao povo: absolutamente nada de vantagem e de novidade em contribuição ao desenvolvimento humano, senão de retrocesso, incompetência e descaminho dos princípios da boa conduta e dos bons costumes.

É importante que as pessoas que estão isentas de votar se despertem sobre a importância do seu voto, porque ele poderá ser decisivo no resultado da eleição, em benefício do Brasil e dos brasileiros, com o afastamento, em definitivo, dessa nefasta esquerda aproveitadora da ingenuidade das pessoas pobres, que são levadas por promessas socialistas mirabolantes, em de assistencialismos insustentáveis e encanadores, uma vez que todos os programas de assistência social que existiam no passado estão em plena atividade, neste governo, que até os ampliou, em forma de benefício para o povo carente.

É preciso sim se refletir sobre a melhor escolha para o Brasil, tanto com relação ao presente momento como ao futuro das gerações, que possam viver em país onde prevaleça a paz, o respeito aos direitos humanos e às liberdades individuais e democráticas, com justiça social, segurança, garantia da ordem pública, mais saúde e melhor qualidade de vida, sem a existência da aterrorizante corrupção, que tem sido a marca registrada, por excelência, de governos socialistas, consolidada nas entranhas apodrecidas da República.

Assim, apelam-se pelo voto com a sã consciência, em que os verdadeiros brasileiros não deem oportunidade aos aproveitadores dos privilégios e das benesses do poder, com vistas à consecução da defesa, do engrandecimento e da valorização do Brasil, eliminando, em definitivo, a volta ao poder de corruptos profissionais, que consideram normal a prática da desonestidade, a exemplo das atrocidades enfeixadas nos mensalão e petrolão, em que o principal envolvido se vangloria de ser honesto e inocente, não tendo a humildade de prestar contas à sociedade sobre seus atos na vida pública, que seria o normal, diante dos princípios e das condutas inerentes à gestão pública, quanto à obrigação da lisura e da honestidade, próprias dos verdadeiros homens públicos.    

Enfim, há vigorosa esperança de que os brasileiros do bem se esforcem e se unam na intransigente busca da prevaleça o grito dos bons, em flagrante derrota dos maus, porque o Brasil merece ser feliz, sob o domínio das liberdades individuais e democráticas, garantidas com a consciência e a força das pessoas do bem.   

          Brasília, em 8 de setembro de 2022