sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Taxação do Pix?

 

O vice-presidente da República eleito traz excelente notícia para os eleitores vitoriosos, no sentido de que o Pix vai ser taxado para contribuir para o "crescimento econômico brasileiro", sob a alegação de "motivos financeiros específicos".

Esse fato tem o sentido de extrema preocupação, exatamente porque o novo governo desconhece completamente a situação orçamentário da União, mas já trata de cuidar do arranjo de motivos para mudar a filosofia popular do Pix, que certamente tem o objetivo de satisfazer interesses outros, quando se trata de mexer precisamente em algo que deu certo neste país, que beneficia diretamente a classe menos endinheirada e jamais poderia ser, de logo, prejudicada.

Isso não tem o menor cabimento, em se resolver em mexer com a estrutura de algo que funciona bem e em benefício de quem realmente precisa, na certeza de que a taxação vai encarecer de imediato e logo para a parte mais carente da população.

A verdade é que tem algo estranho nisso, porque não é aconselhável se mudar nada sem haver estudos sobre as questões que envolvem a operacionalidade do Pix, inclusive o quanto de recursos que essa mudança vai conseguir arrecadar, entre outras informações importantes.   

Pois bem, quando o povo não exige plano de governo do candidato e vota no escuro, com certeza o governante fica à vontade para criar, depois de eleito, tudo que achar importante para penalizar a sociedade, porque a taxação, a criação de qualquer medida fica livre para ser anunciada, como nesse caso do Pix.

Como não é novidade para ninguém, o Pix foi excelente medida aprovada no atual governo, especialmente por ter aliviado o bolso dos contribuintes de um mudo geral e, mais especificamente dos pobres, sabendo que ele também tratou de penalizar os banqueiros, que passaram a ter menor lucro, nas suas contas.

É vidente que notícia extremamente prejudicial aos interesses dos brasileiros já é anunciada agora, bem antes da posse, como “amigo” recado para todos os eleitores, não somente para os que votaram no candidato eleito, se preparem para essa “paulada”, mas também para surpresas desagradáveis como essa.

Com certeza, muitas medidas de arrocho vão aparecer no curso do governo, que, devido à experiência, desconhece o sentido próprio de eficiência, mas sabe perfeitamente de onde tirar dinheiro, mais especificamente dos contribuintes, para a satisfação das questões que aparecerem no país.

Confesso que essa notícia não me surpreende, uma vez que tenho absoluta consciência de que a sociedade vai ser obrigada a arcar com a incompetência do futuro governo, em termos administrativos, que também deverá assumir o abastecimento dos cofres públicos, sempre que houver necessidade de reforço da caixa do Tesouro.

Diante dessa notícia extremamente deplorável, os brasileiros somente têm duas alternativas, que são fazer o “L”, para aqueles que votaram no candidato eleito, e protestar, com veemência, em repúdio, por parte dos demais brasileiros, diante de medida tão absurda e agressiva ao bolso dos contribuintes.

Brasília, em 4 de novembro de 2022

A involução humana

 

Diante de crônica em que eu comentei o resultado das eleições, uma distinta e atenta senhora assinalou que “A bíblia menciona que por falta de conhecimento, ou seja sabedoria Deus castiga o seu povo. Bolsonaro suas falas estão longe de ser o presidente ideal, mas o outro é muitíssimo pior.”.

Em resposta à mensagem acima, eu digo que, na minha modesta opinião, a grandeza do Brasil não merece nenhum dos dois últimos candidatos, especialmente porque faltam neles qualidades à altura de verdadeiros estadistas, que tenham capacidade para presidi-lo com a altivez necessária à competência exigida para o exercício de tão relevante cargo.

Eu votei no menos ruim candidato, por falta de alternativa e na esperança de que a terrível desgraça da esquerda não voltasse ao poder, diante de tudo de ruim e de demoníaco que ela vai ser capaz de trazer para infernizar a vida dos brasileiros, principalmente pelo sentimento de vingança, a começar da regulação da mídia, como forma de controlar e censurar os meios de comunicação e a liberdade de expressão.

À toda evidência, o país que cuida de limitar as informações, por meio de regulação da mídia, sinaliza com muita clareza para o começo da terrível e desumana ditadura, que certamente não preocupa aos eleitores que decidiram pela volta da esquerda ao poder, mesmo com todas as ameaças próprias e ensejadoras da sua demoníaca ideologia.

O certo é que tudo de ruim que não possível ser feito nos governos socialistas anteriores, podem ter certeza de que, desta vez, vai vir pacote de maldades com tudo melhorado e ampliado, em termos de desgraça contra os brasileiros, só com um detalhezinho, ele vem não somente para quem não votou no candidato eleito, não, ele vem para todo mundo sofrer junto, para que todos experimentem das crueldades do fogo do inferno.

Quem votou no anticristão vai ver seus aliados invadirem templos religiosos e ele ficar calado; a invadirem propriedades particulares e ele não fazer nada; a matarem, roubarem, estuprarem e praticarem desordem pública e ele ficar calado; a praticarem as piores atrocidades e ele se fingir de morto, porque tudo isso faz parte da índole socialista, a exemplo do que acontecia no passado.

O Brasil, em pouco tempo, vai se tornar um território sem ordem, sem autoridade e sem lei, especialmente porque o Judiciário está todo ao lado dele, em especial pela falta de julgamento dos processos referentes ao petrolão, em que todos permanecem parados na corte suprema do país, enquanto os envolvidos mantêm seus cargos no congresso, sob o amparo do foro privilegiado.

Não é preciso ninguém guardar na memória nada disso que escrevi, porque isso não é o desejo vaticinando por que aconteça o pior, para ser melhor para o infortúnio dos brasileiros.

É apenas por se imaginar que tudo isso faz parte da índole do socialismo, que já tem incrustado no âmago da sua filosofia toda estrutura que comunga da mesma ideologia socialista, que simplesmente não tem nada de bom para oferecer à sociedade que se alimenta de3 sonhos.

Felizmente, a humanidade aproveitou os avanços e as conquistas dos conhecimentos científicos e tecnológicos para acompanhar a evolução da modernidade, em forma de aperfeiçoamento de seus benefícios, para o seu melhor usufruto.

A despeito disso, infelizmente, muitos brasileiros, nesta eleição, demonstraram o quanto eles regrediram e involuírem, em votarem em candidato em plena decadência moral e sem predicativo político algum, em termos de capacidade para acrescentar absolutamente nada em relação ao governo dele.

Tanto isso é verdade que nem programa ele se preocupou em apresentar para os brasileiros, mas os idólatras votaram mesmo assim nele, no escuro, com base apenas no vazio e no vago compromisso, pasmem, com a democracia, democracia esta que permite que sejam imperados, como regra, a desonestidade e a corrupção, que foram privilegiadas na gestão pública, a exemplo dos gigantescos esquemas criminosos que predominaram soberanamente o governo dele, conforme mostram os fatos.

Por certo, esses deploráveis esquemas hão de vir à lume, certamente, na nova gestão, principalmente porque, como ficou provado, o crime mais que compensa, à vista, praticamente, da impunidade, em especial para ele, que foi penalizado e descondenado, ficando o dito pelo não dito e isso serve de estímulo para a esculhambação vicejar com maior desejo na aplicação dos recursos públicos.

Tenho enorme impressão de que a volta da esquerda ao poder poderá ter preço muito caro para os brasileiros, especialmente porque o governo já prometeu criar um monte de ministérios, para serem distribuídos a partidos políticos, que ficarão com a liberdade do aparelhamento da máquina pública, além da volta dos sindicalistas ao governo, com toda a incompetência de quem nem nunca trabalhou.

Diante do panorama que se vislumbra, é possível se intuir que as perspectivas são as piores possíveis, à vista das experiências do passado não muito distante, que deixaram marcas profundas na gestão pública, as quais ainda não se cicatrizaram, à vista da existência de processos penais pendentes de julgamento na Justiça, o que mostra a falta de interesse na prestação de contas dos atos praticados na vida pública.

Enfim, em que pese a sinalização para o verdadeiro caos na gestão pública, resta também a esperança de que sejam catalisados bons fluidos para as mentes dos dirigentes do novo governo, com vistas à implementação de importantes ideias em benefício dos brasileiros.

Brasília, em 4 de novembro de 2022

Em defesa da honra?

 

Uma importante jornalista paraibana saiu em defesa da honra de seus conterrâneos, sim aqueles que foram xingados, Brasil afora, pelo fato de terem votado no candidato eleito.

Achei muito interessante o esforço dessa jornalista, em tentar resgatar a lembrança de grandes paraibanos, inclusive a memória de ilustres pessoas mortas, para o enaltecimento das qualidades dos valores intelectuais e culturais da gente paraibana, no que eles têm de melhor no mundo da intelectualidade e da inteligência, sem dever nada para o resto dos brasileiros.

Realmente, os paraibanos são tudo aquilo o que a jornalista disse e muitos mais, em termos de sentimentos próprios dos sertanejos, porque o nosso povo é incomparavelmente valoroso, forte e digno do maior respeito e sobre isso não há a menor dúvida.

Não obstante, em que pese todo esse esforço, a causa não é sobre se tentar mostrar para o resto do Brasil a honra do povo da Paraíba, que tem bastante personalidade, que é exposta naturalmente, que nem precisava a invocação até mesmo de quem já não existe mais entre nós.

Isso não leva a absolutamente nada, uma vez que se trata de se discutir o sentimento da moralidade de pessoas, em que muitos paraibanos votaram em candidato que é símbolo da desonestidade brasileira, à das ações penais contra ele, nos Tribunais, e, para isso, não existe justificativa alguma, nem mesmo com menção aos mortos ilustres, uma vez que isso não passa de blasfêmia, ao se invocar os nomes deles, porque não tem efeito de causalidade.

A meu juízo, não faz o menor sentido, não somente com relação aos paraibanos, mas aos brasileiros, a invocação da beleza e da grandeza regional de um povo, mesmo se reconhecendo as suas notórias qualidades intelectuais, culturais, educacionais etc., quando ele resolve, de forma voluntária, acolher como seu candidato preferido pessoa que não tem personalidade moral, em termos políticos, como tal reconhecido pela Justiça, que o condenou à prisão, em razão de ele ter sido envolvido com atos irregulares, na gestão dele, à vista do recebimento de propinas, provenientes de dinheiro dos contribuintes.

À luz da sensatez, na melhor forma de compreensão humana, não tem o menor cabimento que pessoas consideradas as mais nobres e honradas votarem em político nessas condições para presidente da República, porque isso não é legítimo, sob o prisma do civismo e da cidadania, salvo na compreensão de quem acha que é normal a desonestidade na administração pública.

Depois de ter votado de forma fora da curva, quer queira ou não, porque os fatos mostram exatamente isso, não é justo que a pessoa venha fazer uso do poderoso álibi da honra paraibana para respaldar o seu ato diferenciado da normalidade, por meio do sentimento de ser brasileiro ou paraibano, como forma de abonar o seu voto nada republicano.

Ou seja, para quem votou em candidato que não reúne as necessárias qualidades para o exercício do cargo, isso pode ser considerado normal, mas merece censura sim, quem acha anormal tal procedimento, a exemplo da defesa promovida pela jornalista, que certamente acha isso normal.

É evidente que ninguém tem direito de ficar criticando atos de ninguém, porque cada qual é responsável por suas decisões, mas seria interessante que não fosse mascarada a realidade dos fatos, uma vez que não se justifica usar o bom nome ou a dignidade de um povo para a tentativa do acobertamento de se votar em pessoa que deve explicações à Justiça.

No caso em comento, o que se discute, por ser de justiça, é a legitimidade do voto a pessoa moralmente em declínio, em termos políticos, por falta de qualidades para o exercício de tão relevante cargo público e isso é induvidoso para as pessoas dignas e honradas, não cabendo a menor justificativa para se colocar na Presidência da República pessoa que ainda responde a processos penais, na Justiça, justamente por seu envolvimento com casos de irregularidades com dinheiro público e isso é fato notório.

Que moral tem esse povo para se invocar a honra do paraibano, que seria injustamente desonrado por abonar voto notoriamente degenerado, por ter sido endereçado a candidato legitimamente registrado, mas absolutamente incapaz de comprovar os requisitos de conduta ilibada  e idoneidade, na vida pública, que é de suma importância para o exercício do importante cargo de presidente da República, cujos requisitos são exigidos normalmente até mesmo nas piores republiquetas?

O certo mesmo é que cada qual assuma o seu voto, sem essa estupidez de ficar magoado e ainda querer apelar para a honra do ser brasileiro ou paraibano, porque, no caso, uma coisa não tem nada a ver com a outra, o que vale dizer que a honra do paraibano é algo indiscutível e não merece ser invocada, neste momento, quando o que está em jogo é a decisão de votar e se responsabilizar por isso, sem necessidade de apelação para a honra de quem não tem nada com o caso.

Enfim, trata-se de discussão absolutamente inútil, que nem deveria existir, uma vez que a honra do paraibano somente deveria ser discutida com relação àqueles que votaram em candidato que ainda precisa prestar contas à Justiça, assim exigidos por força dos atos maculados na gestão dele.

Brasília, em 4 de novembro de 2022

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Salve a bandeira brasileira!

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, foi postado texto que diz: “Hoje esta bandeira (se referindo ao pavilhão nacional que servia de fundo da mensagem) deixa de ser usada como de partido político. Volta a ser de todos brasileiros. Enfim volta a ser a bandeira do meu país.”.

Na verdade, a bandeira brasileira sempre foi Brasil e empunhada com muito carinho e respeito pelas pessoas que amam o Brasil, devotando a ela o mais puro sentimento de amor e brasilidade que ela merece, por ostentar o que é mais sagrado em termos de sentimento pátrio.

 Não é novidade alguma, por parte de quem agora diz que a bandeira volta para seus braços, que os simpatizantes da esquerda levaram tanto tempo queimando-a, rasgando-a e pisoteando nela, como se ela fosse pano de chão.

Tudo isso é a pura verdade, porque os fatos mostram a ira no coração dos bárbaros que mostravam verdadeiro ódio ao símbolo sagrado dos brasileiros.

A bandeira brasileira sempre foi o símbolo do Brasil, que deveria ter sido tratada com veneração e amor, porque as pessoas que aceitavam que ela fosse queimada, rasgada e pisoteado são tão culpadas como os que protagonizaram espetáculo de desprezo e desamor.

 Aliás, esse procedimento ridículo nem era de se estranhar, porque a verdadeira bandeira desse pessoal tem a cor vermelha que é símbolo do diabão e do comunismo, regime que não respeita os direitos humanos e as liberdades individuais e democráticas.

Não será surpresa que a bandeira brasileira, possa, logo em muito breve, ser substituída pela vermelha, com a assunção do novo governo de índole socialista, porque essa foi a vontade de 60 milhões de brasileiros, que demonstraram o seu amor ao principal socialista brasileiro.

À toda evidência, o Brasil nunca esteve tão perto do comunismo, infelizmente contando com a vontade do povo, que não teve o menor receio quanto aos desgraçados e humilhantes exemplos vindos, em especial, da Venezuela, em que o povo, enquanto pode, foge de lá para se livrar da forme, da miséria, do inferno e das desumanidades, justamente porque não tem outra alternativa de vida.

A verdade é que o Brasil nunca esteve tão perto de se tornar uma República socialista, graças à vontade soberana do seu povo, que não se preocupou com os perigos que abraçaram, por amor à nefasta e demoníaca ideologia do socialismo.

Brasília, em 2 de novembro de 2022

A força do amor!

 

Em mensagem que circula na internet, consta escrito: “O amor venceu o ódio”, em que o amor é simbolizado por quadro pessoas empunhando potentes fuzis e o ódio por uma família, constituída por um casal de adulto e por duas crianças de sexo distinto.

Certamente que as caricaturas simbolizando o amor e o ódio não podem ser representadas com tamanha simplicidade como é visto na mensagem, no sentido de que o submundo do crime organizado possa fazer parte do amor e a família, em sentido inverso, seja o ódio.

Ao que se pode perceber, as imagens mostradas nesse exemplo têm bastante significação para a compreensão do momento político, em que muitas pessoas gritam, em forma até mesmo de gozação, dizendo que o amor venceu o ódio, conforme as mensagens postadas nas redes sociais.

Sim, isso pode até ser verdadeiro para as mentalidades que nutrem o sentimento de vingança, procurando alimentar desnecessária antipatia pelos eleitores do presidente do país, como se todos fossem odiosos, assim como nem todos os eleitores do candidato eleito sejam somente do bem.

Infelizmente foi criada, no Brasil, a cultura do "nós contra eles", em que o “nós” pretende ser o lado do bem e eles a parte da maldade, quando em ambos os lados existem boas e más pessoas, que estão perdendo o verdadeiro sentido da dignidade humana, preferindo a criação de desnecessário clima de animosidade entre os próprios irmãos brasileiros.

O resultado disso tem sido a potencialidade da incompreensão e da intolerância, em que não há vencedor nem perdedor, mas sim o povo dividido sem razão alguma, em termos da construção do bem, que termina sendo prejudicado por causa alguma.

É verdade que há dificuldade para o entendimento entre as pessoas, mas ninguém chega a lugar algum com a nutrição da disputa fraticida, porque todos perdem e nada se constroem, por conta do detrimento das oportunidades jogadas fora, que poderiam ser aproveitadas para a elevação dos princípios fundamentais da vida.

Fica aqui a ideia no sentido de que o vencedor seja sempre aquele que esteja com a sua consciência tranquila, por ter realizado o que o seu coração acha que foi feita a coisa certa, sem necessidade de se vangloriar por achar que precisa massacrou o ódio, porque este nasce dentro de quem tem o sentimento de vingança, que não condiz com o sentido da vida de harmonia, felicidade e amor ao próximo.

Brasília, em 2 de outubro de 2022

Dia de Finados!

 

        A minha homenagem é sempre eterna às pessoas que fizeram parte da minha vida, em especial os meus queridos genitores, papai Vaneir e mamãe Dalila, que se sacrificaram, em nome do amor, para a minha concepção e me criarem sob os melhores padrões daquela época, mesmo em ambiente adverso e de muitas dificuldades.

Hoje, rezo a Deus para que eles estejam no conforto celestial que bem merecem, depois do sacrifício terrestre.

Rendo também minhas homenagens de carinho ao irmão Cláudio, que foi exemplo de amor entre nós, aos meus amados avós paternos, Juvino e Úrsula, e maternos, Manoel e Mariinha, aos tios e tias, demais familiares, além dos amigos que se foram, após o benfazejo cumprimento de suas missões junto de nós, que deixaram eternas saudades.

Todas essas pessoas foram amadas por nós e fizeram parte do nosso convívio familiar e de amizade, que completavam nossas vidas, com atenção, carinho e amor, merecendo a lembrança saudosa, neste dia especial dedicado aos que se foram e certamente estão no usufruto das graças divinas e intercedendo por nossos interesses, no plano superior espiritual,  porque essas pessoas só fizeram o bem junto conosco e continuam querendo a nossa felicidade, onde estiverem.

A lembrança da bondade de cada pessoa nos conforta na esperança de que todos estejam na guarda e na paz celestiais e alegres com a continuidade de nossas vidas, praticando o melhor sempre ansiados por eles, porque muitos deles, em especial os nossos pais, foram nossos exemplos do que somos.

Por certo, em nossos corações, todo dia é dia de celebração do Dia de Finados, uma vez que eles são sempre lembrados, em todo instante, de nossas vidas.

Que Deus os abençoe com a sua bondade celestial de infinito amor!

Brasília, em 2 de outubro de 2022

terça-feira, 1 de novembro de 2022

Respeito à ilicitude?

           Diante de crônica que comentei o resultado da eleição, um cidadão entendeu de se manifestar nos seguintes termos: “60 milhões de pessoas iguais a nós escolheram um candidato. Não seria prudente respeitar a regra estabelecida? Quem já caminhou bem na vida, teve a oportunidade de imaginar-se com toda a verdade do mundo, para depois constatar que não tinha nenhuma! Minha reverência.”.

Em resposta à indagação em apreço, eu digo que sim, é prudente e civilizado se respeitar a regra estabelecida e disso não se discute.

Não obstante, é lícito também, porque faz parte das regras democráticas, ter-se o direito de se puder questionar, diante as potenciais evidências, que as escolha do candidato não corresponde aos sentimentos de imaculabilidade necessários para a governança do Brasil, país de reconhecida grandeza cultural e de muita dignidade do seu povo.

Nas circunstâncias, o Brasil não merece ser presidido, salvo pela vontade de 60 milhões de eleitores, por alguém que é ficha suja, por ter se envolvido em esquemas criminosos de corrupção, que é algo indigno e degradante, sob o prisma da moralidade, cujos fatos delituosos assombraram o mundo civilizado, além dos brasileiros honrados.

Toda a monstruosidade da roubalheira a cofres públicos, devidamente confirmada por meio de investigações policiais e atestada por julgamentos da Justiça, não foi assumida pelo candidato eleito, que era presidente do país à época, que reconheceu a corrupção apenas pelo fato de ter havido delação das pessoas, dando a entender que, por conta exclusiva dele, nada de escandaloso aconteceu no governo dele e, sobre isso, os 60 milhões de eleitores estão plenamente de acordo com ele, que ainda exigem respeito por eles terem eleito um corrupto para presidir o Brasil.

Convém somente se pedir respeito, na vida púbica, para os atos revestidos de legitimidade, o que não é o caso de se eleger corrupto para governar o Brasil, embora não haja decisão nesse sentido, mas existem fartos atos suspeitos de irregulares, inclusive aqueles que respaldaram as condenações à prisão dele, que foram anuladas, não por exame de mérito dos atos inquinados de irregulares, que continuam existindo normalmente e isso o incapacita para a prática de atividades político-administrativas, segundo os princípios republicano e democrático.

Ou seja, todo desvio de dinheiro público ocorreu precisamente no governo dele, sendo ele o principal pivô de todos os escândalos contra a administração pública, mas ele sempre foi incapaz de assumir as responsabilidades pelas irregularidades, bem assim de prestar as devidas contas à Justiça e à sociedade, acerca das mais cruéis indignidades contra o dinheiro dos contribuintes.

Infelizmente, mesmo que toda essa repugnante roubalheira tenha sido do conhecimento de "60 milhões de pessoas iguais a nós", pasmem, esses brasileiros resolveram simplesmente ignorar o mar da sujeira, que representou a pior lama pútrida que jamais havia submergida no lindo e puro solo brasileiro, para apoiar justamente o principal político responsável por tudo de malévolo à gestão pública, segundo os fatos atestados pela Justiça.

Tanto isso é verdade que ele foi julgado e condenado à prisão, pela prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, justamente por ter sido incapaz de provar a inocência dele, razão pela qual ele foi obrigado a cumprir pena, encarcerado, o que demonstra, com a maior evidência do mundo, salvo para 60 milhões de eleitores, que político com esses atributos tão nefastos não tenha condições morais à altura para presidir o Brasil.

Fora de dúvidas, o Brasil não merece, sob o rigoroso sentimento de dignidade e honestidade, que pessoa sem qualificação político-administrativa, conforme mostram os fatos, possa representar uma nação de povo honrado e abençoado por Deus, cujo pensamento de honradez sempre teve o entendimento diferente desses 60 milhões de brasileiros, que acham normal que a desonestidade reine e impere na pobre e desprotegida República tupiniquim.

O mais grave de toda essa demonstração do esgarçamento e do menosprezo aos salutares princípios da moralidade, da honestidade e da dignidade, na administração pública, é ver o apelo implorando por prudência e respeito à regra estabelecida.

A propósito, ao que se sabe, a única regra estabelecida, para se presidir o Brasil, à luz dos bons princípios, é que a pessoa tenha condições ético-morais suficientemente capaz para comprovar conduta ilibada e idoneidade, em forma de imaculabilidade na gestão do patrimônio dos brasileiros, que é algo inviável por parte do candidato eleito por "60 milhões de pessoas iguais a nós", que não tiveram o indispensável cuidado para exigir dele a apresentação da ficha limpa, na forma do atestado do nada consta.

Por cento, ele simplesmente ia alegar que é inocente, a despeito da existência de vários processos penais em tramitação na Justiça, aguardando julgamento de atos irregulares, denunciados contra ele, sob suspeitas do envolvimento dele com a prática de atos de corrupção.

A toda evidência, somente no Brasil, nas pessoas de 60 milhões, se consegue eleger presidente da República nessas precárias condições de visível imoralidade e desconfiança gerencial do dinheiro público, à vista da sua condenação à prisão.

Ou seja, trata-se de ex-condenado pela Justiça, por motivos de corrupção que ainda pendem de prestação de contas por parte dele, cujos danos ao erário são mais do que suficientes para que ele tivesse sido eliminado da vida pública, uma vez que isso, perante as pessoas honradas e dignas, tem o condão de representar obra de traição ao Brasil e ao povo.

Diante dos fatos investigados e julgados, o bom senso e a razoabilidade aconselham que não tem o menor cabimento que o candidato eleito seja, ao contrário do que merece, entronado e elevado ao principal trono da República.

Enfim, a eleição de corrupto, assim reconhecido pela Justiça, para presidir o Brasil, por força e obra de 60 milhões de eleitores, contrariando os sublimes princípios da moralidade, da honestidade e da dignidade, na administração pública, constitui fato inusitado e surreal, na compreensão de que isso jamais aconteceria nas piores republiquetas, que, ao menos, reconhecem as reais importância e significado do regramento ínsito nas condutas republicana e democrática.

Diante dessas divagações, que são incontestáveis, à luz dos fatos havidos, investigados e julgados, que mostram o que realmente aconteceu de desastroso na vida pública, envolvendo o candidato eleito, fica a indagação de ordem moral e de responsabilidade cidadã, em termos de princípios verdadeiramente republicano e democrático, se há realmente motivos plausíveis, para se respeitar a soberana decisão adotada por "60 milhões de pessoas iguais a nós”?


          Brasília, em 1º de novembro de 2022