quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Triste polarização

 

Conforme vídeo que circula nas redes sociais, uma deputada federal, em tom de indignação, declara que a medida que se cogita a anistia às pessoas envolvidas no suposto golpe de Estado chama-se “A PEC da vergonha. Anistia, não!”.

A exaltação exacerbada da parlamentar, conforme mostra a imagem, demonstra, com muita clareza, o momento de muita tristeza que se abate sobre a nação brasileira, quando pessoas amadurecidas pela idade e até mesmo pela experiência da vida, não têm o menor escrúpulo de se enfurecerem em defesa de ideias estritamente derivadas do sentimento egoísta da nefasta ideologia política, absolutamente injustificável como princípio de vida, em nítido detrimento da dignidade humana, que condiz com o que é mais sagrado em termos de respeito ao seu semelhante.

Isso evidencia o incontrolável e brutal desejo de se fazer julgamento imbuído de pura vingança, na pior forma de justiçamento de quem possa até ter errado, porque é natural ao ser humano errar, mas é inconcebível qualquer forma de julgamento do seu semelhante, senão pelas vias apropriadas.

Essa não é certamente pela forma como tem sido exposta tão deploravelmente, em que as pessoas procuraram extravasar o arraigado sentimento insano de total desprezo ao seu próximo, sem que nada, absolutamente nada tenha vinculação com danos pessoais sofrido, repita-se, a propósito, diante de causa que não lhes diz respeito diretamente e que o juízo de valor se encontra na esfera competente.

Impende que seja ressaltado que a anistia cogitada é forma civilizada do perdão de desvio de conduta humana, cujo salutar instituto já foi aplicado reiteradamente na história universal, posto que a sua eficácia objetiva o atingimento de umas da mais relevantes capacidade humana de compaixão, que é própria da humanidade conscientizada da convivência harmoniosa com a paz, a sabedoria e o aperfeiçoamento dos princípios humanitários.

Não há a menor dúvida de que as pessoas que são contrárias à concepção da anistia dizem e mostram, literalmente e sem o menor constrangimento, a sua índole perversa de cruel antagonismo, em demonstração de sentimento antipacifista, que é próprio de quem defende causas meramente ideológicas, sem a menor preocupação com a dignidade humana, que estaria em primeiro plano no seio da sociedade, onde não deveria existir divisões e muito menos antagonismo doentio e desumano.

Infelizmente, essa é a atual realidade brasileira, em que ninguém, nem mesmo quem deveria servir de modelo para a sociedade sadia e pacífica, não se envergonha de se expor ao ridículo de mostrar que é contrário ao perdão, que é forma civilizada de compaixão e humanismo, preferindo evidenciar o seu natural lado cruel da desumanidade, em concordância com o desprezível e condenável antagonismo ideológico.

Enfim, nada mais é capaz de causar estranheza neste Brasil dominado pela polarização, em que os princípios ideológicos têm a predominância e a dignidade humana foi relegada à pior insignificância, conquanto pessoas admiráveis na vida pública se transformam, sem o menor constrangimento, em instrumento dessa degeneração dos princípios humanos.  

Brasília, em 24 de setembro de 2025

terça-feira, 23 de setembro de 2025

Não votaria!

 

Conforme mensagem que circula nas redes sociais, alguém indaga “Se (omiti o nome) candidatar de novo, você vai votar nele?”.

Quase sempre perdura a dúvida sobre o candidato a ser escolhido entre os que se apresentam para presidir o Brasil, diante de alguma dúvida quanto às qualidades deles ou da falta delas.

Termina se optando pelo menos pior, como tem sido nos últimos pleitos eleitorais, em que se votava no candidato menos prejudicial aos interesses do Brasil.

No caso específico do candidato indicado na mensagem, tenho absoluta certeza de que ele não será a pessoa certa para governar o país, diante dos monstruosos fatos que aconteceram no seu governo, em que a sua gestão foi transformada em equívocos e celeumas prejudiciais aos interesses dos brasileiros, inclusive tendo reflexos gravíssimos e insolúveis na administração normal do país.

Não fossem os desvios de condutas presidenciais, jamais o Brasil estaria mergulhado em crises institucionais insanáveis como as que grassam de forma arraigada e arrasadora no país.

Diante da desastrosa gestão desse político, cuja repercussão prejudicial ao país perdura indefinidamente no país, há certeza absoluta de que esse político precisa ser descartado e desprezado, não permitindo que ele volte ao poder, porque o país não suportaria e também não mereceria tantas turbulências em tão pouco tempo.

À vista das desastradas experiências, especialmente na gestão desse candidato indicado na mensagem, e à premente necessidade da imposição de mudanças severas na administração do Brasil, sob a égide da competência, da honestidade, da sensibilidade, da eficiência, da modernidade e principalmente da responsabilidade, os brasileiros precisam se conscientizar urgentemente sobre a renovação da classe política, que demonstre o real amor às causas nacionais, de modo a se promover verdadeira revolução na administração pública, com vistas à implementação de políticas que possam contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil.

Enfim, convém que os brasileiros pensem urgentemente em eliminar da vida pública políticos aproveitadores, desonestos, desprezíveis, que somente contribuem para prejudicar os interesses do país, impedindo que pessoas competentes possam realmente cuidar, com competência, eficiência e qualidade, as políticas necessárias ao desenvolvimento político, econômico e social do Brasil.

Brasília, em 23 de setembro de 2025

Promessa política

 

De acordo com vídeo publicado na internet, o último ex-presidente do país prometeu realizar os sonhos dos brasileiros, ao afirmar que esse tem sido a sua disposição de se dedicar como seu plano político.

É impressionante como o principal líder político da oposição se manifesta prometendo a realização do sonho dos brasileiros, que é algo bastante complexo e complicado, em especial porque ele está completamente sem condições para sequer reagir, em razão de se encontrar preso em casa, impedido até de se comunicar com as pessoas.

Ele também prometeu oferecer, segundo disse na forma do seu dever, a realização da felicidade dos brasileiros.

Trata-se, como se vê, do autêntico político brasileiro, que aproveita o momento especial do Dia da Independência do Brasil para oferecer maravilhas para o povo, mesmo ele sabendo das suas extremas limitações políticas, que o incapacitam à realização de qualquer medida em benefício do povo e isso é fato incontestável.

Com reiteradas promessas políticas totalmente irrealistas, a exemplo dessas constantes da presente mensagem, este político vem se especializando em iludir os seus seguidores, ao promover algo que ele não tem condições mínimas de cumprimento.

É incrível como as pessoas ainda acreditam em promessas sem qualquer credibilidade, apenas na confiança, na palavra vazia, sem qualquer valor, mesmo sabendo sobre a inviabilidade sobre a sua materialização, à vista da falta de premissas.

Os sonhos e a felicidade dos brasileiros poderiam ter sido realizados ainda no governo desse político, quando ele poderia ter decretado, sem precisar prometer nada, ao contrário do que faz agora, a garantia da lei e da ordem, para exclusivamente verificar a regularidade das últimas eleições presidenciais.

 Isso, por si só, certamente que já teria feito a plena felicidade da maioria dos brasileiros.

Enfim, aconselham-se ao político que ele se afaste das atividades políticas, somente voltando quando estiver em plenas condições e liberdades para exercê-las, a par de prometer aos brasileiros somente o que for possível de ser realização.

Brasília, em 7 de setembro de 2025

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Polarização!

 

É momento de muita discussão em torno da definição da anistia às pessoas envolvidas na suposta tentativa de golpe de Estado, em que algumas entendem que isso tem a significância de humanização e pacificação nacional, enquanto outras simplesmente ignoram qualquer forma de perdão.

Essa forma de comportamento dissonante sinaliza para urgente filtragem da sociedade, por convicções político-ideológicas, tendo em conta a forte influência filosófica nos rumos da sociedade, sob o risco iminente de injustificáveis tragédias geradas pela somatização do inevitável processo de inimizade e vingança.

Essa polarização se torna bastante visível agora, quando as reações são sintomáticas da sociedade, que passou a dar importância ou não dos princípios humanitários ao alinhamento ideológico, onde se tornou comum o gesto de repulsa à compaixão, à vista da banalização, em elevado grau, da violência e do desamor.

  Já há até a compreensão de que essa forma de comportamento se resumo em mecanismo de sobrevivência e proteção do grupo político, que tende a se fortalecer com os ataques aos adversários, em forma de hostilidades, não permitindo qualquer possibilidade de avanço humanitário por parte deles.

Nesse terrível jogo de interesses, o que importa na seara do certo e do errado não são os princípios, mas sim as estratégias empregadas nos embates.

Na verdade, a nefasta polarização tem o condão de corroer não somente os princípios humanitários, mas também o juízo moral, por meio da degeneração do sentimento ético, em forma de desvalorização sistemática do sentimento de humanismo.

A verdade é que a consolidação da polarização, com a identificação de grupos, ajuda a se enxergar o adversário com o instinto de desumanização, como alguém que não merece respeito nem consideração, conquanto concomitantemente desapareça o interesse na discussão de ideias políticas.

Parece ser esse o contexto atual vivido, no país, com a predominância da polarização, em que a disputa política já foi colocada à margem das negociações, para ganhar a visualização própria da desumanização, em que perde importância os sagrados princípios humanitários.

O tão almejado perdão, por sua importância humanitária, de interesse comum da sociedade, foi simplesmente transformado em questão relativizada por critério de alinhamento ideológico, uma vez que a empatia, como saudável princípio universal, foi meramente partidarizada.

A compaixão que é própria da sociedade, que poderia servir para uni-la para a construção do bem, passou a ser importante instrumento de fidelidade ideológica.

O resumo dessa lamentável realidade política brasileira deixa muito patente a total perda dos sagrados sensos de humanidade e de amor ao próximo, tendo como consequência a definitiva flagelação da sociedade.

Enfim, é totalmente possível se seguir ideologia política, se combater ideias, sem jamais se perder o senso de justiça, porque, do contrário, não se apodrecem somente os sensos de empatia e política, mas sim os saudáveis  princípios de humanização.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 22 de setembro de 2025

sábado, 20 de setembro de 2025

Renovação política

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, indaga-se, mostrando as imagens dos dois principais políticos do país, um da situação e o outro da oposição, “Se as eleições fossem hoje, quem teria o eu voto?”.

É evidente que, para o bem do Brasil, nenhum dos políticos indicados merece ser votado não somente por mim, mas também  por todos os brasileiros, que amam a pátria.

Nenhum dos dois políticos tem condições para governar o Brasil, de maneira competente que ele merece, sob os princípios da boa gestão e da pacificação, à vista da prevalência, nos governos de ambos, de crises intensas e intermináveis, extremamente prejudiciais aos interesses do país, conforme mostram os fatos.

Não precisa de muito esforço para se concluir que o país com a grandeza do Brasil merece ser presidido senão por pessoas qualificadas e preparadas, em termos de sensibilidade, sensatez, competência, tolerância, eficiência e responsabilidade.

É preciso que os brasileiros se conscientizem de que, enquanto o país estiver sendo dirigido pelos políticos que estão em evidência, ocupando cargos públicos, as crises institucionais somente progridem em escala incontrolável e progressiva, justamente porque eles não têm a mínima preocupação com as causas nacionais, mas sim com os interesses pessoais e principalmente com a manutenção no poder, conforme indicam concretamente os fatos.

Na verdade, não é difícil se intuir que a degeneração da classe política não é culpa somente dela, mas sim também e especialmente da sociedade, que tem a maior participação na perda de qualidade dos representantes políticos, por serem eleitos mesmos com as suas notórias e monumentais deficiências, que os incapacitam do exercício de cargos públicos eletivos.

A prova disso é a predominância das crises institucionais, que jamais existiriam se os políticos fossem preparados e qualificados, posto que eles saberiam perfeitamente como contornar as dificuldades crônicas, em que persistem em evidência exatamente porque elas precisam existir para a satisfação dos políticos aproveitadores, incompetentes, insignificantes e indiferentes aos problemas nacionais.

Diante desse quadro da notória prevalência da deplorabilidade dos homens públicos, apelam-se para que os verdadeiros brasileiros se esforcem em promover urgente mudança de mentalidade política, com a finalidade da completa renovação da representação política, pensando exclusivamente no bem do Brasil e dos brasileiros.

Brasília, em 20 de setembro de 2025

Indevida intervenção

 

Noticia-se o presidente dos Estados Unidos da América estaria estudando a aplicação de medidas de retaliação contra o Brasil e autoridades da República, por conta da condenação à prisão do ex-presidente brasileiro.

Há expectativa de que essas medidas já estariam prontas para implantação e que seriam “o aumento imediato das tarifas de importação para produtos brasileiros, saltando dos atuais 50% para até 100%, a aplicação da Lei Magnitsky contra membros do governo brasileiro e ministros do (omiti o nome do órgão), a expulsão de diplomatas brasileiros dos Estados Unidos; o bloqueio de sinal de satélite e acesso ao sistema GPS no território brasileiro, a imposição de sanções coordenadas com membros da OTAN, e até mesmo a restrição do espaço aéreo norte-americano para aeronaves de origem brasileira.”.

Caso essas medidas sejam executadas, fica caracterizado movimento sem precedentes de retaliação desde a redemocratização brasileira, em que aquele país confirma a aplicação de sanções típicas de regimes autoritários a país latino-americano cuja diplomacia era tida por cordial, amistosa e estratégica, até há pouco tempo.

É evidente que o endurecimento da posição norte-americana acontece depois da crescente deterioração institucional no Brasil, diante do avanço de decisões judiciais que têm sido interpretadas internacionalmente como violações aos direitos humanos e ao devido processo legal.

A notícia em referência, que se imagina seja de fonte fidedigna, é terrivelmente devastadora e extremamente preocupante, à vista da revelação de assuntos de extrema importância no contexto das relações diplomáticas entre duas das maiores nações americanas.

Essas nações sempre se destacaram como exemplo de amizade construtiva, cujos laços nunca estiveram tão ameaçados de rompimento como agora, ante o confronto travado com a adoção de medidas inusuais, absurdas e inadmissíveis.

Como se acreditar que um país decida unilateralmente aplicar sanções monstruosas, com poder de destroçar muitas estruturas internas de outro país, quando inexiste uma única causa capaz de justificar, minimamente, qualquer das medidas daquelas supraelencadas, com a exposição de sanções duríssimas contra absolutamente nada que pudesse afetar a integridade dos Estados Unidos, em clara evidência de que as medidas pretendidas não correspondem a qualquer ato praticado pelo Brasil que obrigasse aquele país à retaliação com fúria descomunal e absolutamente injustificável.

Mesmo que se alegue a prática de violência contra os direitos humanos, aqui no Brasil, mas que isso não tenha nenhum reflexo naquela nação,

isso por si só não serve de argumento para a indevida e a injustificável intervenção nos negócios do Brasil, à vista da sua autonomia gerencial perante as demais nações.

Caso aquele país julgue inaceitável a perda dos direitos humanos, no Brasil, ele tem o direito de buscar, se quiser, a devida e pertinente reparação, fazendo uso dos mecanismos institucionalizados, por meio dos órgãos internacionais de defesa dos direitos humanos, na forma juridicamente firmada em acordos e tratados nesse sentido, à vista da elevada consciência dos princípios humanitários e de civilidade.

Não há a menor dúvida de que se trata da mais cristalina agressão à independência ao Brasil, se realmente o país de tio Sam achar por bem praticar tamanha atrocidade, notadamente pelo fato de não haver absolutamente nada que possa servir de respaldo jurídico para tamanha insanidade histórica.

É incrível que, em razão de o Brasil, por notórias incompetência e incapacidade, os Estados Unidos se achem no direito de interferir grosseiramente no país tupiniquim, baseado em absolutamente nada que possa respaldar, em termos jurídicos, tamanhos desrespeito e atrocidade contra outra nação independente.

Ademais, à toda evidência, tanto as medidas em cogitação como aquelas que foram implementadas não têm nem terão qualquer influência na mentalidade dos julgadores das ações referentes aos supostos crimes relacionados com o golpe de Estado, conforme mostram as decisões que estão sendo proferidas.

Enfim, os brasileiros acreditam que o presidente dos Estados Unidos da América ouça os princípios do bom senso, da sensatez, da racionalidade e o Direito Internacional e decida que aquele país realmente não tem motivo algum para intervir no Brasil, independentemente das circunstâncias, ante a inexistência de fatos prejudiciais aos seus interesses.

Brasília, em 20 de setembro de 2025

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

Charlie Chaplin

 

O Charlie Chaplin foi um dos maiores gênios da arte cinematográfica, na qualidade de diretor e ator, tendo deixado enorme legado para a humanidade, conforme mostra a sua fantástica obra.

Ao completar o seu 70º aniversário, em 16 de Abril de 1959, ele escreveu um poema que muito condiz com a sua genialidade também na compreensão da vida humana.

Trata-se de lembrete com cunho inspirador que toca muito forte no coração e na alma das pessoas.

Charlie Chaplin se tornou ícone das grandes telas, por seu fascínio de notável comunicador, tendo enorme capacidade de transformação da arte cinematográfica em palco maior de diversão, a par de compreender a importância da vida.

O compartilhamento desse poema com as pessoas pode ajudar se compreender a singularidade que existia nesse extraordinário gênio, que combinava a sua intelectualidade com a compreensão do seu semelhante.

Quando comecei a amar-me, eu entendi que em qualquer momento da vida, estou sempre no lugar certo na hora certa. Compreendi que tudo o que acontece está correto. Desde então, eu fiquei mais calmo. Hoje eu sei que isso se chama CONFIANÇA.

Quando eu comecei a me amar, entendi o quanto pode ofender alguém quando eu tento impor minha vontade sobre esta pessoa, mesmo sabendo que não é o momento certo e a pessoa não está preparada para isso, e que, muitas vezes, essa pessoa era eu mesmo. Hoje, sei que isto significa DESAPEGO.

Quando comecei a amar-me eu pude compreender que dor emocional e tristeza são apenas avisos para que eu não viva contra minha própria verdade. Hoje, sei que a isso se dá o nome de AUTENTICIDADE.

Quando comecei a amar-me, eu parei de ansiar por outra vida e percebi que tudo ao meu redor é um convite ao crescimento. Hoje eu sei que isso se chama MATURIDADE.

Quando comecei a amar-me, parei de privar-me do meu tempo livre e parei de traçar magníficos projetos para o futuro. Hoje faço apenas o que é diversão e alegria para mim, o que eu amo e o que deixa meu coração contente, do meu jeito e no meu tempo. Hoje eu sei que isso se chama HONESTIDADE.

Quando comecei a amar-me, tratei de fugir de tudo o que não é saudável para mim, de alimentos, coisas, pessoas, situações e de tudo que me puxava para baixo e para longe de mim mesmo. No início, pensava ser "egoísmo saudável", mas hoje eu sei que se trata de AMOR PRÓPRIO.

Quando comecei a amar-me parei de querer ter sempre razão. Dessa forma, cometi menos enganos. Hoje, eu reconheço que isso se chama HUMILDADE.

Quando comecei a amar-me, recusei-me a viver no passado e preocupar-me com meu futuro. Agora eu vivo somente este momento em que tudo acontece. Assim que eu vivo todos os dias e isto se chama CONSCIÊNCIA.

Quando comecei a amar-me, reconheci que meus pensamentos podem me fazer infeliz e doente. Quando eu precisei da minha força interior, minha mente encontrou um importante parceiro. Hoje eu chamo esta conexão de SABEDORIA DO CORAÇÃO.

Não preciso mais temer discussões, conflitos e problemas comigo mesmo e com os outros, pois até as estrelas às vezes chocam-se umas contra as outras e criam novos mundos. Hoje eu sei que isso é a VIDA!”.

Sim, trata-se de poema, mas o seu texto mostra a sensibilidade de quem procurava valorizar ao máximo os princípios da vida, em forma de aproveitamento saudável do bom senso e da racionalidade, apenas procurando amar as coisas simples, sob o sentimento de tolerância, compreensão e aceitação, porque nada mais importante do que se viver sob o prisma da verdade.

No dizer do genial Charlie Chaplin, ninguém vive feliz sem o sentimento maior do amor, ato muito simples que só depende de nós.

Brasília, em 17 de setembro de 2025