quarta-feira, 25 de maio de 2022

A vida religiosa

 

Uma cena se não inusitada, mas no mínimo interessante, em que o avô participa do casamento do neto na qualidade de oficiador da cerimônia religiosa, investido da autoridade eclesiástica, como padre da Igreja Católica.

O padre de 85 anos é um dos auxiliares na Catedral São Luiz Gonzaga, de Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, que foi ordenado em 1992, depois de ter sido enviuvado.

O noivo declarou que "Convidamos o vô, ele ficou superfeliz, faceiro com a possibilidade de casar um neto".

O padre-avô afirmou que "Foi uma coisa maravilhosa. Quase ninguém tem essa oportunidade que eu tive".

O noivo disse que a ideia era realizar celebração ecumênica, fora da igreja, mas os pais da noiva sugeriram a realização de casamento religioso, o que levou ao convite para o padre-avô.

Em homenagem ao avô, o noivo disse que "No começo da cerimônia, o vô comentou que algumas músicas que a gente tinha selecionado para entrar foram músicas que tocaram no casamento dele. Para ele, teve lembranças".

Na cerimônia, o padre Paulo ressaltou a importância de respeito, igualdade e parceria necessários para a vida de um casal.

O noivo disse que "Ele tentou passar muito dessa parte de cumplicidade, até porque o vô e a vó eram pessoas muito apaixonadas um pelo outro".

O noivo que já conheceu o avô como padre e que sempre tratou com naturalidade a vocação religiosa dele, mesmo quando havia o estranhamento por parte das pessoas, quando ele dizia que “meu vô é padre”.

O noivo desse, em tom de brincadeira, que "Ele é uma das poucas pessoas que podem falar que já estiveram dos dois lados da mesa".

O padre-avô considera três pontos fundamentais para o bom relacionamento entre casais, nestes termos: "Muito amor, bastante amor, um caminhão de amor pelas pessoas. Segundo: fidelidade. O máximo de fidelidade para não trair aquela pessoa, para ela não se sentir frustrada pelo compromisso que assumiu. A terceira é a caridade entre o casal, parceria".

O padre-avô declarou que, na infância, ele gostava de atividades religiosas, mas, depois do serviço militar, deixou de cogitar sobre a possibilidade de seguir essa vocação, quando então, na década de 1950, ele conheceu a ex-esposa, em uma cafeteria.

Ele disse que se recorda da primeira conversa com a futura esposa, nestes termos: "Na primeira vez que eu a vi, (disse): 'pois é, dona Lizzete, eu vou lhe dizer uma coisa com toda a coragem, a senhora vai ser a mãe dos meus filhos'. Ela ficou escandalizada com aquilo".

O padre-avô disse que, mesmo casado, lia a Bíblia e cumpria os sacramentos católicos.

À toda evidência, essa história é realmente de encantar as pessoas e mereceu a minha atenção, em especial porque é até possível que tenham muitos avôs padres, mas a realização do casamento do neto pelo próprio avô é algo muito difícil de acontecer.

Também impressiona o sentimento vocacional de religiosidade do padre, que pensava em seguir a vida na igreja, desde jovem, mais viu atravessar no seu caminho o que se chama de alma gêmea e quando isso acontece a vida religiosa fica mesmo para depois, segundo a vontade de Deus, que diz sobre a prioridade, que é: crescei e multiplicai e depois sirva os desígnios do Criador.

Trata-se de bela lição de vida desse padre, que dedica a sua vida ao amor aos homens e a Deus, sempre na prática do bem, com inspiração no Evangelho de Jesus Cristo, de amor ao próximo.   

Brasília, em 25 de maio de 2022

terça-feira, 24 de maio de 2022

Desprezo aos eleitores?

 

Nos governos anteriores ao atual, era normal a cleptocracia se sustentar, basicamente, com o apoio da ganância dos sindicatos, da avidez dos aproveitadores das inescrupulosas elites empresarial, política, financeira, cultural e artística, e do quase total servilismo da imprensa, em total desprezo aos anseios dos eleitores, os mais interessados na participação da gestão pública.

Com a ascensão à Presidência da República do atual presidente, com os arroubos de moralidade e mudança de governabilidade, havia esperanças de que aqueças mazelas na gestão pública, enfim, teriam  caídas em definitiva decadência, uma vez que o neófito poder sinalizava para rumos estrategicamente diferentes, tendo por base os princípios do liberalismo econômico, que passariam a ocupar o espaço do deplorável estatismo de estrutura eminentemente cooperativista, de cunho populista e antidesenvolvimentista.

Havia a compreensão sobre o vislumbre de outros horizontes para os destinos do Brasil, sob o comando e a orientação da direita ou, quiçá, de centro-direita, que mandaria para o espaço sideral as retrógradas e nefastas ideias do socialismo.

Em que pese a cristalina falta de preparo e capacidade do atual presidente do país, a maioria esmagadora dos eleitores resolveu acreditar nas suas promessas de campanha, que aproveitou o ensejo para falar precisamente o melhor do bom moço, tendo conseguido transmitir as melhores ideias de governo para os brasileiros, já massacrados pelos abusos e por intermináveis roubalheiras, fisiologismo e insucessos nas políticas socioeconômicas, à vista dos melancólicos resultados mostrados pelos índices de desenvolvimento.

Ou seja, aquelas ideias disseminadas pelo dito “paladino” da moralidade e das mudanças, que viriam com as múltiplas reformas estruturais e conjunturais do Estado, se harmonizariam como uma luva com a avidez dos brasileiros, que ansiavam pelo aparecimento de novos tempos na política e na administração do país, na esperança de que as mudanças prometidas eram reais e para valer mesmo, mas os fatos mostraram o completo desvirtuamento das metas de governo, que se transformaram em indiscutível e criminoso estelionato eleitoral, quando as reformas foram apenas acanhadíssimas, exemplo da previdenciária, como a mais notável e talvez a única.

Diante desse novo contexto político, era de se imaginar que os governos anteriores, que tiveram a prodigalidade de se estruturar, em especial, sobre um mar de esquemas corruptivos, que chegou a assombrar o mundo civilizado e democrático, mas apenas na época do auge da Operação da Lava-Jato, seriam varridos da face da Terra, à vista das maravilhas prometidas, em forma de metas de governo, pelas audaciosas promessas do novo gerenciamento do país, sob os ares dos princípios da modernidade, seriedade e moralidade.

Não obstante, os fatos mostram a realidade nua e crua de muitas mazelas e precariedades que insistem em permanecer nas entranhas do governo, em especial, como o vergonhoso fisiologismo, com a entrega da gestão pública para o controle do famigerado Centrão, que é o símbolo do deplorável esquema conhecido como “toma lá, dá cá”, que jamais teria acento em governo com o mínimo de seriedade e honradez, no que se refere à gestão de recursos públicos.

Nessa linha de decadência moral e administrativa, o governo cuidou de reconduzir o procurador-geral da República no cargo, que tudo fez para liquidar, em definitivo, com a competente Operação Lava-Jato, órgão da Justiça que teve papel importantíssimo contra a criminalidade, a corrupção e a impunidade, na administração pública, cujo excelente trabalho havia sido reconhecido e elogiado pelo então candidato à Presidência da República, tanto que, depois de eleito, ele cuidou de nomear o juiz daquele órgão para o seu ministro da Justiça, como prova da confiança nos auspiciosos resultados obtidos nas suas investigações e nos seus julgamentos.

Com o intuito de materializar a verdadeira desmoralização da gestão pública, o presidente do país houve por bem entregar o seu governo para o gerenciamento do famigerado Centrão, com a disponibilização para ele de ministérios e bilhões de reais, sob a forma de emendas parlamentares, além da vexatória instituição do deplorável “orçamento secreto”, que tem por finalidade a exclusiva compra da consciência de parlamentares, igualmente inescrupulosos.

Na verdade, o orçamento secreto constitui expressiva excrescência na gestão pública, por liberar recursos para aliados do governo, sem a necessidade sequer da indicação do nome do beneficiário e, por pior, sem a obrigatoriedade da prestação de contas sobre a aplicação dos recursos pertinentes.

Tal procedimento mostra, com clareza, a falta de seriedade para com o dinheiro dos contribuintes, uma vez que isso significa verdadeira farra com o dinheiro público, quando não há controle, fiscalização nem indicação sobre a sua aplicação, ou seja, o atendimento da satisfação de necessidades públicas.

Agora, há o registro de fato bastante marcante do governo, que diz, precisamente, com o combate à pandemia do coronavírus, com o envolvimento direto das vidas humanas, em que o presidente do país se tornou o símbolo do negativismo e fez tudo para dificultar a compra das vacinas, permitindo que houvesse injustificável atraso na imunização, de quase um mês, além de ter colocado pessoa absolutamente despreparada e sem conhecimentos de medicina nem de sanitarismo à frente do Ministério da Saúde, que é o principal órgão incumbido de executar as políticas de saúde pública, com vistas à proteção dos brasileiros contra as doenças.

Na verdade, foi constatado que o combate ao coronavírus se caracterizou pela cristalina demonstração de insensibilidade humana perante a pior crise da saúde pública brasileira, fato que pode ter contribuído para potencializar a quantidade de mortes pela Covid-19, cujo total de óbitos ascende a mais de 660 mil.

O certo mesmo é que a tão ansiada melhoria na prestação dos serviços de incumbência constitucional do Estado ainda continua pendente de implementação, a par da notória falta das reformas estruturais e conjunturais da máquina pública, que sequer foram ventiladas e nem houve interesse nesse sentido, dando a clara impressão de que tudo ficou na base da mera experimentação para possível execução em oportunidade futura, a depender das circunstâncias e, evidentemente, das conveniências pessoais, com vistas à manutenção no poder.

Urge que os brasileiros se conscientizem sobre a conveniência de se exigir dos candidatos integral rigor no cumprimento das metas de trabalho apresentadas na campanha eleitoral, como forma de moralização do planejamento de governo, uma vez que o afastamento das promessas feitas aos eleitores constitui inaceitável quebra da palavra, com o contorno próprio de estelionato eleitoral, que não condiz com a seriedade e a dignidade ínsitas das pessoas públicas.

Brasília, em 24 de maio de 2022

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Reunião de família

 

Felizmente, depois de longa invernada, fazendo alusão ao período da hibernação de animais, por exatos três anos, imposta pela crueldade da pandemia do coronavírus, a família Fernandes e as suas prazerosas ramificações voltaram a se reunir em maravilhosa confraternização, sob os auspícios dos queridos irmão Luiz e cunhada Salete, que tiveram a iniciativa de patrocinar o que se constituiu em linda festa em família que não se via há tanto tempo.

Houve uma reaproximação tão bonita que a emoção batia forte no peito de cada pessoa que chegava, quase sem acreditar no que estava se passando em cada momento do abraço, sentindo o calor dos velhos e amáveis tempos dos encontros felizes.

A saudade de todos batia muito forte no peito, tendo na mente os bons momentos de outrora, onde somente reinavam os bons fruídos do amor e da felicidade.

Com certeza, a emoção bateu muito forte no meu coração, em agradecimento a Deus, por eu fazer parte desta família rica de bons exemplos de amabilidade, que acolhe no seu seio, com muito carinho e amor, a mim e meus queridos esposa, filhos e netos.

O dia de hoje foi realmente muito especial e marcante, porque constituiu momento do reencontro para especial e maravilhoso almoço de confraternização, permitido por Deus, depois de tanto tempo que isso se tornou impossível, conforme dito acima, por causa da pandemia do coronavírus.

Tivemos motivos suficientes para agradecer a Deus pelo merecimento da reunião em família, com a certeza de que todos gozam de plena saúde, possibilitando que o encontro transcorresse em clima de muita desconcentração e alegria, além do prazer de sentir que todos estão felizes.

Nesse importante evento festivo, foram sim também notadas as importantes  ausências, mas certamente presentes em pensamentos, dos queridos irmãos Vandali e Cláudio, evidentemente por compreensíveis e justos motivos, em que a primeira mora em Uiraúna, na Paraíba, e o outro tem morada no paraíso.

Em tom de brincadeira, eu ainda perguntei se a Vanda não vinha para a festa da família, apenas como forma de me lembrar de pessoa tão especial em nossas vidas.

A lembrança do inesquecível e querido irmão Cláudio foi inevitável, porque ele tinha o dom de alegrar ainda mais todos os nossos encontros, com as suas brincadeiras e o seu sorriso fácil espontâneo, mas tivemos a certeza de que ele deve ter se alegrado em perceber que a sua querida família estava alegremente reunida sob a proteção celestial, para a celebração da vida.

Ressalte-se a feliz iniciativa dos queridos irmão Luiz e cunhada Salete, anfitriões do encontro, que se superaram para a realização de momento agradabilíssimo, com a promoção de almoço festivo, de excelência tanto em qualidade como em variedade da comida e das  bebidas, que deixaram a todos muito satisfeitos e agradecidos por momento realmente de plena felicidade.

Frise-se que todo o evento transcorreu em clima de muita animação, própria das grandes festas mesmo, em ambiente maravilhoso e de prazerosa alegria, que contou com o especial encerramento, como se costuma dizer no popular, com o seu fechamento com a chave de ouro, presumidamente com as bênçãos em forma da forte lembrança da sempre amada e inesquecível mamãe Dalila, na representatividade do seu famoso "pão de ló", cuja receita foi magistralmente redesenhada pela exímia boleira comadre Salete, que ainda teve a cortesia de me presentear com alguns pedaços que eu trouxe para serem deliciados em casa.

Enfim, agradeço, em primeiro lugar, a Deus, por ter permitido a realização de momento agradabilíssimo, com a animada e feliz reunião de quase todos nossos familiares, e, depois, aos queridos irmão Luiz e cunhada Salete, que tiveram a feliz iniciativa da efetivação de evento excelente e inesquecível, em que o prazer da vida se fez presente em nossos corações.

Muito obrigado.    

Brasília, em 22 de maio de 2022

domingo, 22 de maio de 2022

Pensando no melhor para o Brasil?

 

Recebi mensagem de amigo, expondo seu desejo de votar nulo, sob o argumento de que os dois principais candidatos que estão na dianteira da disputa presidencial estão, segundo ele, no mesmo nível de mediocridade e que não merecem o voto dele.

          Diante desse pensamento nada democrático, segundo entendo, procurei deixar claro para o amigo que o voto nulo é o mesmo que votar no candidato da oposição, em clara demonstração de autêntica antibrasilidade, diante do conhecimento dos fatos nefastos que são representados pela pessoa do candidato que vem sendo reconhecido como líder das pesquisas de intenção de voto.

É preciso votar contra tudo que demonstrou ser contrário aos interesses dos brasileiros honrados e dignos, mesmo que seja em favor de outro candidato que tem bastante rejeição de brasileiros, porém ele é muito menos ruim do que o outro, perante alguns princípios, só que não tão prejudicial ao Brasil quanto o líder da esquerda.

Convém que os verdadeiros brasileiros precisem lutar em defesa do Brasil, porque a realidade é essa que se nos apresenta, em que temos que votar no menos pior dos dois candidatos, de modo que não se permita a volta da roubalheira e da corrupção sistêmicas e endêmicas; do fisiologismo exacerbado; do aparelhamento da máquina pública; do apoio às violências no campo e na cidade; do incentivo à desestruturação da família e da sociedade, com a disseminação da ideologia de gênero; do desamor aos princípios cristãos; do apoio às organizações  criminosas, como traficantes, homicidas, ladrões etc.; além da notória defesa da impunidade, com a defesa da liberdade de criminosos.

Cite-se ainda, como fato bastante desalentador, que o líder da esquerda apoia abertamente os ditadores sanguinários, cruéis e desumanos, em pese eles serem notórios garantidores de medidas  contrárias aos direitos humanos e às liberdades democráticas, com direito à eternização no poder, com visível sacrifício do progresso da nação e da sociedade.

Nem precisa dizer que, quem é favorável ao regime socialista/comunista, poderá aproveitar qualquer oportunidade para implantá-lo no Brasil, que, aliás, isso já faz parte do desejo do líder esquerdista brasileiro, que, em elogio ao regime comunista da China, por ocasião do aniversário do Partidão, como assim é conhecido o Partido Comunista Chinês, ele prometeu implantar essa desgraça no Brasil, em 2023, já contando com a vitória no próximo pleito eleitoral.

Eis a declaração do líder da esquerda brasileira, que consta de vídeo que circula livremente nas redes sociais, ipsis litteris: “É a China um partido que tem poder, que tem um Estado forte, que toma decisões que as pessoas cumprem, coisa que não temos aqui no Brasil. Por exemplo, a China, ela somente conseguiu combater o coronavírus com a rapidez que ela combateu porque tem um partido forte, porque tem um Estado forte, porque tem pulso, tem voz de comando. Nós não temos isso aqui no Brasil. Eu pensava muito grande na minha relação com a China. Eu achava que a gente deveria ter construído uma parceria estratégica. A China é um exemplo para o mundo. Mas tenho muita fé e muita esperança que nós vamos fazer isso a partir de 2023.”.

Como se vê, as declarações do líder da esquerda brasileira são muito fortes e têm a sonoridade de pura monstruosidade quanto ao seu verdadeiro pensamento socialista, ao mostrar a imperiosa necessidade da implantação no Brasil do regime que ele considera modelo para o mundo, embora todos saibamos qual é a verdadeira fortaleza do governo chinês.

Impende esclarecer que o Estado chinês é realmente forte e funciona exatamente na maneira descrita por esse líder, só que ele se fundamenta, na sua essência, sob o princípio do totalitarismo, com base no império da censura generalizada, em que inexistem, por completo, os direitos humanos, a liberdade das comunicações, individualidades e democráticas, onde tudo é controlado e só tem um único partido, que centraliza tudo sob o poder do regime comunista, valendo dizer que as pessoas são verdadeiros escravos, por viverem sob o jugo das leis ditatoriais.

Na verdade, chegam a ser estarrecedoras as declarações do líder esquerdista brasileiro, que são medidas vigentes na China, notoriamente de pura índole ditatoriais, que são ditas por candidato que tenciona implantá-las no Brasil, sob o pretexto de tornar o Estado forte, nos moldes do que há naquele país, e obrigar que as pessoas cumpram as decisões dele, porque elas inexistem aqui.

Ou seja, o político brasileiro foi direto ao ponto que diz simpatizar sobre a essência do regime comunista, que seja, segundo o seu pensamento político, necessário para os brasileiros, tendo demonstrado frustração por não ter conseguido isso ainda, lamentando não “ter construído uma parceria estratégica” com a China, evidentemente no seu governo, mas que, desta feita, já há planos reais para que isso possa ser viável.

Brasileiros, as declarações desse líder é extremamente preocupante, considerando que as benesses das generalizadas liberdades individuais usufruídas, hoje, pelo povo podem ser substituídas pelo inferno imposto pelo totalitarismo do regime comunista, segundo a retrógrada mentalidade que impera na cabeça de quem somente pensa para o que é lindo para ele, em cristalina demonstração de que o povo precisa aprender a viver sobre o rígido controle próprio das ditaduras repressivas, fortes, em que somente prevalece o controle e a censura, sob pena das chibatadas e do paredão.

Diante de ideia tão absurda e ultrapassada, é com bastante preocupação que ainda se percebe o tanto de brasileiros que apoiam político que fica pensando em tornar o Brasil uma nação comunista, querendo que o povo se torne escravo de regime tem sido modelo de vergonha para a humanidade, diante da severidade de seus princípios que concede autoridade absoluta ao poder, como tal imaginado pelos brutamontes com mentalidades regressivas, que estão pensando somente no controle da população, como ficou muito claro no discurso acima, em que foram enaltecidas as fortalezas da China.

É de se sentir pena e muita dó mesmo dessas pessoas que ficam defendendo político que acham engraçada e importante a prática do regime comunista, quando elas deveriam sentir na pele o que sejam realmente a efetividade dos governos de regime socialista/comunista, bastando apenas a experiência nos países como a Venezuela, Cuba e muitos outros próximos do Brasil, para tirarem as suas conclusões sobre o verdadeiro inferno terreno, diante do tratamento desumano e tirânico imposto à população.

Muitos ingênuos brasileiros que confessam amor à esquerda precisam criar vergonha na cara, para repudiarem e não aceitarem  declarações explícitas intencionais como essas de tornar o Brasil uma República comunista, como forma de governo, porque isso representa o que de mais perverso poderia acontecer para os brasileiros, diante da possibilidade da perda total das sagradas liberdades das individualidades e democráticas, certamente pelo resto da vida, à vista da perenidade do poder imposta pelos tiranos totalitaristas.

Enfim, os eleitores brasileiros, tanto de direita quanto de esquerda precisam se conscientizar de que o Brasil está realmente vocacionado para ser presidido sob o regime comunista, com todas as agruras da completa decadência democrática, com a plena perda dos direitos humanos, das liberdades individuais e democráticas, além de perderem todos os seus bens, valores e patrimônio, que passarão imediatamente para o domínio do Estado?

Nesse desgraçado regime, tudo passa a ser governado com a mão-de-ferro do troglodita ditador, que, inclusive, poderá mandar fuzilar seus opositores, porque foi assim que aconteceu em todos os países com a implantação do totalitarismo, em que o Brasil, com esse mar de paz e liberdade, corre o sério risco de se transformar em verdadeiro oceano de desgraça e autêntico inferno, tal qual acontece nos países com o governo sob esse regime de verdadeiras miséria e desventura.

          Ou seja, votar nulo ou a favor do líder dessa verdadeira máquina de destruição da honradez na gestão pública e dos princípios humanitários é prova de cumplicidade com tudo do mais deplorável que pode vir a ocorrer para os interesses dos brasileiros e do Brasil.

O importante é se saber que tudo isso tem por base muitos fatos já devidamente comprovados e confirmados, na gestão de quem já foi condenado à prisão, pelos horrorosos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, que são algo que não se recomenda que pessoa sem a menor qualificação moral como homem público possa sequer se candidatar para presidir o Brasil, de modo que os verdadeiros brasileiros precisam honrar e dignificar o seu voto e mandar esse cidadão da esquerda para bem longe do país e se possível que as Forças Armadas encontrem uma justificativa plausível, de ordem ética e moral, para afastá-lo das urnas, para o definitivo bem dos brasileiros.

Diante do exposto, faço apelo aos brasileiros não votarem apenas pensando nas suas pessoas, mas sim nos seus filhos e netos, porque eles são o futuro do Brasil e sabemos todos que o infinito amor que sentimos por eles compensa o sacrifício de se votar no menos ruim para os interesses nacionais, uma vez que o futuro do Brasil será tragicamente bastante pior com o retorno da esquerda ao poder, pelo tanto de prejuízos já contabilizados contra o patrimônio dos brasileiros, à vista, em especial, dos deploráveis escândalos do mensalão e do petrolão, que ainda estão muito vivos na memória dos brasileiros honrados e dignos.

Urge que os verdadeiros brasileiros pensem pelo melhor para o Brasil, porque, ao menos podem acontecer muitas outras desgraças, com a continuidade do atual governo, mas certamente jamais algumas daquelas elencadas acima, que são absolutamente inaceitáveis, no país com o mínimo de dignidade do seu povo, que diz que ama a pátria, mas, infelizmente, se omite, de forma injustificável, no momento de decidir, no voto, o melhor para o Brasil.

          Brasília, em 22 de maio de 2022

sábado, 21 de maio de 2022

Frei Damião

O frei Damião de Bozzano Giannotti nasceu na cidade de Massarosa, Itália, em 5 de novembro de 1898, tendo se ordenado frade franciscano, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, vindo para o Brasil em 1931 e aqui se radicou e viveu até 31 de maio de 1997, quando faleceu, aos 98 anos.

A vida religiosa desse magnífico religioso se caracterizou por seu carisma como um dos mais humildes dos frades capuchinhos, tendo por modelo a rica história do mentor e fundador daquela ordem religiosa, o lendário e poderoso São Francisco de Assis.

A vida de frei Damião foi marcada pela intensa itinerância missionária, tendo alcançado, em peregrinação evangelizadora toda região do Nordeste, marcando a sua carismática presença, que conseguia reunir multidão por onde passava, que tinha por objetivo levar os ensinamentos do Evangelho de Jesus Cristo, de quem foi seu fiel discípulo e modelo de cristandade, durante toda a sua vida de muito amor ao seu semelhante.

O frei Damião foi pessoa que potencializou a dimensão do sentido de irmandade, ao se dividir por inteiro com os seus irmãos em Cristo, tendo ido, como ninguém, ao encontro dos religiosos nos mais longínquos interiores dos sertões nordestinos, que preparavam todo apoio às suas visitas, sempre programadas, planejadas e bem-organizadas.

Lembro-me, na minha infância, das muitas oportunidades que tive para  acompanhar as visitas de frei Damião a Uiraúna e lá também se percebia o seu extraordinário carisma junto ao povo, à vista do frenesi que sempre acontecia quando ele estava na cidade, quando o povo o rodeado de muito perto e o acariciava, com sublime admiração e devoção, justamente para aproveitar momentos de muita religiosidade, levados por verdadeiro enviado de Deus.

A minha querida mamãe Dalila era muito religiosa, mas ela extrapolava seus sentimentos espirituais quando o religioso estava na cidade, porque nada a impedia de presenciar todos os atos oficiados por ele.

Não há a menor dúvida de que frei Damião foi verdadeiro revolucionário religioso, no bom sentido, por ter conseguido atrair para a igreja, em nome de Deus, muitos fiéis, uma vez que ele era realmente sinônimo de fidelidade aos ensinamentos do Evangelho de Jesus Cristo, em forma de amor aos princípios religiosos, em especial no que se referiam à união familiar e ao culto às práticas religiosas, como a presença das pessoas às missas, às novenas, aos terços etc.

Em todo Nordeste, a imagem de frei Damião é lembrada como verdadeiro santo, tanto pela vida que levava de humildade como por tantos milagres feitos por ele, conforme relatos feitos pelo povo.

Há uma importante narrativa de milagre acontecido com a intercessão de frei Damião, que deixou muita gente impressionada e ainda mais crédula de que ele era realmente homem santo.

Pois bem, conta-se que certa feita, ele e sua comitiva viajavam em missão pelo interior do Nordeste e lá para as tantas, no silêncio do interior do carro, frei Damião teria ordenado, mais ou menos assim: “lá mais adiante, vão aparecer dois homens na estrada e eu quero que pare o carro.”.

          Uma das pessoas achou que o religioso estivesse fora de si, devido à sua idade adiantada, quando, do nada e de repente, ele anunciou o pedido para parar o carro.

Não obstante, bem adiante, apareceram dois homens e o carro foi parado e estacionado, para se ouvir o que eles pretendiam, sendo que um deles precisava de socorro para o parto da esposa dele, que havia sido desenganada pela parteira, que confirmou que a criança se encontrava atravessada no útero e a profissional declarou que não tinha condições de realizar o parto.

Nesse ínterim, o frei Damião saiu do carro e se dirigiu a pé para a casa dessa pessoa, porque não existia condição de acesso para o veículo, e, logo adiante, antes de chegar na casa, o religioso fez algumas rezas, com a imposição das mãos e orações, e depois seguiram em frente.

Antes de adentrarem na casa, já se ouviam o choro da criança, que acabara de nascer com plena saúde.

Indagada sobre o parto, a mulher disse que uma pessoa de branco havia entrado na casa e ministrado o parto, que transcorreu em franciscana normalidade, ou seja, certamente com a devida intercessão da poderosa oração do “santo” frei Damião.

A pessoa que fez o parto foi procurada, dentro da casa e fora dela, mas ela não foi encontrada, restando ao bondoso religioso abençoar a família e retomar a sua santa missão.

O certo é que, depois de vinte e cinco anos da despedido definitiva do santo religioso, a memória dos nordestinos preserva ainda viva lembrança sobre a devoção a esse fantástico e singular missionário, como verdadeiro ídolo religioso, em face do seu legado de amor às causas da religiosidade, que são muito fortes no Sertão.

Essa assertiva se confirma com a construção de santuários e memoriais em várias localidades do Nordeste, em sua homenagem, no esperança de que a santidade do frei Damião mereça o reconhecimento das autoridades da Igreja Católica, o quanto antes possível.  

Enfim, em razão da sua intensa e produtiva vida religiosa, de muita santidade, frei Damião tem a indicação de beatificação, cujo processo se encontra em plena apuração, pelo Vaticano, quanto à comprovação dos requisitos pertinentes, já tendo ele recebido os títulos de servo de Deus e de venerável.

É evidente que, se depender da devoção dos nordestinos, frei Damião merece ser não apenas beatificado, que já muito, mas sim santificado, uma vez que o seu maravilhoso patrimônio missionário constitui importante acervo de realizações, inclusive de muitos milagres, que justificam sobejamente todas as homenagens a ele, em harmonia com o que de melhor houver como reconhecimento à sua importante  obra religiosa.  

          Brasília, em 21 de maio de 2022 

sexta-feira, 20 de maio de 2022

Grito de alerta!

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, há apelo aos brasileiros no sentido de que, verbis: “O Brasil quer que as Forças Armadas fiscalizem as urnas e a apuração das eleições. Se concorda com essa ideia, COMPARTILHE!”.

Diante desse texto, eu disse que é natural que os brasileiros concordem que as Forças Armadas fiscalizem o processo eleitoral, mas isso não pode ser feito apenas na base na  simples da vontade deles, no peito e na raça, como muitos querem, porque isso depende do respeito ao regramento jurídico do país.

Convém que seja mudada, no Constituição, a finalidade institucional das Forças Armadas, para o acréscimo dessa importante missão, sob pena de crime por desvio de função e isso é gravíssimo, sob o prisma da juridicidade, além da inadmissível interferência no trabalho da Justiça especializada, dando a entender clara intervenção do poder Executivo na esfera do Judiciário.

É preciso que se respeite o ordenamento jurídico do país, como forma de preservação dos sagrados princípios democráticos, eis que, na forma constitucional, somente a Justiça eleitoral tem competência para tratar dos procedimentos referentes às eleições brasileiras.  

Uma distinta amiga, escreveu a seguinte mensagem: “Adalmir, eu vi que existe esse dispositivo na Constituição, dando esse direito às Forças Armadas não só fiscalizar como também participar da contagem de votos. Me parece que mais uma vez o STF está se sobrepondo às leis. Você como advogado, com certeza será mais fácil confirmar do que para mim que sou leiga no assunto. Confesso que ao tomar  conhecimento não me atentei sobre a Lei, artigos, incisos, etc.”.

Atendendo ao alerta em causa, verifiquei que, realmente, na Constituição somente existem, neste particular, as competências institucionais da Justiça eleitoral e das Forças Armadas, nas forma dos artigos 118 e 142, respectivamente, conforme a sua transcrição abaixo:

Art. 118. São órgãos da Justiça Eleitoral: l - o Tribunal Superior Eleitoral; ll - os Tribunais Regionais Eleitorais; lll - os juízes eleitorais; lV - as Juntas Eleitorais. (Somente esses órgãos fazem parte da Justiça eleitoral);    

Art. 142. As Forças Armadas... destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.” (Só isso, não existindo outras funções).

Citem-se ainda que, na qualidade de comandante-em-chefe das Forças Armadas, o presidente da República poderá responder por crime de responsabilidade, caso ele permita ou simplesmente se cale, se elas participarem de atividade estranha às suas funções constitucionais, evidentemente sem o amparo legal.

Aproveitei o ensejo para esclarecer que, infelizmente, eu não sou advogado, mas até que eu gostaria de ser, porque é nessa classe de profissionais que existem competentes doutores da lei e grandes juristas.

Não conformada com as minhas explicações, a prezada amiga concluiu seu pensamento, dizendo: “Adalmir, deve ter alguma emenda, porque eu me lembro ter visto o amparo às FFAAs. Salvo engano o povo não está pedindo aleatoriamente. A presença delas sabemos bem que foi a convite do Presidente do TRE/TSE, hoje surpreso ao descobrir o profundo conhecimento dos técnicos até em cibernética, e não sabe o que fazer para afastá-los, uma vez que adentraram como convidados.”.

Tudo bem, mas é muito pouco provável que exista alguma norma nesse sentindo, mesmo se sabendo que o sistema eleitoral brasileiro nunca foi confiável.

Só de pouco tempo atrás é que se intensificaram as suspeitas e críticas sobre possíveis fragilidades na operalização das votações, em especial quanto às urnas eletrônicas, a ponto de se propiciar o pedido de socorro às Forças Armadas, que realmente elas são sempre muito competentes em qualquer assunto de segurança nacional e o seu trabalho merece crédito e respeito.

Em princípio, que não seja não saber como dispensar as Forças Armadas da comissão com a destinação de sugerir ideias para o aperfeiçoamento do sistema eleitoral, porque é o que já aconteceu com a sua dissolução, por vencimento do prazo para o oferecimento de sugestões, ocorrido em janeiro último, o que vale dizer que elas já estão afastadas do processo eleitoral.  

Novamente a amiga voltou a intervir, para afirmar: “Isso mesmo! Vamos aguardar, o Comandante Geral saberá agir. Ele deve ser o mais interessado na lisura das urnas!”.

Na minha avaliação, a competência para gerenciar o sistema eleitoral brasileiro precisa ficar exclusivamente sob a competência constitucional da Justiça eleitoral, que é órgão com a especialização para tratar, com a precisão necessária, de todos os assuntos inerentes aos procedimentos da sua área, de modo que o seu trabalho precisa ser executado da melhor maneira possível, no sentido do oferecimento de resultados com credibilidade, confiança e segurança.

Caso seja preciso alguma forma de controle ou supervisão, para se assegurar maior certeza sobre a eficiência e a efetividade dos resultados das eleições, esse órgão deveria ser criado na estrutura da Justiça, com formação jurídica, ou seja, com competência para decidir com base nos princípios jurídicos.

Com isso, é crível se afirmar que as Forças Armadas podem sim participar dos procedimentos referentes ao funcionamento das urnas, no que diz respeito à alta tecnologia da informática, que é a base do funcionamento do processo operacional das votação e apuração dos votos, mas jamais servirem como agente fiscalizador e, por fim, controlador do resultado da votação, porque essa indevida ingerência desmerece a atribuição constitucional até então privativa do Tribunal Superior Eleitoral, que também deixaria de ser superior, para passar a ser apenas Tribunal Eleitoral, diante da perda plena das suas autonomia e independência, no tocante à sua especialidade.  

Na verdade, a participação direta das Forças Armadas no processo eleitoral poderia contribuir para sérios desvirtuamentos funcionais de dois órgãos da República, causando visível risco à quebra de autoridade e de autonomia e isso não é aconselhável na administração moderna, porque haveria claro retrocesso na cadeia de comando, em que esse envolvimento das Forças Armadas ou mais especificamente do Exército na política pode inverter a ordem democrática, em que o sistema militarista passa a intervir no sistema eleitoral, podendo advir verdadeira desgraça institucionalizada no país, como ocorreu na Venezuela, onde aconteceu a generalização da ingerência dos militares em tudo que se refere ao governo.

Cabe aqui importante alerta aos brasileiros, que ficam concordando com as ideias mirabolantes e absurdas do “Comandante Geral”, como essa em referência, exatamente sob a ideia de que ele “saberá agir”, quando há situações que podem envolver questões jurídicas que não se resolvem no simples arbítrio presidencial, ante às delicadas implicações conjunturais e operacionais.

É preciso que os brasileiros atentem para o fato de que apenas por meio de pequeno precedente, como esse, pode-se estar-se abrindo uma gigantesca porteira para, inicialmente, se permitir a passagem de tão somente um boi, mas a abertura dessa mesma cancela poderá dar margem à passagem da boiada, no sentido de que o sentimento de quaisquer outras deficiências no serviço público, poderá ser aplicado o mesmo remédio das Forças Armadas e aí ter-se-á o clássico efeito venezuelano, com a plena dominação dos militares e isso pode ser sinônimo de desastre não somente jurídico, mas de dimensão  humanitária.

Ante o exposto, fica o grito de alerta aos brasileiros, no sentido de que o pequeno fenômeno como medida de politização das Forças Armadas pode servir de estopim como modelo de alastramento para outras áreas da gestão pública, com sérios riscos para a consagrada democracia, inclusive com gravíssima repercussão no direto desrespeito aos princípios constitucionais de autonomia e independência dos poderes da República.

Brasília, em 20 de maio de 2022

quinta-feira, 19 de maio de 2022

Interpretação diferente

 

Diante de mensagem que circula nas redes sociais, afirmando que o presidente da República trava brava batalha contra os opositores ao voto impresso, eu disse que essa luta é absolutamente em vão, diante da falta de competência quanto às medidas empregadas por ele, que tem por base argumentações sintetizadas no ódio, na agressão e na crítica, que são artífices da ineficiência e da falta de efetividade, na administração pública.

Caso o presidente do país tivesse realmente com boas intenções de aprovar o voto impresso, ele teria tido o cuidado de mandar estudar os melhores argumentos para dialogar e mostra a verdadeira necessidade das mudanças pretendidas, em especial, demonstrando, por meio de provas e elementos convincentes, as fragilidades do sistema eleitoral, de modo a evidenciar a imprescindibilidade do aperfeiçoamento pretendido.

A despeito da alegada brava baralha, o presidente do país foi totalmente incapaz de apresentar qualquer argumentação escrita, como forma inteligente de convencimento sobre a sua pretensão, preferindo, ao contrário, jogar conversa ao vento, na tentativa de aprovar medida da maior importância, com base no grito e na influência do poder, fatos estes que somente contribuiu para dificultar as negociações e o final feliz.    

À vista do exposto, uma distinta amiga, que tinha concordado com a mensagem do vídeo, entendeu de responder ao meu pensamento acima, tendo escrito o seguinte texto: “Desculpe a demora. Imprevistos desde quinta-feira não me permitiram ler as mensagens. Mas, resumindo meu pensamento, posso dizer que considero valioso o espírito democrático do nosso grupo, onde todos têm a liberdades de expressar seus  pensamentos e visões do mundo, sejam elas convergentes ou divergentes. O importante é que, mesmo discutindo assuntos polêmicos, o grupo continua firme e forte. Acredito que tem sido um aprendizado enriquecedor para todos nós.”.

Eu disse que concordava plenamente com o pensamento dela.

É muito importante que surjam as ideias, porque elas fazem parte da vida e podem contribuir para a ampliação dos conhecimentos sobre os fatos da vida.

Agradeço por sua atenção, amiga, que nem precisava responder à minha ponderação, o que mostra o seu respeito ao que escrevo.

Até agradeço quando surge assunto que eu possa me manifestar, porque certamente tenho importante oportunidade para escrever crônica em cima do tema enfocado, como neste caso.

A propósito, amiga, nunca que eu vou afirmar que a sua sábia opinião nem de ninguém esteja equivocada, apenas mostra que há interpretação diversa sobre ela, mas isso também não quer dizer, em absoluto, que o meu pensamento esteja correto.

É apenas mais uma opinião, sem qualquer intenção de contestação, mas sim como forma de interpretação diferente que se acrescenta à reflexão do assunto em discussão.

Muito obrigado

Brasília, em 18 de maio de 2022