terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Perseguição?

 

Conforme vídeo que circula nas redes sociais, o último ex-presidente do país demonstra a sua indignação contra as reiteradas perseguições que vêm sendo feitas contra a pessoa dele, sob o argumento de que não existe absolutamente nada capaz de macular a sua conduta, na vida pública, por não constar nada que o desabone.

É preciso que as pessoas compreendam que as perseguições fazem parte do processo nefasto de oposição, que tem como natural propósito a destruição de pessoas consideradas poderosas, que têm capacidade de contrapor aos projetos políticos de quem usam artifícios para a deformação de seus adversários, exatamente na forma que se apresenta o rasteiro quadro político da atualidade.

Ou seja, para os especialistas em política, o arcabouço predominante não constitui nenhuma novidade, nos planos políticos da pior qualidade democrática, em que as estratégias de ação visando à conquista do poder desceu ao pior nível da incivilidade e da inescrupulosidade.

Agora, parece estranhamente a falta de inteligência e capacidade às pessoas perseguidas, de não terem como reagirem à altura, que estão sendo desrespeitadas e reagindo apenas por meio inadequado e infrutífero de críticas, em forma de reclamação, cuja inofensividade ajuda a novas e continuadas perseguições.

Por seu turno, as pessoas precisam se conscientizar também de que, politicamente honesto, o ex-presidente não tem nada diferente dos demais políticos desonestos e aproveitadores dos recursos públicos.

A verdade é que ele levou para compor o seu governo, pasmem, logo o grupo mais desonesto e vergonhoso dos planos políticos, no caso, o famigerado Centrão, que é sinônimo do indigno fisiologismo, na administração pública.

No passado, o ex-presidente o classificara, evidentemente para angariar votos, de “velha política”, chegando a dizer que nunca teria negócio com esses políticos imundos e desonestos.

Pois bem, logo no início do governo, depois de ameaças de impeachment do cargo presidencial, que se trata de assunto pessoal e não de interesse público, o ex-capitão levou para dentro do Palácio do Planalto a deplorável Centrão, se igualando aos desgraçados feitos do pior e mais pútrido partido da face da Terra.

Assim, os inescrupulosos integrantes do Centrão passaram a ter direito aos cargos ministeriais e de empresas públicas, além das imorais verbas vindas das emendas parlamentares, mas, de quebra, pasmem, esse abominável grupo recebeu as chaves dos orçamentos da União, com posterior direito à criação do questionável “orçamento secreto”, que até a corte maior do país o censurou.

A verdade é que o ex-presidente não se locupletou diretamente com recursos públicos, mas ele praticou atos administrativos visivelmente relacionados com a corrupção e com a inescrupulosidade, na gestão pública, ao levar para o seu governo o pior e mais degradante e desonesto grupo político, ficando manchado, maculado, quer queira ou não, o seu governo, pela presença de políticos que representam o símbolo da desonestidade na administração pública.

Como se pode verificar, os fatos falam por si sós e dificilmente se encontram argumentos em contrário, para livrar o ex-presidente do país de envolvido com a bandidagem, na administração pública.

Assim, é aconselhável que os verdadeiros brasileiros façam as suas ponderações tendo por base todos os elementos disponíveis, como forma de se evitarem equívocos quanto à avaliação dos políticos, na vida pública, para o bem do Brasil, que continuará emperrada, em termos político-administrativo, ante a péssima personalidade dos representantes políticos.

Brasília, em 20 de fevereiro de 2024

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Insanidade

 

O presidente brasileiro comparou a reação de Israel ao grupo terrorista Hamas ao Holocausto, quando o demoníaco regime nazista exterminou mais de 6 milhões de judeus, pelo simples instinto de crueldade e desumanidade.

Ele declarou, in verbis:Sabe o que está acontecendo na Faixa de Gaza o povo palestino não existe nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus. Então como é possível que a gente possa colocar um tema tão pequeno, sabe? Você deixar de ter ajuda humanitária? O Brasil condenou o Hamas, mas o Brasil não pode deixar de condenar o que o Exército de Israel está fazendo na Faixa de Gaza.”.

O presidente disse que não está acontecendo guerra na Faixa de Gaza, mas genocídio, quando já foram mortas mais de 28 mil pessoas, desde o início da reação israelense, segundo o Hamas.

Diante dessas insensatas afirmações do presidente brasileiro, a reação do primeiro-ministro de Israel foram duras e contundentes, quando ele as classificou de palavras vergonhosas e graves, nestes termos: "Trata-se de banalizar o Holocausto e de tentar prejudicar o povo judeu e o direito de Israel de se defender. Comparar Israel ao Holocausto nazista e a Hitler é cruzar uma linha vermelha. Israel luta pela sua defesa e pela garantia do seu futuro até à vitória completa e irá fazê-lo ao mesmo tempo que defende o direito internacional. Decidi com o chanceler Israel Katz convocar imediatamente o embaixador brasileiro em Israel para uma dura conversa de repreensão".

Em seguida o primeiro-ministro de Israel declarou que "O presidente desonrou a memória de 6 milhões de judeus assassinados pelos nazistas e demonizou o Estado judeu, como o mais virulento antissemita. Ele deveria ter vergonha de si mesmo”.

O presidente do Museu do Holocausto, em Jerusalém, escreveu que "As palavras vergonhosas de (presidente brasileiro) são uma combinação repugnante de ódio e ignorância. Comparar uma nação que luta contra uma organização terrorista assassina com as ações dos nazistas no Holocausto merece total condenação”.

O ministro de Relações Exteriores de Israel disse que "Ninguém vai prejudicar o direito que Israel tem de se defender".

Um diplomata brasileiro aposentado afirmou que a comparação feita pelo presidente brasileiro é muito grave, tendo afirmado: “Olha, eu acho que a fala do presidente realmente passou da linha vermelha, como se diz. Porque ele já vinha criticando o governo de Israel, criticou Netanyahu por insanidade nas ações que ele estava tomando, mas até aqui ficava a crítica ao governo de Israel. Agora, ao comparar as ações de Israel com o Holocausto, ele critica o próprio Estado de Israel. Eu acho que aí aumentou a gravidade e a reação do governo de Israel foi imediata. (...) O Holocausto é uma coisa gravíssima, é uma coisa que supera a imaginação do mal. E a crise de Gaza é uma guerra localizada, é uma ação contra um grupo terrorista que matou israelenses também. (...)”.

A Federação Israelita do Brasil afirmou que a fala do presidente brasileiro foi uma distorção perversa da realidade e ofende a memória das vítimas do Holocausto e de seus descendentes.

O Instituto Brasil-Israel afirmou que a comparação do presidente brasileiro é um erro grosseiro, que inflama tensões e mina a credibilidade do governo brasileiro como um interlocutor pela paz.

O presidente executivo de instituição educacional sobre Israel, no Brasil,  afirmou que as declarações do presidente brasileiro têm cunho antissemita, quando há preconceito e ódio aos judeus, tendo afirmado: “Por mais triste que seja, isso é de uma certa forma acusar os judeus do crime de seus algozes de 80 anos atrás e, ao mesmo tempo, diminui e banaliza a memória das 6 milhões de vítimas do Holocausto. (...)”.

A infeliz comparação em comento mereceu o repúdio da Comunidade Israelita no Brasil, que disse: "A Conib repudia as declarações infundadas do presidente (brasileiro), comparando o Holocausto à ação de defesa do Estado de Israel contra o grupo terrorista Hamas. Os nazistas exterminaram 6 milhões de judeus indefesos na Europa somente por serem judeus. Já Israel está se defendendo de um grupo terrorista que invadiu o país, matou mais de mil pessoas, promoveu estupros em massa, queimou pessoas vivas e defende em sua Carta de fundação a eliminação do Estado judeu. Essa distorção perversa da realidade ofende a memória das vítimas do Holocausto e de seus descendentes. O governo brasileiro vem adotando uma postura extrema e desequilibrada em relação ao trágico conflito no Oriente Médio, abandonando a tradição de equilíbrio e busca de diálogo da política externa brasileira. A Conib pede mais uma vez moderação aos nossos dirigentes, para que a trágica violência naquela região não seja importada ao nosso país.".

O centro de Memória do Holocausto declarou que “Não esqueceremos e não perdoamos. Esse e um grave ataque antissemita. Em meu nome e em nome dos cidadão do Estado de Israel, informe ao presidente (brasileiro) que ele é uma personalidade indesejada em Israel.”.

Como não poderia ser diferente, o Hamas declarou apoio à insana comparação em apreço, nos seguintes termos: “Nós, do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), apreciamos a declaração feita pelo presidente brasileiro (omiti o nome), que descreve o que nosso povo palestino na Faixa de Gaza está sujeito como um Holocausto, e que as ações dos sionistas hoje em Gaza são as mesmas que o nazista (omiti o nome) fez aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Esta declaração vem no contexto de descrever com precisão a que nosso povo está sujeito e expor a enormidade do crime sionista cometido com a cobertura e o apoio aberto da administração americana (...)”.

Na declaração do Hamas, contestando a agressividade de Israel, esse grupo ultraterrorista é coerente com o seu instinto de irracionalidade e barbaridade, apenas condenando a reação à altura da monstruosidade praticada por ele, que invadiu aquele país, matou mais de mil pessoas, promoveu estupros em massa, queimou pessoas vivas e praticou outras atrocidades e ainda quer se passar por agredido, como se fosse vítima de selvageria de atos comparáveis ao Holocausto e se ele tivesse o direito de cometer impunemente os mais horrorosos crimes contra a humanidade.

Vejam que essa mesma mentalidade doentia, insana e irracional do Hamas é acompanhada pelo presidente brasileiro, que somente tem diminuta capacidade para enxergar a desgraça dos estragos causados ao povo palestino, como que simplesmente fechando os olhos para a tragédia sofrida pelo povo israelense, que foi barbaramente violentado pelo Hamas, cuja guerra é apenas forma natural de revide à altura da brutalidade completamente desnecessária deflagrada pelo grupo terrorista, que precisa ser exterminado da face da Terra.

Á toda evidência, a comparação feita pelo presidente brasileiro expõe verdadeiras debilidade e irresponsabilidade, ao praticamente banalizar a maior tragédia da humanidade a conflito de guerra causada por agressão de grupo terrorista da pior periculosidade, que precisa ser contido nas suas ações de selvagerias contra os israelenses.

A atitude do presidente brasileiro agride não somente o sagrado direito à liberdade de expressão, mas faz terrível desprezo à dignidade do povo judeu e seus descendentes, em razão do sofrimento por conta do horror do nazismo, além de alimentar o aumento do antissemitismo, no Brasil.

Diante dessa horrorosa e desumana comparação feita pelo presidente brasileiro, urge que os brasileiros honrados se manifestem em veemente repúdio à atitude grosseira e agressiva ao povo israelense, exigindo que ele se retrate, em respeito aos princípios diplomáticos, humanitários e de civilidade.   

Brasília, em 19 de fevereiro de 2024

domingo, 18 de fevereiro de 2024

Decadência

             Conforme vídeo que circula nas redes sociais, uma pessoa critica a prevalência do caos nas políticas públicas executadas pelo governo, que ainda não mereceram as urgentes prioridades para a melhoria da satisfação dos serviços prestados à população, em especial, no que se refere à reforma da educação.

          Essa gravíssima situação diz respeito diretamente à conscientização do povo, no sentido de apoiar e concordar com o governo da incompetência e as suas políticas antiquadas e retrógradas, que somente levam a população ao subdesenvolvimento cultural e educacional, além de contribuir sobremodo para o empobrecimento do próprio povo. 

            Por seu turno, também tem importante contribuição para esse deprimente processo da educação nacional a efetiva omissão daqueles que ficam eternamente criticando as ruindades das políticas do governo, uma vez que isso e nada tem o mesmo efeito prático, ou seja, nenhum e só ajuda a consolidar a deplorabilidade da inoperância da máquina pública, na consecução dos projetos contrários à qualidade dos serviços prestados à população. 

              Cada vez mais o governo demonstra, à saciedade, a urgência da necessidade de os verdadeiros brasileiros reagirem e se conscientizarem sobre a adesão às medidas de salvaguarda que levem ao livramento do caos que se encontra a administração do Brasil, tendo por meta, em especial, a limpeza das mazelas preponderantes e a implementação de políticas em harmonia com os princípios da eficiência, da competência e da responsabilidade, em sintonia com a grandeza do Brasil. 

          Convém que as críticas ao governo sejam minimizadas e substituídas por medidas efetivas em defesa dos interesses do Brasil, principalmente no sentido da conscientização da necessidade da mobilização da sociedade, para determinada medida destinada a se evitar a incidência de caos ainda pior, à vista da deplorabilidade predominante na administração do país.

              Brasília, em 18 de fevereiro de 2024


Falta de compromisso?

 

Conforme vídeo que circula nas redes sociais, um general faz gravíssima denúncia que teria sido protagonizada por oficiais-generais, inclusive declinando os nomes deles, que teriam traído a confiança não só do então presidente do país, mas da nação e, o pior, sob o interesse em dinheiro.

A mensagem nominado os nomes dos generais traidores e de outros que teriam sido fiéis defensores da pátria, ao defenderem as atitudes do então mandatário.

Na narrativa, o general esclarece que o então presidente do país teria fugido para outro país, com diante de ameaça de ser preso por determinação dos oficiais traidores.

À vista do exposto na mensagem em apreço, impressiona muito que pessoas acreditem em narrativas e somente narrativas sobre fatos que podem perfeitamente ser inventados, criados sob a tentativa de endeusar pessoas e condenar outras, tudo sem a comprovação de nenhum fato que possa respaldar as assertivas sustentadas na mensagem em causa.

Até que possa ter havido traição, mas se essa estapafúrdia versão for verídica, ela somente se concretizou por consentimento de quem tinha o poder para rechaçá-la de imediato, que certamente não o fez por pura e notória incompetência e irresponsabilidade.

Vejam, com muita clareza, que é arquitetada uma narrativa para se tentar justificar a fugida covarde do presidente do país, no pleno exercício do poder, que poderia ter utilizado o seu poder constitucional para pôr na devida ordem os indiscutíveis atos de insubordinação, inclusive, pasmem, de ameaça de prisão do mandatário, que era a autoridade máxima e que não cometeria nenhum ato contrário à Constituição, posto que ele apenas implantaria a garantia da lei e da ordem, na forma do disposto no artigo 142 da Carta Maior do país, diante das circunstâncias de abuso de autoridade vinda de outro poder.

Isso ajuda a explicar o quanto ele foi extremamente frouxo, uma vez que ele era a principal autoridade do Brasil e estava acima dos oficiais-generais, que, por força do disposto no artigo 84, XIII, da Constituição, era o comandante deles, que tinham o dever de respeitar as ordens emanadas por autoridade superior, tendo por base a Constituição.

Ou seja, caso tivesse realmente havido traição e isso sendo aceito pelo presidente do país, sem qualquer reação por parte, senão de se acovardar diante de ameaças, que tal situação parece que pode ter acontecido, embora ele não teve a dignidade para dizer que sim nem que não, isso só materializa, de forma efetiva, o grau máximo de pessoa medrosa, covarde, incompetente e irresponsável, com a consequente saída dele do país, repita-se, ainda no exercício do cargo presidencial, segundo diz a infeliz mensagem, com medo de ser preso por militares subordinados dele.

Se isso for verdadeiro, teria sido comprovada clássica inversão da ordem natural, por conta de político medroso, sem caráter nem personalidade, sendo indigno da mínima consideração como autoridade máxima do país, justamente por ter sujado as fraudas, no exato momento da maior importância do Brasil, posto que ele precisava impor a sua autoridade contra traidores da pátria, uma vez que a omissão presidencial pode ter contribuído para a entrega do poder à banda decomposta da política brasileira, que o vendo conduzindo sob desastrosas incompetências e irresponsabilidades, conforme mostram os fatos.

Na verdade, se a história narrada na mensagem for verdadeira, o traidor termina sendo o próprio ex-presidente, que não teve caráter de homem público para defender os interesses da pátria, ao se render às ordens, repita-se, de pessoas subordinadas a ele, que ele tinha poder constitucional para exonerar dos cargos imediatamente antes mesmo que eles concluíssem que discordavam do seu comandante, que tinha o dever moral de não permitir nem traição e muito menos insurreição, pois ele era a autoridade que precisava pôr ordem na casa, ou mais especificamente, na República, por força do disposto no art. 78 da Constituição.

À toda evidência, a mensagem em comento, se verdadeiros os fatos expostos nela, tem o condão de expor o quanto foi indigno e vexatório o desempenho da autoridade máxima do país, que se permitiu ser ridicularizado, em visível espetáculo de covardia e medo, ao se render às ordens de subordinados dele, com medo de ser preso, não se importando com a prática nefasta, que terminou sendo concretizada, do crime de lesa-pátria, por ele ter deixado de adotar medidas necessárias à defesa dos interesses do Brasil e dos brasileiros.

Enfim, caso os fatos tenham acontecido conforme consta da mensagem em apreço, louvem-se a iniciativa do seu autor em confirmar mais uma maléfica e deplorável omissão do então presidente brasileiro, que comprova não ter tido nenhum compromisso para com a pátria.

Brasília, em 18 de fevereiro de 2024

A voz dos caminhoneiros?

 

De acordo com vídeo que circula nas redes sociais, um importante caminhoneiro, a par de esculhambar a corte maior do país, ameaça até a extinção dela, caso o último ex-presidente do país seja preso, à vista de notícias nesse sentido, veiculadas pela mídia.

O mencionado caminhoneiro reafirma o poder da classe, que estaria unida em apoio à integridade moral e política do principal líder da oposição brasileira, que se encontra com processo de investigação naquela corte.

A revolta do caminhoneiro contra a corte suprema fica claramente exposta quando ele reafirma a inexistência culpa do líder político, para merecer a culpa da tentativa de ato golpista.  

À toda evidência, os fatos históricos brasileiros mostram que esses caminhoneiros precisam comprovar o mínimo de seriedade sobre o que dizem e afirmam, uma vez que, no passado, todos os movimentos que eles planejaram e participaram somente resultaram em verdadeiro fiasco, sem qualquer aproveitamento para as finalidades preconizadas, em retaliação aos atos praticados com abusos de autoridades e outras arbitrariedades e inconstitucionalidades.

Parece evidente que a fala desse caminhoneiro se resume em ameaças e mais ameaças, como se os caminhoneiros tivessem alguma autoridade para ameaçar, em especial, se tratando de assunto de relevância nacional, posto que eles estão devendo realidade e seriedade aos seus compromissos perante a pátria, que merece respeito, à vista da sua grandeza como importante nação.

É preferível que não se ameace nem se prometa absolutamente nada que não possa cumprir, mas se realize o que for necessário para o bem do Brasil e dos brasileiros.

Todos sabemos do poder da força e da capacidade realizadora dos caminhoneiros, que têm condições de influenciar, de forma decisiva, nas mudanças do destino das atividades político-administrativas do Brasil, não com meras e vãs ameaças, com palavras jogadas ao vento, como muitas já feitas no passado, mas sim com o seu verdadeiro peso como real mola propulsora, que é indiscutivelmente se realmente forem levados a sério os seus propósitos em defesa do país, à altura da gigantesca necessidade de mudança do Brasil.

Enfim, os brasileiros honrados esperam que a importante força dos caminhoneiros possa efetivamente contribuir não só pela defesa do último ex-presidente do país, mais sim, em especial, para a redemocratização e a moralização do Brasil.

Brasília, em 18 de fevereiro de 2024

sábado, 17 de fevereiro de 2024

Denúncia inútil

 

Conforme vídeo que circula nas redes sociais, é mostrado um advogado, que foi ministro do principal órgão eleitoral, promovendo a defesa do último ex-presidente do país, que tenta convencer os julgadores que a denúncia que o mandatário fez aos embaixadores de países amigos, se queixando da precariedades do sistema eleitoral em nada prejudicaria a sua integridade nem a sua honra, porque não foi essas a intenção dele.

Louvem-se as sábias argumentações arquitetadas pelo experiente e astuto causídico, que conseguiu demonstrar, embora sem validade para a causa, ante a realidade do ocorrido, sob a alegação de que nada do que o então presidente do país teria tratado com os embaixadores estrangeiros, especificamente denunciando a possibilidade de sistema eleitoral brasileiro ser fraudável, com previsão de que o principal órgão eleitoral não teria como garantir a fidedignidade do resultado do pleito eleitoral realizado no ano passado, cujo procedimento foi configurado crime para o feito de julgamento na Justiça eleitoral, na forma da aplicação da apena de inelegibilidade.

Ou seja, o então presidente brasileiro se reuniu, com exclusividade, com representantes de países amigos, com o propósito de denunciar suspeita de fragilidade do sistema eleitoral brasileiro e de incerteza sobre a confiabilidade do resultado das urnas, mas o advogado dele conseguiu demonstrar que tudo isso consistiu em apenas uma reunião amigável para troca de ideias sobre o sistema eleitoral dos países amigos, evidentemente sem qualquer reflexo com a seriedade do sistema eleitoral brasileiro.

Longe de achar que a denúncia feita pelo então presidente brasileiro possa configurar crime eleitoral, quanto mais com a gravidade capaz do merecimento da declaração da inelegibilidade dele, mas o verdadeiro estadista, que preza a relevância do seu cargo, jamais poderia sequer pensar em fazer denúncia tão mesquinha como essa de expor as possíveis fragilidades dos sistemas administrativos do Brasil, principalmente tendo em vista que os problemas brasileiros precisam ser discutidos e resolvidos internamente, pelas vias competentes, a par, em especial, de não se ter prova alguma sobre possíveis fragilidades do sistema eleitoral.

Ou seja, mesmo que se tivesse certeza acerca de deficiência na operacionalidade do sistema eleitoral, não seria aconselhável fazer exposição dela para outros países, tanto pela inconveniência como pela explícita demonstração de incompetência, em se permitir a existência de falhas, quando o recomendável era se buscar os meios necessários ao aperfeiçoamento do que não estivesse precisando de aperfeiçoamento, que era justamente o caso do que se suspeitava do citado sistema.   

Caso ele tivesse o mínimo de competência e sensibilidade político-administrativas, apenas teria procurado solucionar, com bastante antecedência, pela via Legislativa, a questão referente ao aprimoramento do sistema eleitoral, sem necessidade de críticas nem denúncias sobre as suspeitas de deficiência, posto que ele tinha competência constitucional para tratar diretamente do assunto, sem necessidade alguma da ingênua e pueril celeuma criada por ele, em torno de assunto que poderia ter sido conduzido sem qualquer alarde.

O certo é que essa polêmica sobre as urnas eletrônicas resultou na criação do famigerado sistema que tudo fez para defenestrá-lo do poder, além de tê-lo tornado inelegível.

Com toda boa vontade, não se acredita em milagres de advogados, quando a causa em discussão não tem origem em mera interpretação de princípios jurídicos, mas sim de incompatibilidade política, cujas consequências foram desastrosas para o Brasil e os brasileiros, conforme mostram os fatos históricos.

Brasília, em 17 de fevereiro de 2024

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

Ponderação

À toda evidência, carece de consistência a tentativa de tipificação dos crimes de que o então presidente do país e alguns assessores teriam praticados, cujas suspeitas são objeto de investigação pela Polícia Federal, diante de suposto complô para subverter o resultado da última eleição presidencial e de golpe de Estado.

A Justiça sustenta a tese sobre a “tentativa” de golpe de Estado, em que, se confirmado, pode acarretar severas penas às pessoas envolvidas, mas também há especialistas sustentando a inexistência de qualquer procedimento efetivo nesse sentido, sob o entendimento de que meras conversas e até possíveis preparativos inerentes ao caso não têm peso jurídico para a configuração de  crime, à luz do disposto na Lei nº 14.197/2021, que trata da espécie.

A verdade é que o assunto vem sendo tratado pela Justiça como se, de fato, já houvesse crime praticado contra a democracia, diante tão somente diante do ânimo de cunho golpista do governo anterior, como assim vem sendo analisado o caso, principalmente em se tratando do envolvimento do principal adversário ao governo atual, que demonstra ter potencial político perante a sociedade.

 Neste caso parece pouco importar a verdade jurídica, posto que precisa prevalecer a opinião sobre o fato de quem se encontra com o poder de julgar, porque de nada tem valor eventual controvérsia, que se conclui como entendimento falso, mandando para as calendas as garantias constitucionais e legais.

Pouco importa, outrossim, conforme mostram os fatos, que nada tipificado e materializado como golpe efetivo tenha sido concretizado, como forma de lesão ao Estado Democrático de Direito, conquanto as instituições republicanas se tenham mantido em plenas atividades, jamais tendo sido interrompidas o seu funcionalmente por motivo golpista, mas a fama de simpatizante de golpismo do ex-presidente do país sustenta essa absurda ideia de crime contra o Estado, sem nada existir de efetivo, ou seja, absolutamente nada.

Com relação ao caso em si, não faz o menor sentido se valer do vezo golpista que se atribui ao ex-presidente do país, sem que ele tenha praticado nenhum ato de natureza tipificado como golpe, o que até se fazia justiça se isso fosse verdadeiro, mas os fatos se encarregam de negar tudo isso, em que ideias não podem se confundir como se houvesse a realização de algo nesse sentido, que tem o mesmo valor de se ser defensor do Estado Democrático de Direito, mesmo sem qualquer ato efetivado nesse sentido.

Fala-se em mobilização de manifestação no final deste mês, em São Paulo, sob o argumento da defesa das liberdades democráticas, mas esse movimento nasce sob infindáveis suspeitas, porque ele teve a iniciativa logo do ex-presidente, que vem sendo investigado sob suspeitas de golpe de Estado e isso não combina muito bem com monumental reunião de pessoas, mesmo que tudo transcorra às mil maravilhas, pouco importando o que possa acontecer, porque o que fica registrado é a iniciativa, dando a entender que há incitação de movimento em defesa do próprio presidente, o que seria diferente se nada tivesse relação com a pessoa dele.  

Ou seja, é muito importante que os brasileiros se reúnam em momento delicado como o atual, em que há evidentes crises institucionais, com suspeitas de perseguições, abuso de autoridades e outras atrocidades de natureza jurídica, mas o principal envolvido nesse affaire precisava ter a sensibilidade política para não se envolver diretamente senão nos processos que ele responde na Justiça.

À toda evidência, a reunião de pessoas, na atualidade, em indiscutível apoio ao ex-presidente do país, porque ela foi da iniciativa dele, pode transparecer forte intenção ou tentativa de estímulo a protesto contra a corte maior do país, à vista das investigações, justas ou indevidas, que ela vem ordenando contra ele.

À vista disso, é possível se vislumbrar ato de incompatibilidade com a situação de crise que atravessa o país, quando se imagina que alguma medida destina à retomada da moralização do Brasil e da normalidade democrática, com o devido respeito ao Estado Democrático de Direito e ao devido processo legal, precisa ser urgentemente adotada, mas tendo os devidos cuidados que isso tenha por pilares mais sólidos do bom sendo e da racionalidade, em que prevaleçam os princípios essenciais da civilidade e do patriotismo.

A verdade é que os fatos têm mostrado que o voluntarismo irracional, como esse movimento extemporâneo na Avenida Paulista, pode resultar em novo desastre de 8 de janeiro, sob a possibilidade de infiltração de baderneiros e terroristas.

Apelam-se por que os verdadeiros brasileiros se conscientizem, com urgência, sobre a necessidade de salvamento do Brasil das mãos de políticos aproveitadores, desonestos e oportunistas, tendo como princípio a eliminação deles da vida pública, principalmente de todos que tenham se envolvidos na Justiça.     

            Brasília, em 16 de fevereiro de 2024