quinta-feira, 2 de junho de 2022

Injustificável violência

 

Chama a atenção do telespectador a notícia que circula nas redes sociais, segunda a qual “Homem mata sogro e sogra a tiros e alveja esposa, no Sertão.”.

Bastante perplexo diante de desastrado fato, eu disse que era inacreditável que homem fosse capaz de realmente ter praticado tamanha barbaridade como essa, com o requinte de insanidade que teve a capacidade de tirar a vida de um casal, por mais que tenha sido grave a situação causadora da precipitado tragédia.

É possível que tenha sido ação bem além da animalesca, diante do seu instinto visivelmente mais do que selvagem, que foi protagonizada muito mais do que por homem ou mesmo animal.

A autoria de tanta brutalidade como essa não merece ser qualificada nem atribuída ao homem e muito menos ao animal, porque isso é obra exclusiva da mente do demônio, uma vez que homem mesmo é incapaz de ato desumano e trágico como esse.

Na verdade, nada, neste mundo, justifica que vidas de ninguém, nem dos animais, sejam tiradas, por pior que tenha sido a situação, porque há outras formas capazes de contribuírem para o tratamento das questões entre as pessoas, de maneira racional e inteligente, sem necessidade das vias da violência, como nesse trágico episódio.

Infelizmente, em que pese a evolução da humanidade, ainda prevalecem instintos malignos que não pensam antes de cometerem tamanhas irracionalidade e atrocidade.

Lamentavelmente, essa situação se encontra consumada e inevitável, cujo resultado negando somente contribui para a tristeza generalizada de todos e a multiplicação dos problemas, que certamente poderiam ser solucionados se houvesse um pouco de bom senso e compreensão das pessoas.

Que Deus tenha piedade dos homens!

Brasília, em 2 de junho de 2022

Condenável barbaridade

 

À toda evidência, a violência policial, na atualidade, pode ser seguramente enquadrada como verdadeira tragédia nacional e, de igual modo, é também a violência dos bandidos, do feminicídio, da corrupção, da fome e da miséria, à vista, neste caso, diante das milhares de pessoas desamparadas nas ruas e no interior do país. 

O bárbaro crime ocorrido em Umbaúba, interior de Sergipe, em que policiais rodoviários federais imobilizaram um homem portador de esquizofrenia e o jogaram no porta-malas de uma viatura cheia de fumaça branca, traduz forma mais cruel de selvageria humana, com requinte de muita crueldade, que assusta pela forma típica de tortura letal. 

A vítima foi morta por asfixia mecânica e insuficiência respiratória aguda, segundo assim foi o atestado expedido pelo Instituto Médico Legal de Sergipe.

O mais chocante desse fato é que a Polícia Rodoviária Federal divulgou nota alegando, pasmem, que a vítima teria resistido à prisão e que, devido à sua agressividade, “foram empregados técnicas de imobilização e instrumentos de menor potencial ofensivo.”, como se não existissem outras técnicas civilizadas para se prender e imobilizar o infrator, fato este que só demonstra índole selvagem desses policiais. 

Ocorre que o “menor potencial ofensivo” simplesmente foi capaz de sufocar até matar a vítima, que evidentemente não resistiu ao alegado potencial ofensivo, que somente se encaixa na mente de pura insensatez e incivilidade, ante aos comezinhos princípios humanitários.

Para piorar a situação, toda essa selvageria aconteceu à luz do dia e na frente de muitas testemunhas, que presenciaram a tudo, estarrecidos com o que se passava, ao meio a esse tratamento de terrível choque desumano e mortal.

Diante da declaração da PRF, a ilação que se poder tirar do lamentável episódio é que os policiais ainda foram “bonzinhos” demais para com a vítima, ao decidirem aplicar técnica de menor poder agressivo, porque eles estão autorizados a usar, pasmem, procedimento de maior potencial ofensivo, com capacidade ainda mais letal. 

Não há a menor dúvida de que o trabalho dos policiais é de grande importância para a segurança da sociedade e que eles, nesse trabalho, correm o risco do  enfrentamento diário de situações em que a própria vida se encontra sob perigo de agressão e até de morte, mas nada permite nem concede o direito de eles agirem com tamanha brutalidade, em claro disparate aos princípios humanitários, mesmo tendo que lidar com criminosos, o que não era o caso da vítima, que apenas não usava capacete, por ocasião da abordagem, que deve ter se exaltado, na ocasião, mas não justificaria tamanho exagero contra ele, que teria cometido mera infração no trânsito, que lhe valeu, pasmem, a sua preciosa vida. 

Esse deplorável episódio chama a atenção pela forma como a vítima foi torturada e morta, conquanto outros casos também graves, envolvendo violência policial, vêm ocorrendo com bastante frequência, que igualmente assusta e atemoriza a sociedade, mas certamente nenhuma medida deverá surgir diante de tamanha deplorabilidade do sistema policial, quando poder-se-ia aproveitá-lo para servir de base para o aperfeiçoamento das técnicas repressivas de repressão às infrações às leis penais do país, como forma apenas de repressão e combate aos abusos às normas legais.

As páginas policiais dos jornais, os telejornais das televisões e de outros meios de comunicação social, como sites de notícias, estão recheados de notícias sobre violência e muitas delas envolvem policiais ou são suspeitos da prática de crimes bárbaros, que poderiam servir como lição para as autoridades da segurança pública aprenderem e ensinarem as melhores técnicas para o cumprimento da importante missão inerente à manutenção da ordem pública, com menor violência possível. 

A verdade é que a situação de violência envolvendo policiais já atingiu nível alarmante e insuportável, sendo aconselhável esforço conjunto da União, dos Estados e municípios, com vistas ao grande debate nacional, para se estudar as questões referentes à segurança pública, com enfoque especial para as ações das polícias militares e civis no Brasil, tendo, necessariamente, a participação de renomados  e experientes especialistas em segurança pública, representantes da sociedade civil e das próprias corporações.

O que não pode mais é simplesmente tentar minimizar esse caso e tão somente fechar os olhos para a barbárie que ele efetivamente representa para a sociedade, deixando passar em brancas nuvens, se jogar a toalha e se render ao imperdoável abuso de autoridade, porque isso já é muita condescendência com o malfeito e a impunidade, em clara demonstração de desinteresse e irresponsabilidade por parte das autoridades públicas. 

Ressalte-se, a propósito, outro triste acontecimento no Rio de Janeiro, na forma da Operação da Polícia Militar fluminense e da também PRF, na Vila Cruzeiro, que se destinava à prisão de chefes de facções criminosas, mas a polícia saiu de lá com nada mais, nada menos, pasmem, 23 corpos, entre os quais de pessoas inocentes, que foram atingidas por balas perdidas, cujas fatalidades não têm reparo e nada acontece, em termos de medidas com vistas a menor danos para a sociedade, evidentemente no caso das vítimas inocentes. 

É preciso sim que haja efetivo e vigoroso combate à criminalidade, porque a ação indormida da bandidagem já extrapolou os limites de tolerância, mas as medidas efetivas não poderiam ser sob procedimentos mais cuidadosos e racionais, sem necessidade da execução de inocentes?

A verdade é que, nessa matança no Rio de Janeiro, há indícios de algumas execuções depois da tortura, o que é inadmissível.

Convém sim que seja reforçado o combate à criminalidade, mediante a redobrada força policial, quando isso se fizer necessário, de modo que tudo seja processado com base nos princípios do bom senso e da racionalidade, em conformidade dom o regramento jurídico e as normas de segurança, em rigoroso respeito aos sagrados princípios humanitários.

          Como a segurança pública diz respeito diretamente aos interesses da sociedade, como forma de proteção pessoal e da sua propriedade, convém que os brasileiros se mobilizem para exigir dos candidatos, no próximo pleito eleitoral, a priorização de medidas efetivas voltadas para a modernização dos sistemas de segurança pública, envolvendo a reciclagem de policiais, o desarmamento da criminalidade e a conscientização sobre a participação da população no combate à violência.

          É importante que fique o registro sobre o descaso do atual governo, diante do descalabro da violência generalizada no país, tanto por parte da criminalidade como dos policiais, mas não se tem conhecimento de nenhuma medida prioritária com vistas ao saneamento dessa trágica realidade nacional, em termos de preocupação com a conscientização sobre o seu combate, em termos de eficiência e efetividade, de modo que a relevante missão incumbida ao Estado, da manutenção da ordem pública, se processe em nível aceitável de respeito aos princípios civilizatórios e humanitários.

No caso específico do trabalho dos policiais, convém que eles sejam reciclados quanto ao seu preciso dever funcional, evitando saírem do prumo da normalidade, sob pena de haver severas punições para aqueles que excederem os limites da lei, porque o Brasil não pode virar o país da barbárie e muito menos dos justiceiros, que entendem de fazer justiça com as próprias mãos, lembrando que todo sistema de segurança pública precisa de profundas reformas.

A verdade precisa que seja mostrada aos verdadeiros brasileiros, que se preocupam com a integridade da vida, no sentido de que seja preciso eleger políticos que até possam defender o acesso às armas de fogo à população, mas sobretudo que eles tenham a consciência sobre a urgente necessidade da priorização da modernidade e do aperfeiçoamento do sistema de segurança pública, no conjunto mais amplo possível, de modo a propiciar a desejável conservação da vida e do patrimônio das pessoas, em nível satisfatório, não se permitindo mais a predominância das mazelas que grassam no Brasil.   

Brasília, em 2 de junho de 2022

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Basta de mentiras!

 

Vem circulando nas redes sociais vídeo com mensagem em apelo à honestidade do principal política da oposição, aproveitando o modelo do power point, na vã tentativa de mostrar algo inexistente de honestidade nele, quando poderia, ao contrário, em atenção aos salutares princípios de civilidade democrática, evidenciar a realidade que o político verdadeiramente representa para a história do Brasil, no que se referem aos fatos investigados pela Polícia Federal, pertinentes aos escândalos do mensalão e do petrolão.   

É assombrosa e medíocre a mentalidade de pessoas que criam e compartilham notícias contendo fatos mentirosos, porque tratam eles somente conspiram contra a dignidade dos defensores da disseminação de ideias inverídicas, em cristalina evidência de falta de caráter e desonestidade, que são princípios inalienáveis das pessoas de bem e se respeitam, justamente por não se prostituírem nem mesmo por sentimentos ideológicos, que são capazes de cegá-las, porquanto elas só enxergam os aquilo  que lhes são convenientes, como é o caso daqueles que estão indicados nos títulos constantes do quadro espelhado no referido vídeo, com seguinte inscrição: "A INOCÊNCIA DE LULA PASSO A PASSO".

Há, ali, verdadeiro festival de grosseiras inverdades e a exposição da real, absurda e repugnável tentativa de distorcer a verdade sobre os fatos absolutamente incontestáveis ligados ao político, conforme se descreve, um a um, a seguir, com a finalidade de se mostrar o quanto ainda existe gente desonesta, que não se envergonha de mentir, de forma descarada, fato este que só confirma a insignificância de quem apoia político em plena decadência moral, para tanto, por se valer de artifícios mentirosos e por não ter a dignidade para exigir que ele resolva provar a sua inculpabilidade nos casos denunciados à Justiça brasileira, visto que nenhum fato suspeito de irregular foi provado em contrário, permanecendo intacto nos processos e essa é a primeira inverdade.

Absolvição: os fatos mostram que não houve nenhuma absolvição, em caso algum, salvo a anulação de julgamentos pela condenação à prisão, em dois processos penais, pela prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, cuja pena até foi cumprida parcialmente.

Importa ressaltar que a anulação não foi por juízo de mérito quanto aos atos irregulares, mas sim pela absurda interpretação de ministro do Supremo de ter havido incompetência de jurisdição, porquanto continua intacta a culpa do criminoso, nos dois casos.

Processos anulados: nenhum processo foi anulado, salvo um onde houve a prescrição da ação penal, mas a culpa permanece nele, ou seja, a denúncia referente ao recebimento de propinas fica gravada contra o político, em caráter definitivo.

Ausência de provas: as sentenças referentes às duas prisões pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro tiveram por base robustas provas sobre a materialidade das autorias dos atos irregulares de que se tratam, cuja consistência foi confirmada, por unanimidade, nas segunda e terceira instâncias da Justiça, respectivamente, nos Tribunal Regional Federal da 4ª Região e Tribunal Superior de Justiça, não restando qualquer dúvida quanto à materialidade da autoria dos crimes.

É ridículo se falar em falta de provas, porque os fatos desmentem essa farsa.

O juiz da Operação Lava-Jato não é suspeito de absolutamente nada, porque seus atos, suas decisões e suas sentenças foram integralmente confirmadas, em termos de juridicidade, nas instâncias superiores.

Lava Jato Parcial: para quem julgou centenas de processos e proferiu mais de duzentas sentenças, são mínimos os questionamentos sobre as decisões do então juiz da Lava-Jato, sendo que nenhuma decisão proferida por ele foi anulada por erro ou abuso de autoridade, ou seja, todas as decisões tiveram por base os fatos investigado e constantes dos autos00.

Inocência comprovadamente: não existe um único caso em que houvesse sido comprovada a inculpabilidade ou inocência do político, porque todas as denúncias de irregularidades permanecem intocáveis nos processos penais, mesmo aquelas constantes dos processos cujas sentenças foram anuladas, sem o exame do mérito dos fatos delituosos.

Nenhuma Condenação: o político foi julgado em dois processos penais, tendo sido condenado à prisão, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, tendo cumprido 580 dias, em sela individual, não restando qualquer dúvida sobre essa verdade, que jamais poderia ser negada por pessoas que têm respeito aos princípios da honestidade e da sinceridade, porque, mais deprimente que isso possa ser, é tentar querer negar a realidade sobre os fatos, em especial aqueles que realmente aconteceram e integram o histórico da vida do político.

Seria interessante e mais elegante ser autêntico e verdadeiro, sem necessidade de se tentar forjar história mentirosa, porque isso só contribui para denegrir ainda mais o sentimento e o desejo da mentira que permeia uma vida que poderia ser diferente se ela tivesse por base somente a verdade, como deve assim agir todos que militar na política, onde jamais deveria gente desonesta, que comete crimes e não tem a dignidade para assumi-los.

Ainda bem que os verdadeiros brasileiros têm bastante consciência sobre o que realmente representa esse político para o Brasil, porque ele é autêntico símbolo da corrupção e da desonestidade, à vista dos fatos investigados nos vergonhosos escândalos do mensalão e do petrolão, todos efetivamente acontecidos no governo dele, cuja responsabilidade pela tragédia ele não teve a dignidade para assumir, mostrando verdadeira fraqueza de homem público.      

Brasília, em 1º de junho de 2022


terça-feira, 31 de maio de 2022

Legalismo contra o Brasil?

           O comandante da Força Aérea Brasileira afirmou que a Aeronáutica é legalista e cumprirá a lei, independente de quem vença as eleições presidenciais neste ano. 

         As declarações desse oficial general foram dadas depois de indagação formulada por jornalistas sobre qual seria o posicionamento da FAB, caso o atual presidente do país não consiga a reeleição, no próximo pleito eleitoral.

        Em janeiro último, o mesmo brigadeiro já havia afirmado que os militares iriam prestar continência a qualquer comandante supremo das Forças Armadas, independente de quem seja o vitorioso nas próximas eleições presidenciais, incluindo o principal líder das pesquisas de intenção de voto.

        Convém que se atente para o fato de que ser legalista implica, necessariamente, a cuidadosa análise dos fatos importantes circunscritos a essa conclusão, em especial os interesses do Brasil, que prevalecem sobre todos os demais.

        Isso vale dizer que, para ser presidente do Brasil, se exige do político o preenchimento de requisitos essenciais, como a sua imaculabilidade, quanto ao atendimento das exigências de conduta ilibada e idoneidade na vida pública, tudo muito bem conferido com a sua ficha pregressa, não tendo o menor cabimento que pessoa com processos na Justiça, pendente de julgamento, em razão de denúncias envolvendo a suspeita da prática de corrupção, com a caracterização de improbidade administrativa, se candidate à Presidência da República, porque isso caracteriza ultraje à dignidade e à honra da pátria.

        Não importa que não haja impeditivo legal para tanto, por não haver julgamento condenatório, mas só o atrevimento de não preencher os requisitos imprescindíveis para o exercício de cargo público já é mais do que suficiente para não se aceitar tamanha desgraça de se ariscar que político em plena decadência moral possa vir a comandar o Brasil, exatamente porque o seu passado é notoriamente desabonador para ser presidente da República, que precisa provar, necessariamente, imaculabilidade na vida pública.   

        É extremamente inadmissível que as Forças Armadas se dignem não somente aceitar o resultado das urnas, caso vença político em plena degeneração moral, na condição de quem já foi até condenado pela Justiça, pela indigna prática de malversação de recursos públicos, com incursão nos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, como a posse de pessoa que não preenche os requisitos básicos de conduta ilibara e idoneidade no exercício de cargo público, justamente em razão da prática daqueles crimes, que são indicativos de desaprovação para o exercício de cargo público eletivo.

        Os referidos fatos já foram devidamente comprovados, além de outras denúncias sob suspeita de irregularidades, cuja autoria é atribuída igualmente também a ele, em que o conjunto da sua nefanda obra de criminalidade contra a administração pública obriga, necessariamente, que as Forças Armadas tenham motivos mais do que suficientes para encontrar argumentos de ordem suprema, de interesse nacional e inerente à grandeza dos sagrados valores nacionais, para sequer aceitar que esse político pense em se candidatar a cargo algum, quanto mais à Presidência da República, por se tratar do principal cargo do Brasil, que exige muito respeito e sublime dignidade, por parte do seu ocupante, que são requisitos inexistentes nele. 

        A aceitação de pessoa sem qualificação moral, como é o caso em comento, para presidir o Brasil significa que os principais militares brasileiros se rendem ao instinto da terrível criminalidade, pela estupenda humilhação de serem obrigados a bater continência para criminoso que fez parte de organização que desviou recursos dos cofres públicos, tendo por base as investigações levadas a efeito nos escândalos do mensalão e do petrolão, ocorridos justamente no governo dele, estando tudo devidamente comprado em processos juridicamente válidos e consistentes de provas materiais, cuja inocência o principal envolvido não conseguiu comprovar, nem mesmo minimamente. 

        As Forças Armadas precisam cair na real e atentarem para a sua importante missão institucional, à luz do disposto no art. 142 da Constituição, quanto à sua competência primacial da defesa da pátria, como nesse caso específico, de não se permitir que pessoa sem o devido mérito ou mais precisamente com o currículo manchado e rotulado como criminoso, por ter cometido crimes de lesa-pátria.

Esse cidadão até já cumpriu pena de prisão, por recebimento de dinheiro, em forma de propina, não podendo, de forma alguma, participar da vida pública nem do processo eleitoral, com absurda pretensão de ainda comandar os sublimes interesses dos brasileiros, inclusive, pasmem, os próprios altruístas militares, já a partir de quando assumir o relevante cargo, ficando muito claro o deslustre do princípio da dignidade da caserna, com o fechamento dos olhos dos militares para a inominável traição à pátria, com a permissão de algo que pode e deve ser evitado, para o bem do Brasil e dos brasileiros. 

        Os verdadeiros e honrados brasileiros  enxergam como situação extremamente vexatória e deprimente um oficial general fazer declaração tão desconcertante e antipatriótica como essa, de simplista e deplorável afirmação de sentimento de legalista, quando há razões superiores que precisam ser sopesadas, em nome da soberania nacional, em especial no que se refere à grandeza da pátria, cuja dignidade exige que seja defendida justamente pelas Forças Armadas, que são, na forma constitucional, a sua principal guardiã.

        É preciso que se compreenda que ser legalista impõe-se que essa interpretação seja sempre favorável aos interesses nacionais, compreendendo a defesa primacial dos valores republicano e democrático, sem jamais se permitir a concessão de benefício a quem foi capaz de trair a pátria, por meio de atos irregulares e prejudiciais aos seus interesses, conforme tudo devidamente comprovado, cujos atos são contrários aos salutares princípios da ética, da moralidade, do decolo, da dignidade, entre outras condutas dissonantes do exercício de cargos públicos e completamente inaceitáveis em um país com o mínimo de seriedade e evolução, em termos políticos e democráticos.

        Diante dessa impensada posição do comandante da Aeronáutica, ao que se imagina, convém que as Forças Armadas, sobrelevando os altíssimos interesses nacionais, em especial quanto à dignidade e à honradez que precisam ser preservados e conferidos ao Brasil, por serem princípios pétreos da nação, se reúnam em detidos estudos de alto nível de conscientização cívica e patriótica, com vistas à precisa avaliação sobre as reais consequências que podem advir com o possível país sendo comandado por político que não oferece as mínimas condições éticas e morais para a representá-lo.

        É preciso se compreender que o princípio da legalidade ou, como queira, do legalismo, não pode servir para respaldar inconsistente sentimento de autoridade da República, porque essa pífia interpretação não se sustenta, em termos jurídicos, com vistas à sua aplicada à  situação fática que representa o suprassumo dos princípios da ética e moralidade na administração pública.

        Ademais, os verdadeiros brasileiros, que amam a pátria, já não toleram mais essa história de interpretação legalista, tendo por base o simplista e injustificável achismo pessoal, cujo cerne objetiva somente tratar de amparar quem não faz jus, além de que o seu resultado termina contribuindo para ferrar e prejudicar os interesses nacionais, como parece ser o caso em comento.      

        Apelam-se, em grau de elevado recurso de compreensão, para que as Forças Armadas se dignem, neste caso, a mostrar, em especial diante de crítico momento da história política nacional, os seus verdadeiros amor e fidelidade aos princípios de moralidade e honradez, em defesa dos interesses do Brasil, à vista de que eles constituem os sagrados pilares pelos quais assim elas sempre mereceram o respeito dos dignos brasileiros. 

        Brasília, em 31 de maio de 2022


Excrescência?

 

Tempos atrás, uma deputada federal apresentou proposta na Câmara dos Deputados, com o objetivo de acabar com as injustificáveis mordomias, como carros, motoristas, seguranças, assessores, passagens aéreas e cartão corporativo, que os ex-presidentes da República têm direito, evidentemente com base na lei, enquanto viverem, até mesmo os que foram afastados do cargo, pela prática de crime de responsabilidade.

A parlamentar acreditava que o apoio da população ao seu projeto de lei era de suma importância para sensibilizar seus pares no sentido de convergirem no interesse da aprovação dessa medida moralizadora da despesa pública, até com certa urgência, mas não foi nada disso que aconteceu até agora.

O certo é que a concessão dessas prerrogativas aos ex-presidentes da República jamais poderia existir, por se tratar de verdadeira excrescência com a despesa pública, em se tratando que ela somente pode ser realizada, na forma constitucional, em algo que justifique o atendimento de finalidade ou interesse público, ou seja, que o gasto tenha por fim o exclusivo cumprimento da prestação de serviços institucionais do Estado, em benefício da sociedade, o que não é o caso.

No caso dos ex-presidentes, eles foram eleitos, exerceram os cargos e cumpriram a sua missão constitucional, sendo remunerados pelo exercício do mandato e cujo tempo de serviço é computável ou aproveitável para fins de aposentadoria.

Ao se afastaram do cargo presidencial, eles não só se desvincularam do serviço público como deixaram, em definitivo, de prestar qualquer atividade para o Estado, i.e., não realizando absolutamente nada para justificar as esdrúxulas e indevidas prerrogativas, visivelmente imorais e injustificáveis, não tendo os contribuintes brasileiros nenhuma obrigação para sustentar quem nada faz para merecê-las sob pesado ônus para a sociedade.

Trata-se de despesa absolutamente absurda, desnecessária e completamente passível de ser cancelada, suspensa definitivamente, por norma legislativa, diante da sua prescindibilidade para o serviço público e por não haver motivação constitucional nem legal para tanto.

É lastimável que projeto tão importante como forma de contribuição para a economicidade da despesa pública seja apresentado para votação e depois disso ficar eternamente apenas no papel, sem o menor interesse na sua sequência, em termos de votação e transformação em norma jurídica.

Pode-se até se imaginar que se trate de matéria que envolva  gastos de pequeno valor, mas, como ele é absolutamente desnecessário, os recursos pertinentes poderiam se destinar à construção, por exemplo, de creches, postos médicos, escolas etc.

É muito difícil para se entender que somente no início do projeto tenha havido compreensão sobre a necessidade da eliminação de gastos inúteis, porque não há qualquer retorno, em forma de serviços ou outro benefício, para a satisfação do interesse público, que é exatamente a finalidade da despesa pública, no sentido de gerar algo que seja em benefício da população.

É evidente que falta interesse também por parte do Executivo, que poderia também se empenhar na aprovação de projetos dessa natureza, não somente desse, porque todos são capazes de contribuir para a geração de economia orçamentária, no entendimento de que, mesmo que o montante envolvido não seja tão representativo, em termos de valor, mas o seu somatório com outros gastos também desnecessários, pode representar importante economia para a aplicação em áreas carentes da população.

Convém que os brasileiros apoiem essa importante medida, por ela ter enorme significado como economia de dispêndios, que são considerados supérfluas, além de contribuir para a moralização das despesas públicas, que precisam ser aplicadas exclusivamente nas políticas prioritárias do governo, em obediência ao sagrado princípio do interesse público.

Apelam-se no sentido de que os eleitores exijam de seus representantes políticos ou dos seus futuros candidatos à vaga no Congresso Nacional a aprovação de projetos capazes de gerar economia de despesas públicas, como esse destinado ao custeio de desnecessárias mordomias aos ex-presidentes da República, que deveriam recusar, por questão de moralidade, tais regalias sem qualquer interesse para a sociedade, não aceitando essa injustificável excrescência na administração pública, em que pese haver previsão legal, mas as despesas são absolutamente injustificáveis.

Brasília, em 31 de maio de 2022

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Aplausos para Antônia!

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, aparece a querida prima Antônia, esposa do estimado primo Roque, plantando literalmente uma bananeira, ou seja, fazendo o que ela mais gosta, que é lidar e cuidar das suas plantações.

Encimada da imagem dela, consta a seguinte mensagem, da lavra da sua filha Valquíria, escrita nestes termos; “E tem como não morrer de orgulho? Desde criança trabalha assim, no pesado pra sobreviver. Melhorou de vida, mas o amor pela agricultura nunca sai dela. Acorda as 5h da manhã pra fazer o nosso café e sai cedinho pra fazer o que mais ama, isso aí, cultivar. 65 anos, cheia de saúde, graças a Deus! E uma disposição de fazer inveja a qualquer jovenzinho, inclusive a filha caçula aqui. Te amo, minha rainha! Meu orgulho é gigante de você e da sua história.”.

Aproveitando o embalo da empolgação da prima sobre a sua mãe, eu disse que a querida prima Antônia é o símbolo da mulher de fibra, por representar a sertaneja aguerrida e determinada, que nunca se cansa no labor do cotidiano.

Ela serve de belo exemplo para a humanidade, ao mostrar muita disposição para o enfrentamento da difícil batalha da roça, que é serviço pesado e temido por muitas pessoas, justamente em razão do enorme esforço desprendido para se deparar com o duro e temível eito, que é incapaz de impedi-la de cumprir a sua religiosidade de amor às suas plantações, que são cuidadas com as mãos calejadas pelo manejo da enxada, da pá, da foice, da picareta e do machado.

Essas ferramentas, não tanto delicadas, se traduzem nas suas benditas armas de trabalho, que se transformam em verdadeira motivação para ela viver feliz e de bem com as pessoas e com a natureza, sendo esta é de onde ela extrai o que chamamos o sal da terra, que tem a capacidade de fornecer o seu sagrado alimento, para mantê-la forte, disposta e cheia de entusiasmo pela vida.

Receba meus aplausos, querida prima Antônia, por sua verdadeira lição de amor à fantástica vida da roça, que não sinto a menor saudade, exatamente pelo tanto do sacrifício que tive na minha infância, nas lides dos roçados.

Rogo a Deus que fortaleça cada vez mais a sua motivação, querida prima Antônia, para você continuar sempre firme e disposta, sendo essa maravilhosa mulher que é modelo de bravura para todos nós, quanto ao propósito da realização do melhor para ser sempre feliz.

Parabéns!

Brasília, em 30 de maio de 2022

Para o bem do Brasil

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, o presidente da República  faz desabafo em virtude de críticas que são normalmente feitas sobre o seu desempenho no relevante cargo do Brasil.

O mandatário do país disse que, verbis: “(...) Vamos dar o exemplo. Sempre agi dessa maneira. Nada mudou na minha cabeça. Essa cadeira, para quem quer ser honesto, é o pior lugar do mundo. A satisfação é de estar prestando um serviço à sociedade. Não existe satisfação melhor do que aquela de servir à pátria. De ser bem recebido pela população. As nossas cores verde-amarelas, nas ruas, no campo, a vara do bambu lá em cima, são verde-amarelas. É a volta do patriotismo. É a crença no seu país. É mostrar que, olha para onde estava indo, no tocante aos valores, nós mudamos isso. Acredito no Brasil, acredito em vocês, acredito em Deus, palavra que não era mencionada há pouco tempo. Era quase um crime falar em Deus, pátria, família. Vão mudando as coisas.”.

Nesse discurso, o presidente do país perdeu excelente oportunidade para não mencionar afirmações que não são verdadeiras, a exemplo de que “Vamos dar o exemplo. Sempre agi dessa maneira. Nada mudou na minha cabeça. Essa cadeira, para quem quer ser honesto, é o pior lugar do mundo.”.

Todas essas frases são da maior infelicidade, porque que seu governo não serve de exemplo, a partir da sua aliança com o Centrão, fato este que mostra enorme contradição de agir, quando o então candidato ao cargo dizia, com o pulmão cheio de orgulho que abominava qualquer acordo com a velha política, assim denominado esse famigerado grupo político, mas hoje, por conveniência pessoal, ele até se filiou a partido que o integra e ainda disse que sempre foi simpatizante dele, ou seja, sempre comungou com os princípios nefastos dele.

A mais grave e inadmissível diz precisamente com a afirmação de que a cadeira presidencial é o pior lugar para quem quer ser honesto, uma vez que a sua simbologia funciona exatamente no sentido contrário do que ele disse, embora ela representa, no governo dele, total coerência com o que vem acontecendo, quando ele prometeu, na campanha eleitoral, moralidade e mudanças na sua gestão, mas ela foi enlameada com a governança sendo comandada justamente pelo grupo político símbolo do fisiologismo, completamente incompatível com governo minimamente sério e honesto, atitude sim que serve do pior exemplo de desonestidade.  

É deplorável que alguém se atreva a falar em honestidade, mas não se ruboriza em se associar ao Centrão, grupo político que representa o nefando fisiologismo na gestão pública, como se isso fosse moral e ético, ante aos salutares princípios republicanos, como se não tivesse necessidade de observá-los.

A verdade é que a sede pelo poder tem o condão de envernizar a verdade, passando a ter valor apenas os sentimentos e as medidas que satisfazem aos interesses da conveniência, como nesse inadmissível caso, em que o presidente do país entregou o governo ao Centrão, inclusive os orçamentos, o da União e o mais imoral deles, o chamado “secreto”, este controlado, pasmem, pelo presidente da Câmara dos Deputados, que faz parte de outro poder da República.

Não obstante, nem mesmo nessas questionáveis e ilícitas condições, o presidente do país ainda não se toca em razão dessas indecências, como se fosse a pessoa mais pura do planeta, que até pode ser para ele e seus fanáticos seguidores, que o aplaudem por tudo que ele faz.

Seria normal que, em todos os discursos empolgados, o presidente do país houvesse interesse em ressalvar a imundície que representa a aliança espúria com o pior grupo político da face da Terra, mas não há nenhum constrangimento por parte dele, com relação a isso, como se o questionável acordo que contraria o interesse público não tivesse a menor importância, em termos de moralidade.

Quando se esconde a verdade sobre fatos graves na gestão pública, significa o mesmo que mentir para o povo, fato este que não condiz com os princípios republicanos, porque a verdade precisa sempre prevalecer na gestão pública.

A verdade é que, também por ingênua conveniência ideológica, os fiéis seguidores do presidente do país simplesmente fecham os olhos para tamanha bandalheira e cada palavra dele é digna de aplauso, evidentemente em forma de apoio e incentivo.

Verifica-se que não importa, nesse caso, os fins empregados para se obterem os meios objetivados, em que pese o notório atropelamento dos mais comezinhos regramentos da ética e da moralidade.

É exatamente por isso que o homem se autodesvaloriza, em termos políticos, sendo claramente cediço às conveniências e às oportunidades exclusivamente para conquistar o poder ou se manter nele.

É muito triste essa realidade brasileira, quando o próprio homem aceita o jogo da prostituição moral, em nome da conveniência política, que objetiva a manutenção no poder.

Em razão do texto acima, um distinto amigo, entendeu de contestar o meu posicionamento, dizendo a seguinte mensagem, verbis: “Adalmir,  raramente me manifesto no grupo, somente em ocasiões especiais,  mas não poderia deixar de manifestar-me sobre o seu brilhante texto,  bem escrito e esclarecedor, mas permita-me discordar do seu conteúdo, em poucas palavras direi o que  penso sobre o assunto. Nestas eleições só temos duas opções,  temos que escolher entre o bem e o mal, entre quem fala de Deus e quem reverencia o Demônio, entre quem enaltece o socialismo e entre quem prega a liberdade. Tá fácil escolher, é só a gente pensar o que queremos para os nossos filhos e netos, sendo assim, prefiro em quem fala de Deus, Pátria, Família e Liberdade.”. 

A princípio, no meu texto, não desaconselho votar no presidente do país nem em ninguém, como a melhor ou pior escolha, mas sim mostrar a incoerência dele, exposta no seu discurso, conforme isso ficou muito claro, segundo penso.   

Em tese, concordo plenamente com as ponderações do amigo, porque sei perfeitamente distinguir o bem do mal, também na política, tendo plena convicção sobre o melhor candidato entre os piores que estão na disputa presidencial.

Isso não impede que eu diga o que penso sobre o posicionamento do presidente do país, principalmente quando ele omite a verdade sobre os fatos do seu governo, à vista do discurso acima, com jeitão mentiroso, próprio de campanha eleitoral.

Todos têm todo direito de não acompanhar os meus textos, porque eles dizem respeito à minha interpretação pessoal sobre determinado fato e cada indivíduo tem a sua verdade sobre ele, sendo interessante apenas que seja indicada a parte precisa da discordava, quanto ao tema enfocado.

De qualquer modo fica a impressão, na contestação acima, de que o candidato menos desonesto é o que precisa ser votado pelos eleitores, no próximo pleito eleitoral, e disso não tenho a menor dúvida, tanto que também tenho o mesmo entendimento, exatamente por faltar alternativa e por ser verdade que a volta da esquerda ao poder significa verdadeiro desastre para o Brasil e os brasileiros, por todos os motivos já conhecidos de todos, inclusive, em especial, em razão dos deploráveis escândalos de corrupção com recursos públicos.

Diante dos fatos, fica a impressão de que muitas pessoas deixam de enxergar a realidade do que realmente acontece no governo, em que pese seu direito de pensarem como bem quiserem, inclusive da aceitação de mentiras como se elas fossem verdadeiras.

Na verdade, os meus textos têm o condão de mostrarem exatamente esse lado obscuro das mentiras sustentadas pelo governo como se elas fossem verdadeiras e que muitas pessoas acreditam piamente nelas e ainda procuram defendê-las, em nome da continuidade dele no poder, que, em muitos casos, não há o menor compromisso com a verdade.

A assertiva disso é comprovada quando o presidente do país diz, por exemplo, que “Nada mudou na minha cabeça”, quando dizia, na campanha eleitora, que jamais faria acordo com o Centrão, mais hoje ele e o principal líder desse grupo político desavergonhado, ou seja, estão todos seus integrantes abraçados com ele, lutando pela manutenção no poder, em espúria aliança que tem por único objetivo as vantagens indevidas proporcionadas pelos orçamentos públicos, que são controlados, pasmem, logo pelo espertalhão e maquiavélico Centrão.

Isso também põe por terra a afirmação de “Nada mudou na minha cabeça”, uma vez que a excrescência da aliança com o Centrão não condiz com o compromisso de campanha eleitoral, quando ele o abominava, apenas para mostrar o seu falso lado de defesa da moralidade, que não resistiu à índole fisiológica e já seguiu para o espaço sideral, por conta das conveniências e dos interesses políticos, traduzidos na intransigente sede do poder.  

À toda evidência, não passa de piada de péssimo gosto a expressão de muita infelicidade, dita pelo presidente do país, no sentido de que “Essa cadeira, para quem quer ser honesto, é o pior lugar do mundo.”, porque a cadeira presidencial é exatamente o melhor lugar do mundo para quem é realmente honesto, uma vez que não é a cadeira que é desonesta, mas sim aquele impudente que se senta indevidamente nela, ou seja, a cadeira não faz ninguém desonesto, mas é o desonesto que se senta nela e a torna, no dizer do presidente do país, imunda, como tem sido há muito tempo, à vista das sebosas alianças políticas, feitas apenas por interesses pessoais, ao arrepio da moralidade.

Na realidade, a cadeira presidencial é e sempre deve ser o símbolo sagrado do estadista honrado e digno, que respeita a integralidade dos princípios republicanos, quanto à fiel observância à ética e à moralidade na gestão pública, além do crédito em Deus, na pátria e na família, apenas como vocação de sentimentos pessoais, sem necessidade de se alardear absolutamente nada, de forma visível e meramente demagógica, com o intuito de tentar ser simpático aos seus fanáticos seguidores.

 À vista do exposto, urge que, para o bem do Brasil, os verdadeiros brasileiros repudiem as mentiras e as contradições vindas de todos os candidatos, sejam eles de direita ou de esquerda, devendo exigir somente a verdade nas suas metas de governo, uma vez que o presidente do país prometeu moralidade e reformas, caso fosse eleito, mas a maioria de seus compromissos serviu apenas de engodo para a conquista de votos, fatos esses que têm o condão de caracterizar o clássico estelionato eleitoral, que fica por isso mesmo, sem as devidas resposta e cobrança dos eleitores.

Brasília, em 30 de maio de 2022