sexta-feira, 10 de março de 2023

Modernidade

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, alguém elencou uma série de objetos que existiam nas últimas décadas do século passado, que se tornaram complemente obsoletos com a modernidade imposta pelo avanço da tecnologia, principalmente com as inovações propiciadas pelas informática, internet e outras invenções que contribuíram para revolucionar a vida das pessoas, permitindo mil facilidades e agilidades nos relacionamentos sociais.

Diante disso, houve quem dissesse, em forma de gozação, que o vídeo tinha sido enviado por engano para ele, justamente como forma de tentar ignorar o conhecimento sobre a existência dos objetos que marcaram época no passado distante, mas nem tanto.

Eu disse que, no meu caso específico, o vídeo tinha vindo no endereço certo, uma vez que tudo isso, cada objeto mostrado nele, fez parte sim da minha vida ou aconteceu em bons e maravilhosos tempos vividos por mim, porque todos foram de grande valia, no dia a dia.

Ma verdade, todos aqueles objetos foram prenúncio do início do  processo que começou para valer mesmo na década de oitenta, com a introdução da informática e da tecnologia avançada, que ganhou impulso, quando desabrocharam os novos inventos em todas as áreas tecnológicas.

A maior importância desse processo aconteceu com a introdução da informática, liderada apelo computador, do celular e todo conjunto da modernidade, que se expandiram em todos os setores e atividades, contribuindo, de forma decisiva, para a comodidade e bem-estar do homem, que passou a usufruir as ricas benesses propiciadas graças a esse importante desenvolvimento do mundo moderno.

À vista da existência dos objetos mostrados no aludido vídeo, cabe a indagação sobre o que seria de nós, hoje, sem a internet, o computador, o celular e tantos outros avanços que acompanharam essa revolução, propiciados pela magistral tecnologia?

Certamente que estaríamos engatinhando, nas trevas do atraso tecnológico, como mostram os objetos mencionados no vídeo, que tinham a sua utilidade exatamente pela falta de outros mais modernos.

Brasília, em 10 de março de 2023

Excrescência

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, o principal político ladrão do dinheiro do povo do Rio de Janeiro, condenado à prisão a mais de 400 anos, aparece, em pleno Carnaval, beijando outro homem, em demonstração de encantamento por felicidade de estar livre das grades da prisão, em contrapartida por toda maldade protagonizada por ele, diante dos milhões de reais desviados dos cofres públicos.

Esse sentimento afetuoso de ardente beijo protagonizado por um dos maiores corruptos do Brasil é apenas a demonstração do nível político de muitos brasileiros, que são roubados “decentemente” por meio de degradantes esquemas criminosos, na gestão pública, mas têm a indignidade de eleger homens públicos que são condenados à prisão por conta de seus atos delituosos, ficando habilitados legalmente à prática de atos ilícitos, como se fosse normal a desonestidade na administração pública, que passa a realmente ser com o respaldo e a legitimidade do voto, que é soberano, segundo a proclamação do resultado das urnas pela Justiça eleitoral brasileira.

O que se percebe na imagem mostrada no citado vídeo é a celebração pública da maior indignidade que pode existir na vida política do Brasil, em que um dos principais criminosos de colarinho branco, condenado a mais de quatrocentos anos de prisão, por comprovado desvio de recursos públicos, tem o direito e a liberdade de demonstrar todo o seu amor à sociedade, por meio de solene beijo, em via pública para todo mundo ver, certamente como forma de agradecimento ao povo, uma vez que, enfim, foi por meio dele que se tornou possível o glorioso atingimento do apogeu no submundo da monstruosa roubalheira.

Causa perplexidade que que esse criminoso de colarinho branco se enriqueceu exatamente com o apoio das pessoas que agora o aplaudem, na avenida e ainda com beijos ardentes, precisamente na consagrada pista do samba, onde somente deveria ter espaço para o desfile da dignidade, da honestidade e da moralidade.

Pobre povo brasileiro, que não se envergonha de simbolizar a  escória, o verdadeiro estrume da sociedade representativa, em termos políticos, quando elege homens públicos com o mesmo sentimento impudico e de desamor aos princípios republicanos e democráticos, em cristalina evidência de detrimento dos valores patrióticos que são exigidos dos verdadeiros brasileiros.

Brasília, em 2 de março de 2023

Quem é o culpado?

         Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém houve por bem atribuir aos brasileiros a decadência político-administrativa do Brasil, por ter decidido eleger político desprovido dos atributos de competência, dignidade e moralidade, na vida pública.

Infelizmente, tudo que consta do texto, que evidencia indiscutível decadência da avaliação política de um povo, reflete o preciso contexto da história político-contemporânea.

Na minha modesta opinião, não basta, por não ser corretamente justo, apenas se atribuir o completo desmazelo à consciência cívico-político do povo, que realmente não teve a menor sensibilidade para perceber os riscos expostos à grandeza do Brasil, com a entrega do poder à parte apodrecida da política brasileira, com a sua índole de desonestidade e aderência aos escândalos e aos esquemas criminosos, a exemplo, em especial, do mensalão e do petrolão, onde a evidência de vergonhosos desvios de recursos públicos para fins escusos de pura promiscuidade, na vida pública.

Pois bem, nada mais cômodo do que simplificar os fatos, como foi escrito no presente texto, em que o seu autor foi pródigo em creditar somente à ingenuidade do povo  a retomada do poder pela esquerda, quando também é preciso se fazer justiça à história republicana, tendo como destaque a inconsequente atuação do último ex-presidente da República, que não foi o verdadeiro estadista que deveria se dedicar exclusivamente às questões relacionadas com o interesse público.

Nesse contexto, o caso mais grave evidenciado aconteceu na condução do combate à pandemia do coronavírus, em que ele se colocou como autêntico negacionista, se opondo, em muitas situações, às próprias orientações do seu governo, além de lhe faltar firmeza quanto às decisões referentes à compra das vacinas, cuja imunização somente começou quase um mês depois de muitos países.

É preciso que seja ressaltado o deplorável envolvimento do ex-presidente com integrantes do poder Judiciário, como se ele não tivesse nada importante para cuidar, cujo resultado foi o mais terrível e trágico possível, uma vez que isso só evidenciou discussão infrutífera e desgastante, onde o único objetivo dos debates era apenas mostrar quem tinha maior poder na República tupiniquim, posto que nunca o interesse público se fez presente nas ingênuas e desnecessárias discussões.

Ou seja, esses fatos e muitos casos absolutamente inconvenientes às funções estritamente presidenciais tiveram o condão de potencializar a rejeição à pessoa do ex-presidente do país, que não teve capacidade para demover esse terrível sentimento arraigado de muitos brasileiros, que preferiram desqualificá-lo como habilitado ao relevante cargo presidencial, conforme mostra o resultado das eleições proclamado pela Justiça eleitoral.

Muitos brasileiros preferiram, no seu lugar, segundo a Justiça eleitoral, outra pessoa ainda mais desqualificada do que ele, mesmo sendo o autêntico símbolo da desonestidade da gestão pública brasileira, à vista dos fatos irregulares e dos esquemas criminosos investigados pela Polícia Federal e julgados pela Justiça brasileira.

Enfim, é preciso, por dever de justiça, que a desgraça imposta ao Brasil não possa ser atribuída somente a quem tenha preferido aderir à esculhambação da gestão pública, porque a pessoa que se desviou das suas funções básicas do cargo contribuiu, de forma decisiva, para esse monstruoso desastre contra a nação e os brasileiros.

Brasília, em 10 de março de 2023

A fé

Uma pessoa de grupo da internet se queixava que estava em situação de extrema dificuldade, se sentindo dominada pela fraqueza e pelo desânimo, que não tinha disposição para absolutamente nada, nem mesmo para viver, porque sentia sem forças para reagir e lutar pela própria viver.  

Diante desse fato, eu disse que é preciso sim buscar forças para se acreditar que a fé pode ajudar a superar as dificuldades.

A verdade é que, se se perder a fé, perde-se também a esperança em alcançar os objetivos de vida.

É muito difícil se dizer para as pessoas que não percam a fé, se elas estão justamente dentro de nós ou de quem precisa de ajuda, como se isso fosse criação no estalar dos dedos?

Esse é o principal ponto de concentração, o de não se afastar da fé, em hipótese alguma, porque é sinal de que ainda existe força capaz de produzir a luz, no fim do túnel.

De nada adianta querer ser forte se a pessoa não estiver imbuída do sentimento de fé e de esperança que pode e é capaz de superar os piores momentos de crise.

Até se diz que a fé é capaz de mover montanha, tendo por base princípios bíblicos, à vista das grandes conquistas por parte daqueles que conseguiram grandes milagres nas lutas contra as dificuldades.

O importante é se acreditar no verdadeiro poder da fé, principalmente nos piores momentos da vida, porque isso é o apoio indispensável para se seguir na esperança e no poder da superação dos obstáculos.

Brasília, em 10 de março de 2023

 

Cegueira como doença?

            Diante de crônica que escrevi analisando encontro entre os ex-presidentes dos Estados Unidos da América e do Brasil, em que, em discurso, o primeiro se referiu ao outro com palavras elogiosas, dizendo que este é importante líder político da América do Sul, eu me manifestei dizendo que isso não tinha a menor relevância para o Brasil, diante da inexpressividade de ambos os homens públicos, porque eles representam visível forma de liderança em decadência política.

Uma pessoa de grupo da internet entendeu de discordar do meu texto, ao dizer a seguinte mensagem, verbis: “A cegueira conveniente é também um sintoma de doença, JB foi um grande gestor (não perfeito, posto que humano) e reconhecido pela maioria que viu o país se transformar em pouco tempo. Agora estamos no caldeirão do diabo. Cocaína apreendida, sendo devolvida. Ministros incompetentes batendo cabeça. Injustiça reinando. MST invadindo. Empresas sérias fechando as portas. Investimentos indo embora. E o povo "que sabe tudo" ainda atacando o bom senso via teclado de seu iPhone, vida que segue...”.

Em resposta à aludia mensagem, eu disse sim, o ex-presidente do país pode ter sido excelente gestor para quem se conforma apenas com o cumprimento das funções inerentes ao cargo presidencial, porquanto  é consabido que ele não executou obras de impacto nem contribuiu para a modernização de coisa alguma que o faça a ser lembrado por governo revolucionário ou exemplar, em termos de grandes realizações.

Ou seja, de grande gestor não existe absolutamente nada de quem somente cumpriu o indispensável  dever do cargo presidencial, que qualquer um fazia com normalidade habitual, segundo penso, por força do mero cumprimento da obrigação das funções para as quais o governante foi eleito.

Sim, com certeza, a cegueira é sintoma de gravíssima patologia, especialmente quando ela decorre da arraigada idolatria a pessoa política, quando somente a pessoa consegue enxergar nela qualidades, quando os fatos verdadeiros mostram que não é bem assim, não.

É verdade que o Brasil se encontra totalmente mergulhado no “caldeirão do diabo”, com o detalhe de que isso é exatamente graças à obra ou, mais precisamente, à falta de obra do “grande gestor”, que simplesmente conseguiu trair a vontade dos verdadeiros brasileiros, quando deixou de decretar a tão almejada intervenção militar, que poderia ter livrado o Brasil do caldeirão do diabo, mas a injustificável omissão do grande gestor permitiu a entrega do poder, de mãos beijadas, para a indesejável banda podre da política brasileira, repita-se, para se frisar com clareza, graças à insensibilidade político-administrativo do grande gestor brasileiro.

Por fim, é preciso ficar claro que ninguém sabe tudo, nem tem a pretensão senão de ter o direito de se manifestar livremente, evidentemente sem censura nem crítica velada, uma vez que todos têm o direito de se expressar segundo penso, mesmo que isso possa desagradar quem imagina ser cego aquele que tem coragem de dizer a sua verdade, que precisa ser respeitada, sob o manto dos direitos democráticos, em reciprocidade com base nos princípios de civilidade.

Essa mesma pessoa, insatisfeita com a minha mensagem, houve por bem dizer que “Não há ninguém aqui que seja lunático ou viva idolatrando Bolsonaro, apenas pessoas que reconhecem que dentro do cenário em que ele esteve à frente do país (pandemia, guerra e todo um congresso, além de tribunais em franca artilharia contra ele), seu desempenho foi muito bom.  Agora se você se satisfaz em culpa-lo pelo que não foi feito, fique tranquilo o atual governo vai fazer muito mais que o "indispensável dever do cargo", e o que ele tem feito, veja qualquer um não faz, pois é preciso muito talento. Não vejo só qualidades pois que, como sempre digo, é homem, sendo assim carrega seus fantasmas. Assim não sei de onde sai esse discurso da idolatria, reconhecer ações com seus resultados não faz de ninguém idolatra. Me dê resultados da esquerda e também aplaudirei, o caso é que a esquerda só trabalha para o caos.   Entretanto o que me interessa são números, resultados que por si falam. Faça uma análise ponderada dos últimos 4 anos e depois compara com os anteriores, que se chega a uma conclusão poderíamos avançar muito, mas tropeçamos, novamente na alienação e receitas dos ganhos fáceis.

Tenho sempre contestado o desempenho dos governos da esquerda e acho desnecessário comparar o desempenho do último presidente com seus antecessores, quando ele é disparado hors-concours, sem comparação, ganhando disparado entre os demais.

Não é o caso de se ficar o comparando com ninguém, mas sim o que ele poderia ter feito no seu governo, para marcar, de maneira bem distinta, a sua gestão.

Pessoalmente, acho que ele ficou todo tempo se preocupando com o que favavam sobre ele e a gestão dele, para haver resposta necessária à manutenção dele na mídia.

Ou seja, na minha opinião, o ex-presidente ficou o tempo todo fazendo desnecessária campanha político-eleitoral, quando ele já era presidente do país, que precisava apenas cuidar dos seus afazeres institucionais, atracado exclusivamente e com muita responsabilidade das questões de interesse nacional.

Os debates com a imprensa, as pessoas e os integrantes de tribunais não faziam parte da cartilha presidencial, mas, de forma ingênua, ele aderiu ao jogo e não teve sucesso algum nessa empreitada, tanto que ele foi derrotado pelo poderoso sistema, que conseguiu eleger o presidente dele, exatamente como havia planejado, quando já vaticinava, alhures, que governo não se elege, se toma e foi exatamente o que aconteceu, conforme mostram os fatos.

A culpa que se atribui ao ex-presidente do país é pelo que ele deixou de fazer em benefício do Brasil e os brasileiros, em especial no que se refere à omissão referente à decretação da intervenção militar, que abriu caminhos largos para a retomada do poder pela parte apodrecida da política brasileira.

Esse fato, por si só, já diz tudo sobre o tamanho da insensibilidade ínsita do ex-presidente do país, que jogou o governo dele, literalmente, na lata do lixo, sabendo que a famigerada esquerda ia se apoderar do Brasil, quando não existe nada pior do que forma voluntária de traição aos brasileiros honrados e dignos, que, inclusive votaram nele, mas, como trágica forma de recompensa, ele preferiu dar as costas para eles, inclusive se mantendo em silêncio, depois das eleições, como se ele ainda não fosse o presidente do Brasil.

O discurso da idolatria talvez apareça quando alguém pratica grave ato de traição omissiva, como foi materializado com a falta da intervenção militar, mas mesmo assim ainda tem brasileiro que o defende como tendo sido grande gestor, como se nada de péssimo não tivesse acontecido.

A verdade é que o fim do governo do ex-presidente resume toda a insensibilidade à essencialidade às causas de interesse nacional e dos brasileiros, porque poderia até ele ter permitido a volta da esquerda ao poder, mas somente depois da checagem das urnas eletrônicas, depois de se ter a certeza de que não existia nada de anormalidade nelas.

A minha análise ponderada sobre a gestão do último ex-mandatário do país resulta no sentimento de que tudo só dependia dele, na qualidade de presidente do Brasil, para serem ditados os rumos novos e vitoriosos da condução dele no governo, caso ele tivesse tido o mínimo de competência, bom senso, racionalidade e essencialmente sensibilidade político-administrativos.

Brasília, em 9 de março de 2023

Falta de sinceridade?

  

Diante de crônica que escrevi analisando encontro entre os ex-presidentes dos Estados Unidos da América e do Brasil, em que, em discurso, o primeiro se referiu ao outro com palavras elogiosas, dizendo que este é importante líder político da América do Sul, eu me manifestei dizendo que isso não tinha a menor relevância para o Brasil, diante da inexpressividade de ambos os homens públicos, porque eles representam visível forma de liderança em decadência política.

No aludido texto, eu fiz menção de que o ex-presidente brasileiro tinha sido também defenestrado do cargo pelo povo, nos termos da proclamação do resultado das urnas pela Justiça eleitoral.

 Uma pessoa de grupo da internet houve por bem discordar do meu texto, tendo escrito a seguinte mensagem: “Sejamos sinceros e verdadeiros! O JB não foi defenestrado nas urnas por vontade do povo, SIM por vontade e criminalmente por vontade do STF e seu testa de ferro XANDÃO, fraudando as urnas!  O voto é secreto, mas a apuração dos mesmos e contagem tem que ser pública!  Cadê o CÓDIGO  FONTE ?! Cadê o CODIGO  FONTE ?! Até os milicos (generais),  foram comprados ou são uns incompetentes mesmos, que não foram capazes de tirar o joio do trigo!!! Já esqueceram que quando tiveram certeza de que o JB ganharia em 2018, partiram pra matar mesmo?! Que só não aconteceu porque a mão de DEUS não falha! Fico impressionado como uma grande percentagem do brasileiro tem a memória curta!  Só pode ser castigo, inexiste outra explicação!!!  I n f e l i z m e n t e  nosso país está infestado de antipatriotas, pra não dizer adjetivo pior, em toda esfera da sociedade!. I n f e l i z m e n t e  nosso país está infestado de antipatriotas, pra não dizer adjetivo pior, em toda esfera da sociedade!

Em resposta à mencionado mensagem, eu disse que sejamos sim sinceros e também respeitosos sobre a opinião das pessoas, porque a minha verdade é diferente da verdade demais pessoas, que podem entender os fatos da vida segundo o seu pensamento e a sua inteligência, sabendo que ninguém se iguala em sensibilidade e sensatez sobre o que acontece no mundo.

Compreendo que o processo eleitoral pode sim ter sido fraudado e que o ex-presidente do país foi certamente presa fácil, justamente por se envolvido onde ele jamais deveria ter se metido, que foi ao debate diretamente com subelementos do sistema, em que o resultado se mostrou visivelmente desfavorável aos interesses dele, quando ele terminou sendo literalmente absorvido pelas tramas armadas pelo esquema político criminoso, à vista do registro da história.

Essa assertiva se confirma pelo fato de que o ex-presidente do país não mostrou mínima capacidade de reação, com autoridade para a reversão do resultado trágico para ele das urnas eletrônicas, que poderia ter sido implementado por meio de recursos competentes, junto aos tribunais pertinentes.

O certo é que, por fim, prevaleceu o resultado das urnas imposto pelo poderoso sistema, que assim, de forma visivelmente obtusa, terminou prevalecendo como sendo a vontade do povo.

Tanto isso é verdade que o atual presidente do país se mantém no cargo exatamente em razão dos artifícios arquitetados maquiavelicamente pelo o espertíssimo sistema.

A verdade é que tudo foi feito como se isso representasse realmente a vontade legítima do povo, que todos sabemos que nada disso é a verdade das urnas, mas não se pôde mudá-la, como seria possível por meio da tão necessária intervenção militar, que, entre outras medidas, teria acesso ao “código-fonte”, que teria permitido a imprescindível fiscalização com vistas à busca da normalidade da operacionalização das urnas e à mostra das possíveis falcatruas existentes no sistema eleitoral brasileiro.

Não obstante, o ex-presidente do país, que tinha competência constitucional para tanto, se arregou de medo e perdeu importante oportunidade para passar para a história brasileira como o grande herói nacional, se tivesse decretado a intervenção militar, ou seja, isso, de certa forma, ajuda a compreender que o próprio presidente de então terminou sendo conivente com o trabalho imundo do sistema, visivelmente de extremo prejuízo aos interesses dos brasileiros.

Conforme disse o mencionado mensageiro, é verdade sim que o Brasil está infestado de antipatriotas, convindo se observar que o principal deles é, nada mais, nada menos, que o último ex-presidente do país, que deixou de decretar a intervenção militar, que poderia contribuir para livrar o Brasil do inferno que se encontra agora, sob o domínio da banda apodrecida da política brasileira.

Por fim, é preciso anotar, com muita tristeza, que, quem se acha patriota, não tem a mínima sensibilidade para enxergar a verdade sobre os fatos da vida, preferindo criticar injustamente a opinião de quem deveria ter seu pensamento respeitado, de forma educada e democraticamente, como é próprio do princípio de civilidade e de cidadania.

Brasília, em 8 de março de 2023


Eleições honestas?

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, o último ex-presidente do Brasil é saudado pelo também último ex-presidente dos Estados Unidos da América, tendo afirmado que ele é grande político da América do Sul e que a presença dele no encontro político honrava o evento.

Diante disso, eu escrevi que causa perplexidade se notar o enorme prestígio que tem o ex-presidente do Brasil, que se encontra refugiado nos Estados Unidos, por ninguém mais do que outro ex-presidente, o norte-americano, que também foi igualmente defenestrado do cargo, nas urnas, por vontade do povo, em razão de altíssima rejeição aos seus desempenhos à frente dos respectivos cargos.

Enfim, como se notar prestígio nessas condições, quando inexiste mérito nenhum em político visivelmente decadente?

Seria muito mais importante se o ex-presidente brasileiro tivesse tido a dignidade de ter ficado no Brasil, depois do término do seu mandato, quando ele até poderia ter se animado a justificar aos seus eleitores os motivos pelos quais ele se acovardou e deixou de decretar a intervenção militar, cuja omissão dele permitiu a entrega do poder à nefasta esquerda, fato este que pode ser caracterizado como a prática de crime de lesa-pátria, a merecer o integral e definitivo desprezo dos brasileiros honrados e dignos, que amam o Brasil, não importando as condições.

Diante da negativa da intervenção militar, que competia constitucionalmente ao presidente da República, resta somente o merecimento dele de persona non grata, exatamente porque a omissão de que se trata permitiu que o Brasil fosse entregue, sem nenhuma resistência, à banda podre da política brasileira, que certamente há de conduzi-lo ao pior abismo da gestão pública, graças à insensibilidade de quem se acha a glória de ser prestigiado por ex-presidente igualmente derrotado, que não tem significância alguma para os interesses do Brasil.

Os brasileiros que amam o Brasil precisam se conscientizar sobre os verdadeiros valores dos homens públicos que interessam, custe o que custar, pela defesa das causas do Brasil e dos brasileiros, que é algo que faltou ao último presidente brasileiro, diante da negativa da intervenção militar, possibilitando a entrega do poder à nefasta esquerda, a falta de justificativa aos brasileiros por essa gravíssima omissão e a falta de vergonha por ter fugido e pedido asilo a outro país, tudo a demonstrar as suas qualidades peculiares de péssimo homem público, que não honra seus atos na vida pública, à vista desses fatos deploráveis.

Em discordância com o meu texto, uma pessoa de grupo da internet escreveu a seguinte mensagem: “Acabo de ler as suas seguintes palavras: ‘… que também foi igualmente defenestrado do cargo, nas urnas, por vontade do povo, em razão de altíssima rejeição aos seus desempenhos à frente dos respectivos cargos.’ Afinal, tivemos ou não tivemos eleições honestas e transparentes no Brasil? Você acredita realmente que Bolsonaro foi defenestrado do cargo, nas urnas, por vontade do povo?”

Em resposta à aludida contestação, eu disse que sabia perfeitamente que as eleições foram manipuladas, às vista das denúncias que não foram esclarecidas, para se ajustarem à vontade soberana do sistema.

Sobre esse fato, já deixei bastante claro em vários artigos, inclusive afirmando que o próprio ex-presidente deu enorme contribuição nesse processo de autodesgaste político dele, ao aceitar fazer o jogo arquitetado pelo sistema, que conseguiu realizar os objetivos planejados por ele.

Ou seja, nesse processo, o ex-presidente do país foi presa fácil, justamente por se permitir o seu envolvimento onde ele jamais deveria ter se metido, que foi ao debate diretamente com subelementos do sistema, cujo resultado não levou a absolutamente nada, em que ele terminou sendo tragado literalmente pelos teias de aranha armadas pelo esquema criminoso, conforme mostram os fatos.

Prova disso é que ele não teve capacidade de reação para reverter o resultado trágico para ele das urnas, por meio de recursos competentes, junto aos tribunais pertinentes, em que, finalmente prevaleceu o resultado das urnas imposto pelo sistema, que assim, de forma visivelmente obtusa, terminou prevalecendo como sendo a vontade do povo, tanto isso é verdade que o atual presidente do país se mantém no cargo exatamente em razão dos artifícios engendrados pelo sistema.

A verdade é que tudo foi feito como se isso representasse a vontade legítima do povo, que todos sabemos que isso não é a verdade das urnas, mas não se pôde mudá-la, como seria possível por meio da intervenção militar, que teria acesso ao “código-fonte”, a possibilitar a necessária fiscalização com à busca da normalidade da operacionalização das urnas e à  mostra das possíveis falcatruas existentes.

Não obstante, o ex-presidente do país, que tinha competência constitucional para tanto, se arregou de medo e perdeu importante oportunidade para passar para a história brasileira como o grande herói nacional, se tivesse decretado a intervenção militar, ou seja, isso, de certa forma, ajuda a compreender que o próprio presidente de então terminou sendo conivente com o trabalho imundo do sistema.

Ou seja, em termos constitucionais, o ex-presidente tinha poderes para a adoção de medidas legais para o devido esclarecimento dos fatos, com amparo absolutamente jurídicos, à vista de suspeitas de casos com evidência de irregularidades nas urnas, mas ele preferiu nada fazer, possivelmente em prejuízo dos próprios interesses.

Bem, é assim que eu enxergo os fatos e respeito quem pensar diferentemente de mim, evidentemente por ter compreensão diversificada de como imagino os fatos políticos, certamente sob os auspícios dos consagrados princípios democráticos do direito das liberdades individuais e de expressão, que subentende o respeito à opinião livre e soberana, não sendo justo que eu possa afirmar que seja injusta a manifestação divergente da minha, posto que penso seria normal que houvesse a reciprocidade quanto ao respeito ao pensamento das pessoas.

Brasília, em 7 de março de 2023