domingo, 24 de julho de 2022

Ode de desamor à pátria

 

Diante de cena mais do que dantesca, mostrada para o mundo, por meio de vídeo, pessoa que se diz brasileira teve o atrevimento de pisotear sobre o sagrado pavilhão nacional brasileiro, para mostrar a sua incontrolável sanha de idiotice e inconformismo com a situação política brasileira, atitude essa que tem sido própria dos esquerdopatas tupiniquins.

Na verdade, essa parvoíce tem o condão de revelar a índole dos idólatras da esquerda brasileira, que enxergam bondade somente onde existem maldades em todos os seus sentimentos, como o exemplo manifestado nesse caso, em que se expõe insensata e incontrolável cólera, onde o veneno da pessoa transpira em transbordos por todos os poros, contra o indefeso símbolo sagrado de uma nação, que é representa pela bandeira nacional, o amado pendão verde-amarelo dos brasileiros, que é simplesmente renegada por doentia ideologia, que não condiz em absoluto com as tradições do povo brasileiro.

Muitas pessoas ainda se espantam com atitude tresloucada como essa, como se isso fosse ato inusitado, quando ele faz parte da normal falta de sensibilidade da esquerda brasileira, que tem enorme mágoa no coração, por não compreenderem que as suas estupidezes não sejam aceitas pelas pessoas normais, que aspiram pelo melhor para o Brasil.

Esse caso, que vem à tona, é apenas a revelação de pessoa que representa fielmente o mundo de toda esquerda brasileira, que não se envergonha de desrespeitar os sentimentos das outras pessoas e muito menos os símbolos sagrados da pátria, da família, da religiosidade e, enfim, das sensibilidades inerentes à humanidade, porque somente tem validade, para essas pessoas, a sua suprema ideologia, como bem maior, que é defendida acima de tudo, em claro detrimento dos salutares direitos das demais pessoas, conforme muito bem exemplifica a atitude impensado e injustificável dessa pessoa.

Essa pessoa encontrou, logo no palco, que é o seu cenário sagrado do ganha-pão, lugar ideal para expor a sua verdadeira mentalidade de defensora da esquerda caviar, que apenas defende a igualdade social, mas somente usufrui as benesses do capitalismo que tanto repudia, por meio de palavras hipócritas e demagógicas, em claro desprezo aos princípios democráticos, embora estes sejam também explorados, de forma indevida, para a defesa da desgraçada ideologia socialista, onde são renegados ao povo exatamente as principais virtudes dos direitos humanos e das liberdades individuais e democráticas, a exemplo do que existe nos países onde reina o regime de plenas exceções político-democráticas.

O certo é que essa senhora tentou ganhar espaço na mídia mundial, não para se dignificar como profissional e artista, em especial em atenção à grandeza musical do seu talentoso pai, que tem sido venerado por seu brilhante legado de amor à música, mas sim por demonstrar sua indignação, que é natural às pessoas, ao que parece à atual situação da política brasileira.

Acontece que ela errou feio e horroroso no alvo, porque a bandeira nacional, que símbolo de todos os brasileiros, se tornou o principal alvo de repulsa e deselegância, logo por parte de brasileira, sabendo que o estandarte nacional, que representa a nação, não tem absolutamente nada com a nítida desilusão político-ideológico manifestada por ela.

Na verdade, essa forma de cristalina monstruosidade perpetrada por uma brasileira, fazendo uso do símbolo que representa a alma de uma nação, precisa ser vista como indiscutível exemplo de desprezo a todo povo, além  de servir para a reflexão pelos verdadeiros brasileiros, no sentido de que isso mostra o real sentimento de desamor da esquerda ao que existe de mais sagrado dos brasileiros, em termos de simbolismo do Brasil, que não merece ser berço de gente com mentalidade da pior vileza como a que foi representada por essa cidadã, quanto aos sentimentos do autêntico amor à pátria amada, Brasil.     

Brasília, em 24 de julho de 2022

sábado, 23 de julho de 2022

A ridicularização da democracia

 

Um político de Brasília, que foi filmado recebendo maços de dinheiro desviado de cobre público, foi preso e ainda não condenado, porque não foi julgado devido à morosidade da Justiça, decidiu se candidatar ao cargo de deputado federal pelo Distrito Federal, depois que lei libera corruptos para puderem representar o povo, inclusive o contribuinte que pagou o tributo surrupiado por ele.

Todo feliz da vida, o mencionado político aparece, em imagem fotográfica estampada em todos os jornais do país, pasmem, ao lado logo do presidente da República, com largo ar de alegria no rosto, para contar-lhe a importante notícia da sua candidatura, como se isso fosse algo espetacular.

Na verdade, isso é realmente extraordinário, por se permitir que famoso corrupto respondendo a processo na Justiça, por ato de improbidade administrativa, possa voltar à vida pública, com a devida autorização legal, mesmo sem ter sido ainda condenado à prisão e, mais grave ainda, sem precisar devolver o produto do roubo ao local de origem, no caso, ao Tesouro do Distrito Federal, a quem, por certo, logo em breve, será um de seus lídimos representantes no “honrado e digno” Congresso Nacional, pessoas do “quilate” fazem visita semanal.

Diante dessa notícia, é preciso sim parabenizar o presidente da República, evidentemente de forma irônica, porque ele passa a contar com mais um respeitável corrupto de peso ao lado, como fortíssimo aliado, entre muitos outros já existentes no seu palanque à reeleição, à vista da espúria aliança dele com o nefando Centrão, que é símbolo do fisiologismo e legítimo representante do consagrado sistema do toma lá, dá cá.

Esse fato tem o condão de mostrar a força eleitoral do presidente do país entre a comunidade de políticos sem caráter e em plena decadência moral, que desonram a democracia brasileira, por meio de seus atos desonestos e indignos, embora eles ainda mereçam o beneplácito da maior autoridade do país, que os acolhe com o carinho todo especial de bons amigos de jornada política, embora os quais somente envergonham os homens de bem. 

Sem dúvida alguma, este momento é de muita tristeza para a política brasileira, em especial para Brasília, em que o presidente da República se torna importante líder de plêiade de homens públicos completamente envernizados com a seiva podre da corrupção, que têm o condão de deslustrar a dignidade e a honradez não só do governo, mas em especial do Brasil, que certamente não merece tamanha esculhambação disseminada país afora, como se a imundície moral fosse prática normal na vida pública.

Essa forma desleixada de atividade política, em que corruptos podem se candidatar, mesmo não tendo as necessárias condições de moralidade e higidez pública, em termos de conduta imaculada na vida pública, não deve acontecer nem nas piores republiquetas, que devem se envergonhar terrivelmente da desmoralização que isso representa para a sociedade honrada e digna.

Essa situação de nítida deprimência moral, em que o presidente do país convive abraçado com parte podre da política brasileira, só demonstra que não há a menor preocupação de ninguém com a moralização da administração pública, que tem por exigência legal a precisa necessidade de ser respeitada por quem estiver no poder, em especial pelo presidente da República, que precisa ser modelo de decência moral e respeito aos princípios republicanos, de modo que a sua postura possa inspirar somente zelo e confiança às causas da integridade, da moralidade, da honestidade, da dignidade, entre tantos outros bons ensinamentos de pureza quanto à valorização de civilidade e cidadania.

A imagem fotográfica do presidente da República, em acolhimento, no Palácio da Alvorada, sede oficial da principal autoridade do país, só confirma a sua cumplicidade com a pior classe de homens públicos do país, que é composta, sem o menor escrúpulo por integrantes do degenerado Centrão, que jamais deveria ser aceito como grupo político em atividade, porque ele é a marca da decadência moral do Parlamento e isso já foi, no passado, recriminado pelo então candidato à Presidência da República, que o classificou como a velha política, justamente por ser formado por políticos inescrupulosos.

A propósito, recorrendo ao dicionário, verifica-se que cúmplice significa, ao pé da letra, parceria, companheirismo, compadrio, conivência, colaboração, participação em projeto comum, e é exatamente isso o que o presidente da República se torna como agente que acolhe em seu círculo de amizade pessoas notoriamente com a chancela da corrupção selada no rosto, como no caso desse político de Brasília, que tem registro na Justiça sobre a prática de ato irregular na gestão pública.

A verdade mostra, por coerência, que nenhum dos dois políticos merecem a confiança por meio do sufrágio universal, o que é mais do que legítimo, ante o sentimento democrático que exige respeito aos princípios da moralidade e da dignidade ao sagrado princípio do voto, que tem o poder constitucional da escolha dos representantes políticos, que, em princípio, deveriam ser a imagem da imaculabilidade, como assim pressupõe o sentido nobre da atividade política.   

Acontece que, no caso do voto ao presidente da República, existe à evocação, necessariamente, à causa maior da nação, que diz respeito ao amor ao Brasil, no sentido de avaliação a outros sentimentos estritamente de natureza patriótica, porque envolve a possibilidade de o país ser governado por corrente política da pior espécie que já surgiu na face da Terra, em se tratando da volta ao poder da esquerda, diante de tantas desgraças já protagonizadas por seus governos, à vista dos péssimos exemplos de dantesca governabilidade.

Nesse caso, faz-se referência aos famigerados escândalos do mensalão e do petrolão, com origem no governo da esquerda, além da sua aderência ao aparelhamento da máquina pública, ao fisiologismo, à banalização à impunidade, pelo apoio à violência urbana e rural, à degeneração da família, em especial ao apoio à ideologia de gênero e ao aborto, ao desrespeito aos princípios religiosos e aos seus símbolos sagrados, entre outras tantas demonstrações de afrontas aos princípios administrativos e humanitários, conforme mostram os fatos à saciedade.

Em razão, da imperiosa e cuidadosa avaliação que se exige para a escolha entre duas correntes de homens públicos, cada qual com os seus malefícios pessoais, ante à existência da inevitável polarização entre direita e esquerda, resta aos brasileiros a única opção, na próxima eleição, pelo voto ao candidato que seja o menos pior para se evitar a maior desgraça para o futuro do Brasil, mesmo se conhecendo que ambos não são dignos da plena confiança quanto à satisfatoriedade aos princípios republicanos, que devem e precisam ser levados em conta no exato momento de grandeza de um país, que é a escolha do seu presidente.             

Ante o exposto, urge que os brasileiros honrados e dignos exijam dos homens públicos respeito aos princípios sagrados da República, no sentido de não se permitir que corruptos, renomados ou não, que já tenham sido julgados e condenados ou não pela Justiça, bastando apenas que tenham processos penais pendentes decisão judicial, sejam considerados inaptos para a vida pública, a quem não se deveria reconhecer o direito nem de se candidatar, em respeito à importância do voto e à honradez do seu titular.   

Brasília, em 23 de julho de 2022

sexta-feira, 22 de julho de 2022

Inutilidade?

Sem ter obtido sucesso com os frequentes ataques e acusações, dentro do Brasil, ao funcionamento das urnas eletrônicas, ao sistema eleitoral, no seu conjunto, e a ministros do Supremo Tribunal Federal, o presidente da República houve por bem ultrapassar as fronteiras brasileiras, para mostrar a sua insatisfação para o mundo, por meio de recados desesperadores aos embaixadores de países amigos.

Para tanto, o presidente usou fatos investigados em inquérito da Polícia Federal, ainda inconcluso sobre indícios de fraude nas urnas, que não provam nada de substancial, para se comunicar, de maneira atabalhoada, com os embaixadores estrangeiros.

Com auxílio de slides, o presidente do país fez uso de cerca de 45 minutos para mostrar as abobrinhas infrutíferas de sempre, algo sem nenhuma serventia para a avaliação da seleta plateia certamente ávida por novidades sobre as anunciadas precariedades do sistema eleitoral brasileiro.

O certo é que o presidente do país aproveitou o ensejo para acusar o presidente do Tribunal Superior Eleitoral e dois ministros do Supremo Tribunal Federal de terem o objetivo de tentar desestabilizar o país, quando isso parte da imaginação dele, por não ter como comprovar a sua as suas afirmações, cujo resultado foi verdadeiro fiasco, à vista da infantilidade demonstrada com espetáculo ridículo e sem sentido nenhum de tentar expor possíveis deficiências do sistema eleitoral brasileiro.

Possivelmente temeroso pelo insucesso nas urnas, o presidente quis se antecipar aos fatos para eleger o culpado pela injustificada derrapada, no caso de ser derrotado por político que é símbolo da desonestidade, uma vez que até já foi condenado à prisão por autoria de fatos irregulares que não foram desconstituídos dos autos, tendo as urnas eletrônicas como algozes e ainda, como mau perdedor, ele já insere no mesmo pacote acusatório outros coadjuvantes pelo temeroso tropeço, que são ministros do Supremo que estiveram ou estão à frente do processo eleitoral.

Na verdade, o encontro em apreço foi considerado verdadeira tragédia, exatamente pelas imaturidade e precariedade dos recursos disponíveis como serventia para convencimento, que, ao contrário, alguns embaixadores, depois da reunião, disseram que confiam plenamente nas eleições brasileiras, que as consideram exemplos para o mundo, não tendo recebido nenhuma adesão de apoio a esse projeto kamikaze.

          Em que pese o vexame presidencial, nada que foi falado na reunião surtiu o efeito desejado pelo mandatário, porque nenhum governo estrangeiro repercutiu favoravelmente às pretensões do presidente, que mereceu críticas da imprensa internacional, mostrando o desespero de quem não sabe o que fazer para deixar de se incomodar inutilmente.

Mesmo diante do visível fracasso, o presidente do país está disposto a dar novo tropeção nas suas trapalhadas, diante de novo show de horrores, por ocasião das comemorações de Sete de Setembro, onde se espera a incidência de novos estropícios de insensatez e  incompetência, com a incidência de novos ataques às urnas, na tentativa de desmoralização das urnas e das instituições eleitorais, na certeza de que nada disso tem o condão de contribuir para mudar a mudança do status quo, à vista de que a Justiça eleitoral, que tem competência constitucional para fazê-la, considera perfeitamente normal o funcionamento do sistema criticado, por motivação sem fundamento.  

O certo é que as estratégias pró-golpistas do presidente do país ainda têm sido incapazes de sensibilização por apoio à importante causa que poderia ter sido resolvida normalmente por meio de medidas legislativas apropriadas e no seu devido tempo, com a aprovação de projeto cuidando de estabelecer precisos parâmetros de como devem funcionar a urna eletrônica e a apuração das eleições, de modo que seria impossível qualquer resistência, por parte da Justiça eleitoral, sobre o aperfeiçoamento desejável para as urnas eletrônicas e todo o sistema de votação.

À toda evidência, o estrebucho do presidente do país não faz o menor sentido, na altura do jogo político, no estado democrático de direito, porque a Justiça eleitoral vem conduzindo o processo das eleições em harmonia com a legislação vigente, cujas medidas que são adotadas, nas votações, estão em absoluta conformidade com os parâmetros das eleições anteriores, em que não se conseguiu provar fraude alguma, a se permitir tamanha desconfiança.

É evidente que não se pode olvidar que o sistema de apuração dos votos é sim passível de manipulação de difícil comprovação, mas isso, por si só, não pode ensejar o absurdo que vem promovendo o mandatário do país, justamente por falta de provas a ensejarem inútil tentativa de mobilização da sociedade, que só consegue o convencimento de fanáticos apoiadores dele.

A verdade é que o fiasco dessa reunião mostra, de forma definitiva, que a guerra bravamente travada pelo presidente do país só tem perdedores, diante da falta de resultados e da absoluta certeza de que nada se muda na base da estupidez, do grito ou da bala, eis que o caminho civilizado aconselhável é pela via do diálogo, do entendimento e principalmente da constitucionalidade, em que a norma jurídica oferece o balizamento para as medidas necessárias ao equacionamento dos problemas nacionais.

Apelam-se para que o presidente da República se conscientize, em definitivo, de que o método utilizado para o convencimento das suas ideias estapafúrdias, por ter como base múltiplas desinformações e imprecisões, com conteúdo de visível inconsistência, é absolutamente incapaz para gerar qualquer mudança do status quo do processo eleitoral, mesmo que o sistema em si não ofereça a garantia de credibilidade e segurança, que são afiançáveis apenas por meio de palavras da operadora do sistema, sem adicionar nada sólido cuja robusteza fosse visível e palpável, para a refutação das desconfianças, que são monstruosas e inquietantes.

         Brasília, em 22 de julho de 2022 

quinta-feira, 21 de julho de 2022

Deus é brasileiro

Vem circulando nas redes sociais mensagem que convoca os brasileiros a se concentrarem em oração, invocando o nome de Deus para salvar o Brasil, nos termos a seguir.

Quando a poderosíssima União Soviética invadiu a pequena Finlândia, o pai do missionário Eurico Bergsten, que servia no Brasil, repetia sem parar a oração: ‘Deus, salve a Finlândia’. Ao acordar de manhã, ao tomar café, ao almoçar e a todo momento, durante todo o dia, ele orava: ‘Deus, salve a Finlândia’. E o milagre aconteceu. O poderoso inimigo foi derrotado e a Finlândia cristã foi liberta do comunismo. Façamos o mesmo pelo Brasil. Que a nossa oração incessante, a partir de agora, seja: ‘Deus, salve o Brasil’. Ao acordar de manhã, ao tomar café, ao almoçar e a todo momento, que esse clamor esteja no seu coração e nos seus lábios: ‘Deus, salve o Brasil’. O milagre acontecerá. Ele ama o Brasil. Deus abençoe a todos.”.

É importante, em primeiro plano, distinguir os fatos, como princípio lógico, no sentido do entendimento de que a Finlândia foi efetivamente invadida pela antiga União Soviética, ou seja, trata-se de indiscutível caso concreto, que a invocação do poderoso Deus realmente se fazia extremamente necessária, posto que só Ele poderia salvar nação pequenina das garras gigante demoníaco.

No caso do Brasil, felizmente ainda não existe nada, em absoluto, que justifique se invocar o nome de Deus em vão, por proteção de mal inexiste, o que não se justifica ficar perdendo tempo implorando a Ele que salve o Brasil por algo irreal, sabendo que o ente superior tem muito com que se preocupar, de forma efetiva, o que vale dizer que seria abuso de apelo à autoridade divina para causa que existe somente no imaginário, sob forma de presunção que poderá nem se concretizar, a depender da boa vontade dos homens de bem.

Esse apelo a Deus só demonstra o absurdo do pessimismo de brasileiros, ao se imaginarem que o perigo pode acontecer, só porque ele existe e, se realmente existe, é bom se proteger, mesmo que essa possibilidade seja remota, como certamente irá acontecer com o Brasil, onde as pessoas sensatas, que desejam o bem para a humanidade, vão se unir com as forças do bem e do amor para a construção do melhor para o Brasil.

O certo é que não faz o menor sentido a perda de tempo com a invocação do nome de Deus em vão para pedir o afastamento da maldade que só existe na cabeça das pessoas que enxergam fantasmas em tudo, mesmo que isso possa ocorrer, mas muito remotamente, mas não se justifica, ainda, cuidados nesse sentido.

Imploram-se por que as pessoas procurem superar seus negativismos, para o fim da construção de pensamentos positivos e otimistas, de modo que sejam afastadas as ideias de derrota mesmo antes do fim do jogo, quando se aceita lutar por causa sem que ela exista, como nesse caso, que se configura como verdadeira perda de tempo, ao se ficar rezando para Deus intervir ainda sobre o nada.

À luz da inteligência e da evolução do homem, ao se invocar a presença de Deus para a eliminação de algo inexiste, isso tem muito mais aderência à injustificável forma de agouro, na construção de fantasma que pode se transformar em realidade.

Convém que os brasileiros jamais tenham que implorar a presença de Deus para salvar o Brasil, mais que eles se dignem a agradecê-Lo por evitar que o país seja sede do comunismo, que é a doutrina do demônio, que não tem vez aqui, porque Deus é brasileiro.   

          Brasília, em 21 de julho de 2022 

Nacionalismo?

 

O principal candidato da esquerda brasileira à Presidência da República disse que os membros das forças militares precisam ser nacionalistas, para saberem que não existe soberania sem que a população tenha emprego, comida e cidadania.  

Em discurso, o mencionado político afirmou que, quando se elegeu presidente em 2002, desejava que o país tivesse soberania e capacidade para cuidar de suas fronteiras terrestres e marítimas, de seu espaço aéreo e de suas riquezas minerais, tendo lembrado o papel das Forças Armadas.

Ele disse que “A gente precisava de uma força militar para cuidar disso…, uma força militar de brasileiros nacionalistas que sabem que não há soberania se o povo não tiver emprego, se o povo não tiver comida, se o povo não tiver educação. Se o povo não tiver cidadania, não é possível a gente ter soberania”.

O citado político também aproveitou o ensejo para criticar o presidente da República, tendo dito que, como ex-capitão do Exército, ele busca vincular sua imagem à das Forças Armadas e durante seu governo indicou número sem precedência de militares para postos-chaves da administração pública, que até então eram tradicionalmente ocupados por civis.

Por fim, o político disse que o presidente do país também tem tido apoio da cúpula das Forças Armadas nos constantes e infundados questionamentos que vem fazendo contra as urnas eletrônicas e ao sistema eletrônico de votação.

O discurso do político demonstra claramente o seu incômodo pela falta de apoio dos militares à sua candidatura, uma vez que a sua situação de implicado com graves denúncias à Justiça, envolvendo o recebimento de propinas por ele não tem correspondente na história brasileira, fato que realmente merece completo desprezo por parte dos militares, ante o seu sentimento nacionalista de amor também à moralidade e à dignidade na vida pública, que é alto ignorado pelo político.

Se o político afirma que os militares precisam ser nacionalistas, é porque ele entende que eles deixaram de ter esse importante atributo, que tem sido, ao contrário, a sua marca registrada de amor à pátria, pressentimento este rigorosamente inaceitável para a índole dos bravos guerreiros brasileiros.

Essa acusação é da maior gravidade, porque ela tenciona menosprezar a dignidade dos militares, logo e precisamente no ponto sensível e capital do nacionalismo, que diz com a cultura ao orgulho de defesa dos princípios aprendidos e praticados diuturnamente nas casernas.

Diante dessa visível falta de respeito às Forças Armadas, fica muito feio se houver silêncio delas perante tão contundente e desrespeitosa acusação, conquanto seja preciso resposta à altura do desaforo da intromissão descabida sobre o comportamento interno das corporações militares.

Ademais, a petulância da acusação trata-se de opinião vinda de quem não tem a mínima moral para opinar sobre questões que envolvam os interesses nacionais, uma vez que a sua condição é de quem tem implicações perante a Justiça brasileira, envolvendo processos criminais, à vista de suspeitas do seu envolvimento com ações penais, absolutamente incompatíveis com as atividades de natureza pública.

O político nessas condições de plena decadência moral, que é o caso dele, por ter sido julgado e condenado à prisão pela Justiça brasileira, mesmo que as sentenças judiciais pertinentes tenham sido posteriormente anuladas, não por exame de mérito, mas sim por manobra do Supremo Tribunal Federal, que arranjou justificativa fajuta para habilitá-lo à eleição, não pode sequer gozar do direito de se manifestar sobre incumbências das Forças Armadas, quanto mais para se apresentar como candidato a cargo público, porque ele não consegue preencher os requisitos mínimos de conduta ilibada e idoneidade moral na vida pública.

A propósito disso, convém o que mencionado político se conscientize, invocando o seu pensamento acima, de que ser nacionalista é ter vergonha em se apresentar para os brasileiros, como candidato logo à Presidência da República com a ficha suja perante a Justiça brasileira, com um punhado de processos versando sobre a prática de malversação de recursos públicos, quando o seu dever é primeiro limpar o nome e mostrar o atestado de nada consta perante os eleitores, comprovando a inocência dele com relação a todas as ações que estão pendentes de julgamento.

Por fim, a insinuação maldosa do político de que o atual governo aparelhou a administração pública com a inserção de militares, como se isso fosse péssimo exemplo de prática gerencial no serviço público, não tem o menor cabimento, uma vez que a formação recebida por eles compreende exatamente a precisa observância aos princípios da legalidade, da moralidade, da honradez e da dignidade na gestão dos recursos públicos.

Ao contrário disso, o trágico exemplo que se tem do governo do mencionado político é o pior possível, com relação ao gerenciamento do dinheiro dos contribuintes, no qual teve somente a integral participação de civis, conforme mostra a história recente.

Nessa gestão, se confirmou o desastre em termos de eficiência, moralidade e honestidade, conquanto nele houve a prosperidade, conforme casos investigados, do inchamento da máquina pública, com o seu aparelhamento por sindicalistas despreparados, onde montanhas de dinheiro foi desviado de empresas públicas, com destaque para a Petrobras, cujos recursos roubados foram devolvidos somente parcialmente, segundo os fatos detalhados de forma minuciosa nos autos dos processos referentes aos escândalos do mensalão e do petrolão, que tiveram origem no governo povoado somente por civis, evidentemente sem a participação de militares.   

A verdade é que as Forças Armadas sabem perfeitamente o significado do que seja o verbete nacionalista, porque elas vêm, há séculos, dando exemplo, na prática, de autênticos brasileiros, honrando fielmente a missão de nacionalismo por excelência, no rigoroso cumprimento do dever de proteger a pátria e os brasileiros, na melhor maneira de amor ao Brasil.

Convém que o mencionado político, se envergonhando de exigir que as Forças Armadas tenham espírito nacionalista, vista a real carapuça e somente se candidate depois de limpar seu nome perante a Justiça brasileira, provando a sua inocência nos casos pendentes na Justiça, por ser precisa demonstração de nacionalismo, porquanto, nas suas condições atuais, não existe mínima autoridade moral para a sua prática de atividades políticas e muito menos para citação do nome das instituições militares honradas e dignas, exemplo de nacionalismo e brasilidade.   

Brasília, em 21 de julho de 2022

quarta-feira, 20 de julho de 2022

O desencontro da democracia?

 

O presidente da República se encontrou, em reunião, com embaixadores estrangeiros, no Palácio da Alvorada, na qual o único objetivo era atacar, mais uma vez, sem provas, o sistema eleitoral brasileiro.

Em princípio, em razão disso, o presidente brasileiro pode ser incurso nos crimes de improbidade administrativa, abuso de poder político e econômico, crime contra o Estado Democrático, em razão de ter feito propaganda eleitoral antecipada e ainda fazendo uso de bem público, que implica crime de responsabilidade.

Essa matéria poderá ser objeto de pronunciamento da Procuradoria Geral da República, que tem competência para definir se houve crimes eleitorais no aludido encontro, para o fim de se promover a devida denúncia formal contra o presidente do país.

Como se sabe, a citada reunião teve a iniciativa do próprio presidente do país, que é pré-candidato à reeleição, tendo sido realizada com a presença de representantes diplomáticos de outros países, na qual ele reiterou suspeitas de fraudes nas urnas eletrônicas, sem ter apresentado provas nem fundamentos jurídicos, razão pela qual elas já foram desmentidas pela Justiça eleitoral.

Na ocasião, o presidente brasileiro fez fundamentação da palestra com base apenas em inquérito aberto pela Polícia Federal, em 2018, com autorização do Supremo Tribunal Federal, sobre a invasão de hacker ao sistema do Tribunal Superior Eleitoral, que já informou, por diversas vezes, que esse acesso foi bloqueado e não interferiu em qualquer resultado de eleições.

À toda evidência, o presidente do país pode ter se precipitado em usar o cargo para causar a subversão da normalidade democrática, tentar criar clima antagônico entre poderes da República, cujo caos institucional pode contribuir para a desestabilização da ordem pública, em nome tão somente da sua insatisfação com o status quo, sem que exista absolutamente nada que justifique a sua insensata atitude.

Ou seja, essa dura e incontrolável ofensiva do presidente do país contra as urnas eletrônicas é totalmente despropositada e infundada, uma vez que o ataque, em especial, ao sistema eletrônico de votação vigente não existe prova material que possa comprovar as suspeitas sobre o seu funcionamento, perdendo qualquer motivação jurídica para encontro de tamanha magnitude, apenas para fazer feio em denunciar ao mundo algo absolutamente inverídico, posto que somente suspeita não significa forma alguma de consistência para justificar espalhafatosa reunião com embaixadores estrangeiros.

É curioso que alguns embaixadores saíram da reunião ainda mais convicto da lisura da operação das urnas eletrônicas, a exemplo do embaixador dos Estados Unidos da América, que disse que o sistema eleitoral brasileiro é seguro e confiável, o que também não se trate de afirmação absolutamente verdadeira, uma vez que ele não declinou qual é a sua fonte.    

O pior de toda essa insensata insistência presidencial resultou em gastos públicos desnecessários, para respaldar a acomodação dos participantes, em ato absolutamente particular e inútil, à luz do primado do interesse público, de modo que convém ser apuradas as responsabilidades pelo uso de recursos dos contribuintes, realizados com a estrutura da organização do evento no Palácio da Alvorada e da TV Brasil, que fez a cobertura ao vivo, evidentemente em proveito próprio do interessado, para o fim do devido ressarcimento dos valores envolvidos, sem prejuízo da apuração dos crimes acima elencados, que são formas de prevenção pedagógica na gestão pública, com vistas a se evitar a sua reincidência.

Em síntese, o presidente da República se houve em ato extremamente precipitado, por ter abusado do poder de principal autoridade da República, podendo ter incorrido, no mínimo, nos crimes de improbidade administrativa e de responsabilidade, ao fazer uso direto e indevido, em proveito próprio, de bens públicos como a estrutura da Presidência da República e a divulgação do evento, ao vivo, pela TV Brasil, que é estatal.

Além disso, o presidente brasileiro pode ter feito propaganda eleitoral antecipada e incorrido em abuso do poder político e econômico, cujo ato caracteriza crime eleitoral, quando a liturgia do cargo de presidente da República proíbe tamanha liberalidade antes do período eleitoral permitido pela lei de regência.

O certo é que o resultado dessa desastrosa e inoportuna reunião não propiciou nada que pudesse contribuir para o aperfeiçoamento do sistema eleitoral brasileiro e ainda conseguiu escancarar fortes suspeitas sobre o funcionamento das urnas eletrônicas, sem nenhuma prova consistente sobre fraudes, de modo que o presidente do país conseguiu ser o pivô de espetáculo bufo, de péssima qualidade, que só envergonha o Brasil.

A verdade é que, se o presidente do país tivesse mesmo interessado em aperfeiçoar o sistema eleitoral brasileiro, ele teria pedido estudos às Forças Armadas, que têm peritos em tecnologia da informática, com capacidade para elabora apropriado e perfeito projeto legislativo, contendo a indicação da exata medida contra fraudes, cuja aprovação pelo Legislativo obrigaria a Justiça eleitoral seguir precisamente o que estivesse discriminado na norma.

Não obstante, ao invés de procurar fazer a coisa certa, como manda o figurino, o presidente do país preferiu entrar no jogo sujo das críticas e acusações infundadas, que não resultam em absolutamente nada, salvo o estremecimento das relações entre poderes da República.     

Enfim, convém que os brasileiros, no âmbito da responsabilidade cívica e patriótica, exijam que o presidente da República se conscientize sobre a premente necessidade de respeitar a instituição Justiça eleitoral, enquanto não tiver elementos capazes e suficientes para a contestação se seus atos ou se tiver algo que possa aperfeiçoar o sistema eleitoral brasileiro, por meio de medida legislativa.

Brasília, em 20 de julho de 2022

terça-feira, 19 de julho de 2022

Promiscuidade

            Um vídeo que circula nas redes sociais noticia que a Justiça brasileira, cada vez mais, deixa transpor vestígio de parcialidade, mostrando que familiares próximos de integrantes de tribunais superiores são donos ou sócios de importantes escritórios de advocacia, que terminam recebendo informações privilegiadas sobre processos judiciais de seus clientes.

Não há a menor dúvida de que a promiscuidade campeia, de braçada e com transparência, nos tribunais superiores brasileiros, constituindo verdadeiro antro de depravação moral, diante da banalização do tráfico de influência, tendo o beneplácito do conluio entre os próprios magistrados, que se apoiam entre si, em atitudes e procedimentos absolutamente questionáveis para os padrões de civilidade minimamente aceitável, levando-se em conta a normalidade democrática do país.

Em uma República minimamente séria e civilizada, essa forma de comportamento é duramente repudiada, por se tratar de inominável espécie de desvio de conduta funcional, ainda mais na forma exagerada como se expõem os magistrados brasileiros, que atuam sem o menor pudor ético, não se envergonhando em serem protagonistas de atos recriminados pela sociedade.

Há que se lamentar que, mesmo sendo notória a incidência do desleixo ético-moral, nos moldes indicados acima, não existe qualquer mecanismo capaz de coibir essa monstruosidade de atitude, conquanto é como se tudo estivesse respaldado sob o palio da legitimidade.

Convém que os verdadeiros e honrados brasileiros repudiem, com veemência, a mencionada deprimência da Justiça brasileira, uma vez que esse promíscuo relacionamento não condiz com os princípios éticos e morais exigidos para o desempenho de integrantes do poder que precisa ser modelo de moralidade e dignidade para a sociedade.  

          Brasília, em 19 de julho de 2022