Não somente a ministra da Mulher, Família e
Direitos Humanos, quanto o assunto "cor
não tem gênero" tomaram conta, nos últimos dias, dos acalorados comentados
no Twitter e na mídia em geral.
A ministra que tomou posse no início deste mês, em
auditório lotado por ativistas que gritavam "aleluia" e "glória
a Deus", tinha a convicção de que não haverá mais "doutrinação ideológica" de crianças
e adolescentes e que "menina será
princesa e menino será príncipe", tendo criticado setores da imprensa,
sem especificá-los.
A política afirmou, ao falar da defesa de jovens,
que "Um dos desafios é acabar com o
abuso da doutrinação ideológica. Acabou a doutrinação ideológica de crianças e
adolescentes no Brasil" (Com informações da Folhapress).
A ministra, em entrevista ao canal GloboNews, disse que não se arrepende da
declaração polêmica que deu após assumir o cargo no governo federal, quando ela
indicou as cores azul e rosa para meninos e meninas, respectivamente.
A explicação da ministra, para a frase: “menino veste azul e menina veste rosa”
foi uma “metáfora”, tendo citado ainda
as campanhas de prevenção contra o câncer de mama e de próstata.
A ministra disse: "De jeito nenhum. Foi uma metáfora. Nós temos no Brasil o 'Outubro
Rosa', que diz respeito ao câncer de mama com mulheres. Temos o 'Novembro
Azul', que é com relação ao câncer de próstata com o homem. Então quando eu
disse que menina veste cor de rosa e menino veste azul, é que nós vamos estar
respeitando a identidade biológica das crianças".
Nunca
na história deste país, uma frase de uma ministra foi tão bem explorada pela
opinião pública, que precisava realmente dar uma sacudidela nesse tema e discutir
algo que já tinha sido esquecido e até se perdido no tempo, mas precisava
realmente ser resgatado, como forma de trazer à tona o sentimento de que é
preciso haver a conscientização sobre a correta maneira de se criar os filhos,
sem essa de doutrinação de gênero, por ser completamente incompatível com a
identidade biológica.
Em
sã consciência, quem não gostaria de ser criado como nos velhos e bons tempos
de nossos antepassados, em que os pais se orgulhavam quando sua filha ou seu
filho e assim eles eram normalmente criados, sem essa preocupação aloprada que existe
na atualidade, com a permanente imaginação ainda precoce em se saber se o filho
será realmente ele ou se será ela ou se será ambos ao mesmo tempo?
Não há
desconhecer que a determinação do sexo do filho depende, basicamente, de
fatores genéticos, sendo que sua concepção sempre vem acompanhada da célebre e
popular frase: “que venha com saúde, sem
importar o sexo”, mas a real definição do sexo, na atualidade, vai depender
do equilíbrio e da sensibilidade dos pais, que precisam se conscientizar de que
ideologia de gênero não faz e nunca fez parte da tradição brasileira e a sua
defesa é tão desprezível que somente parcela mínima de brasileiros ainda a
privilegia, talvez imaginando que a sua razão de viver precisa ser resgatada
por intermédio de seus filhos, em situação absolutamente injustificável e até
desumana, em termos de racionalidade e de princípios.
É
evidente que o mundo evoluiu muito e o homem precisa acompanhar essa
modernidade fantástica, por conta, em especial, do surgimento de novas e surpreendentes
tecnologias, mas, convenhamos, ficar preocupado com o gênero de seu filho isso
já é demais, porque a questão da sexualidade vai muito além do que os país mais
evoluídos possam imaginar, levando-se em conta, em especial, a composição
celular do ser humano, em termos de herança transmitida via DNA dos pais, que
poderá, com muito mais razão científica explicar se seu filho vestirá roupa azul
ou rosa e que a escolha dele deverá ser aquela que melhor se ajuste à sua
personalidade, porque é assim que deve ser a natureza, não dos homens, mas sim
de Deus.
Brasil: apenas o ame!
Brasília, em 5 de janeiro de 2019
Nenhum comentário:
Postar um comentário