Conforme vídeo que circula nas redes sociais, é mostrada a imagem do
presidente do país dentro de Igreja Católica, ajoelhado e dando a entender que
ele estaria rezando, em que pese ele se confessar comunista.
Essa imagem é autêntica, ou seja, ela reflete o pensamento verdadeiro de
político que se ajoelha diante do altar que simboliza o que é mais sagrado, em
termos de veneração à lembrança de Deus, na Terra, ao tempo que ele também é
capaz de dar o dedo do meio com a pior das intenções para os brasileiros.
Tudo isso mostra o desnível de personalidade de político que se
consolidou profissionalmente como aquele que sabe, ao mesmo tempo, agredir, sem
o menor escrúpulo, os seus adversários políticos e agradar os seus seguidores,
com gesto de nobreza, sabendo que estes somente enxergam nele as atitudes que
satisfazem o seu ego de bom político, não sopesando o seu desempenho nefasto,
por não haver interesse nesse lado negativo dele.
Acontece que se trata de pessoa pública que tem o dever de vida pública
retilínea, em todos os seus atos inerentes ao mandato político, pois não é
possível ser, a um só tempo, observador dos bons princípios e desprezador das
normais condutas exigidas no relevante exercício do mando para o qual ele foi
eleito.
Na verdade, tem-se aí dupla personalidade enfeixada em único político,
que se mostra fiel aos princípios religiosos (de araque) e aos sentimentos de
verdadeiro desprezo aos princípios de civilidade.
O pior de tudo isso, com a pacificação existencial de dupla
personalidade, conforme mostram os fatos, é que esse importante político ainda
tem seguidores que o apoiam incondicionalmente, como se ele fosse o suprassumo
do autêntico político, pois os seus gravíssimos defeitos em nada maculam a sua
dúbia personalidade, conforme registram os fatos.
Apelam-se por que os brasileiros reflitam sobre a importância de
político com respeito à integralidade dos princípios de civilidade, como forma
exemplar de verdadeiro e íntegro homem público.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 13 de julho de 2026
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