A situação sobre a fuga, em massa,
de grandes aglomerados financeiros do Brasil é extremamente preocupante,
pois isso é representado pelas grandes empresas e indústrias, que estão
fechados as suas portas e indo embora, deixando triste legado de desemprego.
À toda evidência, essa terrível situação coloca em alerta e em perigo o
futuro do Brasil e dos brasileiros, por conta do desemprego em larga escala,
certamente comprometendo a vida de muitos pais de família.
Isso porque são esses grandes empreendimentos que sustentam a base da
economia nacional, especialmente com a produção interna que contribui para o
fomento dos empregos, tão imprescindíveis ao desenvolvimento socioeconômico,
além da importante participação na arrecadação de tributos, de vez que, quanto
mais fonte geradora de trabalho e produção, mais dinheiro para os cofres
públicos.
Ou seja, o inverso disso, com menos empresas e indústrias, as
consequências são naturais de menores arrecadação e possibilidade de empregos e
também de progresso do país.
Infelizmente, essa deplorável e preocupante situação de deterioração das
atividades econômicas tem explicação absolutamente plausível, como elevada
carga tributária; injustificada burocracia; insegurança jurídica, mudança
constante de normas legais; infraestrutura precária; entre outros empecilhos
que contribuem para o desestímulo dos investimentos nacionais e estrangeiros e,
consequentemente, para o encerramento das atividades econômicas, no Brasil.
Ora, todos esses fatores têm a ver com os interesses nacionais de
incumbência direta do governo, que precisa cuidar das políticas econômicas no
seu conjunto, especialmente no que diz respeito a todos os quesitos
supramencionados, que são de importância fundamental para a garantia da
estabilidade dos investimentos, no Brasil.
Sim, a debandada do capital estrangeiro e do desinteresse de
investimentos nacionais têm tudo a ver com a total despreocupação do governo,
que nada faz para adotar medidas necessárias com vistas à solução dos
gravíssimos problemas que afetam diretamente a economia brasileira,
especialmente quanto àquelas dificuldades elencadas acima.
Tanto isso é verdade que só aumenta a incidência de empresas e
indústrias fechando as portas, em sequência que pouco importa para o governo
que ainda pensa em permanecer no poder, por mais quatro anos, para se permitir
o aprofundamento dessa tragédia econômica, diante do pouco caso, por parte
dele, que acontece, na atualidade, tendo em vista a inexistência de mínima
preocupação para tamanha desgraça nacional.
Compete aos brasileiros do bem reagirem, o mais urgentemente possível,
contra essa absurda e gravíssima situação de calamidade econômica, exigindo
medidas emergenciais e concretas contra o abandono dos investimentos no Brasil.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 30 de julho de 2026
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