A Seleção Brasileira de Futebol poderia ter ganhado o jogo contra a
Holanda se o atacante tivesse concluído, com sucesso, jogada construída
cara-a-cara com o goleiro adversário, mas a finalização do lance foi para fora
das traves, com o desperdiço do gol, chamado feito, além do pênalti perdido,
por incompetência.
Acredita-se que o ditado popular nunca foi tão cruel com o Brasil, no
jogo de hoje, quando o proverbial dito sentencia que "quem não faz,
leva", diante da excelente oportunidade perdida.
E foi precisamente o que realmente aconteceu com a seleção brasileira,
que teve importante chance fazer gols, a partir do pênaltis perdido e mais
especificamente a oportunidade cara-a-cara com o goleiro que teve o atacante
brasileiro e também, talvez por enorme displicência, também mandou a bola para
fora do gol.
A verdade é que o jogo de hoje pode ser interpretado pelo azar do
Brasil, que teve tudo para converter jogadas em gol, mas simplesmente
desperdiçou infantilmente.
Diferentemente do seu adversário, que conseguiu aproveitar as poucas
oportunidades que se lhe apresentaram, convertendo-as em gols fundamentais para
a sua vitória e a eliminação do Brasil.
A seleção brasileira teve excelente desempenho no jogo, certamente
merecendo ter vencido o adversário, pois as oportunidades perdidas por ela
foram superiores, mas o deus do futebol preferiu dificultar a sua vitória, em
que pesem as excelentes oportunidades que lhe foram oferecidas, que a levariam
à superação do adversário.
É certo é que a principal lição desse fatídico jogo precisa ser
urgentemente aprendida, qual seja, no futebol, quem "não faz gol,
leva", evidentemente como castigo direto do deus do futebol, por conta da
incompetência.
Brasília, em 6 de julho de 2026
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