segunda-feira, 31 de agosto de 2026

A esperança

 

Em jogo da Copa do Mundo de Futebol, o jogador brasileiro de camisa de número 13 contribuiu para facilitar o gol do time adversário ao do Brasil.

Em princípio, não tem nada mais descomplicado do que explicar que o jogador de numeração da adversidade brasileira fez exatamente algo que se harmoniza com a mentalidade medíocre de quem ainda apoia o desgoverno da incompetência, no sentido da contramão dos interesses nacionais, em que se compreende que quanto mais pior, melhor para a permanência no poder, com a disseminação da miséria e da devassidão nas políticas públicas, com a multiplicação e a pacificação da normal expansão do subdesenvolvimento socioeconômico.

Em contraposição, a história evidencia que é preciso que exista alguém com a clarividência e a iluminação das luzes do bem, para colocar em prática a realidade da vida, praticando o que realmente é o melhor, em benefício da felicidade dos brasileiros, no caso, o jogador brasileiro que fez o gol da vitória do Brasil vestia a camisa de nº 22.

 Na prática, duas jogadas acontecidas no disputa futebolística entre as seleções de futebol do Brasil e Japão ajudam a mostrar, em substância, esse quadro da dura realidade enfrentada pelo Brasil, em que uma importante parcela de brasileiros insiste em remar na corrente do descaminho, no sentido contrário aos melhores objetivos para o engrandecimento do país, conquanto ainda existe outra ala que resiste a essa tragédia nacional e, quando em vez, consegue fazer importante tento em socorro dos interesses nacionais.

O importante é que o empenho do bem tenha a companhia das melhores bondades capazes de convencimento dos brasileiros de que a luta em prol da boa causa precisa ganhar cada vez mais forças, para a superação das adversidades perversas, que insistem em permanecer na contramão do progresso do Brasil.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 30 de junho de 2026

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