Em jogo da Copa do Mundo de Futebol, o jogador brasileiro de camisa de
número 13 contribuiu para facilitar o gol do time adversário ao do Brasil.
Em princípio, não tem nada mais descomplicado do que explicar que o
jogador de numeração da adversidade brasileira fez exatamente algo que se
harmoniza com a mentalidade medíocre de quem ainda apoia o desgoverno da
incompetência, no sentido da contramão dos interesses nacionais, em que se
compreende que quanto mais pior, melhor para a permanência no poder, com a
disseminação da miséria e da devassidão nas políticas públicas, com a
multiplicação e a pacificação da normal expansão do subdesenvolvimento socioeconômico.
Em contraposição, a história evidencia que é preciso que exista alguém
com a clarividência e a iluminação das luzes do bem, para colocar em prática a
realidade da vida, praticando o que realmente é o melhor, em benefício da
felicidade dos brasileiros, no caso, o jogador brasileiro que fez o gol da
vitória do Brasil vestia a camisa de nº 22.
Na prática, duas jogadas
acontecidas no disputa futebolística entre as seleções de futebol do Brasil e
Japão ajudam a mostrar, em substância, esse quadro da dura realidade enfrentada
pelo Brasil, em que uma importante parcela de brasileiros insiste em remar na
corrente do descaminho, no sentido contrário aos melhores objetivos para o
engrandecimento do país, conquanto ainda existe outra ala que resiste a essa
tragédia nacional e, quando em vez, consegue fazer importante tento em socorro
dos interesses nacionais.
O importante é que o empenho do bem tenha a companhia das melhores
bondades capazes de convencimento dos brasileiros de que a luta em prol da boa
causa precisa ganhar cada vez mais forças, para a superação das adversidades
perversas, que insistem em permanecer na contramão do progresso do Brasil.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 30 de junho de 2026
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