Eu, Aldenir, Alysson, Priscilla e Pedro estivemos uma semana no usufruto
das belezas naturais de importante praia baiana, que nos propiciaram o deleite
do descanso sonhado para o reequilíbrio das energias espirituais.
Além do pretendido descanso, que é natural à beira-mar, nós praticamos
os esportes preferidos.
Eu, como sempre, preferi a caça submarina, bem próxima dos profundezas
das águas dos tubarões.
Que isso tivesse sido verdade, porque assim eu teria satisfeito uma
vontade de pescador dos tempos de menino, quando eu pescava, principalmente no
açude do Sítio Canadá, onde ali havia fartura de peixes.
Na verdade, aproveitei o passeio para importantes andanças à beira-mar,
com os pés descalços fincados nas gostosas areias, que me levaram diariamente a
quilômetros de distância.
Aldenir e Priscilla preferiram desfrutar das brisas do mar,
complementadas com a energia da luz solar, que as fez rejuvenescerem em encanto
ajudado pelas seivas das águas marinas, além de lerem na tranquilidade e no
aconchego do som das ondas do mar.
O Alysson pôs em prática a sua paixão pelos peixinhos que somente ele
conseguia vislumbrá-los e isso fê-lo a pessoa mais feliz daquela praia, por
ainda ter visto lindo peixinho parente do famoso Nemo.
Há, entusiasmo mesmo viu-se no semblante do sonhador Pedro, que se
deparava permanentemente com encantadoras tartarugas marinhas, que eram
tantas que ele via a quilômetros de distância.
A verdade é que a nossa aventura, na praia baiana, passa para a história
como o passeio mais animador, fantástico e proveitoso que se poderia imaginar,
à vista da realização, por todos do grupo, de práticas saudáveis, que nos
propiciaram muitas energias em nossas vidas.
Agradeço imensamente pela feliz oportunidade de ter convivido por
momentos bastante aprazíveis.
Muito obrigado!
Brasília, em 26 de julho de 2026
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