Conforme vídeo que circula nas redes sociais, uma pessoa reclama da
falta de segurança e proteção, lamentando que já não se pode mais portar, nas
ruas, qualquer bem, especial celular, que se corre o risco de ser assaltado.
A revolta da cidadã tem a mais completa pertinência, à luz dos direitos
constitucionais de cidadania perante a proteção que é dever do Estado
brasileiro, sob a égide do disposto no artigo 144 da Lei Maior do Brasil.
Sim, causa indignação por parte de quem vem sendo vítima da insegurança
nas vias públicas, por ser alvo permanente da bandidagem, que atacam sem
piedade todas as pessoas, em completo desprezo aos direitos de individualidade
e privacidade inerentes aos seus direitos de proteção.
A par da prevalência da devassidão criminal, que certamente existe em
razão de diversos fatores de ordem econômica e social, com a mais grave
implicação da impunidade, quando os atos delituosos normalmente são atenuados e
respaldados pela exata falta de correspondente penalização aos delinquentes, a
senhora que denuncia o estado crônico das violências e que também diz ser
vítima desse sistema cancerosa da insegurança pública apela, com veemência, por
que as pessoas se conscientizem sobre a importância do combate à criminalidade,
diante da sua terrível predominância no seio da sociedade brasileira.
Essa pessoa pensa que os brasileiros precisam exigir medidas saneadores
do poder público, porque eles pagam tantos e altíssimos tributos, mas vive em
absoluto estado de abandono do Estado, no que se refere à segurança pública,
conforme mostram os fatos do quotidiano.
Isso de desabafo feito por essa cidadã certamente que passa pelo
sentimento dos brasileiros do bem, que entendem que já foram ultrapassados os
limites da tolerância e do suportável com a criminalidade.
Acontece que convém se observar que é enorme a predominância da
criminalidade, consistindo em quantidade gigantesca produzida por diversos
fatores advindos das hostes oficiais, que simplesmente houve por bem facilitar
o incremento incontrolável da legião de bandidos, quer por premeditada omissão,
quer pela falta de políticas públicas apropriadas para o efetivo combate à
criminalidade e isso é fato incontestável, à luz da verdade que permeia as
ações do Estado brasileiro.
Como consequência disso, de nada adiantam as reclamações e os apelos, a
depender da ressonância do governo, que já mostrou o seu sentimento de combate
à criminalidade, qual seja, nenhum sentimento oficial, infelizmente.
A única alternativa de esperança no fim do túnel é a completa mudança da
classe política incompetente, ineficiente e irresponsável, conquanto todos os
ocupantes de mandato eletivo estão preocupados exclusivamente com a manutenção
no cargo, o que vale se afirmar que o povo se exploda.
Enfim, urge se encontrar fórmula milagrosa capaz de se livrar dessa
casta de péssimos políticos, como forma de se viabilizar a implantação de novo
Estado brasileiro, com perspectiva também de haver segurança pública para os
brasileiros.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 12 de julho de 2026
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