Em uma declaração que gerou polêmica nas redes sociais, o principal
candidato da oposição mandou um recado direto sobre a sua atual situação
jurídica.
Ele disse, de forma categórica, que não possui nenhum inquérito ou
investigação contra ele, em resposta às comparações feitas pela oposição.
Ele indagou: "Sabe quantas investigações têm contra mim, hoje?
Zero... e no imaginário das pessoas querem me colocar na mesma prateleira de um
(omiti o nome)".
É sempre muito importante que os candidatos a cargos públicos eletivos
sejam sinceros e comprovem a sua honestidade, na vida pública, porque isso se
harmoniza com os princípios democráticos, no que se refere aos requisitos
exigidos de conduta ilibada e imaculabilidade, algo que deveria ser obrigatório
para todos os políticos.
Não tem o menor cabimento que homens públicos se atrevam a praticar
atividades políticos sem que não satisfaçam às exigências essenciais de
moralidade e dignidade, na vida pública.
Isso apenas condiz com a seriedade que precisa predominar nas atividades
políticas, como se exige nos países sérios e evoluídos, em termos políticos e
democráticos.
Agora, não se concebe essa mania ilógica de candidato ficar, todo tempo
e a todo instante, se comparando com outros candidatos, como forma da obtenção
do estabelecimento de paradigma de moralidade.
O ideal é que os candidatos tenham identidade própria, sempre com a
preocupação de apenas mostrar as suas qualidades como pessoa ligada às
atividades políticas, sem se comparar a ninguém, nem pior nem melhor, porque a
individualidade precisa prevalecer como marca registrada do seu caráter e da
sua personalidade.
A verdade é que essa importante filosofia deveria prevalecer, no sentido
de que cada candidato se organize individualmente, de modo a construir o
próprio currículo político, sem comparação com ninguém, muito menos com
políticos insignificantes e desprezíveis, que nunca deveriam ser citados,
porque isso é de somenos importância política.
Enfim, convém que os bons políticos sejam também inteligentes e
altruístas, segundo o melhor pensamento político, sem qualquer conotação com
ninguém.
Brasília, em 14 de agosto de 2026
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