Em mensagem que circula nas redes sociais, um parlamentar critica a
deplorável situação de governabilidade do Brasil, especialmente quanto à
incompetência e à desmoralização intrínseca do mandatário brasileiro, que vem,
em especial, dando provas da sua total ineficiência na execução das políticas
de incumbência constitucional do Estado.
Eis aí mensagem que reflete pura e cristalina verdade, em todos os seus
fundamentos, em que se sustenta a vida de político mais polêmico da história
republicana brasileira, por já ter se envolvido em gravíssimos escândalos de
corrupção, inclusive tendo sido condenado à prisão e ainda cumprido parte da
pena.
Isso bem demonstra o grau de desmoralização da personalidade dele,
perante os salutares princípios inerentes à conduta e à imaculabilidade de
político, na vida pública.
O teor da mensagem é de envergonhar e indignificar qualquer povo com o
mínimo de reserva moral, quanto mais um país de seriedade, visto que as
características intrínsecas de insignificância desse político são completamente
incompatíveis com os princípios republicanos e democráticos.
Não obstante, é preciso se compreender, sobretudo, que a existência de
pessoa desprezível no poder teve o apoio, em princípio, do povo, que preferiu
elegê-lo para representá-lo, o que vale a interpretação de que a culpa por o
Brasil ser presidido pelas incompetência e má gestão é de maior
responsabilidade do povo, quando decide colocar no poder, na forma democrática,
pessoa sabidamente desqualificada e incompatível com a grandeza do Brasil.
Sim, nada se impede que se critiquem o próprio político, por não ter
caráter para compreender que ele não tem condições morais para representar
sequer a própria pessoa, devido à falta dos requisitos de civilidade e
cidadania, por ter sido julgado e condenado à prisão, em razão do desvio de
conduta moral, na vida pública, quanto mais por ele representar os brasileiros,
especialmente as pessoas dignas e honradas.
Enfim, a presente mensagem tem a importância do convite à
conscientização dos brasileiros sobre a urgente necessidade da alternância do
poder, em nome da grandeza do Brasil, que não merece continuar padecendo do
câncer da acefalia crônica, quando a estagnação administrativa vem contribuindo
para a perenidade do subdesenvolvimento socioeconômico.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 29 de junho de 2026
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