segunda-feira, 31 de agosto de 2026

O Brasil vai acabar!

 

Um dos filhos do último ex-presidente do país disse que "o Brasil vai acabar" se seu irmão não for eleito, à vista da proibição de visitas ao seu pai, imposta por juíz da corte maior do país, por conta da divulgação de carta escrita pelo ex-presidente.

Na verdade, a falta de se eleger alguém não significa que o país vai se acabar, diferentemente como assim definido na mensagem acima.

Não obstante, é bem possível que o país possa piorar, se não houver mudança de governabilidade, à vista da existência de muitos parâmetros deploráveis de sua administração, que não são ideais para importante parcela dos brasileiros, mas a forma de precariedade vigente parece satisfazer plenamente ao sentimento da outra parte de brasileiros, que defendem com unhas e dentes ideologia ideal para seus planos políticos.

Isso é o que mostra a mentalidade que sinaliza para a aceitação do caos na gestão pública, à vista do apoio à falta de competência e da eficiência na gestão pública.

Não há a menor dúvida de que a precária situação do Brasil é motivo sim de bastante preocupação, principalmente por parte dos brasileiros que gostariam que o país estivesse em nível melhor de governabilidade, em especial no que se refere aos aspectos socioeconômicos.

À toda evidência, por ser impossível, o Brasil não se acabará pelo simples fato de não se eleger determinado candidato, mas certamente o seu estado de precariedade administrativa poderá ser potencializado por querência do próprio povo, que tem o governo que bem merece, conforme mostram os fatos históricos.

Diante da gravidade dos fatos político-administrativos, impõem-se que os brasileiros se mobilizem, com a necessária urgência, na busca de medidas políticas que possibilitem a alternância do poder, com vistas à viabilização das prementes e imprescindíveis mudanças nas estruturas da administração do Brasil.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 17 de julho de 2026

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