Um dos filhos do último ex-presidente do país disse que "o
Brasil vai acabar" se seu irmão não for eleito, à vista da proibição
de visitas ao seu pai, imposta por juíz da corte maior do país, por conta da
divulgação de carta escrita pelo ex-presidente.
Na verdade, a falta de se eleger alguém não significa que o país vai se
acabar, diferentemente como assim definido na mensagem acima.
Não obstante, é bem possível que o país possa piorar, se não houver
mudança de governabilidade, à vista da existência de muitos parâmetros
deploráveis de sua administração, que não são ideais para importante parcela
dos brasileiros, mas a forma de precariedade vigente parece satisfazer
plenamente ao sentimento da outra parte de brasileiros, que defendem com unhas
e dentes ideologia ideal para seus planos políticos.
Isso é o que mostra a mentalidade que sinaliza para a aceitação do caos
na gestão pública, à vista do apoio à falta de competência e da eficiência na
gestão pública.
Não há a menor dúvida de que a precária situação do Brasil é motivo sim
de bastante preocupação, principalmente por parte dos brasileiros que gostariam
que o país estivesse em nível melhor de governabilidade, em especial no que se
refere aos aspectos socioeconômicos.
À toda evidência, por ser impossível, o Brasil não se acabará pelo
simples fato de não se eleger determinado candidato, mas certamente o seu
estado de precariedade administrativa poderá ser potencializado por querência
do próprio povo, que tem o governo que bem merece, conforme mostram os fatos
históricos.
Diante da gravidade dos fatos político-administrativos, impõem-se que os
brasileiros se mobilizem, com a necessária urgência, na busca de medidas
políticas que possibilitem a alternância do poder, com vistas à viabilização
das prementes e imprescindíveis mudanças nas estruturas da administração do
Brasil.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 17 de julho de 2026
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