Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém não tem o menor pudor em mostrar a imagem do presidente do país em forma de fato, talvez para mostrar o seu sentido para o que ele representa para sociedade.
Trata-se de instinto inerente às pessoas que acham normal se fazer
deboche e se humilhar o ser humano, graciosamente, e sem a menor objetividade,
não se importando com a insignificância ou não dele, porque mesmo sendo pessoa
considerada desprezível, ela continua sendo ser humano, como tal merecedora de
respeito.
Na verdade, é preciso se compreender que os desvios de conduta e de
personalidade política não justificam nenhuma forma de discriminação ou
humilhação, para o fim de denegrir a imagem de ninguém, quando os envolvidos em
crimes precisam ser julgados, por seus atos, precisamente pelas instâncias
legalmente competentes.
Sim, também é da competência dos brasileiros julgar os políticos
insignificantes, desonestos e desprezíveis, mas exclusivamente nas urnas, no
momento do voto, onde se tem a importante oportunidade para eliminá-los da vida
pública, simplesmente não votando neles.
Isso de se representar político na forma de rato fica evidente o patente
e recriminável sentimento de ódio, vingança e desamor no coração, que é a viva
demonstração do lado perverso e cruel do ser humano, que expõe sem o menor
escrúpulo o seu instinto selvagem e irracional.
Convém ficar bastante claro que essa forma explícita de desprezo ao ser
humano não contribui absolutamente para coisa alguma, salvo para acentuar forma
ridícula de fomentar o desprezível antagonismo político, algo que somente
acentua a divisão dos brasileiros.
Enfim, imagina-se e percebe-se que a humanidade tem ainda muito espaço
para evoluir, na busca da civilização e na compreensão de que o ser humano,
mesmo aquele desonesto e insignificante, é digno de respeito, pois a ninguém se
deseja aquilo que não quer para si.
Acorda, Brasil!
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