segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Humilhação!

 Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém não tem o menor pudor em mostrar a imagem do presidente do país em forma de fato, talvez para mostrar o seu sentido para o que ele representa para sociedade.

Trata-se de instinto inerente às pessoas que acham normal se fazer deboche e se humilhar o ser humano, graciosamente, e sem a menor objetividade, não se importando com a insignificância ou não dele, porque mesmo sendo pessoa considerada desprezível, ela continua sendo ser humano, como tal merecedora de respeito.

Na verdade, é preciso se compreender que os desvios de conduta e de personalidade política não justificam nenhuma forma de discriminação ou humilhação, para o fim de denegrir a imagem de ninguém, quando os envolvidos em crimes precisam ser julgados, por seus atos, precisamente pelas instâncias legalmente competentes.

Sim, também é da competência dos brasileiros julgar os políticos insignificantes, desonestos e desprezíveis, mas exclusivamente nas urnas, no momento do voto, onde se tem a importante oportunidade para eliminá-los da vida pública, simplesmente não votando neles.

Isso de se representar político na forma de rato fica evidente o patente e recriminável sentimento de ódio, vingança e desamor no coração, que é a viva demonstração do lado perverso e cruel do ser humano, que expõe sem o menor escrúpulo o seu instinto selvagem e irracional.

Convém ficar bastante claro que essa forma explícita de desprezo ao ser humano não contribui absolutamente para coisa alguma, salvo para acentuar forma ridícula de fomentar o desprezível antagonismo político, algo que somente acentua a divisão dos brasileiros.

Enfim, imagina-se e percebe-se que a humanidade tem ainda muito espaço para evoluir, na busca da civilização e na compreensão de que o ser humano, mesmo aquele desonesto e insignificante, é digno de respeito, pois a ninguém se deseja aquilo que não quer para si.

Acorda, Brasil!

            Brasília, em 31 de julho de 2026

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